-Fala mãe- eu disse jogando a minha mochila de lado e indo até ela..
-Filha você sabe que a gente te ama e nunca queremos te desapontar- o meu pai disse
-Falem logo gente, vocês já estão me deixando nervosa- eu disse me exaltando um pouco.
-Pietra, você é a única da nossa família que sabe falar inglês e a gente não ta conseguindo dar conta de tudo aqui, por isso nós pensamos em adiantar o seu intercâmbio, mas não vai ser bem pra onde você quer.- minha mãe disse se aproximando.
-O QUE?- eu praticamente berrei -Eu sempre quis ir para a Inglaterra, como assim não vai ser bem pra onde eu queria??
-Filha um intercâmbio para a Austrália é realmente caro, e o modo de vida lá também, nós não temos como bancar tudo isso e nós estamos precisando de dinheiro, eu não te culpo de nada, mas nós precisamos que você faça um intercâmbio para um dos dois lugares que nós vamos falar o primeiro é na Austrália e o segundo é no Canadá, você que escolhe filha.
-Austrália, nossa pra todo o sempre Austrália mãe e quando eu vou?- eu perguntei ainda um pouco triste.
-Semana que vem na quarta-feira, você tem sábado, domingo,segunda e terça para se despedir de todos.
-Não acredito! Tão pouco tempo assim?- eu perguntei inconformada.
-Querida, nós não podemos perder mais tempo, eu sinto muito.- meu pai disse tentando me conformar.
-Tudo bem gente, eu faria qualquer coisa por vocês, por nós, mas é só por isso que eu vou hein?!- eu disse soltando um riso pelo nariz.- Eu vou ali fazer as minha mala então- Eu disse já me dirigindo ao meu quarto e trancando a porta automaticamente.
COMO ASSIM? NOSSA EU NÃO TO ACREDITANDO, comecei a pensar muito, nas oportunidades que viriam, então me conformei, peguei o meu notebook, ligando e já entrando no msn (AUTORA ON: gente nessa aqui tem orkut e msn KKKKKKKKKK a gente ta em 2008, não se esqueçam kk AUTORA OFF)
Comecei a fazer uma base de minhas malas, levei muita roupa de frio e muita roupa de verão, por que eu sou bem exagerada, bom eu fiz só a base ainda, por que eu tenho uma semana aqui ainda, minha mãe ja ta preparando tudo, vou convidar as meninas pra essa tal festa, vai ser a minha última aqui, elas vão ter que ir comigo, nossa como eu sou maléfica.
-MÃÃÃÃÃE!- eu berrei abrindo a porta do meu quarto- hoje vai ter uma festa, eu posso ir com as meninas para me despedir?
-Pode sim filha.- Ela me disse com um sorriso um pouco fraco no rosto.
-Pera aí, que bicho te mordeu?- eu disse brincando
-O de que a minha filha vai passar 2 anos fora- ela disse sorrindo.
-SÉRIO??? AI MÃE TE AMO, MUITO MUITO MUITÃÃÃÃO- eu disse quase sufocando ela com um abraço apertado.
-Tá bom, tá bom, agora vai ligar pra elas e fazer alguma coisa da vida, anda, anda anda!- ela disse me empurrando pro quarto novamente.
-Ta bom, ta bom!!- eu disse em meio as minhas gargalhadas incontroláveis.
Eu andei até a minha cama á procura do meu celular, achei e liguei para Paula primeiro:
LIGAÇÃO ON
-Paulinhaaa, eu preciso saber se você tem três ingressos pra festa de hoje ainda.- eu disse um pouco animada.
-Tenho sim! Mas você vai ir?- ela me respondeu entre um sorriso.
-Talvez sim, se as meninas forem, eu passo na sua casa mais tarde então pra pegar os ingressos! beijos- eu disse finalizando a ligação e desligando na cara dela, ela vai querer me matar depois, mas tudo bem.
Eu rapidamente acessei os meus contaos, procurando fren[eticamente por uma das duas, Duda e Bruna. Finalmente achei o numero da Bruna, então disquei rápidamente, quase sem pensar.
LIGAÇÃO OFF
---------
LIGAÇÃO ON
- Brunaaa- eu disse animada.
- O que foi?- ela me respondeu com uma voz q parecia de sono.
- Você não vai acreditar, eu preciso te cntar uma coisa e tenho que comemorar, vai ser hoje naquela tal festa, eu tenho convites pra você e pra Duda, mas eu preciso que você avise ela pra mim, eu encontro vocês daqui a meia hora aqui em casa, bejos!- eu disse atropelando suas falas e desligando em sua cara, novamente.
LIGAÇÃO OFF
Eu somente tive tempo de pegar a minha mochila que estava bem perto da porta, peguei meu skate na garagem e fui até a casa da Paula assim, pensando em como seria a minha vida daqui para frente. Chegando lá, eu fui logo correndo e batendo em sua capainha, ela veio correndo, e somente me entregou os convites eu já até havia entendido o recado ela estva com um olho maquiado e o outro não, ela lá estava se arrumando toda, mas tão cedo assim? esquece. Eu botei o meu skate no chão de volta e tomei mu rumo par casa, quando estava chegando eu avistei Duda e Bruna sentadas na frente do meu prédio, eu ri um pouco de suas caras mas logo entendi a situação das duas, então eu logo mudei de expressão e fui logo abrindo a porta.
- Onde você estava?- Duda me perguntou olhando para o skate em minha mão.
-Fui na casa da Paula para pegar os nossos ingressos- eu disse esboçando um sorriso enquanto abria a porta do elevador do meu prédio.
-Então está tudo certo mesmo?- Bruna me perguntou duvidosa.
- Sim, Agora só falta se arrumar - Eu disse ja saindo do elevador e logo abrindo a porta de minha casa.
[...]
Bom nós estamos prontas, só falta a gente jantar e retocar um pouquinho a maquiagem e já estamos prontas, eu com esse sapato (o meu cabelo também está como o da foto), Duda e Bruna (o da Bruna é o vestido preto com rosa) nós terminamos de jantar e já retocamos as maquiagens.
[...]
2h32min da manhã
-Meninas, eu não devia ter tomado aquela vodka- eu disse um pouco tonta, eu havia tomado umas duas doses, mas eu ainda sou muito nova e não tenho muito controle ainda, bebi para me soltar mais.
-Esse salto ta foda hein!-Bruna disse resmungando enquanto dançava ao som de "Glamurosa" (GENTE EH EM 2009 OK? FGSUYFGSDYU) e nossa como eu amo essa música, estava dançando de mais quando de repente um deus grego encosta suas mãos em minha cintura eu me virei rapidamente para poder ver quem era, quando eu vejo um menino de blusa branca, com os cabelos escuros e olhos incrivelmente azuis, ele só se aproximou fazendo com que nossos lábios se tocassem sem sequer falar uma palavra antes, sem nem pedir permissão ele invadiu a minha boca, ele estava explorando cada canto dela, quando me deis por conta do que estava fazendo eu separei os nossos lábios em um instante, olhei para sua cara e disse:
-Você não vai nem se apresentar?- encarei seus olhos um pouco apavorados.
-Eu não precisaria.- ele me olhou soltando um riso pelo nariz, quase despercebido pela música alta.
-Quem é você então - eu disse o encarando, mas aquele rosto era familiar, até demais.- GUILHERME! EU NÃO ACREDITO!- Eu disse incrédula.
-Vai dizer que você não gostou?- ele me perguntou com um olhar um pouco desafiador.
-Bom agora que a merda toda já ta feita mesmo...- eu disse me grudando nele em um beijo nem um pouco delicado, finalizando o beijo com um selinho.
-Nossa eu não sabia que você beijava tão bem assim.- ele disse sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.
