02 março 2013

Make me wanna die - Capitulo 31


Acordei com a luminosidade do sol batendo sobre a janela e batendo sobre os meus olhos, fazendo com que eu não conseguisse abrir os mesmos. Virei meu corpo para o lado oposto dela e me deparei com Justin deitado de bruços ainda vestido com um moletom escuro que estava ontem a noite, fixei meus olhos nele e sorri, lembrando-me de todas as palavras que ele havia me falado ontem, tentei me lembrar também de como havia parado ali na cama dele, mas nada vinha em minha mente.

- Lua? - sua voz saiu cortada, quase como um sussurro.
- Oi? - me aproximei, deitando-me sobre seu peitoral.
- Se sente melhor? 
- Sim. - sorri fechando os olhos, Justin parou suas mãos sobre meus cabelos e fez um pequeno carinho neles.
- Tá com fome? - ele riu ouvindo minha barriga roncar alto.
- Acho que sim. - ri junto á ele.
- Vamos comer?
- Claro. - praticamente pulei da cama e Justin riu, levantando-se atrás de mim. Desci as escadas devagar e Justin segurou minha mão, não havia ninguém no andar de baixo então corri para a cozinha já em direção a geladeira.
- Vou fazer um misto quente, vai querer?
- Uhum. - peguei o leite e coloquei para fora da geladeira, enchi um copo e depois despejei duas colheres cheias de achocolatado, mexi e bebi. Justin terminou de fazer o lanche e me entregou um deles, sentei-me na mesa e comi quieta, estava pensativa em relação ao meu pai e oque encontraria quando voltasse para casa.
- No que está pensando? - a voz de Justin fez com que eu desviasse meus pensamentos até ele.
- Você sabe. - desviei meu olhar para a janela da cozinha, onde dava para ver bela parte da minha casa.
- Acho que você deveria conversar com seu pai.
- Eu tento.
- Tente de novo ué.
- Depois, agora eu quero ficar aqui. - mordi o ultimo pedaço do meu lanche e bebi o resto do achocolatado.
- Oque vai fazer hoje? - Justin perguntou cortando aquele assunto.
- Nada, vou ficar aqui. - sorri.
- Hum, e eu deixei? - debochou.
- Você não precisa deixar.

Ele riu.
- Agora manda em mim é? - Justin levantou-se de seu lugar e pegou os pratos sobre a mesa, deixando os mesmo dentro da piza.
- Você entendeu. - me levantei abraçando ele por trás. Justin sorriu e virou-se para mim, segurou meu rosto e selou nossos lábios.
- Por mim você já estava morando aqui. - ele sorriu em seguida me beijando sem pressa, apenas um beijo.
- Pena que as coisas não são tão faceis assim.
- Depois dos 18 tudo é mais fácil.
- Mas eu tenho 17. - rimos.
- Então espere.
- Meu aniversario é ano que vem Justin. - ele riu abraçando minha cintura.
- Que pena. - ele riu selando-me.
- Bobinho. Sério, oque podemos fazer hoje?
- Meu pai quer que eu arrume um emprego.
- Que legal, oque vai querer fazer?
- Não sei, não quero trabalhar, mas ele fica dizendo que não dá pra ficar pagando as coisas pra mim.
- Ele está certo, você tem 18 anos Justin.
- Ah mais...
- Mais nada, você vai procurar um emprego amanhã, entendeu?
- Af, tá né. - ele fez bico.
- Agora vem, vamos acordar seus irmãos, quero passar o dia com eles.

Justin não retrucou, apenas sorriu concordando e me acompanhou até o andar de cima. Seria um longo dia e eu só queria me divertir um pouco. Assim que as crianças acordaram levei elas até a cozinha e dei café da manhã para elas, Jeremy ficou agradecido e continuou dormindo mais um pouco. Jazzy estava inquieta insistindo em quer queria nadar um pouco e Jaxon não parava de dizer que preferia jogar video-game, aquilo era engraçado porque Justin ficava perdido e eu que tinha que resolver a situação deles. Levei Jazzy para nadar um pouco mas não entrei, apenas fiquei com os pés na beirada da piscina observando-a para que não acontecesse nada com ela, apesar de estar com boias. Justin ficou jogando com Jaxon até ele se cansar e querer nadar com Jazzy, fazendo com que Justin tivesse que nadar junto, já que não tinhamos boias para Jaxon. Enquanto eles brincavam na piscina corri até a cozinha e preparei algo rapido para comermos, Jeremy acordou e me agradeceu novamente, era engraçado mas eu sorria toda vez que ele dizia que eu seria uma bela mãe para os filhos de Justin, isso se Justin planeja ter filhos um dia.


19h23.

O dia havia sido perfeito, pena que tudo que é bom acaba rápido. Jazzy e Jaxon estavam exaustos e acabaram dormindo no sofá enquanto assistiam um desenho da disney. Jeremy havia saido pra resolver umas coisas sobre a casa e não demoraria. Estava aninhada entre os braços de Justin sentindo seu calor sobre mim, aquecendo-me do gelo que era sua casa quando meu celular vibrou no bolso, que por sorte Justin não havia percebido então ignorei para ver depois, bocejei uma, duas, três vezes denunciando meu sono e suspirei.

