04 junho 2013
Two Pieces - Capitulo 1
- Mariana caralho, vamos logo. - a voz de Leticia ecoou pelo corredor oque me fez dar um pulo de susto, meu coração acelerou e eu me apressei nas coisas, ajeitei o vestido nas pernas e sai caminhando glamourosamente até a porta.
- Você anda muito nervosa princesa. - passei pela porta ignorando seu olhar fulminante sobre mim. Leticia era minha melhor e unica amiga. Conheci pouco tempo depois que me mudei para Los Angeles, quando precisei de alguém para dividir as despesas do apartamento ela foi gentil e legal concordando em morar comigo. Sabe aquele tipo de pessoa que aparece em sua vida pra te ajudar quando você mais precisa? Bem, Leticia era essa pessoa, costumo dizer que ela se tornou meu anjo da guarda, sempre que me meto em encrenca ou faço merda ela está lá pra me ajudar.
- Vamos, vamos, vamos. - ela me empurrava para fora do apartamento quase fazendo-me cair do meu salto quinze. Fui praticamente trupi cando chamar o elevador enquanto ela vinha rindo atrás de mim.
- Caralho. - resmunguei ajeitando meu sapato no pé.
- Essa noite nós vamos arrasar. - diz ela jogando seus cabelos enormes para o lado.
- Se você não me matar antes pode ter certeza.
Ela riu. O elevador chegou e nós entramos. Mexia compulsivamente os dedos um nos outros, movendo anéis de um lado para o outro enquanto esperava aquela maldição chegar ao térreo, meu medo de elevador vem desde mais cedo, não ria e nem me pergunte o porque mas eu tenho pavor de elevadores é como se eu me sentisse presa em um lugar que não fosse possível sair dali. Estranho, eu sei. Mas é uma coisa minha, algo que poucas pessoas sabem e se eu fico por muito tempo dentro de um elevador ou até mesmo um lugar muito pequeno e fechado, começo a ter falta de ar, minhas mãos soam e minha cabeça dói, é simplesmente horrível. A porta se abriu e um alivio tomou conta de todos os músculos do meu corpo, Leti caminhava na frente com a chave do carro em mãos, cumprimentei o porteiro com um leve aceno e sorri. Assim que saimos para fora do prédio um brisa gelada bateu sobre todas as partes do meu corpo que estavam descobertas. Me arrepiei de imediato.
- Nossa que frio. - murmurei caminhando até o carro. Leti destravou o mesmo e entrou rapidamente, fiz o mesmo e já fui ligando o rádio. Leticia soltou um grito estérico quando troquei de estação e estava passando uma das músicas novas de Justin Bieber.
- Cause all I need is a beauty and a beat... - ela cantarolou toda sorridente oque me fez rir revirando os olhos. - Como você sabia?
- Você acha mesmo que eu sabia? - ela riu tirando os olhos do transito rapidamente, aumentou o som e ficou cantarolando alto. Dei risada de sua histeria, tirei meu celular da bolsa e fiquei mexendo. Não que eu não goste do Justin mas eu não sou muito fã dele, não pense que eu odeie ele porque eu não odeio, eu apenas curto outros artistas, admiro muito a pessoa que ele é e suas músicas. Já Leticia é uma Belieber, acho que é assim que são chamadas as fãs dele e o fato de eu não odia-lo boa parte é por causa dela, que sempre me conta as novidades e um dia colocou pra assistirmos o filme dele, foi bacana e eu realmente adorei sua historia, mas tem uma coisa que cá entre nós ele é muito lindo e outra que eu nunca vou admitir é que com o passar do tempo ele mudou muito e anda digamos que bem... gostoso, tá você não leu isso, vamos fingir que nada aconteceu. Muitas garotas devem me achar no minimo estranha por não ser apaixonada por ele, mas eu seilá, só não curto muito, prefiro minha diva gomez. Ela é muito linda, fala sério.
Leti dobrou a esquina da danceteria que iriamos e estacionou um pouco distante.
- Nenhuma mensagem do Chris. - travei o celular soltando um suspiro triste. Leti desligou o carro e virou-se para mim, sabia que ela diria a mesma coisa de sempre mas nem disse nada.
- Você sabe muito bem oque eu acho, né? - assenti soltando um riso leve. - Já gostei muito dele.
- Porque não gosta mais? - era minha vez de olha-la.
- Coisas. - murmurou e saiu do carro. A curiosidade tomou conta do meu ser, sai as pressas atrás dela.
- Que tipo de coisas? - quando dei por mim já estava caminhando ao seu lado.
- Nada mari, vamos curtir a noite. - diz ela após segurar meu braço.
- Não, me diz, por favor.- parei antes de chegarmos a fila.