-Pois é mas não vai se acostumando por que essa foi a primeira e última vez que isso vai acontecer.- eu disse berrando por conta da musica alta.- Bom agora eu tenho que ir amanhã eu tenho um campeonato pelo futebol da escola- eu disse me desgrudando dele e nossa eu nunca tinha percebido o quanto o seu corpo era bem definido.
-Ah, mas já?!- ele perguntou fazendo biquinho.
-Sim, já, amanhã você pode ir me ver- eu disse o deixando com uma cara maliciosa por conta do short de uniforme que eu usaria.
-Eu vou sim! Pode contar certo!- Ele disse ainda bobo.
Continua?
GENTE DESCULPAAAAAAAAAA SÉRIO, QUERO MORRER POR TER ABANDONADO VCS AÍ, KK ghsdyufgsdyui
mas enfim, sosseguem a xana ai e goza como diz a mari, ehiaheoiaoie td vai acontecer menias, VOCES NAO PERDEM POR ESPERAR FHSUIFGSDI[Y
tenho que ir tchau amo vcs e me sigam no twitter (q mudou o user) eu sigo de volta, por que sou queri, amo vcs e comentem, pq daí eu nunca sei se vcs tão gostando ou não,
beijos meus ~~ cami
28 janeiro 2013
Desculpas
MENINASS, MIL DESCULPAS SÉRIO MESMO, eu tive que viajar de ultima hora, deu aquele negócio de santa maria uns conhecidos meus morreram :( mas eu tava na praia e não pude nem entrar pra avisar, fiquei muito mal e ainda entrei naqueles dias pra completar a situação, eu só pensava em vcs do blog durante a viagem, mas enfim agora eu tenho que recompensar vcs, vou postar us 3 capítulos hoje, eu acho, se eu conseguir né, mas enfim meninas eu espero que vocês me entendam, prometo que não vou mais fazer isso, beijinhos e me aguardemmmmmm haha ~~Cami~~
27 janeiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 10
Segunda-feira, 07h30.
- Hey. - Patricia estralou os dedos em frente ao meu rosto, despertando-me de um cochilo no meio do patio da escola.
- Ah, oi. - me ajeitei no banco, coçando os olhos para poder enxergar melhor.
- Madrugou foi? - ela sentou-se ao meu lado, foi só ali que percebi que estavam praticamente nos duas na escola.
- Não. - ainda estava meio grogue de sono, duas noites mal dormidas pra alguém não é nada facil, ainda mais uma pessoa como eu que costumava dormir super bem durante a noite.
- Oque foi então? Você chegou tão cedo, logo... você. - ela riu.
- Não consegui pregar o olho de noite.
- Porque? - ela franziu o cenho.
- Seilá, não tava com sono. - suspirei - Na verdade eu tava com medo, seilá, muito medo.
- Medo exatamente do que?
- Das vozes.
- Ui, que meda.
- É sério. - rimos - Eu ouvi elas denovo.
- E oque elas diziam dessa vez?
- As mesmas coisas. - mudei a voz - Fique longe do Bieber, ele é mal, ele é isso... aquilo. Chato isso, nossa. - resmunguei enterrando a mão no rosto.
- Falando na praga, olha quem tá chegando. - Patricia disse me cutucando pelo braço, tirei as mãos do rosto e direcionei meu olhar até o portão de entrada, onde Bieber esta entrando descoladamente com seu jeito todo estiloso e swagger. Ele vestia hoje uma calça escura, com uma blusa amarela e uma jaqueta de couro preta, e pra dar um toque final um supra branco, extremamente branco. Mas a coisa mais estranha estava acontecendo, ele estava sorrindo e cumprimentando as pessoas... eu perdi algo?
- Oi garotas. - ele sorriu para pati e piscou para mim.
- Você viu aquilo? - me virei incrédula para ela, Justin nunca foi legal com alguém e muito menos sorriu para as pessoas, não pelo menos no tempo em que ele estava aqui. Ele sempre foi aquele machão, durão, em que nem se quer olha na cara das pessoas.
- Estranho, muito estranho. - ela riu.
- Eai gente. - Francine nos assustou ao sentar na nossa frente. - Que foi? Que caras são essas? Parece que viram um fantasma.
- O Bieber entrou aqui sorrindo pra todo mundo. - Patricia fofoqueira foi logo dizendo, também abismada.
- Droga. - Fran resmunguei - Por um minuto eu perdi essa. Eu nunca vi ele sorrindo, a não ser daquele jeito meio maligno. - gargalhei.
- É só um sorriso que ele usa pra irritar as pessoas, mas o pior é que ele sempre consegue. - falei mais pra mim do que para elas. - Já viram ele sorrindo de verdade?
- Nunca. - elas disseram em quase um coro.
- Então anotem ai. Luana Oliveira está perto de conseguir um milagre...
- Que milagre? - Fran questionou.
- Fazer o durão Justin Bieber sorrir verdadeiramente. - elas se entreolharam e gargalharam da minha cara.
- Essa eu to pagando pra ver.
- Quer apostar? - olhei desafiadora para elas.
- Quero. - Pati respondeu jogando-me o mesmo o olhar.
- Eu também topo. - demos um aperto de mão e eu ri da cara delas.
- Mas eu também aposto que você vai se apaixonar por ele. - Patricia tem a teimosia em insistir de que eu vou em apaixonar por Justin, é impossível, ele não faz meu tipo. Puf.
- Apostado.
Segunda aula.
Aula de biologia e eu estava me sentindo extremamente desconfortável, algo estava me deixando louca e eu estava me sentindo mal, minhas mãos estavam suando frio, meu estomago estava revirando e eu podia jurar que vomitaria a qualquer momento. Juntei rapidamente minhas coisas na mochila e me virei para trás.
- Não to me sentindo nada bem, vou embora. - Fran parou de copiar a matéria e me olhou.
- Tá bom, oque você tem?
- Seilá, não to bem. - respirei fundo - Avisa pra Pati e pro Chris que fui embora porque estava passando mal, boa aula. - me levantei.
- Tchau. - caminhei lentamente até a mesa do professor e pigarriei duas vezes, fazendo o mesmo levantar seu olhar até mim.
- Diga Oliveira. - ele largou seu caderno e me encarou.
- Professor, eu não estou me sentindo muito bem, posso ir até a enfermaria? - ele abaixou os oculos e analisou-me.
- Pode ir. - Fuck yeah. Respirei fundo e caminhei até a secretaria. - Oi.
- Olá senhorita...
- Oliveira. - ri fraco.
- Ah claro, senhorita Oliveira, não deveria estar em aula? - a magrelinha enjoada de cabelos negros e pele branca que sempre tá ali na secretaria perguntou, tirando seus oculos.
- Sim, mas eu não to me sentindo muito bem e eu achei melhor ir embora.
- Ah não não pode, só com a autorização do seu pai.
- Que? Porque? - perguntei incrédula.
- Porque são as regras, agora vá a enfermaria ou volte a aula.
- Obrigado. - disse seca e sai dali. Quem vai obedecer as regras como sempre? Eu que não. Olhei para todos os lado do corredor e sai correndo até a quadra de esportes indo até os fundos da escola. Me surpreendendo ao chegar nos portões dos fundos.
- Justin? - ele virou-se rapidamente com uma olhar assustado.
- Quer me matar do coração garota? - ele ajeitou sua postura - Oque tá fazendo aqui?
- Acho que o mesmo que você, ia matar aula?
- Te interessa?
- Só to perguntando. - suspirei.
- E você, ia matar aula?
- Te interessa? - tentei não rir.
- Tem alguem aqui? - ouvimos uma voz vinda da quadra de esportes, fazendo-me desesperar.
- Você vem ou vai ficar ai? - Justin rapidamente abriu o portão, após arrombar o candiado com um canivete que tinha no bolso, será que ele sempre anda assim? Armado?
Passamos rapidamente pelo portão em direção ao estacionamento.