- Preciso ir pra casa. - finalmente disse.
- Ahhhhhhh. - Justin resmungou apertando-me.
- É sério, passei o dia fora porque briguei com meu pai e preciso dormir.
- Você só dorme.
- É um dos meus talentos. - ri.
- Não vai não. - ele insistiu.
- Jus, eu preciso ir. Não é nem por causa que eu preciso falar com meu pai, é pelo meu irmão. - murmurei baixo para não acordar as crianças. - Ele precisa de mim.
- Tudo bem, eu entendo você.
- Vai pra escola amanhã? - sem a minima vontade me levantei e dei um beijo na jazzy e no xon.
- Eu preciso?
- Sim. - ri fraco parando na porta de sua casa. - O ano já vai acabar, relaxa.
- Ainda bem.

Puxei Justin pela gola da camiseta e selei nossos lábios iniciando um beijo, sua linguá quente encontrou com a minha fazendo-me sentir um arrepio pelo corpo, junto á borboletas no estomago. Era o efeito dele sobre mim, sempre que nos beijávamos  ou até mesmo quando ele simplesmente me olhava. Justin apertou minha cintura ainda meio surpreendido com aquele beijo e juntou mais nossos corpos, se isso era possivel. Parti aquele beijo sem a minima vontade por conta da falta de ar e continuei junto a ele.
- Eu ... amo ... você. - disse com a respiração cortada.
- Eu também amo você. - sorri.
- Se cuida. - me afastei dele antes que desistisse de deixa-lo ali. - Esteja aqui as seis e quarenta. - me virei rapidamente e pisquei pra ele, logo depois correndo até o outro lado da rua e abrindo a porta de casa.

Meu pai estava na cozinha preparando o jantar, enquanto Pedro assistia algo na televisão.
- Onde estava? - Theo veio logo perguntando.
- Na casa da frente. - caminhei até a sala. - Oi Pedro.
- Oi Luana. - ele sorriu saltando do sofá e me dando um abraço. Me sentei junto á ele e relaxei o corpo.
- Como foi seu dia? - puxei assunto.
- Legal, eu e papai jogamos video-game e saimos pra comer no buguer king.
- Hum que legal. Sentiu minha falta?
- É, um pouco. - ele riu me fazendo sorrir.
- E que tal agente jogar um pouco agora? Eim?

Ele sorriu levantando-se do sofá e ligando o video-game.
- Prepare-se para perder.
- Não tenha tanta certeza. - debochei pegando um dos controles remotos. Lembrei-me da sms que havia recebido e resolvi checar antes que o jogo começasse.

´´A festa é na sexta, tem certeza que quer fazer isso? - Ryan.´´

Respirei fundo, não tinha certeza se deveria fazer isso mas era oque eu mais queria. Eu era louca, isso era um fato, mas é por uma causa boa e eu tinha esperanças que valhesse a pena, não que matar alguém seja legal mas... enfim.

´´Absoluta´´ Apertei send e sorri comigo mesma.


Continua?
Desculpem o capitulo pequeno, estou morrendo de sono cara, dormi as cinco horas da manhã e acordei as nove. Fiquei tão preocupada com o Justin que perdi o sono, passei o dia preocupada querendo saber se ele tava bem, vocês viram oque aconteceu né? Ridículo aquilo, ele não pode nem ter paz no próprio aniversario. Era pra ser um dia especial e estragaram, mas fiquei feliz quando soube que as beliebers de hoje né m&g fizeram ele sorrir, agradeço elas mentalmente.

E quando ele twittou hoje? Meu Deus eu comecei a chorar do nada, eu entrei em desespero porque via ele dando RT em todo mundo e menos em mim como sempre, slá foi tão estranho, uma mistura de coisas, chorei porque ele já tava melhor, foi um alivio quando ele twittou. Eu sei que ele não tá 100%, mas tá melhor.

Ai quanto amor, muito amor. E a vontade descontrolada de querer abraçar ele? Não aguento mais, serio, serio, serio quero muito abraçar ele, muito mesmo ):

E não falem de paparazzis porque eu não aguento mais essa palavra.
Odeio eles, enfim.

Oque acharam do cap?
Preparem-se para fortes emoções.

01 março 2013

Catching Feelings - Capitulo 4

Claro Justin,vamos ali - apontei para um banco do jardim e assim fomos.
Justin sentou virado para mim e logo começou a falar:

- Emmy,desde quando nós fizemos o acampamento,ou melhor,desde quando eu te disse aquilo você anda estranha comigo.
-Sabe porque Justin? Aquelas palavras mexeram comigo. Eu sei que foram apenas palavras de amigo e eu não posso me iludir com o seu Eu te amo.

-Quem disse que foi apenas como amigo?-ele disse

-Vocês não sabe o efeito que tem em mim. Você não faz ideia. Eu to começando a criar sentimentos de você em mim ,eu não posso.

-Porque não Emmy? Eu gosto de você de verdade.

- Será Justin? Você deve estar confundindo seus sentimentios- eu falei com firmeza.