- Olha eu não quero estragar nossa noite, mas eu não me lembro que dia eu vi Chris com uma garota, eu achei estranho mas preferi não comentar porque você mesmo disse que ele tem muitas amigas. - isso era verdade mas eu não sei oque pensar. Franzi o cenho mudando completamente meu humor, duvida, medo, tensão, tudo junto. - Por isso que eu não queria te contar.
Ela suspirou e me deu um abraço rápido.
- Você vai esquecer isso essa noite, vai colocar um mega sorriso no rosto, entrar nessa boate e esquecer dos problemas aqui fora e eu não estou apenas falando, eu estou mandando. - ela sorriu sendo sinicamente fofa e me puxou. Se era pra esquecer dos problemas eu não pensei duas vezes, pintei meu sorriso de uma forma que ninguém pudesse perceber algo de errado comigo. Nós ganhamos entradas vips e não foi preciso esperar na fila, a casa estava lotada e isso até me deu um pouco de animação. Ao som de We found love, Leti segurou a minha mão passando pelas pessoas que dançavam sem se importarem com as outras. Ela atravessou toda a pista até chegar ao bar, sempre era assim quando saiamos para dançar, primeiro nós bebíamos um pouco e depois partíamos para a pista de dança. Sentei-me na pequena banqueta preta sem apoio de costas e rodei virando-me para o barman, sorri abertamente e passei os olhos pela tabela de bebidas.
- Um sexy on the beach, por favor. - uma risada contagiante ao meu lado fez-me virar sem pressas, Leti sorria feito boba ao conversar com um garoto que era muito bonito pra falar a verdade, roupas escuras, pele e cabelos claros, posso dizer que bem sexy. Mal chegamos e já estou me sentindo a tocha humana, apesar que ela sempre passa por isso quando sai comigo e Chris, falando nele peguei meu celular novamente e digitei uma mensagem.
- Aqui está um sexy on the beach para uma sexy lady. - o homem de olhos negros ao outro lado do balcão brincou comigo, sorrindo lindamente ao me entregar o que havia pedido, não consegui ficar quieta, soltei uma risada pegando o copo de suas mãos.
- Muito obrigado. - ele piscou para mim rapidamente e saiu para atender outras pessoas. Dei apenas um gole. Pura vodca. Gostei. Dei mais outro gole e sorri, era fraca pra bebida e com apenas um copo eu estaria sorridente, terminei de beber aquela dose e pedi outra, outra e mais outra. Precisava dançar agora porque já não aguentava mais segurar minha animação sentada em uma cadeira, Leti já havia ficado com aquele garoto e apenas conversava com ele agora.
- Vamos dançar? - perguntei descendo do banco.
- Agora baby. - ela sorriu, piscou para o garoto ao seu lado e me puxou para a pista de dança. Deixei que a batida da música levasse meu corpo, em ritmo descia até o chão e voltava, Leti me acompanhava e sempre sorrindo para mim. Mexia meu quadril conforme a batida de cada música, minhas costas estavam ficando molhadas de suor mas nem me importei com aquilo, só precisava extravasar um pouco e esquecer do mundo lá fora. Um garoto dos olhos brilhantes de aproximou e começou a dançar junto a mim, não me importei porque afinal era apenas uma dança, ele tentou me beijar mas eu não deixei, não seria justo com Chris fazer isso. O garoto sorriu mas não saiu, permaneceu dançando comigo pelo menos umas três músicas. Leti estava beijando outro garoto e aquilo me fez rir, me desequilibrei e por muita sorte outro garoto me segurou, ele riu, me fitou e tentou me beijar, otimo, parece que todos querem me beijar está noite mas isso só acontece porque sou comprometida. Voltei a dançar e prestar atenção nas luzes, havia um grande espelho no teto e eu pude me ver perfeitamente, soltei uma risada voltando a olhar para baixo antes que ficasse tonta, aliás eu já estava tonta bastava apenas um deslize que eu cairia que nem merda no chão. Leti segurou minha cintura e ficou descendo até o chão, nossas risadas não se comparavam a música em surdamente alta, minhas pernas doíam mas eu não queria parar de dançar agora.
Foi ali no meio da multidão de pessoas alegres, sorridentes, pessoas que podiam estar para esquecer dos problemas, outras por diversão. Foi ali que meu mundo caiu e meu coração se quebrou. Minha vista ficou embaçada não apenas pelas lagrimas mas também pelo odio, raiva, pela angustia, fechei meu punho parando de dançar, segurando-me para não fazer o que não deveria, era como se ninguém mais existisse, meu coração ou pelo menos o resto dele estava batendo muito rápido, o sangue pulsava em minhas veias rapidamente. Enquanto eu estava preocupada em não ficar com ninguém, rejeitei dois garotos lindos, perfeitos por causa de um infeliz, um idiota que estava bem ali debaixo do meu nariz, me traindo, com a tal garota, aliás, uma das amiguinhas que ele tinha, tem noção do quanto isso tá doendo agora? Chris e eu namorávamos a quase quatro anos.