- Ei vocês... - olhei para trás e vi a inspetora saindo do portão, no mesmo instante Justin agarrou minha mão, fazendo-me sentir um certo choque elétrico que foi ignorado quando ele me puxou.
- Corre. - ele gritou e assim fiz, corremos até o carro dele e Justin saiu cantando pneu.
- Droga, ela me viu. - tirei a mochila das costas e joguei sobre o chão do carro.
- Não devia ter olhado pra trás. - ele disse acelerando o carro.
- Ei, também não precisa correr desse jeito, quer matar agente? - ele deu de ombros desacelerando um pouco a velocidade.
- Onde vamos?
- Não sei, não tava nos meus planos matar aula com você. - ele me olhou rapidamente antes de voltar a olhar o transito.
- A desculpa ter atrapalhado sua fuga.
- Não, eu não aceito suas desculpas.
- Então vai se fuder.
- Só se você vir junto. - ele riu e eu me segurei para não sorriu com aquela risada gostosa.
- Idiota.
- Gostosa.
- Ridiculo. - fiz cara de nojo.
- Linda.
- Retar... pera, você disse oque? - pisquei duas vezes não acreditando no que ele havia dito.
- Linda. - ele virou o rosto tentando esconder que estava vermelho.
- Me acha linda?
- Acho e ... e não conta isso pra ninguem. - ele gaguejou me fazendo rir, mas eu estava rindo de felicidade.
- Porque? - parei de rir.
- Seilá, coisa de boiola.
- Achar uma pessoa bonita é ser boiola? - tentei não rir daquilo.
- É, seilá, para de falar nisso. - ele parou o carro de-repente. Virei meu rosto para olhar para fora e não acreditei no que vi, estavamos na beira do rio á alguns metros da Ponte Skeldergate, que estava logo acima de nós.
- Porque estamos aqui? Alias, eu nem devia tá com você, meu carro ficou na escola e ...
- Para de falar e tenta aproveitar meu bom humor. - ele desceu do carro e eu não resisti, acabei deixando a mochila lá dentro e saindo junto. - Eu venho aqui quando quero ficar sozinho. - Justin passou na minha frente e sentou-se debaixo de uma arvore.
- E porque me trouxe aqui?
- Você fala demais sabia? Eu sei que teu carro tá na escola, que você tem que buscar seu irmão e bla bla... Agora fica quieta que eu to tentando ser legal.
- Opa, ficarei caladinha. - brinquei tentando fazer ele rir.
- Boa garota. - ele sorriu de canto.
- Justin, posso perguntar uma coisa?
- Depende.
- Porque você é assim? - me arrisquei.
- Assim como? Lindo? - ele riu - Mamãe passou swag em mim.
- Não idiota. - me sentei ao seu lado parando de rir. - Eu digo, assim durão com as pessoas.
- Eu sou assim.
- Não você não é.
- Você nem me conhece.
- Então deixa eu conhecer... - e por dois segundos meu pulmão parou de funcionar, Justin me olhou com um olhar diferente, tão diferente que eu diria que ele estava sedendo sobre oque eu havia acabo de falar. Eu sustentaria nosso olhar por o tempo que for, mas ele acabou desviando.
- Porque quer me conhecer? - fiquei em silêncio já que nem eu mesma sei o porque, só... quero. Um som alto fez com que as atenções de ambos mudassem. Salva por uma ligação.
- Droga. - resmunguei vendo quem era.
- Que foi?
- Uma mulher que meu pai contratou pra ficar lá em casa, odeio ela. - então ele sorriu leve e pegou o celular da minha mão, ergueu seu corpo e arremessou meu celular tão longe que caiu dentro do rio.
- VOCÊ É DOIDO? - gritei me levantando.
- Problema resolvido, agora ela não te perturba mais. - ele sorriu inocentemente.
- Meu Deus Justin. - tentei espanca-lo, mas ele segurou meus braços.
- É só um celular. - ele deu de ombros, como se fosse qualquer coisa.
- Mas eu gostava dele. - fiz biquinho e ele riu.
- Como eu disse, é apenas um celular. - ele me soltou. - E você não tem cara de alguém que se apega com coisa material.
- Pois eu não me apego, mas era meu celular.
- Olha você quer outro? Eu te dou outro se for o problema. - ele disse nervoso.
- Não, não precisa. - ajeitei meu cabelo vendo ele voltar a sentar-se. Respirei fundo ainda com o coração na mão, será que a escola resolveu ligar pra minha casa? Porque Carolina estava me ligando? Ai droga. E agora não vou saber nunca né, Justin teve o prazer de resolver tudo do jeito mais louco pra mim e não tem mais volta. Voltei a me sentar ao seu lado e ficamos em um silêncio chato.
- Você namora aquele garoto? - Justin perguntou quebrando o silêncio.
- Não... Porque? - segurei um sorriso que queria brotar em meus lábios, porque ele queria saber se eu namoro com o Chris? Estranho, bom... mas estranho.
- Nada. Curiosidade só. - sei, uhum, sei.
- E você... tem namorada? - ele riu pelo nariz.
- Namorei só uma vez na minha vida toda. - ele respondeu olhando para o nada, perdido em seus pensamentos.
- E quantos anos você tem? - estiquei minhas pernas sobre a grama.
- 18.
- Você ainda é jovem, ainda tem muito pela frente.
- Você fala como se você tivesse uns 30 anos.
- Você entendeu oque eu quis dizer. - joguei minha cabeça para trás, respirando fundo aquele ar puro.
- Não, eu não entendi...
- Eu to falando, tipo, você é jovem, ainda vai encontrar alguém que te complete e te ame mesmo você sendo grosso e estupido as vezes. - ele riu leve.
- Uh, essa coisa de amor não é comigo. - ele disse baixo, mas eu escutei.
- Porque? - abri meus olhos para olha-lo.
- Porque eu não acredito.
- Não acredita no amor? Porque?
- Não, você acredita? - ele olhou nos meus olhos.
Porque seu simples olhar faz com que eu fique sem fala? Aquelas duas amêndoas que estavam mais claras que o normal, pela claridade do sol, quase em um tom verde.
- Acredito, mas nunca encontrei de verdade. - por mais que eu estava querendo desviar meu olhar do dele, não consegui, foi impossível. - Eu amo o Chris, mas... acho que ele não seja a pessoa certa pra mim.
13h01.
Acho que eu nunca me imaginei tendo uma conversa sifilizada com o Justin, ele é sempre sem paciência e fechado com as pessoas, mas hoje eu consegui o que eu achei que nunca aconteceria. Ele me contou tantas coisas, porque afinal tivemos muito tempo pra conversar, ele me contou de seus gostos, das coisas que ele odeia e até uma coisas bizarras, acreditam que ele tem medo de cogumelo? Sim, Justin Bieber o garoto mais durão que eu já conheci, tem medo de cogumelos. Fiquei sabendo que ele ama espaguete e sorvete de morango, são pequenas coisas que me deixaram feliz em saber.
Justin me mostrou suas nove tatuagens espalhadas pelo corpo e confesso que aquilo me atraiu, digamos que eu sinto uma atração enorme por garotos tatuados. E a atração pelo garoto ao meu lado é tanta que ... nossa. Eu poderia ficar ali o dia todo conversando com ele, aproveitando seu bom humor comigo, mas o tempo passou tão rapido.
- Justin eu tenho que buscar meu irmão na escola. - me levantei desesperada vendo as horas no relógio em seu pulso. - E depois ainda tenho balé e levar ele no futebol.
- Pode ir. - ele disse ainda sentado debaixo da arvore.
- Tá louco? A escola tá longe daqui.
- Você não tem pernas? - ele riu. Caminhei até ele, pegando seu braço e tentando puxa-lo.
- É sério Justin. - ele riu e levantou-se. - Meu pai me mata se eu não levar o meu irmão do futebol e não chegar em casa na hora.