- Acredita em mim,me da uma chance. Deixa eu te fazer feliz,deixa eu conquistar uma parte do seu coração. - ele disse olhando no fundo dos meus olhos- Deixa vai- ele susurrou no meu ouvido,eu fiquei muito arrepiada.
Justin foi se aproximando dos meus labios,me deu um selinho e logo pediu passagem. Eu cendi. Foi um beijo calmo ,romantico. Nós escutamos a galera gritando e o Justin sorriu entre o beijo e depois encerremos.
- Agora sim -Ry gritou
- Finalmente tomou atitude-  Chris falou rindo
- Ainda te acho gay - Chaz falou sério mas logo em seguida dando risada.
Justin se levantou pegou a minha mão e fomos em direçao a piscina.
- Awn que bonitinhos -Ju disse olhando para nossas mãos
- Muitos fofos - Anne disse sorrindo
- Ta vendo Chaz,você fala do Justin mas não toma atitude nenhuma -Ally disse se levantando e olhando para o Chaz
- Eu não tomo atitude? Entao você vai ver - Chaz foi ate Ally ,puxou pela cintura e beijou ela- Quem é que não toma atitude mesmo gata?
Todos ficaram de boca aberta
- Uaal,que pegada garoto -Ally disse com cara de safada.
Chega de safadeza.Vamos la dentro assistir algum filme? - Justin disse
Vamos - todos diasseram juntos.

Os garotos escolheram um filme de terror. Por mais que eu nao gostasse,o lado bom seria que eu iria ficar abraçada com o Justin.
O tempo passou rápido e quando vimos já era 20:00.
- Meu Deeeus,preciso ir pra casa, o Dan vai me matar- eu disse olhando pro relogio.
- Me da carona,por favooor - Julie dissr fazendo carinha de bebê.
- Ta bom,ta bom vamos.
Despedi do pessoal e dei um beijo no Justin
- Eu te amo- ele disse me dando um selinho
- Eu tambem,tchau Jus.

Julie e eu entramos no carro e ela ja começou a falar:

- Você gosta mesmo do Justin né?

- Sim,gosto muito. Espero que ele goste de mim tambem.

- Acho que ele não esta mentindo.

- Assim seja- Após isso chegamos na casa de Julie,ela desceu e fui pra casa.
Chegando em casa,guardei o carro e percebi que o do Dan não estava na garagem. Deve ter ido na casa de alguem . Abri a porta da sala e já fui em direçao a cozinha,tava morta de fome.
Na porta da geladeira tinha um bilete. Comecei a ler:
'Nao me espere tao cedo,"maninha". Abraços carinhosos do seu querido "irmão". Daniel'

Filho da puta. Aonde esse garoto foi? Só essa que faltava. Resolvi ligar pra ele. O celular tava dando fora de area.

- CARALHO DANIEL,QUE RAIVA DE VOCÊ GAROTO IDIOTA -eu gritei o mais alto que pude. Vou matar aquele muleque. Agora vou ter que dormir sozinha nessa porra casa.

Oie amooores. Eae,o que acharam?  Comentem
Hoje o Justin fez 19 aninhos :(
Mds chorei serio
Kkkk ai
@heyprincebieber

28 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 30


Luana P.O.V
13h45 da tarde, daquele mesmo dia. 