Não sou dois, três, ou nove meses, são quatro anos. Quatro anos em que neste exato momento eu estou me arrependendo de ter vivido, será que esta era a primeira vez que ele fazia aquilo? Ou apenas uma vez de muitas outras? Eu estava me sentindo uma completa idiota, porque tudo aquilo, todas as palavras e juras de amor ditas foram apenas ilusões, ele nunca me amou, nunca se quer se importou como parecia se importar.
Quantas vezes ele riu de mim quando eu disse que o amava, quantas?
- O que foi? Parou porque? - Leti chamou minha atenção.
- Veja você mesma. - apontei para direção de Chris que se comia com a garota, percebi que minhas mãos estavam tremulas. Leti abriu a boca em cara de espanto, não porque ele estava com uma garota mas por eu ter visto aquilo, ela ficou afobada, sabia que eu agiria por impulso e eu estava pouco me fodendo para o locar onde estávamos. Ignorei trilhões de palavras que tentavam me impedir e caminhei pisando fundo esbarrando em todas as pessoas que entravam em minha frente, elas não tinham culpa de nada mas naquele momento eu não estava me importanto muito com isso. Chris e Nicole se beijavam, esse era o nome da vadia, havia me lembrado.
- Então quer dizer que você não está na sua esquina hoje? - falei assim que separei os dois sem delicadeza alguma, a garota me olhou assustada, ela sabia quem eu era mas não esperava por aquilo.
- Desculpa, oque disse? - pareceu ofendida.
- Mari? - Chris se pronunciou também surpreso por me ver.
- Mariana pra você. - o olhei com raiva.
- Mari eu, eu...
- Não precisava dizer nada, eu vi tudo com os meus proprios olhos. Só curte bem a vadia. - sorri sinicamente e uma lagrima caiu, dei graças a Deus por estar escuro, quando ia sai Nicole se pronunciou.
- Você me chamou do que? - ela estava proxima demais, Leti estava do meu lado.
- Nada demais flor, só quem você é mesmo.
- Olha aqui garota... - ela apontou o dedo para mim mas eu fui rapida e dei um tapa estalado em sua mão, tirando ela de minha frente.
- Olha aqui você sua vadia, não tem moral nenhuma pra tirar satisfação comigo. - a uma altura dessas tinha perdido o controle da situação. - Eu deveria esfolar sua cara no chão, você estava com o meu namorado... - ri sem humor - Ex-namorado, e ainda acha que estava certa? Me desculpa amorzinho, mas pra mim isso é ser vagabunda.
Ela levantou novamente o dedo na minha cara e eu não pude me controlar mais, parti pra cima dela puxando seu cabelo com a maior força que eu consegui. As pessoas ao nosso redor fizeram uma roda, Leti tentava me tirar para trás e Chris também, forcei minhas unhas sobre o rosto de Nicole com bastante força até sentir afundar em sua pele, quando isso aconteceu deslizei deixando a minha marca ali, dei varias tapas e até arrisquei um soco no olho dela que com certeza ficaria roxo. Senti meu corpo ser puxado bruscamente para trás, meus cabelos me impediam de ver alguma coisa porque estavam jogados em minha cara, passei a mão no rosto tirando-os e pude ver quem me segurava. Chris tinha seus braços em volta de minha cintura e eu não pensei duas vezes em me soltar.
- Me solta seu filho da puta. - tirei bruscamente seus braços de mim, virando-me para ele e acertando-lhe um tapa estalado no rosto.
- Mari... - ele ia dizer algo mas eu sai correndo, não aguentava mais, precisava descarregar tudo. Sentia que ele estava atrás de mim, sai na rua e não havia muitas pessoas as lagrimas haviam dado o sinal de start e caiam sem parar. - Mariana, espera, para.
- Não. - gritei. - Eu não quero te ouvir, eu não quero que você venha com qualquer historia de que aquilo não foi o que parecia, eu não quero te ver nunca mais, eu não quero lembrar de você, me esquece.
Tapei meu rosto com vergonha das lagrimas.
- Mari, não faz isso. - ele se aproximo
- Não faz isso? - olhei bem para ele incrédula. Lindo como sempre. Cabelos negros, bem pentados para cima, seus olhos claros e cativantes. O garoto por quem eu me apaixonei não era mais o mesmo, não aquele que estava ali em minha frente. - Você acha mesmo que depois de tudo que eu vi, você espera que eu continue com você? Eu não quero ver você nunca mais.
- Mari, pelo amor de Deus. - ele se aproximou e segurou nos meus ombros, olhando nos meus olhos.
- Eu achei que você me amasse. - as lagrimas tinham controle por si mesmas.
- Mas eu amo você. - ele parecia desesperado.
- Então me deixa ir. - pedi baixo.
- Não.
- Chris, por favor. - tentei me afastar mas ele me puxou rapidamente fazendo meu corpo se chocar com o dele.
