17 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 23

14 dias depois. 

O baile de formatura estava cada vez mais perto, assim como os fins das aulas e finalmente as férias. Christian tem se afastado de mim sem mesmo me dizer o porque, isso me preocupa porque a unica coisa que eu não quero é ver ele de mal, ou triste comigo. Justin vai sair do hospital hoje e eu estive preparando uma pequena surpresa pra quando ele chegasse em casa. E eu tenho certeza que isso o deixara feliz. Pedi que Pati me ajudasse, afinal ela é boa com essas coisas, então deixei ela na casa de Justin e corri para o hospital, estava meio atrasada. 

- Cheguei a tempo. - perguntei a enfermeira que sempre cuidava de Justin.
- Sim. - ela sorriu.
- Otimo. - rapidamente corri até o quarto onde Justin estava entrando sem nem mesmo bater.
- Até que enfim, achei que fosse apodrecer aqui. - Justin resmungou sentando-se na cama.
- Engraçadinho. - coloquei a pequena bolsa que havia trazido com uma muda de roupas pra ele. - Quer ajuda no banho? 

Ele sorriu maliciosamente, fazendo-me revirar os olhos.
- Mesmo se eu não quisesse, você teria que me ajudar. Ainda estou fraco. - ele passou seu braço por meu pescoço, apoiando-se para levantar. 
- Tá pronto pra voltar pra casa? - passamos pela porta do banheiro.
- Eu já teria saido dessa merda assim que acordei. - ele se apoiou na pia, ri fraco ligando o chuveiro.
- Tira a roupa. - ri sapeca.
- Tira você. - ele sorriu malicioso. 
- Bieber, não perde uma. - caminhei até ele, tirando aquele avental hospitalar ridiculo, deixando-o sem nada. Justin me puxou para perto de si colando nossos lábios ,mas eu me esquivei. - Justin, não vou transar com você em um hospital.
- Ah qual é? - ele resmungou andando até o chuveiro. 
- Tu tá fraco ainda, vai logo. - empurrei o mesmo deixando a aguá cair sobre ele, e que cena mais... calorosa. 
- Não quer transar comigo, mas fica me olhando desse jeito.- ele resmungou pegando o sabonete da minha mão.
- Termina logo. 
- Achei que você ia me dar banho.
- Não, eu estou aqui pra te ajudar caso precise, mas você é forte. - pisquei pra ele - Agora vai logo, vou pegar sua toalha. 

Voltei para o quarto e peguei a toalha que tinha trazido de sua casa, esperei um tempo para que ele pudesse levar um tempo e voltei ao banheiro, entreguei a toalha para ele e sai esperando que ele se arrumar. Minutos depois ele saiu prontinho ajeitando o cabelo debaixo do boné.
- Pronto? 
- Vamos embora daqui logo. - ele caminhou até a porta, fazendo-me rir. Peguei suas coisas e o segui, passei na recepção e assinei umas coisas e aproveitei para agradecer ao doutor que tomou conta de Justin. Foi uma luta pra insistir Justin que ele ainda não podia dirigir, bem ele podia mas é meu carro então eu dirijo. O caminho todo ele foi calado, acho que ainda sentia dor sobre o abdômen  assim como o médico diria que seria normal, nada para se preocupar. Parei o carro de frente a sua casa mesmo e desci pegando as coisas, Justin desceu junto e caminhou lentamente até a entrada de casa, eu sabia que ele teria uma surpresa então corri para acompanha-lo, queria ver sua reação.
 
- Surpresa. - Todos que eu havia chamado estavam ali, eram poucos porém importantes. Jeremy, Jazmyn, Jaxon, Ryan, Chaz, todos que eu consegui me comunicar, ah e Pati que aprontou tudo.
- Eu não acredito. - ele estava surpreso, com um sorriso gigante nos lábios. Oque me fez sorrir. 
- Boo boo. - Jazzy soltou a mão de Jeremy e correu até Justin que se abaixou para ficar na sua altura e dar-lhe um abraço.
- Minnie. - Justin estava emocionado, mas não chorava e nem iria chorar, não na frente de todos nós. 