- Luana? - Ryan perguntou surpreso. - Oque está fazendo aqui? Cadê o Justin?
- Ficou em casa. - passei pela porta sem nem mesmo ele permitir.
- E oque você tá fazendo aqui? - ele perguntou novamente fechando a porta e andando até mim, mantendo uma certa distancia. Respirei fundo duas vezes, meus objetivos ali eram claros, pelo menos para mim. Mas eu não sabia se era o certo a se fazer diante de uma situação dessas.
- Eu vi a mensagem que mandou pro Justin. - comecei, Ryan sorriu de lado e sentou-se em um dos sofás.
- Tá, e oque você veio fazer aqui? - ele se matinha calmo insistindo na pergunta.
- Como eu faço pra matar Logan? - seus olhos saltaram assim como seu corpo do sofá.
- OQUE? - ele gritou em pé. 
- Isso mesmo que você ouviu. Quer que eu desenhe?
- Você é louca né?
- Um pouco. - dei de ombros. - Mas eai, como eu faço? - me sentei em uma poltrona.
- Você não faz nada, quer se matar é? - ele voltou a se sentar - Você simplesmente acha que é fácil matar o maior traficante de York? Assim quero matar ele, vou matar, vou conseguir?
- Eu não tenho medo.
- Pois deveria. 
- Por favor Ryan, me ajuda, não quero mais aquele cara tentando acabar com o Justin.
- E só por isso você acha que ir lá e matar ele é muito facil né? 
- Eu posso tentar.
- E se você não conseguir? 
- Eu denuncio ele. 
- Até a policia tem medo do cara. - Ryan não facilitava as coisas. - Escuta bem o que você tá dizendo, Luana você é louca.
- Eu coloquei isso na minha cabeça e eu não vou tirar.
- Meu Deus. - ele passou a mão no rosto, lutando com a sua paciência. - Como pretende matar ele?
- Do mesmo jeito que ele tentou matar Justin.
- Já matou alguém na vida? - engoli seco, nunca relei o dedo se quer em uma mosca muito menos matei alguém. - Tem noção do quanto você vai ficar perturbada depois? As coisas não são assim, matar alguém não é coisa fácil, não é pra qualquer pessoa. Já relou pelo menos em uma arma?
- Meu pai é policial, sem bem como usar.
- Sabe? - Ryan perguntou com a sobrancelha arqueada. Levantou-se e caminhou até seu armario, abriu a gaveta e tirou uma arma lá de dentro. - Vem aqui. - acompanhei em passos largos até a varanda dos fundos.  - Mire em algum lugar. - ele me entregou o arma. 
- Qualquer lugar? - o olhei segurando firme naquele objeto que no fundo me fazia estremecer. Mirei meu olhar na primeira garrafa que achei jogada em cima de uma mesa. - A garrafa. 
- Boa escolha. Agora me mostre o que sabe. - sorri de lado e posicionei meus pés afastados, para poder me dar equilíbrio. Segurei firme a arma e me foquei na garrafa, contei mentalmente até 10 lembrando-me de todas as dicas que meu pai sempre me deu caso eu precisasse usar uma arma. Puxei o gatilho e sem querer fechei os olhos, mas quem disse que isso me atrapalhou?
- To impressionado. - Ryan batia palmas.
- Eu disse que sabia usar isso. - sorri vitoriosa entregando a arma a ele. 
- Acha que consegue acertar bem na cabeça do Logan? - ele riu debochado.
- Não, no coração. - Ryan parou de rir quando viu que eu não estava brincando.
- Quer mesmo fazer isso? 
- Quero.
- Justin sabe?
- Não e não precisa saber. 
- Ele vai me matar se eu te ajudar. - ele colocou a arma na cintura e entrou para dentro de casa, o acompanhei. - Você sabe que Justin odeia mentiras.
- Eu sei, mas é para o bem dele.
- Ainda não concordo com isso. - ele sentou-se e me encarou - Ama tanto ele assim? A ponto de matar uma pessoa? 
- Eu faria qualquer coisa por ele, até matar se for preciso. 
- Preste atenção, você não quer matar qualquer pessoa, é o maior traficante daqui. Isso é querer cometer suicídio. 
- Eu já entendi.
- Mas veja pelo lado bom, só existe ele no pedaço é uma cidade pequena então você não terá problemas com pessoas querendo vingar a morte dele.
- Otimo. 
- Temos que ter um plano. - ele começou a dizer, enquanto eu concordava e ouvia atenta. - Ouvi dizer que Logan vai em uma boate essa semana.
- Tá, e oque tem?
- E talvez você não consiga mata-lo do jeito que quer.
- Conte-me mais. - cruzei as pernas.

Meia hora depois.

- Você acha então que vai dar certo? - sorri imaginando.
- É o jeito menos suicida, ou você prefere chegar na casa dele metendo bala?
- Seria legal, mas não. - ri me aconchegando no sofá. Senti meu celular vibrar no bolso, isso eu comprei mais um celular depois daquele, meu corpo estremeceu quando vi quem era.
- Que foi?
- É o Justin.
- Não diga que está aqui, ele vai desconfiar.
- Tá. - contei até três e atendi. - Oi jus. - tentei parecer mais natural possivel.
- Onde você está? 
- Vim comprar umas coisas no centro. - odiava mentir.
- Hum, com quem? 
- Sozinha, mas não gostei de nada já estou indo embora.
- Dorme comigo hoje? - aquilo me fez sorrir.
- Claro. - ri fraco. - Faz assim, me espera em casa, eu to indo prai já.
- Tá, beijo.
- Beijão. - desliguei o telefone e respirei fundo. - Odeio mentir.
- Você que quis isso.
- Eu sei.
- Acha que consegue fazer oque eu falei?
- Sim. - me levantei - Você vai comigo né?
- Pra te dar cobertura e vou pedir ajuda a uma outra pessoa.
- Tudo bem, obrigado. - dei um breve abraço nele. - Eu só quero que esse pesadelo acabe.