- Não faz isso, por favor, me perdoa. - ele me apertava de certa forma que me fazia querer deixar tudo para trás e dar uma chance, mas eu não era assim, se eu fizesse não seria eu. Me afastei e segurei seu rosto, fazendo ele olhar em meus olhos.
- Foi bom... enquanto durou. - molhei os lábios sentindo o gosto salgado das lagrimas - Mas essas coisas acontecem, a vida é assim e... agora, por mais que dificil seja...
- Não, por favor... - ele murmurou, quase como um sussurro.
- Vai cada um pra um canto, viver a vida... porque, eu, eu não vou conseguir ficar com você novamente, você me conhece muito bem e sabe que eu sou orgulhosa o suficiente pra ...
Leticia surgiu do nada sem querer atrapalhando. Ela abriu a boca pra falar alguma coisa mas fechou rapidamente, ficou nos olhos meio sem entender o que estava acontecendo.
- Adeus Chris. - minha voz saiu mais tremula do que eu pude controlar. Soltei minhas mãos de seu rosto e
pude senti-las molhadas, porque ele estava chorando? porque todo aquele desespero? Eu não entendo.
Leticia segurou minha mão e caminhamos até o carro, eu não queria ir pra casa, eu queria ficar sozinha, queria chorar, limpar o pulmão de qualquer forma possivel mas sozinha. - Eu não quero ir pra casa.
- Que? - ela parou
- Eu disse que não quero ir pra casa.
- Sem chances de eu deixar você aqui sozinha nesse estado. - ela tentou puxar meu braço.
- Por favor Leti, eu preciso ficar sozinha. Você sabe que eu não faço besteira, eu só preciso pensar um pouco. - limpei o rosto com a palma da mão.
- Mari, eu não posso.
- Porque? Eu te imploro cara... me deixa
- Promete que não vai falar com estranhos, beber, se drogar ou até mesmo tentar se matar?
- Tenho cara de quem faz isso?
Ela riu.
- Não mas não custa lembrar. - um sorriso vindo dela fez-me sentir um pouco melhor, em seguida de um longo abraço. Deixei mais algumas lagrimas cairem e me afastei.
- Eu prometo que volto antes do amanhecer, conheco essa cidade com a palma da minha mão.
- Você vai acabar me deixando preocupada.
- Eu vou ficar bem.
Ela sorriu torto.
- Sabe que eu sempre vou estar aqui pra você, né?
- Eu sei. Por isso que eu te amo. - a abracei novamente. Ela riu e se afastou.
- Se cuida. - ela deu um beijo em minha testa - E qualquer coisa liga pra mim ou pra policia.
- Beleza. - ri vendo-a se afastar. Olhei para todos os lados e não tinha a minima noção para onde ir, só deixei o vento me levar.
Continua?
LINK DA SINOPSE
com meu nome divo e a barbara palvin maaravilhosa
Eu peço perdão do fundo do meu coração mesmo.
Obrigado quem entende.
Mas eu planejei uma coisa e saiu diferente.
Então.
Essa farei com mais calma, alias tem capitulos prontos, feitos com calma.
Dois capitulos por semana tá bom?
Preciso estudar.
Eu amo vocês, sério, eu me importo.
03 junho 2013
Jovens.
Gente, preciso botar uma coisa pra fora. Talvez voces nao irao gostar mas eu nao consigo, nao ta dando mais, eu vou parar World of chances porque ela nao ta saindo do jeito que eu queria. Eu planejei uma coisa e ta saindo outra completamente diferente, entao eu vou parar ela e nao sei se algum dia eu vou refaze-la, o fato é que eu ja escrevi varias historias e eu nunca tipo me senti enjoada delas como eu to de woc, é estranho mas se ela nao sai do jeito que eu quero eu nao vou me sentir satisfeita e vou entender que voces nao estao gostando.
Voce vai parar de escrever?
Nao, vou comecar a postar outra historia que eu tenho pronta no meu computador.
Me desculpem, é serio, ta dificil.
E outra coisa, eu nao estou nada bem, meu psicologico ta fodido e boa parte pra eu nao conseguir fazer woc do jeito que imaginei é por causa disso.
Por favor, tentem me entender. Ta complicado pra mim.
Não parem de ler o blog porque eu nao vou parar de escrever, isso daqui é tudo pra mim. Eu nao ligo pra quantidade mas as poucas sao importantes.
Só isso.
Nao me odeie.
Nao me xingue.
Sao apenas problemas na minha cabeca.
Vai passar...
17 abril 2013
Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 14
Silêncio. Justin me olhou uma, duas vezes e desviou o olhar. Não foi uma das melhores horas para contar que teria que voltar para Falls, mas eu já havia contado antes que uma hora ou outra eu precisava voltar, apesar de todo meu coração estar nessa cidade, de todo o motivo de viver estar sentado bem na minha frente com a cara emburrada e pensativa, eu ainda precisava terminar a faculdade para poder voltar de vez. Justin batia o pé sem parar no chão e aquilo de certa forma estava me irritando profundamente, tinha as passagens em mãos para voltar amanhã a noite e a unica coisa que eu precisava era passar meu dia com ele, mas pra que isso pudesse acontecer, antes ele precisa deixar de ser birrento.