Justin P.O.V

Acho que eu nunca me senti tão feliz na minha vida. Ter o que restou da minha familia ali perto de mim, todos aquelas pessoas que eu amam ali me recebendo novamente, é sem explicações oque eu to sentindo. Dei um longo abraço no meu pai e pedi desculpas por tudo, por todos os erros e ele acabou me perdoando, eu estava realmente arrependido e eu espero que ele tenha percebido isso. 
Jaxon estava em um canto junto á ele, timido e eu me aproximei.
- Não vai dar um abraço no seu irmão? - me agachei e ele correu até mim, envolvendo seus pequenos bracinhos em volta de meu pescoço. 

Eu me sentia finalmente bem, feliz, completo. Era uma sensação incrivel.
- Você cresceu. - me levantei pegando-o no colo. - Sentiu minha falta?
- Sim. - ele disse baixo com vergonha, fazendo-me sorrir.
- É? Eu também senti sua falta. - beijei seu rosto. - Vão ficar até quando? - perguntei ao meu pai que estava ao meu lado.
- Eu tirei férias do trabalho então não vejo problema em ficar alguns dias a mais aqui. 
- Sério? - sorri colocando Jaxon no colo que saiu correndo para algum lugar.
- Sim, principalmente pra ajudar você a concertar essa sua vida. - ele ficou sério. - Sério Justin, se meter com traficantes? - eu não sabia oque dizer. - Eu sei que você se arrepende, mas eu te falei tanto pra não se meter com droga de novo, sei também que é difícil parar de usar mas com esforço, com força de vontade você consegue. 
- Desculpa pai, eu só me sentia sozinho e uma necessidade enorme de querer usar e...
- Tá isso passou e eu to aqui pra te ajudar, aliás todos nós vamos te ajudar. Não adianta brigar com você se já passou, se tudo já aconteceu porque não vai adiantar, você aprendeu a lição depois de que essas coisas aconteceram e... eu vejo que está arrependido. - ele pousou sua mão em meu ombro. 
- Obrigado pai. - o abracei, matando toda saudade que eu guardava. 
- Você é um ótimo filho Justin, eu acredito que pode mudar. 
- Jus, vem tomar sorvete comigo, vem. - Jazzy apareceu puxando minha mão, interrompendo aquela conversa breve com meu pai. 
- Tem sorvete? - perguntei confuso, que eu me lembre mal tinha coisas de comer nessa casa.
- Tem, a Lua comprou. - Jazzy me arrastou até a cozinha, onde Luana estava colocando sorvete em potinhos pequenos para Jaxon e provavelmente para todos nós. 
- Toma neném. - ela entregou um pontinho cheio de sorvete de flocos para Jaxon que saiu correndo para a sala. 
- Eu quero de morango. - Jazzy parou ao seu lado. 
- De morango, ok. - ela me olhou rapidamente e sorriu, pegando outro pote de sorvete de morango e colocando sobre um dos potinhos pequenos que eu nem sabia que existia lá em casa. - Quer cobertura? 
- Sim. 
- De chocolate ou morango?
- Chocolate. - Luana sorriu e despejou uma boa quantidade de cobertura sobre o sorvete, entregando em seguida para Jazzy que sorriu animada já se lambuzando de calda.
- Hum, Jazzy vai lá brincar com o Jaxon.
- Porque? 
- Porque eu quero falar com a Luana rapidinho. - ela não fez perguntas, apenas deu de ombros e caminhou até a sala sem tirar os olhos do sorvete.
- Não gosto quando me chama de Luana. - ela levou uma colherada de sorvete na boca e largou em cima da pia se aproximando.
- Foi você quem fez tudo isso? - a puxei pela cintura e sorri leve vendo ela molhar os lábios, limpando o sorvete que escorria pelo canto da boca. 
- Eu que planejei tudo, Pati me ajudou. - ela sorriu envolvendo suas mãos em volta do meu pescoço.
- Tudo mesmo?
- Sim, eu liguei para seu pai, ele não queria trazer as crianças então eu convenci ele. Liguei para o Ryan, pra esse tal de Chaz que é um tarado.
- Oque ele fez?
- Nada, só me cantou mas ele ainda não sabia que eu era sua garota. - ela disse rapidamente mas corou violentamente.
- Gostei disso. - beijei seus lábios. 
- Gostou da surpresa? - ela perguntou desviando do assunto.
- Adorei. - sorri 
- Seu pai vai ficar mais umas duas semanas aqui e eu achei legal.
- Droga. - me lembrei de uma coisa.
- Oque? Não gostou? 
- E agora? Onde vamos foder? - ela gargalhou me abraçando.
- Ai meu Deus Justin, você só pensa nisso.
- Eu penso em você também. 