- Ta bom bebê, vamos. - ele debochou.
- E não me chama de bebê, tá? - disse brava entrando no carro.
O caminho era longo mas pareceu ser tão rápido Justin parou o carro no estacionamento, já podendo ver Pedro me esperar ao lado do carro, peguei minha mochila rapidamente e desci, mas me apoiei na janela antes...
- Eu até te passaria meu numero, mas um doido tacou meu celular no rio. - ri comigo mesma, fazendo com que Justin sorrisse.
E então eu não consegui evitar em sorrir quando vi que Justin havia sorrido de verdade.
- Você deveria sorrir mais vezes. - ele me encarou confuso.
- Porque?
- Porque você tem um sorriso lindo.
Continua?
Vamo aquetar a xana ai que logo eles ficam juntos ou não e.e
eu mando nessa porra e se eu quiser por ela pra casar com o chris eu coloco, falou?
kkkkkkkkkkkkkkk
Então sossega a xana e goza legal ai e wait
Mas falando sério, é chato quando as coisas acontecem muito rapido... slá, fica meio fake.
Enfim.
Vocês viram oque aconteceu em santa maria? cara fico arrepiada.
Que Deus acalme os corações daquelas familias :'c
#ForçasSantaMaria.
E mas..
HAPPY LOVATICS DAAAAAAAAY
@warstratford
http://ask.fm/maariswagger
25 janeiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 9
- Tenho que ir Chris. - resmunguei rindo enquanto tentava pegar minhas roupas pelo quarto.
- Ah só mais um pouco, por favor. - ele insistiu me puxando pelo braço.
- Não dá, meu pai tá me monitorando o tempo todo. Acredita que ele contratou uma mulher pra ficar lá em casa?
- Sério? - ele riu.
- Muito sério e não ri, tá? - soltei de seus braços e abotoei as calças. - Me sinto um bebê com ela lá, cara, eu nunca tive baba. - ele continuou rindo, enquanto passei o elástico no cabelo em um coque alto, já que Chris tinha deixado meu cabelo todo maçarocado, cheio de nós...enfim, prefiro não comentar oque ele fez.
- Relaxa amor, pensa... é até melhor, porque quando você quiser sair, não precisa preocupar se o Pedro vai ficar sozinho, sabe... se é que você me entende. - ele voltou a se deitar na cama e cruzou os braços atrás da cabeça, observando-me a colocar a roupa.
- Eu entendi, seu tarado. - terminei de colocar a blusa e me agachei na cama para roubar um selinho dele. - Agora seja cavalheiro e me leve até a porta.
- Com todo prazer princesa. - ele riu.
- Prazer é só na cama. - pisquei e não consegui deixar de rir, assim como ele também acabou rindo. Chris levantou na cama e colocou a bermuda, já que ele se encontrava apenas de boxer vermelha, minha tentação... oh god.
- Ouviu isso? - parei na porta.
- Oque?
- Chris? Christian? - a voz da Caitlin -irmã de Chris- soou pela casa.
- Ai que vergonha. - me virei rindo
- Porque? - ele riu abrindo a porta
- Seilá, agente sozinhos em casa, no quarto... obvio que elas vão perceber
- Deixa de ser boba, é só minha irmã. - ele me puxou pelo braço, descendo as escadas que já ficavam perto do quarto.
- Eai maninha. - Cait estava sentada na sala e assim que nos viu, levantou-se.
- Luana. - ela venho até mim, acolhendo-me em um abraço confortante.
- Oi Cait. - sorri apertando ela contra mim. - Tudo bem?
- To otima e pelo visto você também. - ela riu maliciosamente e eu acabei ficando roxa de vergonha, será que tá tão na cara assim que eu e Chris estávamos em um momento bem quente no quarto?
- Estamos melhores do que nunca. - Chris parou ao meu lado apoiando seu braço em meu pescoço.
- Chris. - o repreendi.
- Relaxa Lu. - Caitlin sentou-se rendo.
- É, eu já tava de saida. - ri sem graça. - Foi bom te ver Cait.
- Aparece mais vezes, vou adorar.
- Claro. Tchau. - fui até ela e dei um beijo estalado em seu rosto. - Ai que vergonha. - destravei o carro e me encostei sobre o mesmo.
- Não sei porque, até parece que a Cailtin não faz coisas erradas. - Chris se aproximou passando os braços em volta da minha cintura.
- Ah sei lá.
- Esquece isso. - ele grudou nossos lábios, passando sua linguá rapidamente por meus lábios para um beijo calmo.
- Eu amo você, se cuida, tá? - selei nossos lábios rapidamente antes de entrar no carro.
- Te vejo segunda? - ele se apoiou sobre a janela do carro.
- Claro. - dei mais um longo selinho nele e liguei o carro.
- Te amo. - ele sorriu e eu dei partida, saindo dali rapidamente.
Parei meu carro de frente em casa e desci rapidamente, precisava ficar sozinha, pensar na vida, um tempo apenas para mim. Abri a porta de casa e Pedro assistia televisão com Carolina, que veio logo me enchendo de perguntas.
- Onde você foi?
- Fui dar uma volta. - joguei a chave do carro em cima da mesinha de centro.
- Onde especificamente? - eu preciso aturar mesmo ela?
- Ela foi namorar. - Pedro disse entediado.
- Respondido. - sorri falso e subi as escadas.
- Quem é o garoto? Onde ele mora? - ela subiu atrás de mim.
- Não se preocupe comigo. - entrei no quarto e ela acabou entrando junto.
- Quem é ele?
- Eu preciso mesmo te dizer? - ela já estava me irritando, preciso mesmo falar da minha vida pra ela?
- Qual o nome dele?
- O nome dele é Christian, tem 17 anos e estuda comigo, ok? - respondi impaciente.
- Quero conhece-lo.
- Pra que?
- Porque eu preciso vê-lo.
- Olha na boa, não precisa disso. - me levantei.
- Porque? - ela cruzou os braços.
- Porque não precisa, tá legal? Você não é a minha mãe e nunca vai ser, eu resolvo isso com o meu pai. - ela não disse nada, talvez eu esteja sendo dura demais, só que foi preciso. - Agora, posso ficar sozinha? - ela não disse nada, apenas me encarou meio triste e saiu.
Tranquei a porta e liguei o radio, coloquei o meu cd favorito da Demi Lovato e me joguei na cama. Suspirei fundo, não estava tudo bem, eu sabia que tinha algo errado e era sobre aquele sonho que tive pela tarde. Eu nunca mais tinha escutado vozes na minha vida, tem longos anos que isso não acontece e porque só agora tá acontecendo tudo de novo?
Quando eu era mais nova, na média dos 11 anos de idade, minha mãe acabou sendo assassinada após reagir á um assalto e eu presenciei tudo.
Flashback.
- Coloca o cinto, tá bom? - ela me olhou pelo espelho e assim eu fiz, passando o cinto por mim e travando o mesmo. Senti o carro tremer, denunciando que ela havia ligado o carro e dado partida.
Observei o lado de fora a chuva cair sobre as casas e sobre o carro, acompanhei as gotas escorrendo sobre o vidro e sorri com aquilo, sempre amei chuva e sempre amei esse tempo frio. - Está com fome? - ouvi minha mãe perguntar.
- Sim, podemos comer no buguer king? - ela riu e me olhou pelo retrovisor.
- Porque comer fora se temos um papaizão em casa preparando uma comida fresquinha pras mulheres dele? - ela me fez sorrir.
- Seilá, deu vontade. - ela riu novamente, fazendo-me sorrir leve.
Mamãe virou a esquina praticamente de casa e parou no semáforo, estava bastante escuro e não era possível enxergar-se quase nada lá fora. Um barulho muito forte sobre o vidro do carro, fez com que meu coração acelerasse rapidamente e me encolhesse sobre o banco do carro.