- Justin. - o chamei e ele apenas me olhou - Não é hora pra você emburrar. Eu avisei que mais tarde ou mais cedo teria que voltar para Falls e você precisa entender isso, não somos mais criancinhas.
Ele permaneceu em silêncio deixando-me mais irritada ainda e eu pior é que ele percebia e fazia de proposito. Filho da puta, eu estava com uma vontade de meter a mão na cara dele, de tanta raiva.
- Justin, fala alguma coisa.
- Oque quer que eu diga? - perguntou rude. Alguém me segura, minha mão estava prontinha pra um tapa mas assim não fiz.
- Está agindo feito criança. - me irritei. - Escuta uma coisa, você sabia disso desde o momento em que eu pisei aqui alguns dias atrás, mas poxa será que pode deixar de ser egoista? Eu estou quase terminando a faculdade, são apenas 6 meses pra menos, logo logo eu voltarei pra cá, não pretendo morar lá Justin. Olha pra mim. - ele me olhou - Desfaz esse bico e vem passar o dia comigo, por favor? - ele era orgulhoso, não daria o braço a torcer de uma hora pra outra, mas eu sabia exatamente como fazer. Bufei irritada soltando um palavrão e me levantei até onde ele estava sentado, subi em seu colo ficando de frente pra ele e puxei seu rosto para perto pelo colarinho da camiseta dele, colei nossos lábios e de começo ele se assustou com meu ato, mas suas mãos logo estavam sobre meu corpo, o colando mais á ele. Suguei sua linguá de forma rápida oque fez Justin arfar e partir o beijo a procura de ar. Mas eu não deixei que ele respirasse por muito tempo, puxei-o pela nuca e juntei novamente seus lábios aos meus, com a mesma intensidade do beijo anterior, abracei seu corpo e pude sentir suas mãos esparradas sobre minhas costas e uma delas foi descendo até chegar em minha bunda e dar um apertão forte, que dessa vez foi eu quem parei o beijo, também procurando por ar. Justin tinha sua respiração alta e acelerada, deixando brotar aquele sorriso safado no canto dos lábios, sabe, aquele que me deixa no paraíso.
- Isso é golpe baixo. - ele murmurou tomando ar.
- Foda-se. - selei seus lábios e me sentei ao seu lado. - Vai sair comigo ou não?
- Se você prometer me recompensar a noite. - seus lábios tocaram meu pescoço, fazendo-me fechar os olhos e morder os lábios.
- Tudo bem Justin, você só pensa em sexo... - ri fraco.
- Como se você não pensasse. - ele se levantou caminhando até a porta e eu não disse anda, afinal quando se está com ele não tem como não pensar em sexo. Levantei-me o acompanhando até a porta, ele abriu e nós saímos até seu carro.
Depois de bons minutos rodando a cidade, decidimos parar pra almoçar no McDonald tudo bem que comer lanche no almoço não era saudável mas eu estava com uma puta vontade de comer um Big Mac e quase me ajoelhei no chão para que Justin me levasse até lá, ele até ficou tirando uma com a minha cara dizendo que se eu ajoelhasse teria que rezar, se é que você me entende, depois eu digo que tudo pra ele é sexo ninguém acredita. Ficamos andando por um longo tempo no centro da cidade, olhando as lojas e gastando dinheiro com bobeira, comprei algumas lembranças para Alex e Chaz, até brigar com Justin por uma crise de ciúmes dele, imagina se ele fica sabendo que nós transamos também. Não quero imaginar. Estava exausta quando Justin me botou dentro do carro e parou em uma praça qualquer. Jogamos conversa fora, beijos, caricias e ele teve que pagar um algodão doce porque aquele cheirinho de açúcar queima estava me deixando com aguá na boca.
- Gorda. - ele estava rindo da minha cara por melar as mãos com o algodão doce
- Cala boca idiota. - lambi meus dedos fazendo Justin rir.
- Olha pra você Lu, tá parecendo uma criança de 3 anos. - Justin deitou-se na grama rindo de mim.
- Ain Justin, tá melado. - resmunguei me deitando.
- Eu avisei que você ia se lambuzar toda.
- Ah, vai cagar. - me virei pro lado.
- Ui, ficou bravinha foi? - ele me puxou pelo ombro, rindo de mim. - Você anda com o pavio muito curto, não acha? Tá na tpm?
- Minha mão tá prontinha pra acertar esse seu rostinho lindo se você não parar de me irritar. - o fuzilei e o retardado ficava rindo de mim.
- Aw bebê, quanto amor. - ele me abraçou, esquecendo-se das minhas mãos meladas.