Ela sorriu.

- Justin eu... eu preciso resolver minha vida. 
- Do que está falando?
- Você sabe muito bem, não dá pra manter oque temos em segredo para sempre. - ela suspirou.
- E não dá pra ficar com duas pessoas ao mesmo tempo. - ela fixou nossos olhares e não disse nada, se manteve calada e olhou para baixo - Você sabe oque quer? - ela me olhou.
- Mais ou menos. - sua voz soou baixa.
- Eu disse que não me importo de ser o amante, mas isso era o antigo Justin. 

Seus olhos percorreram meu rosto, e por algum milésimo de segundo eu senti um frio na barriga.
- Me dê dois dias. - ela ainda se mantinha agarrada a mim.
- Para oque?
- Eu preciso de um dia sozinha e um dia pra conversar com Chris.

Sorri.
- Isso quer dizer que...
- Não quer dizer nada, eu só preciso conversar com ele, porque esses dias ele veio se afastando de mim.
- Isso é bom horas. - ela me lançou um olhar negativo.
- Justin, apesar de tudo eu não quero deixar ninguém triste, não quero magoar ninguém e Chris e eu nos conhecemos a um tempão, somos amigos. E ver ele se afastando de mim sem saber o motivo é estranho, muito estranho. 
- Vai ver ele cansou de você.
- Justin. - ela se mantinha séria.
- Você quem sabe. - me afastei mas ela me puxou.
- E outra coisa...
- Oque? 
- Você sabe que ele é o principe e você o criminoso.
- Ei, eu não sou criminoso. - protestei.
- É modo de falar Justin...
- E eu vou mudar, você sabe.
- Não quero que mude por mim.
- Não é só por você, é pelos meus irmãos também. 
- Eu sei, mas eu gosto de você assim...
- Prometo que guardo o meu lado selvagem só pra você. - ela riu me abraçando fortemente, causando-me dores no abdômen mas guardei só pra mim.

Porque não tinha nada melhor do que estar em seus braços. 
- Mas me diga uma coisa. - ela se afastou segurando meu rosto. - Oque sente por mim? - engoli seco, eu sabia exatamente oque sentia , mas não sei se era a hora certa pra dizer.
- Não me faça dizer aquelas palavras...
- Não to te forçando a nada, só quero saber oque sente!

Levantei minhas mãos até seu rosto e segurei o mesmo.
- Me diga oque sentiu depois disso que eu te digo oque eu senti.
- Depois de oque? - ela me olhou confusa. Apenas sorri passando o polegar sobre sua pele aquecida e me aproximando para finalmente juntar nossos lábios em um beijo calmo.



Continua?
Eai gente.
Enfim, comentem ai quando der porque amanhã tem escola pra geral e eu não sei quando eu vou postar, vai ser essa semana, mas não sei quando. Porque agora que passou o carnaval o bicho vai pegar pra todo mundo, e pra mim também porque eu to no primeiro ano do ensino médio e o bagulho é foda.
KKKKKKKKKKK.
Rezem por mim na nova escola, por favor. 
Posto quando der tempo, e sempre a noite. 
Mas calmem, eu não vou demorar séculos e nem desaparecer.
caso queiram falar comigo já sabem
E quem tem whatsapp ou viber, meu numero é 011984169763
me enxam o saco lá :3