Foi tudo tão rápido que eu apenas me lembro de minha mãe gritando por ajuda e dizendo para mim descer do carro enquanto era tempo, dois disparos fez com que eu me alertasse e caísse no choro, poderia ser pequena mas já entendia um pouco das coisas. Os dois homens que tentarem pegar o carro sairam correndo assim que ouviram uma movimentação na rua, meu coração estava acelerado e ficou pior quando desci do carro e vi minha mãe deitada no chão. Havia sangue saindo de sua barriga e aquilo me fez ficar em desespero.
- Mamãe? - me aproximei colocando as mãos sobre ela. - Mamãe acorda... - não obitive resposta, eu só queria que aquilo não fosse real. - Mamãe fala comigo. - as lagrimas já estavam sem controle, até eu ouvir uma sirene - MAMÃE...
Flashback.
Passei a palma da mão sobre meu rosto para poder enxugar as minhas lagrimas ao lembrar daquela noite. Minha vida nunca mais foi a mesma, a partir daquele dia eu tive acompanhamento psicológico mas eu só ficava pior, só tinha meu pai e meu irmão que era apenas um bebê. Até que eu comecei a ter problemas sérios psicológicos e ouvir vozes, ver pessoas, era horrivel e frequente. Lembro-me ainda dos dias agoniantes em que eu me trancava no quarto e passava o dia todo deitada na cama, sem fazer nada, sem comer, praticamente sem dormir e das inumeras vezes em que eu passei mal por falta de vitamina no sangue, foram os piores dias da minha vida. Tive um tratamento intensivo com a psiquiatra, todo os dias eu conversava com ela e tomava remedios fortes para tudo que você possa imaginar, digamos que eu tinha um belo caso de depressão, pra quase depressão profunda.
Eu era muito apegada a minha mãe e perder ela de uma noite pro dia foi a pior coisa que aconteceu na minha vida e dai eu aprendi a dar valor nas simples coisas que tenho, nas pessoas e na vida.
Porque sempre é assim, você só dá valor quando perde.
E eu não vou cometer o mesmo erro na vida, nunca mais.
Eu não quero voltar a oque eu era antes, não quero ter aquelas vozes me atormentando o dia todo, dizendo ou querendo mandar no que eu devo fazer ou não. Eu me sinto tão bem, não tenho motivos pra ter aquelas vozes na minha cabeça, mas porque?
- Droga. - murmurei pegando o telefone e disquei o numero de alguém que saberia me ajudar.
- Alô? - ela atendeu no primeiro toque.
- Oi Pati, tudo bem?
- É to bem, e você?
- Eu to bem, digo... preciso meio que de uma ajuda. - ela riu do outro lado.
- Sabia, fala ai.
- É que seilá sabe... eu to tão feliz, minha vida tá otima, mas - suspirei - Hoje eu tive um sonho tão estranho.
- Oque você sonhou?
- É... - ri nervosa - Eu sonhei com o Bieber.
- Huuuuuum, com o Bieber né safadinha. - ela debochou fazendo-me revirar os olhos.
- É sério, olha vou contar.
- Conte...
- Foi tipo assim, eu tava na casa dele e tava tudo muito escuro e só oque tava iluminando a casa era a luz que vinha do quarto dele, e então pra onde eu fui? Isso, pro quarto, e lá tava ele, todo sexy sem camisa e de boxer preta... - um sorriso brotou nos meus labios e eu tentei ignorar isso, mas foi impossivel - E foi tudo tão rapido e estranho, ele me perguntou oque eu tava fazendo lá, mas eu não sabia então ele me beijou, só que o mais estranho aconteceu...
- Oque?
- Eu comecei a ouvir vozes e elas ficavam dizendo que eu não podia me apaixonar por ele, não era coisa boa.
- Você está apaixonada por ele? - ela gritou.
- Não. Tá louca? - ri - Quero dizer, seilá... me sinto atraída por ele, tipo uma atração muito forte. E depois que eu acordei eu continuei ouvindo as vozes.
- Credo.
- Eu sei, foi horrivel.
- Sabe oque eu acho?
- Oque?
- Tenta focar no seu relacionamento com o Chris, mesmo que você não namorem, seilá vocês estão tão bem. Não estraga isso e sobre o sonho vou procurar saber sobre isso e te falo.
- Obrigado.
- Magina. Não pense tanto no Bieber, ele não é o tipo certo pra você.- fiquei em silêncio.
- E quanto a minha tração por ele?
- Ignora, bloqueia isso, mas sabe de outra coisa?
- Oque?
- Seila, eu sinto, eu tenho certeza.
- Fala logo...
- Não fica brava
- FALA PORRA. - gritei.
- Eu tenho a certeza de que vocês ainda vão ficar juntos.
- Tá doida?
- Não, e eu não duvidaria.
- Porque não? Ai você tá doida, eu nunca me apaixonaria por ele.
- Nunca diga nunca sabe. Você não sabe do futuro, não sabe oque pode acontecer amanha, mas eu só to pedindo pra tomar cuidado ou você pode sair machucada dessa historia. - engoli seco e respirei fundo.
Será que é possivel se apaixonar por uma pessoa como Justin? Eu mal o conheço? E se eu já estiver sentindo algo? Droga.
Mil vezes droga.
Continua?
cap basico e bosta.
bem, tinha que estar dormindo porque amanhã acordo cedo porque vou voltar pra casa, pra casa da minha mãe e tals, porque pra quem nao sabe eu ainda to no meu pai e amanhã eu volto.
enfim....
até amanhã se der tempo.
beijos
E HOJE É ANIVERSARIO DA MINHA MÃE, ALIAS ONTEM DIA 25.
BEIJO MÃE, TE AMO,.
- Ah só mais um pouco, por favor. - ele insistiu me puxando pelo braço.
- Não dá, meu pai tá me monitorando o tempo todo. Acredita que ele contratou uma mulher pra ficar lá em casa?
- Sério? - ele riu.
- Muito sério e não ri, tá? - soltei de seus braços e abotoei as calças. - Me sinto um bebê com ela lá, cara, eu nunca tive baba. - ele continuou rindo, enquanto passei o elástico no cabelo em um coque alto, já que Chris tinha deixado meu cabelo todo maçarocado, cheio de nós...enfim, prefiro não comentar oque ele fez.
- Relaxa amor, pensa... é até melhor, porque quando você quiser sair, não precisa preocupar se o Pedro vai ficar sozinho, sabe... se é que você me entende. - ele voltou a se deitar na cama e cruzou os braços atrás da cabeça, observando-me a colocar a roupa.
- Eu entendi, seu tarado. - terminei de colocar a blusa e me agachei na cama para roubar um selinho dele. - Agora seja cavalheiro e me leve até a porta.
- Com todo prazer princesa. - ele riu.
- Prazer é só na cama. - pisquei e não consegui deixar de rir, assim como ele também acabou rindo. Chris levantou na cama e colocou a bermuda, já que ele se encontrava apenas de boxer vermelha, minha tentação... oh god.
- Ouviu isso? - parei na porta.
- Oque?
- Chris? Christian? - a voz da Caitlin -irmã de Chris- soou pela casa.
- Ai que vergonha. - me virei rindo
- Porque? - ele riu abrindo a porta
- Seilá, agente sozinhos em casa, no quarto... obvio que elas vão perceber
- Deixa de ser boba, é só minha irmã. - ele me puxou pelo braço, descendo as escadas que já ficavam perto do quarto.
- Eai maninha. - Cait estava sentada na sala e assim que nos viu, levantou-se.
- Luana. - ela venho até mim, acolhendo-me em um abraço confortante.
- Oi Cait. - sorri apertando ela contra mim. - Tudo bem?
- To otima e pelo visto você também. - ela riu maliciosamente e eu acabei ficando roxa de vergonha, será que tá tão na cara assim que eu e Chris estávamos em um momento bem quente no quarto?