**

- Onde você passou a noite? - meu pai me encarava com raiva na porta da cozinha, enquanto eu preparava algo pra comer.
- Por ai. - dei um mordida no misto quente a minha frente.
- Com quem? Onde? - ele insistiu nervoso.
- Fui ver o pôr-do-sol com o Justin.
- Nossa que romântico.- ele foi ironico mas ignorei. - Porque não me avisou?
- Eu esqueci.
- Ela saiu daqui pela tarde. - Carolina entrou na cozinha, fazendo-me revirar os olhos.
- E voltou agora? - meu pai estava perplexo.
- Eu to aqui não to? - mordi mais um pedaço ignorando seus olhares nervosos em mim.
- Tem noção do quanto esse mundo é perigoso Luana?
- Eu sei.
- Você foi irresponsável  deveria ter pelo menos me mandado uma sms. - Theo deu a volta no balcão e me encarou de frente.
- Eu ja entendi, me desculpa tá legal? - me levantei jogando o resto do sanduíche fora e bebendo o resto do suco e colocando o copo sobre a pia.
- Acho que você deveria coloca-la de castigo. - me senti a menina do exorcita, dei um giro 360°graus para olhar para a cara de Carolina.
- Quem você acha que é? - me alterei.
- Luana para. - meu pai me segurou.
- Para? Para porque? - empurrei ele de leve. - Acontece querido papai, que eu to cansada dessa mulher tentando se entrometer na minha vida.
- É só o trabalho dela.
- Não, o trabalho dela é ficar aqui em casa, certificando-se de que está tudo bem.
- É isso que eu estou fazendo. - ela tentou se defender.
- Sério mesmo? Agora no seu trabalho vem incluído querer ser a minha mãe?
- Luana. - Théo disse em repreendimento.
- Mas sabe de uma coisa? Você não é a minha mãe caralho, não é. Me solta. - me soltei dos braços de meu pai e sai de casa batendo a porta, indo em direção ao meu unico refugio. Bati na porta com lágrimas nos olhos e rezei para que Justin atendesse, não queria falar com ninguém além dele.
- Lua? - respirei aliviada quando Justin abriu a porta apenas de cueca, ele sabia como me deixar louca mas naquele momento eu queria desabar um pouco em seus braços. Justin desmanchou seu sorriso e rapidamente me abraçou. - Oque houve?
- Não aguento aquela mulher. - senti meu corpo ser suspenso para o alto e Justin havia me pegado no colo, levando-me até o sofá. - Sinto falta da minha mãe. - solucei enterrando meu rosto sobre seu peitoral.

Justin não disse nada, apenas me apertou contra si e ficou afagando meu cabelo, na tentativa de me acalmar. Sentir falta de alguém que nunca vai voltar é a pior sensação do mundo, você se sente inútil sabendo que não pode fazer nada para mudar aquilo.
- Shhh. Eu sei que dói, sei. - ele murmurou me afastando. - Mas tá me matando te ver assim e não poder fazer nada.
- Não precisa. - funguei. - Só me abraça. - e assim ele fez, me envolveu em seus braços.
- Vai ficar tudo bem, eu to aqui. - ele me apertou logo em seguida dando-me um beijo na testa.

Eu não precisava de mais nada, poderia até morrer ali em seus braços.


Continua?
hum, luana maligna querendo matar as pessoas, coisa feia.
muahahahahahaha.
mano, ainda tem tanta coisa pra acontecer que vocês não tem noção, vai dar uns 50 capitulos e eu não to afim de dividir em temporadas, itão né.
23:30 agora, meia hora para oque? oque?
1 de março.
scr já chorei tanto, mas não porque ele tá fazendo 19, bem um pouco, mas é que passou tão rapido, dae eu fiquei lembrando de umas coisas do tipo, a primeira vez que eu vi ele, foi um dia qualquer no começo do ano de 2010, depois da escola, passou one time da mix tv e eu fiquei tipo ´´whos that boy?´´
me apx.
peguei bieber fever
e hoje estou aqui chorando de orgulho.
Vi ele crescer
ainda lembro os dias que eu passava de frente ao pc podre que eu tinha, vendo os videos do Justin na mtv diary :')
fico tão awn mds de saber que sou belieber desde 2010, tipo ai mai god vamos xorar;
enfim, 19 aninhos e pra mim continua sendo meu neném.
´´#HappyBirthdayJustin I love you more than you can imagine´´