AHH, o twitter da Luana.
Da pati.
E da fran
Se quiserem de mais alguém, me falem.
Só pra constar elas são exclusivamente minhas 
u-u
tenho ciumes, ok? 
u-u
Me desejem sorte na escola.
Eu amo vocês :3

ja tenho idéias pra nova fic.
são só idéias, nada concreto. 
:3

odeio escola :3
que porra:3
que inferno :3
quero chorar::3
bostinha :3

Flw
@justinbieber TE AMO GATÃO
como se ele fosse ver ¬¬'

16 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 22

Justin P.O.V

Abri meus olhos despertando-me lentamente e sentindo uma dor insuportável por todo o meu corpo, principalmente no meu abdômen que latejava dor, parecia que eu tinha levado umas cinco facadas no mesmo lugar, tentei inúmeras vezes manter os olhos abertos mas era impossível por conta da claridade que fazia meus olhos arderem. Tentei me mover mas foi quase que impossível, meu corpo parecia pesar toneladas assim como minha cabeça. Novamente tentei manter os olhos abertos mas com muito esforço e dificuldade, pisquei duas vezes tentando saber onde eu estava. As paredes era incrivelmente brancas assim como toda a roupa de cama, virei minha cabeça para o lado e assim que vi aqueles aparelhos respiratórios ao meu lago, e fios conectados até mim, caiu a ficha de que estava em um hospital. Desci meu olhar só para ver oque eu já estava prevendo, que estaria vestido com aqueles aventais ridículos de hospitais, na moral são horríveis e eu aposto que estou pelado. Respirei fundo lembrando de como havia parado ali, do momento em que eu acordei, até o momento em que vi Luana desesperada com lágrimas quentes em seu rosto, ao meu lado tentando me manter acordado. Lembrar de seu choro profundo fez com que eu me sentisse pior naquele momento, eu precisava vê-la, agora.

O problema é que eu não conseguia se quer mover meus dedos da mão, imagina tentar me levantar e sair caminhando por ai atrás de alguém que eu nem sei onde está. Suspirei derrotado e me mantive deitado, olhando para todos os lado a procura de algo que pudesse me ajudar. Eu estava me sentindo sozinho e precisava de alguém, fitei um controle perto de minhas mãos e sabia que aquilo chamaria um enfermeira, então criei forças para me curvar um pouco para o lado e pegar o controle que estava logo mais abaixo de minha cintura, passei os dedos pelo mesmo e apertei o primeiro botão que vi.

Segundo depois a porta do quarto foi aberta, dando passagem para uma enfermeira, ela tinha cabelos claros amarrados em um coque presos por uma faixa azul, dando destaque aos fios loiros, seus olhos eram negros e sua pele branca junto com sardas perto do nariz, ela era bonita e parecia ser jovem.

- Você acordou Bieber. - ela sorriu pegando uma prancheta e escrevendo alguma coisa. - Como se sente?
- Com dor. - minha voz falhou, como se eu estivesse a dias sem falar.
- Já era de se imaginar. - ela se aproximou mexendo em um daqueles aparelhos em seguida caminhou até a porta - Vou avisar o doutor que você acordou.

Luana P.O.V

- Você está horrível  vamos precisa comer. - Pati gritou entrando no quarto com uma bandeja cheia de coisas que eu diria estar uma delicia.
- Eu não to com fome. - retruquei.
- Foda-se. - ela estava séria enquanto arrumava as coisas para mim.
- Credo, como você tá horrível  - Fran entrou no quarto fechando a porta em seguida. - Parece até que morreu e esqueceu de enterrar o corpo.
- Come. - Pati pegou uma torrada com geleia e me entregou, mas eu não estava com fome.
- To se fome, já disse.
- Ficar sem comer não é a melhor solução. Acha que se Justin acordar vai ficar feliz em saber que você passou duas semanas sem comer?
- Ele não vai querer pegar um cadáver, vai por mim. - Fran se jogou na cama.