- Eu to irritada Justin Bieber. - grunhi e ele me beijou.
- Passou?
- Não.
- Então vai se foder.
- Só se você for comigo. - ri de mim mesma, fazendo até ele rir.
- Essa frase é minha.
- Foda-se, não perguntei se a frase é sua, só foi uma forma de dizer pra você levantar essa bunda daqui e me levar pra casa porque agora eu quero foder com você.
Justin não segurou e riu alto, muito alto, mas em instantes ele já estava em pé me ajudando a levantar.
- Corre morena, porque provocou agora vai ter que aguentar. - ele me puxou até o carro rindo. Em instantes Justin chegou em casa. Era engraçado o desespero dele por sexo. Nem vi como sai do carro e parei na sala de sua casa, Justin veio pra cima de mim com velocidade, parecia que não fazia isso á anos e arrancou minha jaqueta, arremessou para qualquer lugar e riu da minha cara. Sua mão forte segurou minha nuca e puxou-me para um beijo violento e de pura luxuria, arranhei seus braços até chegar em sua blusa e levanta-la para cima, sua mão apertou minha coxa e me ergueu até seu colo, envolvi minhas pernas em volta de seu corpo sem parar de beija-lo. Justin era rápido e logo já estava apenas de roupas intimas no meio da sala, ele foi me deitando com calma no sofá e partiu o beijo para me olhar um pouco. Fiquei excitada apenas com seu olhar. Aquele olhar. Ele começou a beijar meu pescoço, colo, buço, até chegar na minha barriga e voltar para minha boca, suas mãos estavam por todo meu corpo, sua pele quente em contado com a minha fervendo me causava arrepios, estávamos em chamas, meu corpo e o dele. Pele com pele. Olhar com olhar, mais juntos era quase impossível Com uma ajudinha tirei sua calça e sorri vendo seu membro pulsando de duro por dentro da boxer azul marinha. Mordi os lábios quando seus dedos afastaram minha calcinha e ele me tocou, masturbando-me com rapidez e agilidade, fazendo-me cravar as unhas em suas costas quando senti meu primeiro orgasmo chegar.
- Agora é minha vez. - empurrei Justin fazendo ele se sentar no sofá e puxei sua cueca para baixo, segurei seu membro completamente ereto na mão e comecei com movimentos divagares com a mão, até me posicionar e cair de boca no meu brinquedo favorito. Justin soltou um gemido rouco e segurou meu cabelo, me ajudando com os movimentos.
- Lua, eu vo... - antes que ele pudesse parar de falar senti seu liquido quente em minha boca. Justin me assustou quando agarrou minha cintura e me deitou no sofá e sem mais enrolação me penetrou fundo, oque me fez gemer um pouco alto. Ele me entocava sem parar me proporcionando um enorme prazer.
- Goza pra mim. - ele murmurou no meu ouvido me deixando louca, poucos segundos depois minhas pernas fraquejaram e eu senti meu liquido escorrendo, com aquela sensação boa. E em poucos minutos Justin me preencheu com seu liquido quente, e se tacou ao meu lado.
- Mais uma? - quebrei o silêncio quando consegui voltar a respirar normalmente. Justin riu pelo nariz e me puxou para seu colo.
- Não cansa não? - ele beijou meu pescoço.
- Não, vou ficar sem isso durante 6 meses, então aproveita porque não quero você comendo puta. - ele riu e eu me sentei em seu membro e fiquei assim parada, beijando seu pescoço, alterando para seus lábios.
- Vai logo. - ele segurou minha cintura, podia sentir agonia em sua voz e aquilo era um tanto torturante que eu sei. Comecei a me movimentar em seu colo, quicando em seu pau com sua ajuda.
Justin gemia abafado no meu ouvido e imagina o quanto aquilo estava me deixando louca? Sua respiração batendo sobre meu pescoço não ajudava muito e logo eu havia chegado ao meu terceiro orgasmo, Justin gozou novamente e agora eu estava exausta. Me joguei no tapete da sala buscando por ar.
- Banho? - ele sugeriu enquanto eu vesti apenas a calcinha e o sutiã em vão.
- Quem chegar por ultimo fica com o chuveiro. - sai correndo na frente mas Justin trapaceou e me pegou pela cintura, colocando-me para trás e passando na minha frente. Comecei a rir no meio da escada, ele estava pelado e aquilo foi muito engraçado, terminei de subir as escadas e ele já estava enchendo a banheira. - Você roubou, não vale.
- Isso se chama ser esperto.
- Palhaço. - ri entrando na banheira enquanto ela enchia.
- Ei, eu estou enchendo pra mim.
- Foda-se.
- Só sabe falar isso. - ele entrou na banheira também.
- Foda-se. - comecei a rir e fui para o lado dele. - Com licença moço, será que eu posso te dar um beijo?
- Não. - ele riu.