The History Of Us - Capitulo 7

Depois de um longo tempo, eu já havia chegado em Toronto, mas eu iria para uma cidadezinha da porra e teria que pegar outro avião, se eu não me engano o nome é Stratford, é alguma coisa assim, já nem fazia mais muita questão da cidade que seria, desde que eu consiga ser quem eu realmente sou, ta tudo bem pra mim, eu não quero mais ficar assim, talvez seja só uma TPM, ou algo do tipo, mas eu duvido muito que apenas uma TPM dure um mês inteiro, quero logo chegar e poder dormir, é só o que eu quero, eu quero uma família na qual eu possa me encaixar, quero um conto de fadas para mim, mas eu to vendo que isso não é tão fácil quanto eu pensava, apenas o que me confortava era que em poucas horas eu chegaria nessa tal cidade, quero ficar bem, estabilizada, com um ponto de equilíbrio, quero a minha vida de volta, passei em umas lojinhas e comprei umas coisinhas bonitas que achei, peguei umas revistas e um pacote enorme, enorme mesmo de salgadinhos, estava morrendo de fome, aquela comida de avião me fazia querer vomitar, até o pãozinho deles era horrível, uma mulher me chamou, perguntando para onde eu iria, então eu respondi para onde seria e ela me mandou correr por que já estavam nas últimas chamadas, eu tinha perdido a noção do tempo, botei meus óculos novamente, não queria demonstrar a todos as minhas olheiras que já estavam enormes, fui para o avião, tive um voô bom, eu só queria dormir mas não conseguia, ainda não tinha terminado de comer aquele salgadinho, e o fato de eu quase ter perdido o meu avião tinha me deixado um pouco nervosa, eu estava com um bom precentimento  sobre essa mudança tão drástica, talvez o meu lugar realmente não fosse na Austrália, muito menos no Brasil, eu cheguei e saí do meu lugar cortando tudo e todas as pessoas que estavam na minha frente com a aeromoça que estava me acompanhando, ela me largou na sala onde eu poderia pegar as minhas malas, eu então peguei as três, e como estavam pesadas, eu não me lembro delas estarem assim quando eu havia chegado na Austrália, talvez seja por que eu comprei umas bugigangas de lá, já estava com uma puta saudade daquelas cadelas, eu mandei uma mensagem para elas que eu já estava no Canadá e que eu contaria tudo e todos os detalhes mais tarde.
Eu já havia pego duas malas, já podia avistar uma terceira, confesso que peguei com facilidade as malas, eu já estava acostumada com os esportes, não seria lá muito diferente com três simples malas dentro de um aeroporto, eu botei elas em um carrinho e comecei a olhar em volta, aquele aeroporto era tão bonitinho ele era simples mas era charmoso, era um amor, simplesmente isso, eu amo essa coisa assim de aeroporto, o cheiro as pessoas de todos os lugares do mundo, cada um trazendo uma história, cada um sabendo de suas histórias, até que eu comecei a notar uma coisa um pouco diferente, um menino correndo e berrando alguma coisa, ele parecia ser da mesma idade que eu, mas ele corria e berrava desesperadamente, até que quando eu percebi já estava no chão, sentindo o gelado daquele piso frio entrar em contato com a minha pele, em suas partes desnudas, em meus braços por eu estar usando uma blusa de manga cumprida.
-PUTA QUE ME PARIU MESMO!- eu berrei em português mas ninguém entendeu nada, muito menos o menino, que ficou me olhando como se tivesse perdido alguma coisa em mim.
-Você não olha por onde anda?!- Eu disse em inglês pra que ele entendesse, empurrei ele para o lado, já que ele estava em cima de mim, a minha força o jogou para longe, ele até se assustou, mas acordou pra vida assim que eu o chaqualhei.
-Ah sim, ãã, você é a Pietra?- Ele disse um pouco confuso, AH NÃO, mas era só o que me faltava eu ter que morar na casa desse babaca, respirei funfo, contando até três mentalmente e o respondi calmamente.
-Sim, sou eu mesma, eu vou ficar na tua casa?- Eu perguntei e ele começou a me olhar de cima abaixo, então ele parou nos meus pés, notando os meus supras pretos, e incrívelmente bem cuidados, por que aqueles eram os que eu mais gostava.
-Você vai ter que me emprestar esse seu tênis um dia.- Ele disse fazendo um gesto com a mão apontando para o tênis.
-Eu não, esse é o que eu mais gosto e você me escolhe logo ele, e fora que eu não sei se eles cabem em ti.- Eu disse rindo um pouco fraco.
-Tá bom então, mas vamos pra casa eu tenho que te mostrar tudo, a minha mãe não teve tempo de vir aqui te buscar então ela me mandou de última hora.-Ele disse se explicando.
-Tudo bem, não precisa me explicar nada mas como a gente vai ir até a sua casa?- Eu disse apontando para as minhas malas.
-A gente pega um táxi.-Ele disse dando de ombros, aliás, ele, eu nem perguntei o nome do menino.
-Mas então, é muito feio não se apresentar para as pessoas sabia?- Eu disse o cutucando de leve enquanto nós caminhávamos para as portas do aeroporto, eu nem tinha notado mas ele estava com um casaco de neve gigante, eu olhei para fora e percebi que lá estava um frio da porra, e que estava nevando, então eu me desesperei.
-Caralho.-Eu disse e ele me olhou assustado.-Ué, nunca escutou um palavrão na vida?- Eu comecei a rir.
-É que eu não to acostumado com meninas os pronunciando palavrões.- Ele disse levantando as mãos em sinal de rendimento.
-Ta ta, olha só eu não to com casaco aqui á mão agora, então eu vou ter que abrir as minhas malas e pegar uma roupa de frio.- Eu disse já me ajoelhando ao chão e abrindo a primeira mala que eu vi em minha frente, foi fácil de achar tudo, eu nem tinha mexido naquela mala, pois na Austrália era verão e eu nunca usaria aquilo lá, eu fui até o banheiro e botei as roupas, e sai apressadamente do banheiro percebendo que o justin ja tinha fechado a minha mala e estava quase a ponto de berrar para mim andar mais rápido, dei uma leve risada e caminhei até ele botando os meus óculos de sol e pegando uma das malas.


Continua?
YGFSUIFGSDIYFGSYDU BA Q BOSTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
tipo, eu n consegui escrever pra vocês e sério VOU COMEÇAR A FAZER GREVE DE VOCÊS SUAS PUTAS, C O M E N T E M, e digam se ta bom ou não, por que eu nunca sei se vocês tão gostando, divulguem tdddd, e os caralhos q vocês já sabem, mas enfim eu quero ver vcs comentando e divulgando quem quiser que eu mande um beijo, ou dedique um capítulo avise, tenho q ir beijinhos amoressss, amo vcs, E HAPPY BDAY JUSTIN!!!!!
@stylejdb -- é o meu twitter, me sigam e avisem q vcs leem a fic q eu vou seguir de volta e os caralhinhos q vcs já sabem, amo vcs beijinhossss ~~ cami