Tem duas semanas que Justin não acorda, depois do que aconteceu minha rotina mudou. Christian voltou de Atlanta e vem me dando apoio por conta de que aconteceu, ele não devia droga, assim só complica as coisas, não consigo comer, dormir e muito menos estudar. Tirei um 4,5 na prova de biologia e meu pai acabou me deixando de castigo, só sei ir pra escola, voltar pra casa e visitar Justin no hospital durante a tarde quando posso. Três dias atrás eu liguei para o pai de Justin e contei tudo oque aconteceu, de primo achei que ele iria brigar, mas ele acabou ficando preocupado e disse que assim que pudesse iria vir até aqui ver Justin. Achei legal, pelo menos Justin ficaria feliz.

Estava quase no horário de visita do hospital e eu precisava me aprontar.
- Droga, come essa porra. - Pati gritou, ela estava ficando irritada. Mordi um pedaço da torrada já sentindo meu estomago embrulhar, mas ignorei tentando ser forte.
- Vai no hospital hoje? - Fran perguntou enquanto mexia no meu celular.
- Sim, daqui a pouco.
- Oque você faz lá?
- Eu transo com o Justin. - revirei os olhos.
- Pati, enfia comida nessa garota porque a falta de comer tá deixando o humor dela zero. - ela debochou.
- To tentando. - ela respondeu me entregando outra torrada. Meu telefone tocou nas mãos de Fran e eu praticamente arranquei para atender.
- Alô? - atendi desconfiada.
- Luana? É o Doutor Jon. 
- Ah sim, tá tudo bem por ai? - meu coração estava acelerado.
- Está sim. Liguei para lhe dar duas noticias, uma boa e uma ruim. 
- Diga a boa.
- Justin acordou. - caralho eu não to crendo no que eu acabei de ouvir, faltei derrubar a bandeja quando pulei da cama.
- Ah meu Deus,sério? - gritei.
- Sim, mas a má noticia é que ele ainda vai ter que ficar aqui pelo menos mais uma semana. 
- Não, não tem problema só o fato dele ter acordado já ta ótimo. - pulei em cima da Fran
- Sai caralho. - ela resmungou.
- Posso ir ai doutor?
- Claro, o horário de visita começa em meia hora. 
- Tá, tchau. Obrigado. - desliguei o telefone me tacando nas garotas.
- Já que ele acordou, será que pode comer? - Pati riu.
- Claro. - praticamente engoli uma torrada.
- Oque o efeito Bieber não faz com essa garota. - Fran brincou ajeitando-se na cama.
- Vocês vão comigo? - tomei um gole de suco para empurrar a torrada.
- Eu vou pra casa, depois vou lá outra hora. - Fran se levantou. - Tchau pra vocês, preciso me isolar do mundo.
- Depois eu sou a dramática. -
- Você sempre será a mais dramática, então tchau.
- Tchau. - eu e Pati falamos juntas.
- Duas semanas e vocês ainda estão estranhas uma com a outra? - levei um pedaço de pão com requeijão na boca.
- Ela não entende que eu to namorando alguém que me faz bem.
- Tentaram conversar?
- Não.
- Então adiantou oque? - ri fraco.
- Depois eu converso com ela. - ela se levantou. - Você vai no hospital agora né? Então eu vou indo.
- É, só vou tomar um banho. - me levantei - Aproveita e leva isso dona Patricia. - entreguei a bandeja á ela.
- Falou mal agradecida.
- Obrigado. - beijei sua bochecha várias vezes.
- Tá, tá. - ela riu. - Agora que o Justin acordou, quando ele se recuperar espero que resolva sua vida. - ela disse séria, e eu sabia muito bem do que ela estava falando. Christian ou Justin.

[...]

Depois de tomar um banho pra relaxar, vesti uma roupa e rapidamente estava pronta. Desci as escadas e Pedro estava vendo televisão, to pensando seriamente em comprar alguma coisa pra aquele garoto que só sabe ver televisão e dormir, sério ele precisa de amigos. Carolina estava junto com ele e não disse nada ao me ver saindo, afinal meu pai tinha avisado que esse horário eu saio todos os dias para ver Justin no hospital. Entrei no meu carro e dei partida, estava tão perdida esses dias que nem percebi o quanto meu carro estava sujo.

Corri quando percebi as horas passando, agora eu só teria meia hora pra ficar com ele porque me atrasei. Estacionei o carro em qualquer vaga de frente ao hospital e desci, indo direto para o andar que ele estava e pegando o cartão de visita na recepção.