- Foda-se. - gargalhei puxando-o pela nuca e juntando nossos lábios.
Continua?
Gente, eu tirei 7,5 em fisica cara :3
até ganharam parte hot por causa da minha felicidade. hihi
Pessoa vem aqui e faz putaria nos comentários, vá se foder colega.
Não gosta, não lê porra.
Tenho o pavio curto e ai? FODA-SE.
15 abril 2013
Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 13
14 abril 2013
Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 12
Aquela brisa gelada novamente fez com que eu acordasse, mas ao contrario de algumas horas atrás já tinha amanhecido. Curvei meu corpo para frente, na tentativa de me sentar na cama, fazendo com meu corpo rangesse de dor, dando sinais do resultado da noite passada, minhas roupas e as de Justin estavam espalhadas pelo quarto e o lençol da cama se encontrava todo desarrumado, aquilo me fez sorrir fraco e assim que pus meus olhos nele foi inevitável não sorrir mais ainda. Justin mantinha-se deitado de bruços com a bundinha empinada para cima, vestindo apenas sua boxer preta que o deixava um tanto sexy, suas costas estavam descobertas e olhar para elas me fez morder os lábios, já disse o quanto esse homem é gostoso? E com a marca de minhas unhas em sua pele ficou mais sexy ainda.
Sem fazer muito barulho sai da cama em direção ao banheiro, minhas pernas doiam um pouco e vocês devem estar pensando besteira, pois pensem mesmo, Justin acabou comigo na noite passada. Parei-me de frente ao espelho assustando-me com a imagem a minha frente, meus cabelos estavam bagunçados e cheio de nós, meu rosto se encontrava em pessimo estado e meus olhos profundos e vermelhos.
- Caralho. - murmurei abismada passando minha mão sobre meu braço esquerdo, onde havia um belo roxo causado por Justin. E agora me vendo nesse estado, será que fizemos tanta bagunça assim? Será que os vizinhos ouviram meus gemidos durante a madrugada e será que a coisa foi tão selvagem assim pra ele ter me deixado roxa?
Gargalhei imaginando todas essas respostas e vesti uma camiseta de Justin que estava pendurada no banheiro, voltei para o quarto e ele ainda dormia feito pedra na cama. Desci até a cozinha sentindo meu estomago roncar de fome e não demorei muito pra começar a atacar tudo que vi pela frente, pães, leite, cereal, danone, acho que comi pelo menos uma cartela toda deles, Justin me mataria mas foda-se, eu estava com fome. Senti a brisa gelada novamente tocar meu braço, fazendo-me arrepiar dos pés a cabeça.
- Sério que você tem medo de mim? - aquela voz fez com que eu me assustasse, arremessando o pote de danone pra longe de mim.
- Poxa, precisa me assustar assim? - levei minhas mãos até o coração.
- Olha, quando você me contou que via gente morta, eu achei que era mentira. - Pati riu sentando-se em uma das banquetas. - Porque se assustou ontem?
- Eu não estava preparada, ok?
- Mas sabia que eu viria, não sabia?
- Não imaginei. - fui sincera.
- Tudo bem. - ela riu. - Não vim ficar muito tempo, só passei pra dar um oi e te contar umas coisas.
- Ta bom amiguinha do além, fala... - me apoiei no balcão.
- Muito engraçada você
- Fala logo
- Sabia que ser morta é legal? - revirei os olhos - Sério, eu posso ir pra onde eu quiser e assustar as pessoas. Tipo ontem, eu passei na casa da Beatriz, lembra? Aquela menina folgada que odiava agente no colegial?
- Lembro. - disse entediada.
- Então, imagina a cara dela quando as coisas do quarto começaram a ter vida propria. - ela dizia aquilo com um sorriso nos lábios, como se fosse a coisa mais divertida do mundo.
- Ai sua ridicula. - resmunguei.
- Faz um favor pra mim? - ela ficou séria.
- Diga.
- Diz pra Fran que eu a amo muito, eu nunca deixei de lutar pra sobreviver mas meu estado era grave, diz que eu peço desculpas pelas besteiras que cometi e que me arrependo e diz também que todas as noites eu durmo com ela.
- Que medo de você.
- Relaxa amiguinha, eu não vou mais ficar observando você chupando o pau do seu namorado. - ela gargalhou vendo minha cara de panico.
- Ai sua vadia, você viu? - tapei o rosto.
- Na boa, que coisa grande. - ela gargalhou novamente.
- Se você fosse real eu te daria uma porrada agora. - sai andando dali.
- Quanto amor, ah... Luana, se prepare tá?
- Pra que? - parei na ponta da escada.
- Só estou pedindo que seja forte, e use camisinha da proxima vez. - ahn? Do que ela estava falando? Me virei para vê-la mas ela já não estava mais lá. Aquele papo foi estranho e constrangedor para mim, subi as escadas rapidamente e Justin ainda estava dormindo, hora de acordar. Pulei em cima das costas do coitada, já sentindo ele acordar aos poucos com aquele humor belo que ele acorda.