- Estamos melhores do que nunca. - Chris parou ao meu lado apoiando seu braço em meu pescoço.
- Chris. - o repreendi.
- Relaxa Lu. - Caitlin sentou-se rendo.
- É, eu já tava de saida. - ri sem graça. - Foi bom te ver Cait.
- Aparece mais vezes, vou adorar.
- Claro. Tchau. - fui até ela e dei um beijo estalado em seu rosto. - Ai que vergonha. - destravei o carro e me encostei sobre o mesmo.
- Não sei porque, até parece que a Cailtin não faz coisas erradas. - Chris se aproximou passando os braços em volta da minha cintura.
- Ah sei lá.
- Esquece isso. - ele grudou nossos lábios, passando sua linguá rapidamente por meus lábios para um beijo calmo.
- Eu amo você, se cuida, tá? - selei nossos lábios rapidamente antes de entrar no carro.
- Te vejo segunda? - ele se apoiou sobre a janela do carro.
- Claro. - dei mais um longo selinho nele e liguei o carro.
- Te amo. - ele sorriu e eu dei partida, saindo dali rapidamente.
Parei meu carro de frente em casa e desci rapidamente, precisava ficar sozinha, pensar na vida, um tempo apenas para mim. Abri a porta de casa e Pedro assistia televisão com Carolina, que veio logo me enchendo de perguntas.
- Onde você foi?
- Fui dar uma volta. - joguei a chave do carro em cima da mesinha de centro.
- Onde especificamente? - eu preciso aturar mesmo ela?
- Ela foi namorar. - Pedro disse entediado.
- Respondido. - sorri falso e subi as escadas.
- Quem é o garoto? Onde ele mora? - ela subiu atrás de mim.
- Não se preocupe comigo. - entrei no quarto e ela acabou entrando junto.
- Quem é ele?
- Eu preciso mesmo te dizer? - ela já estava me irritando, preciso mesmo falar da minha vida pra ela?
- Qual o nome dele?
- O nome dele é Christian, tem 17 anos e estuda comigo, ok? - respondi impaciente.
- Quero conhece-lo.
- Pra que?
- Porque eu preciso vê-lo.
- Olha na boa, não precisa disso. - me levantei.
- Porque? - ela cruzou os braços.
- Porque não precisa, tá legal? Você não é a minha mãe e nunca vai ser, eu resolvo isso com o meu pai. - ela não disse nada, talvez eu esteja sendo dura demais, só que foi preciso. - Agora, posso ficar sozinha? - ela não disse nada, apenas me encarou meio triste e saiu.
Tranquei a porta e liguei o radio, coloquei o meu cd favorito da Demi Lovato e me joguei na cama. Suspirei fundo, não estava tudo bem, eu sabia que tinha algo errado e era sobre aquele sonho que tive pela tarde. Eu nunca mais tinha escutado vozes na minha vida, tem longos anos que isso não acontece e porque só agora tá acontecendo tudo de novo?
Quando eu era mais nova, na média dos 11 anos de idade, minha mãe acabou sendo assassinada após reagir á um assalto e eu presenciei tudo.
Flashback.
- Coloca o cinto, tá bom? - ela me olhou pelo espelho e assim eu fiz, passando o cinto por mim e travando o mesmo. Senti o carro tremer, denunciando que ela havia ligado o carro e dado partida.
Observei o lado de fora a chuva cair sobre as casas e sobre o carro, acompanhei as gotas escorrendo sobre o vidro e sorri com aquilo, sempre amei chuva e sempre amei esse tempo frio. - Está com fome? - ouvi minha mãe perguntar.
- Sim, podemos comer no buguer king? - ela riu e me olhou pelo retrovisor.
- Porque comer fora se temos um papaizão em casa preparando uma comida fresquinha pras mulheres dele? - ela me fez sorrir.
- Seilá, deu vontade. - ela riu novamente, fazendo-me sorrir leve.
Mamãe virou a esquina praticamente de casa e parou no semáforo, estava bastante escuro e não era possível enxergar-se quase nada lá fora. Um barulho muito forte sobre o vidro do carro, fez com que meu coração acelerasse rapidamente e me encolhesse sobre o banco do carro.
Foi tudo tão rápido que eu apenas me lembro de minha mãe gritando por ajuda e dizendo para mim descer do carro enquanto era tempo, dois disparos fez com que eu me alertasse e caísse no choro, poderia ser pequena mas já entendia um pouco das coisas. Os dois homens que tentarem pegar o carro sairam correndo assim que ouviram uma movimentação na rua, meu coração estava acelerado e ficou pior quando desci do carro e vi minha mãe deitada no chão. Havia sangue saindo de sua barriga e aquilo me fez ficar em desespero.
- Mamãe? - me aproximei colocando as mãos sobre ela. - Mamãe acorda... - não obitive resposta, eu só queria que aquilo não fosse real. - Mamãe fala comigo. - as lagrimas já estavam sem controle, até eu ouvir uma sirene - MAMÃE...
Flashback.
Passei a palma da mão sobre meu rosto para poder enxugar as minhas lagrimas ao lembrar daquela noite. Minha vida nunca mais foi a mesma, a partir daquele dia eu tive acompanhamento psicológico mas eu só ficava pior, só tinha meu pai e meu irmão que era apenas um bebê. Até que eu comecei a ter problemas sérios psicológicos e ouvir vozes, ver pessoas, era horrivel e frequente. Lembro-me ainda dos dias agoniantes em que eu me trancava no quarto e passava o dia todo deitada na cama, sem fazer nada, sem comer, praticamente sem dormir e das inumeras vezes em que eu passei mal por falta de vitamina no sangue, foram os piores dias da minha vida. Tive um tratamento intensivo com a psiquiatra, todo os dias eu conversava com ela e tomava remedios fortes para tudo que você possa imaginar, digamos que eu tinha um belo caso de depressão, pra quase depressão profunda.
Eu era muito apegada a minha mãe e perder ela de uma noite pro dia foi a pior coisa que aconteceu na minha vida e dai eu aprendi a dar valor nas simples coisas que tenho, nas pessoas e na vida.
Porque sempre é assim, você só dá valor quando perde.
E eu não vou cometer o mesmo erro na vida, nunca mais.
Eu não quero voltar a oque eu era antes, não quero ter aquelas vozes me atormentando o dia todo, dizendo ou querendo mandar no que eu devo fazer ou não. Eu me sinto tão bem, não tenho motivos pra ter aquelas vozes na minha cabeça, mas porque?
- Droga. - murmurei pegando o telefone e disquei o numero de alguém que saberia me ajudar.
- Alô? - ela atendeu no primeiro toque.
- Oi Pati, tudo bem?
- É to bem, e você?
- Eu to bem, digo... preciso meio que de uma ajuda. - ela riu do outro lado.
- Sabia, fala ai.
- É que seilá sabe... eu to tão feliz, minha vida tá otima, mas - suspirei - Hoje eu tive um sonho tão estranho.
- Oque você sonhou?
- É... - ri nervosa - Eu sonhei com o Bieber.
- Huuuuuum, com o Bieber né safadinha. - ela debochou fazendo-me revirar os olhos.
- É sério, olha vou contar.
- Conte...
- Foi tipo assim, eu tava na casa dele e tava tudo muito escuro e só oque tava iluminando a casa era a luz que vinha do quarto dele, e então pra onde eu fui? Isso, pro quarto, e lá tava ele, todo sexy sem camisa e de boxer preta... - um sorriso brotou nos meus labios e eu tentei ignorar isso, mas foi impossivel - E foi tudo tão rapido e estranho, ele me perguntou oque eu tava fazendo lá, mas eu não sabia então ele me beijou, só que o mais estranho aconteceu...
- Oque?