- Oi. - sorri para enfermeira que saia do quarto dele.
- Olá. - ela sorriu.
- Luana? - ouvi a voz do médico atrás de mim.
- Oi doutor. - sorri. - Eai, como ele tá? - eu estava ansiosa.
- Ele reclamou de dor, mas tá bem, só vai ficar de observação durantes alguns dias.
- A tá. Posso vê-lo? - ele riu e acentiu. Respirei fundo tentando controlar as emoções, rodei a maçaneta da porta e abri a mesma. Justin tinha os olhos fechados e eu até imaginei que ele estivesse dormindo, mas assim que encostei a porta novamente e comecei a caminhar até a cama, ele abriu os olhos rapidamente e me olhou de cima a baixo. Sorri parando ao seu lado.
- Eu deveria te dar um soco na cara.
- Nossa, que recepção, to adorando. - ele foi irônico, droga como senti falta disso.
- Eu quase morri do coração sabia?- me curvei apoiando meus braços na cama, nivelando nossos olhares.
- Desculpa, eu não que...
- Já passou, vamos esquecer. - o interrompi. - Eu senti sua falta, achei que não fosse acordar mais. - segurei sua mão.
- Sério que eu dormi por duas semanas? - notei que sua voz estava falha, normal.
- Sim. - respondi suspirando - Eu liguei pro seu pai.
- Você OQUE? - ele se alterou.
- Ei, calma calma, tá? Ele não ficou muito bravo...
- Você não devi...
- Tarde demais Justin. Ele disse que assim que puder vem pra cá, ele é legal. - sorri.
- Resolveu ser amiga do meu pai?
- Você quis ser amigo do meu e eu não posso ser amiga do seu? - ele riu fraco. - Injustiça isso.

Justin se moveu na cama com dificuldade e sentou-se apoiado em travesseiros altos.
- Vem aqui. - o olhei confusa - Vem aqui gatinha. - ele levou suas mãos até minha cintura e assim que entendi me virei para dar impulso na cama e sentar sobre a mesma. Justin puxou meu rosto me surpreendendo ao colar nossos lábios em um selinho demorado, minha barriga revirou denunciando as borboletas insuportáveis na boca do estomago.

- Quando eu vi você desacordado achei que nunca mais fosse te ver. - lembrar daquele dia sempre me fazia chorar, meus olhos lacrimejarem mas eu os mantive fechados enquanto Justin juntou nossas testas, abri meus olhos e Justin me olhava do mesmo jeito.
- Não adianta, você nunca vai se livrar de mim. - ele segurou meu cabelo e juntou novamente nossos lábios.



Continua?
Continua?
Gente, passei mal agora a pouco, dae eu atrasei um pouco pra postar.
tava tremendo
suando frio e acabei chorando num momento nostalgia.
Sinto falta das minhas amigas :'(


querem o twitter da Luana?
e da fran?
e da pati?