Make me wanna die - Capitulo 29

Justin P.O.V
Lua ficou estranha depois que entrou no carro, ela estava calada demais e pensativa também.
- Que horas são? - perguntei.
- Quase três horas da manhã e meu pai vai me matar, - ela respondeu sem me olhar.
- Tá tudo bem? - parei o carro onde queria. Ela virou-se para mim e sorriu.
- Sim.
Desci do carro e caminhei até sua porta, abri para que ela saísse e a mesma desceu com uma olhar curioso.
- Porque estamos aqui? - ela segurou minha mão, enquanto a guiei até o topo da pequena montanha. - Aliás, onde estamos exatamente?
- Eu não sei. - ri sentando com ela.
- Ahn? Como você não sabe?
- Bem, digamos que eu fiquei procurando o ponto mais alto da cidade, onde eu pudesse ver o pôr-do-sol.
- Bem. - ela me imitou e riu - Não é bem aqueles picos da montanhas que passam nos filmes ou uma praia, mas acho que dá e pera... - ela me olhou. - Vamos ver o pôr-do-sol?
- Sim. - sorri puxando para meus braços. Ela se ajeitou no meio das minhas pernas e eu abracei sua cintura, enquanto ficamos apenas observando o tempo. O vento batia sobre nossos corpos e ela se estremecia.
- Jus, eu to com frio. - choramingou fazendo-me rir e apertar ela mais sobre o meu corpo.
Ficamos em silêncio, apenas observando aquela paisagem, não havia muitas arvores em volta, algumas casas preenchiam a rua pequena a nossa frente, não era lá aquelas montanhas mesmo que se vê em filmes, era apenas uma serra alta, coberta por mato e pedras.
- Sabe... - ela começou a dizer - Acho que eu nunca me apaixonei assim antes. - aquelas palavras me fizeram sorrir.
- E Christian? - perguntei curioso.
- Ele é meu amigo mas... foi meu primeiro amor.
- Sério? - me senti incomodado.
- Sim, de todos os jeitos.
- Quer dizer que sua primeira vez foi com ele?
Ela riu.
- Sim. Mas não se preocupe, você foi o segundo. - ela riu.
- Não ficou com mais ninguém além dele.
- Que eu me lembre não. Isso é bom? - ela virou o rosto para mim.
- Acho que sim, não?
- Não sei. - ela riu novamente me fazendo rir.  - E me diga você, quando foi seu primeiro beijo?
- Com uma garota.
- Avá, sério mesmo? - debochou ela, me fazendo gargalhar.
- Idiota, foi na quinta série, apostei com os meninos e ganhei.
- Credo. - ela riu - Beijou a garota por uma aposta.
- Ela era bonitinha. - dei de ombros.
- E sua primeira vez?
- 1 ano do ensino médio com uma lider de torcida.
- Ai meu Deus Justin. - ela levou as mãos até o rosto rindo.
- Ela era gostosa poxa. - senti seu cutuvelo se chocar com minha barriga. - Ai porra. - No mesmo instante ela virou-se assustada e afobada.
- Ai Jus me desculpa, eu me esqueci. - ela tocou minha barriga e segurou meu rosto em seguida. - Sério, eu me esqueci, te machuquei?
- Não, to bem. - ri.
- Certeza? Se tiv... - a calei com um beijo.
- Sabe qual o seu problema as vezes?
- Oque?
- Falar demais. - voltei a beija-la. A falta de ar falou mais alto e Luana separou nossos lábios voltando a respirar e buscar por ai, sua respiração estava descompensada e aquilo me fez sorrir. Saber que a deixo assim era bom, uma sensação boa e cara eu... eu estava tão feliz.
- Jus.
- Oi? - enterrei meu rosto em seu pescoço.
- Eu to com sono, ainda vai demorar pro sol nascer? - sua voz estava melosa.
- Sim meu amor. - ela virou o rosto sorrindo.
- Você me chamou de amor. - ela sorriu.
- Porque a surpresa?
- Seilá, você nunca me chamou assim e sempre que chamava era ironizando.
- As coisas mudam. - dei de ombros. - Quer dormir?
- Sim. - ela acentiu sorrindo torto.
- Vem. - me levantei praticamente carregando ela. - Entra ai. - abri a porta do carro e ela passou na minha frente, sentando- se para o lado assim que coloquei os pes para dentro. Fechei a porta e aconchegei ela em meus braços.
- Voce tambem vai dormir? - suz voz estava baixa, acho que ela estava realmente cansada
- Nao.
- Porque? - Lua levantou seu rosto para me olhar
- Porque estou sem sono. - dei de ombros - Vou ficar te observando.
- Credo. - ela riu - Vou me sentir observada.
- Avá.
Ela riu me dando um tapa leve no braco.
- Me acorda antes do por do sol?
- Claro. - sorri beijando seus labios. - Agora descansse.