- Eu comecei a ouvir vozes e elas ficavam dizendo que eu não podia me apaixonar por ele, não era coisa boa.
- Você está apaixonada por ele? - ela gritou.
- Não. Tá louca? - ri - Quero dizer, seilá... me sinto atraída por ele, tipo uma atração muito forte. E depois que eu acordei eu continuei ouvindo as vozes.
- Credo.
- Eu sei, foi horrivel.
- Sabe oque eu acho?
- Oque?
- Tenta focar no seu relacionamento com o Chris, mesmo que você não namorem, seilá vocês estão tão bem. Não estraga isso e sobre o sonho vou procurar saber sobre isso e te falo.
- Obrigado.
- Magina. Não pense tanto no Bieber, ele não é o tipo certo pra você.- fiquei em silêncio.
- E quanto a minha tração por ele?
- Ignora, bloqueia isso, mas sabe de outra coisa?
- Oque?
- Seila, eu sinto, eu tenho certeza.
- Fala logo...
- Não fica brava
- FALA PORRA. - gritei.
- Eu tenho a certeza de que vocês ainda vão ficar juntos.
- Tá doida?
- Não, e eu não duvidaria.
- Porque não? Ai você tá doida, eu nunca me apaixonaria por ele.
- Nunca diga nunca sabe. Você não sabe do futuro, não sabe oque pode acontecer amanha, mas eu só to pedindo pra tomar cuidado ou você pode sair machucada dessa historia. - engoli seco e respirei fundo.
Será que é possivel se apaixonar por uma pessoa como Justin? Eu mal o conheço? E se eu já estiver sentindo algo? Droga.
Mil vezes droga.
Continua?
cap basico e bosta.
bem, tinha que estar dormindo porque amanhã acordo cedo porque vou voltar pra casa, pra casa da minha mãe e tals, porque pra quem nao sabe eu ainda to no meu pai e amanhã eu volto.
enfim....
até amanhã se der tempo.
beijos
E HOJE É ANIVERSARIO DA MINHA MÃE, ALIAS ONTEM DIA 25.
BEIJO MÃE, TE AMO,.
24 janeiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 8
Luana P.O.V
16h34.
- Oi? Tem alguem ai? - meus pés tocaram o piso gélido de madeira daquele lugar, fazendo com que a mesma rangisse me assustando. A casa estava escura e eu não conseguia identificar onde estava, a unica coisa que conseguia saber é que ele estava por perto. Seu perfume estava em todos os cantos, cada passo que eu dava podia sentir sua presença.
Apoiei minha mão sobre a parede ouvindo meu coração disparar cada vez mais. O suor na minha testa denunciava o quanto eu estava nervosa, meu corpo se encolheu ao ouvir um barulho alto vindo de algum lugar a minha direta. A única brecha de luz quem iluminava aquele corredor, estava vindo do quarto a minha direita, o mesmo em que eu dei dois passos antes de me arriscar a entrar. Respirei fundo duas vezes e contei até três mentalmente, antes de criar coragem e abrir aquela porta, dando rapidamente de cara com o quarto dele. Justin estava deitado de barriga pra cima e assim que eu ousei entrar ali sua atenção foi do teto até a mim.
- Oque faz aqui? - meu corpo estremecia a cada passo que ele andava até mim, causando arrepios internos e pequenas erupções nas mãos. Ele estava vestindo uma calça de moletom preta, junto á uma boxer azul escura, enquanto seu peito desnudo por não estar de camiseta, deixava-me sem graça, mas com uma vontade imensa de devora-lo agora.
- E-eu... - não consegui completar minha frase, porque na verdade eu não sei porque estava ali.
- Já entendi tudo. - ele sorriu de canto, pousando sua mão direita em meu rosto. Seu rosto estava perto demais, ele estava perto demais, na zona de risco. Seu olhar encontrou o meu enquanto ele se aproximava mais. Seu halito incrivelmente quente, se misturou com a minha respiração ofegante, porém baixa.
- Just... - ele me silenciou com o dedo indicador, pousando o mesmo sobre meus lábios.
- Shhhhh... - quando me dei conta, meus braços estavam envolvidos em seu pescoço e rapidamente senti o toque aveludado de seus lábios. Sua linguá já invadia minha boca e uma mistura de sensações me dominaram, minhas mãos estavam suando frio, meu coração estava disparado, enquanto as borboletas no estomago batiam suas assas sem parar.
Não se apaixone por ele...
Uma voz feminina, porém grave ecoou naquele quarto, fazendo com que eu partisse o beijo e olhando para os lados. Meu corpo havia estremecido, como se eu tivesse visto um fantasma.
- Ouviu isso? - olhei para Justin que tinha seu rosto enterrado sobre meu pescoço, trabalhando um pouco naquela areá. - Justin, tem alguém aqui...
- Shhh... - ele selou meu lábio - Isso é coisa da sua cabeça, estamos sozinhos. - então eu apenas tentei ignorar aquilo, enquanto ele voltava a me beijar.
Não faça isso Luana...
- Justin tem alguem aqui. - me afastei bruscamente dele, tentando encontrar qualquer pessoa. Mas a verdade é que não tinha ninguem.
- Esquece isso. - ele sussurrou e logo em seguida, senti meu corpo bater contra algo fofo, já sabendo que era o colchão. Justin não perdeu tempo e subiu em cima de mim, ainda beijando meu pescoço. Ele voltou a beijar meus lábios, mas eu ainda estava pensando naquela voz em que eu havia escutado a segundos atrás. Então eu parei de pensar e me dei conta, estava fora de mim. Justin tinha suas mãos esparramas pelas minhas coxas, enquanto mordiscava meus lábios e voltava a beija-lo sem delicadeza. Quando me dei conta já estava sem a parte de cima da roupa, ele mordiscou meus seios oque me fez gemer rouco e baixo de prazer, ele desceu suas mãos até minha calça e tirou as mesmas sem pensar muito, desceu seus beijos pela minha barriga e apertou minha coxa novamente, mas dessa vez com mais força.
Vai mesmo se entregar á ele?
A mesma voz de segundos atrás, estava mais proxima da outra vez, como se ela estivesse ao meu lado.
Me sentei na cama completamente assustada pelo sonho que estava tendo a poucos segundos atrás, meu coração estava acelerado e eu podia escuta-lo e senti-lo demais. Meu corpo estava tenso e eu estava completamente suada, meus cabelos estavam grudados na testa e a raiz estava molhada pelo suor, respirei mais de duas vezes fundo e soltei de forma pesada, tentando entender um pouco daquilo. Eu estava mesmo sonhando um quase conho erótico com o Bieber? E quem era aquela maldita voz?
Você está com medo?
Um arrepio na espinha vez com que eu me encolhesse assustada.
- Quem está ai? - perguntei completamente em pânico, mas tudo que eu vi... na verdade não vi nada. Eu estava ficando louca, completamente louca. Me levantei na intenção de ir ao banheiro tomar outro banho, já que o de pela manhã não havia resolvido muito.
Não deveria pensar tanto nele.
A voz novamente ecoou pelo quarto, me deixando mais assustada e transtornada. Se eu não saisse dali naquele momento, poderia morrer de medo. Oque diabos está acontecendo? Não, não posse estar voltando ao passado assim, não posso.
Corri até a porta do quarto e não pensei mais em sair dali, acho que fiquei tão apavorada que perdi meu reflexo, tropecei em alguma coisa mas não parei até descer as escadas. Não havia ninguém em casa, foi quando me lembrei de Carolina dizendo que iria ao mercado com Pedro, então provavelmente eles estariam lá. Eu precisava me acalmar, tomar um ar, relaxar. Peguei a chave de casa e decidi dar um volta pelo quarterão, sai de casa e parei ainda na entrada, pegando meu celular e discando o telefone do Chris.
- Alô?
- Chris? - minha voz saiu cansativa.