The History Of Us - Capítulo 5

Domingo, 12h47min 
Acordei podendo escutar alguns ruídos vindo de fora do meu quarto, abrindo o meu olho lentamente na intenção de amenizar um pouco pelo menos a claridade, eu pude perceber que algumas brechas de luz invadia o meu quarto pelos cantos de portas e janelas, levei as minhas mãos aos eu olhos enterrando um pouco o meu rosto nas mesmas, tirando as minhas mãos de meu rosto e as direcionando para baixo do meu travesseiro eu fui apalpando o macio colchão até achar o meu celular, quando eu o peguei percebi que já estava muito tarde para mim estar acordando, mas eu realmente precisava descansar ontem eu joguei de mais mas mesmo assim eu estava fazendo o que eu amo e nada mais, bom tinham 5 mensagens do Guilherme e 10 chamadas não atendidas, eu não havia escutado, mas quando ele me acordou de madrugada eu me prestei a por o celular no silencioso, me levantei da cama cambaleando, pois ainda estava meio grog do sono, lavei meu rosto botei essa roupa saí do meu quarto e apenas comi uma maçã, já estava um pouco tarde para tomar café da manhã, dei um beijo em minha mãe e peguei o meu skate e fui para o shopping, quando eu cheguei lá eu liguei pro guilherme e ele disse que já estaria chegando, esse puto viado levou uma hora, só pra ir até o shopping, mas enfim...
[...]
-Guilherme agora é sério, eu preciso te contar uma coisa, mas promete pra mim que não vai ficar triste.- Eu disse me afundando na imensidão de seus olhos azuis da cor do céu.
-Ta bom Pi, fala mas não sei se consigo segurar a barra...- ele disse pondo a mão na nuca.
-Ok, sem preliminares eu vou falar rápido por que eu não consigo e realmente não gosto de despedidas, então...- eu fiz uma pausa dramática contra a minha própria vontade- Eu vou ir fazer intercâmbio na Austrália sem previsão de volta.- eu disse deixando uma lágrima me  escapar e pondo o óculos, não gosto de parecer fraca, realmente não gosto, principalmente na frente de muitas pessoas, ele me encarou sério e afundou seu rosto em suas mãos as apoiando em seus joelhos, ele suspirou alto e aquilo simplesmente cortou o meu coração.
-Gui, vamos por favor, eu não tenho outra escolha eu também não queria se eu pudesse eu ficava aqui com você.- eu disse tentando me explicar.
-Isso estragou totalmente os meus planos- ele disse um pouco envergonhado.
-Mas que porra de planos? Guilherme eu não posso, por favor não me conta, não me faz sofrer mais ainda, eu estou indo nessa quarta-feira, eu não posso mais mudar nada, por favor eu só quero aproveitar esse tempo que eu tenho contigo.
-É que eu ia te pedir em namoro, mas assim é realmente melhor- ele disse com o olhar baixo.
-Ta bom olha só, a gente pode ter uma amizade colorida, ou algo do tipo, mas por favor, não fica mal isso só piora mais as coisas - eu disse já quase aos prantos, as lágrimas rolavam soltas, em meu rosto, quando eu senti os movimentos dele se levantando e me puxando para ficar de pé, ele me puxou mais ainda me colando em seu corpo, tirou os meus óculos e secou as lágrimas de meu rosto, me abraçou envolvendo suas mãos em minha cintura e afundando o seu rosto em meu pescoço, pude sentir ele derramar uma lágrima, em uma tentativa de fugir de tudo isso eu fechei os olhos e suspirei alto, apenas pedindo desculpas para ele, sanei o choro, não sei como e ele levantou a minha cabeça, me puxando para um beijo, eu diria que um dos mais calmos de minha vida, ele tinha um pouco de "não se vá" "eu preciso de você" ele brincava com a minha língua, em cada canto da minha boca, era um beijo calmo, porém com luxuria, deixei mais uma lágrima cair, dançando pelo meu rosto, sem nem sequer uma coreografia para isso, separei o beijo dando um selinho em seus lábios macios.
-Eu juro que volto para te visitar e ficar contigo por alguns dias, mas você tem que entender que nunca iria ficar presa aqui dentro dessa cidade, o meu sonho é conhecer o mundo, e é exatamente isso que eu vou fazer, vai que nesse meio tempo tu não acha uma menina que possa estar sempre contigo e que te faça mais feliz do que eu?- ele me olhou torto.
-Eu acho que essa menina realmente não existe, mas eu te entendo e não vou te impedir de nada, eu também vou te visitar, não conseguiria ficar longe da minha pequena.- ele disse depositando um beijo em minha testa.
-Jura pra mim que tu vai ir no aeroporto?- perguntei um pouco manhosa.
-Juro, juro sim flor.- Ele disse soltando um riso fraco.

[...]