Luana P.O.V

Acordei sentindo meu corpo doer. A voz rouca de Justin ecoava na minha mente enquanto eu ainda despertava aos poucos.
- Ei, acorde dorminhoca. - abri meus olhos e esfreguei os mesmos com as mãos  agora podendo ter a bela visão de seu sorriso perfeito.
- Ja amanheceu? - minha voz saiu rouca.
- Falta pouco, vem vai perder o melhor. - suas mãos me puxaram para fora do carro e aos poucos meus sentidos iam voltando. Meu corpo ainda parecia dormir mas eu tinha a ajuda de Justin para andar, bocejei umas cinco vezes ate acordar por completo.
O céu ainda estava escuro, mas uma pequena luz no horizonte denunciava que o amanhecer estava perto, bem perto. Olhei de relance para o relogio e ainda faltavam dez minutos para a seis da manha.
- Voce nao dormiu? - perguntei a Justin que olhava o horizonte.
- Cochilei uns trinta minutos. - seus labios tocaram minha bochecha, fazendo meus pelos se ouriçarem.
- Olha. - sorri ao apontar meu dedo indicando o nascer do sol.
- Vai começar. - ele cantarolou abracando-me por tras.
- Ai que legal. - bati palmas empolgada.

Justin riu.

- Ate parece que voce nunca viu o sol nascer.
- É, nunca vi. - ele ficou me olhando perplexo durante um tempo e riu.
- Entao preste bem atencao. Nao perca nada, é realmente uma coisa linda.
- Hum. Ok. - Justin mantinha seus bracos em volta de mim, enquanto eu apenas observava o sol nascendo. Era lindo, coisa de Deus.

O raios solares começaram a aparecer entre as nuvens que de longe eu conseguia enxergar, fazendo a escuridao aos poucos ir embora para longe, deixando estrelas e a lua para tras dando lugar aos raios de sol e as nuvens carregadas de chuva. Apesar do tempo frio e fechado era realmente lindo aquela visao, eu tinha vontade de sorrir apenas por olhar e nao poupei-me disso. Justin percebeu e acabou sorrindo junto a mim, soltando uma risadinha gostosa em meu ouvido e dando-me um beijo no pescoco.

- É tao lindo. - comentei sorrindo
- Eu sei.
- Da vontade ate de tocar. - ri - Pena que nao podemos.

Ele nao disse nada, apenas sorriu voltando a olhar aquela paisagem.
- Quando voce me viu pela primeira vez, oque pensou? - ele quebrou o silencio.
- Nossa, que gatinho mais estranho. - gargalhei com Justin.
- Serio que pensou isso?
- Mais ou menos, so dei uma resumida. - rimos.
- Hum. Me achava estranho?
- Um pouco.
- Porque?
- Seila, eu so te achava.
- Respondeu tudo. - ironizou rindo.

Quando dei por mim o sol ja havia nascido por completo, iluminando boa parte da pequena cidade a minha frente, Justim ainda me abracava e eu poderia passar a eternidade congelada naquele momento. Justin era tao... Perfeito sendo fofo, alias ele era perfeito, mesmo com seus pequenos defeitos que pra mim nao eram nada perto de suas qualidades, ate porque quando se ama, os defeitos se tornam qualidades, e eu ainda nao estava acreditando que ele havia me levado ate aquele lugar para passarmos a noite e esperar o por do sol, era tao fofo, tao ... Nao consigo nem descrever, ele havia me deixado feliz e eu sei que ele tambem esta, é possivel notar pelo seu olhar.

- Sabe, acho que eu nunca pensei em me apegar tanto a alguem... De novo. - Justin disse baixo ao meu ouvido.
- Porque? - ainda encarava o ceu.
- Depois que Esther morreu, eu prometi a mim mesmo nao me entregar tanto a alguem. - nao disse nada - Mas dae uma marrentinha apareceu na minha vida e virou ela do aveso...
- Sua vida ja era do aveso, ela so entrou pra concerta-la.

Ele riu.
- Sera?
- Sim, ela so quer te ver bem.
- Hum isso é bom. - ele segurou minha cintura e virou-me de frente para ele. - Oque mais ela quer?
- Ela quer poder cuidar de voce todos os dias, te dar carinho, te mimar... - sorri passando os bracos em volta de seu pescoço - Hum, ela quer te amar como ninguem nunca te amou.

Ele sorriu daquele jeito em que tira meu folego e molhou os labios, abriu a boca para dizer algo mas nao disse entao sorriu novemente e segurou meu rosto com as duas maos.
- E sabe de uma coisa? - ele perguntou sorrindo.

Aquele sorriso era simplesmente perfeito, era dificil nao sorrir quando ele estava sorrindo.
- Oque? - apoiei minhas maos em sua cintura.
- Eu amo aquela marrentinha. - seus labios se chocaram com os meus, sem me dar tempo de pensar e muito menos responder oque ele havia afirmado.
Pera ele disse que me ama? A marrentinha sou eu nao sou? Separei nossos labios para matar a duvida.
- Voce disse que me ama? - arqueei as sobrancelhas supresa.
- Sim, quer que eu desenhe?
- Idiota. Nao precisa, eu ja entendi. - ri pulando em seu pescoco.
- E a marrentinha? Me ama?
- Ainda tem duvidas do meu amor por voce? Eu te amo tan...
- Nao precisa dizer mais nada. Eu sei que me ama e eu tambem te amo. - selou-me - Muito!
Ele sorriu. Eu so podia estar sonhando, mas nao era real.


Cont?
Postei criminal.
To pelo cel, se tiver pequeno eh pq não deu pra screver mais pq tem limite affff
bjao. @warstratford chamem la. Até sexta