- Oi meu amor. - respirei aliviada por estar ouvindo sua voz.
- Podemos nos encontrar? - tranquei a porta colocando o telefone apoiando entre meu ombro e meu ouvido.
- Claro, onde?
- Pode ser na sua casa, você tá sozinho?
- Sim, minha irmã saiu e acho que nem volta hoje.
- E sua mãe? - guardei as chaves no bolso e me virei pretendendo caminhar, mas paralisei ao ver o carro de Justin se aproximar de sua casa.
- Também não, vem aqui. To te esperando, tá?
- Tá, eu... eu to chegando, tchau. - desliguei o telefone ainda meio sem ar, ainda mais que ele estava proximo.
Justin parou o carro em sua garagem e saiu cambaleando pelo jardim, sem mesmo notar minha presença. Ele parecia não estar muito bem, sua testa estava brilhando denunciando seu suor. Ele estava bebado e isso nem ele poderia negar, então ele cambaleou mais uma vez e acabou caindo de bunda na grama. Quando dei por mim já estava ao seu lado, segurando seu braço para ajuda-lo.
- Você está bem? - perguntei tentando evitar contato visual.
- Estou otimo. - ele se afastou indo até a porta de casa.
- Não parece. - o segui.
- Não é da sua conta. - ele tirou suas chaves do bolso e tentou abrir a porta, mas foi em vão, já que nem mirar a chave na fechadura ele conseguia. Caminhei até ele e peguei a chave de sua mão. - Eu não preciso da sua ajuda. - disse seco.
- Certeza? - olhei para ele e abri a porta, então ele pegou a chave da minha mão e tentou andar. Droga de garoto durão. Peguei seu braço esquerdo e passei pelo meu ombro, chutei a porta e mesmo que ele tentasse sair, eu decidi segura-lo.
- Porque está me ajudando? Eu disse que não precisava.
- Cala boca. - me arrisquei subindo as escadas com ele.
- Não me manda calar a boca dentro da minha casa.
- Então fica quieto. - entrei no quarto dele e o taquei na cama. - Você andou bebendo?
- Não não, agente cheira cerveja e fica assim. - grosso.
- Que isso? - perguntei me aproximando dele e pegando em seu braço, onde havia suas marcas roxas e dois pontinhos vermelhos. - Você tava usando heroína?
- Como sabe? - ele riu puxando o braço com certa força.
- Acha que eu sou idiota? Já usei uma vez, sei muito bem como é...
- Ual, to impressionado, a santinha usando droga. - ele riu novamente batendo palmas.
- Sabia que faz mal usar de mais? Quer morrer?
- E dá sua conta? - ele virou, olhando-me nos olhos.
Ele parou de falar e ficou apenas me olhando, como se tentasse entender o porque de estar fazendo aquilo. Enquanto eu tentava descifrar seu olhar, tão lindo, duas bolas de mel, perfeitamente brilhantes, mas tão misterioso. Sustentei mais um pouco nosso olhar querendo desviar, mas é como se um imã impedisse.
- Tenho que ir. - me levantei.
- Ainda tá aqui?
- De nada. - ele revirou os olhos e abraçou um travesseiro. - Juízo.
- Quem é você? Minha mãe? - ele debochou abrindo um dos olhos.
- Quer saber? Nem sei porque eu me importo. - disse batendo a porta e saindo dali, pude ouvir ele grunhir alguma coisa, mas não dei bola. Bati a porta da casa dele e corri até meu carro, tinha desistivo de ir apé.
Meia hora depois.
Estava aconchegada nos braços de Chris, enquanto ele fazia um pequeno carinho entre meus cabelos. Estávamos encolhidos no sofá, enquanto passava qualquer filme na televisão.
- Eu sinto falta dela. - enterrei meu rosto entre seu pescoço.
- Você nunca me contou sobre o que aconteceu com ela... - ele afagou meus cabelos.
- Porque eu nunca gosto de falar. - suspirei alto.
- Sabe que sempre vou estar aqui né? - afastei meu rosto para poder olha-lo.
- Obrigado. - sussurrei colando nossos lábios em um selinho demorado. - Não me disse porque foi embora ontem...
- Minha mãe passou mal.
- Ela tá bem? - voltei a encostar minha cabeça em seu ombro.
- Sim, ela só desmaiou, mas tá bem. - ele pegou o controle e começou a mudar de canal, deixando um silêncio chato.
- Sabe... Ontem eu queria te falar uma coisa, mas não consegui. - ele quebrou o silêncio. -
- Então fale agora... estamos sozinhos. - sorri torto.
- Quer ir lá pra cima? - ele sorriu malicioso, fazendo-me rir pela primeira vez no dia.
- Deixa de ser safado. - mordi os lábios rindo, mas antes que eu pudesse imaginar, Chris apenas deu um impulso e pegou no colo, andando até o andar de cima com ele.
- Não consigo. - ele riu - Pelo menos quando se trata de você.
- Nossa. - selei nossos lábios, então ele me colocou na cama e deitou-se por cima de mim, me enchendo de beijos. Puxei seus cabelos levemente, para que ele pudesse parar de beijar meu pescoço e beijasse meus lábios, e com certa delicadeza ele já foi tirando minha blusa, tacando a mesma em algum lugar.
- Tranca a porta. - murmurei com dificuldade e ele riu, saindo de cima de mim e fazendo oque eu havia pedido. Ele voltou sorrindo e engatinhou até mim na cama, beijando-me desde minha coxa, até chegar em meus lábios novamente.
E por um breve momento, as cenas daquele sonho de hoje tomaram conta dos meus pensamentos. Espremi os olhos para que eu pudesse esquecer aquilo, mas eu simplesmente não conseguia. Justin não saia da minha cabeça, e eu começava a achar que estava ficando mais confusa do que noiva quando vai escolher o vestido. E aquela voz, porque eu não poderia em aproximar de Justin? Não que eu quisesse, mas isso me intrigava, eu estava ficando maluca com isso, é torturante.
Chris passou seus dedos sobre minha intimidade, ainda por cima da roupa, mas foi o suficiente para me fazer esquecer daquelas coisas e voltar a me concentrar naquele momento com ele. Desci minhas mãos até a sua calça e apertei seu volume consideravelmente volumoso, esboçando um sorriso por sempre conseguir deixar ele naquele estado. Não perdi meu tempo e desabotoei com dificuldade seu jeans e comecei a desce-lo com sua ajuda, jogando-o no chão e voltando a beija-lo. Chris levou uma de suas mãos até a parte de trás do meu sutiã e tentou abrir o mesmo, sem vitoria.
- Na frente. - disse rapidamente com a respiração acelerada por estar sem folego. Ele sorriu e deslizou suas mãos até o feixo do sutiã, torcendo o mesmo até destrava-lo e tira-lo sem pressa. As vezes eu me impressiono como ele consegue ser calmo em relação á isso, já que sou toda afobada e sem paciência.
- Eu amo você. - então ele disse as palavras, aquelas palavras que me fizeram entrar em uma erupção de felicidade, que me fizeram esboçar o sorriso mais verdadeiro depois de tanto tempo. Meu coração palpitou mais rápido e eu pude desgrudar nossos lábios, vendo o quanto ele tinha ficado vermelho. - Eu tentei dizer ontem...
- Não importa, você disse agora. - sorri beijando-o.
- Eu amo muito você. - ele repetiu, fazendo-me explodir por dentro. Então eu não consegui dizer nada, apenas fechei meus olhos e o puxei para um beijo.
Já que afinal, um beijo fala mais que mil palavras.
Continua?
Ai vcs comentando, mas ainda sinto falta de umas pessoinhas.
que tenso esse cap, né?
kkkkkkkkkkkkkkkk
VCS NÃO TEM NOÇÃO DA SURPRESA QUE EU TO FAZENDO PRA VCS...
Assinar:
Postagens (Atom)