- Filha da puta. - sua voz saiu abafada - Sai de cima das minhas costas porra!
- Bom dia pra você também amorzinho. - sai de cima dele e me joguei ao seu lado em seguida beijando seus lábios antes que ele começasse a xingar, mas fui surpreendida por um sorriso que me fez sorrir.
- Bom dia amor. - ele sorria, cara que doido na boa.
- Mudou de humor rapido eim, que foi, lembrou da noite de ontem? - mordi os lábios e ele riu.
- E que noite? - ele tentou me beijar mas eu o impedi
- Você tá com bafo, vai escovar os dentes. - sai rindo da cara dele até a sala.
Me joguei no sofá e liguei a televisão, depois de 20 minutos Justin desceu as escadas de banho tomado e exalando a casa com seu perfume.
- Ué, vai sair e não me chamou? - ele riu.
- Vou resolver umas coisas no trabalho, achei que você iria na casa da Fran hoje.
- Puta merda, é verdade. Vou tomr banho, não demoro.
- Mas você não tem roupa aqui.
- Vai lá em casa e pega uma pra mim, por favor. - corri para o banheiro sem olhar para trás, tomei um banho flash e quando sai Justin já estava no quarto com uma troca de roupa minha, ele é perfeito ou não é?
- Ain, obrigado. - dei um beijo nos labios dele e vesti a roupa rapidamente, prendi o cabelo e passei o perfume de Justin.
- Vamos?
- Rapida você. - ele sorriu vindo até mim.
- Like a boss.
- Besta, só saio daqui se você me der meu beijo.
- Precisa pedir? - ele não disse nada, apenas encostou os lábios nos meus e iniciou um beijo.
12h49.
Justin havia me deixado na casa da Fran e seguiu para o trabalho, quando cheguei ela estava preparando o almoço só porque eu disse que viria, uma fofa eu sei.
- Hum, isso parece bom. - parei-me ao seu lado do fogão.
- É macarrão, eu sei que você ama.
- Adoro. - mordi os lábios.
- Tá pronto. - ela desligou o fogo e levou a panela até a mesa que já estava pronta, me sentei em uma das cadeiras e ela fez questão de me servir.
- Ai que delicia. - comecei a comer, escutando meu estomago roncar.
- E ai, me conta como foram esses 4 anos longe?
- Os piores da minha vida. - disse de boca cheia.
- E pegou muito gatinho? - ela piscou pra mim.
- Alguns. - dei de ombros - Quando eu saia com a Alex e o Chaz pra dançar eu pegava um ali, outro aqui, mas nada sério.
- Até porque eu nunca vi alguém tão apaixonada como você. - ela me fez sorrir.
- Eu amo o Justin, você sabe.
- Sei mesmo, passaram-se 4 anos e nada mudou?
- Nadinha, acho que até amo ele mais ainda.
- E o sexo? - ela riu - Foram 4 anos sem sexo? hum. - ela sorriu maliciosa.
- Bem... - ri - Logico que não.
- DANADA. - ela gritou me assustando um pouco - Eu sabia, quantos foram?
- Eu só transei duas vezes com o Chaz, não sou tão necessitada assim.
- COM O CHAZ? - seus olhos se arregalaram até ela começar a rir. - Justin sabe?
- Não, será que eu conto?
- Ai é com você gatinha, se você não for se sentir sufocada com isso guardado
- É, eu conto depois.
Depois que terminamos de comer, ficamos jogando conversa fora enquanto assistíamos televisão.
- Sente falta dela né? - me referi a pati.
- Muita. - ela abaixou a cabeça mas levantou em seguida.
- Sente muito frio a noite, não é?
- Nossa, muito. Como você sabe? - ela me olhou assustada.
- É a Pati. - sorri olhando para o nada - Ela dorme com você todas as noites.
- Ahn? Do que você tá falando? - para o azar de Fran meu celular começou a tocar e quando olhei no visor quem era não exitei em atender.
- Oi amor?
- Oi. - sua voz estava entrecortada.
- Tá tudo bem? - me ajeitei no sofá.
- Lua, lembra que eu precisava te contar uma coisa?
- Sim, eu lembro, oque tem?
- Passa lá em casa, eu vou te contar tudo hoje.
- Tá, mas agora?
- Se possivel sim.
- To indo então.
- Lua..
- Oi?
- Não se esqueça que eu te amo, ok? - ele estava estranho
- Eu também te amo Jus.
Algo estranho, muito estranho.
Continua?
Ita, oque será eim?
alskdjaskld gente
Quem tá ansiosa para World of chances, vai ser algo diferente das outras, vai ser perfeito
eu disse que ia tentar superar my favorite vacation, talvez alkjnfdaskjlf
tenho prova amanhã, me desejem sorte