Quarta-Feira 9:27
Acordei com o celular berrando de baixo do meu travesseiro, não queria acordar, não queria abrir os olhos, realmente não queria mas tem uma coisa maior por trás disso tudo, me levantei da cama e botei uma roupa passei só um rímel, pois hoje eu iria viajar e ficar de maquiagem não seria a melhor coisa, fui para a cozinha e a minha mãe estava fazendo uma lista das coisas necessárias, estava quase tudo certo.
-Filha se cuida por favor tá bom?- Ela disse com um tom de preocupação.
-Mãeeeee, eu juro pra ti que vou me cuidar, se cuida também, você é tudo pra mim, não sei nem o que eu faria se alguma coisa acontecesse contigo.- eu disse desenhando linhas imaginárias no  balcão da cozinha americana e abrindo um sorriso amarelo em meu rosto.
-Filha se alguma der errado na Austrália eu vou ter que te mandar para o Canadá.-Ela disse já com uma feição um pouco brava.
-Ai mãe, eu não acredito nisso- eu disse sendo um pouco grossa.
-Minha filha, é sério, se qualquer coisa acontecer, você vai direto da Austrália para o Canadá!- Ela disse elevando um pouco a voz.
-Tudo bem, tudo bem, eu me garanto.- Eu disse dando de ombros, meia hora depois nós já estávamos no aeroporto de Porto Alegre, a capital daqui, pois como Canoas é pequena, obviamente não teria um aeroporto sendo tão perto da grande capital. Já estavam todos lá, as lágrimas dançavam e se movimentavam lentamente sem nem se quer avisar pelo meu rosto, me sentia um pouco incomodada por estar me mostrando tão fraca na frente de todos que eu amo, mas a final eu iria ficar tanto tempo sem vê-los não aguentaria se não mostrasse tanto afeto por eles, pude escutar vagamente uma mulher, comissária de bordo eu acho comunicando a última chamada do meu avião, eu dei um último abraço em todos, nunca pensei que isso seria tão dolorido...
[...]
37 horas depois
Eu já havia chegado na Austrália, depois de uma viagem MEGA cansativa, eu já estava pegando as minhas malas, assim que eu peguei a última delas eu botei-as em um carrinho, eu estava bem distraída, mas quando uma porta com sensor de movimentos se abriu e eu pude ter a visão de uma mulher com a plaquinha com o meu nome, bem grande por sinal, acompanhada de sua filha, aparentemente da minha idade, mas com umas roupinhas de alguém com nada mais nada menos do que uma menininha de uns 5 anos mais nova que ela, podia jurar que suas roupas estourariam a qualquer momento, e foi aí que eu percebi o quanto eu queria voltar a ter a minha vida de antes, uma pequena lá grima escorreu pelo meu rosto, mas eu logo tratei de seca-la e botar os óculos, não demonstraria essa fraqueza assim logo no primeiro dia, mas os meus pensamentos sobre aquele mini projeto de puta logo a minha frente me aterrorizavam e eu ficava cada vez mais com medo do destino.



CONTINUA??????????????
ai gente, sério ME DESCULPEM eu tive que ficar "presa" na casa de praia só c o meu celular, E N TEM COMO POSTAR POR ELE, por isso MIL PERDÕES SÉRIO MESMO eu n tava conseguindo postar mesmo me desculpem, vocês sabem o quanto eu ODEIO quando isso acontece, mas enfim eu espero que vocês me intendam, me sigam no twitter  e me perguntem na ask , beijinhos amo vcs e POR FAVOR COMENTEM, por que se não eu nunca sei se vocês tão gostando ou não e tb, DIVULGUEM A FIC!! obrigada por tudo anjos, bjo ~~ cami

14 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 21

Justin P.O.V

Droga, droga, droga. O dia tinha sido perfeito demais pra ser verdade, agora eu estou aqui com o coração na mão, não pelo fato de ter os capangas de Logan invadindo a minha casa, mas sim pelo fato de ter Luana dentro dela, ela não devia estar aqui no dia em que Logan quisesse cobrar minha divida. Achei que ele tinha se esquecido depois de tanto tempo, afinal foram dois meses sem me cobrar, mas só alguns dias atrás descobri que ele havia viajado, por isso não veio aqui quando disse.

Vesti rapidamente minha camiseta e sai do quarto as pressas, descendo as escadas. Haviam dois homens parados na porta e Logan estava sentado sobre o meu sofá, relaxado, como se aquele ambiente fosse dele. E eu juro, juro que se não tivesse aqueles dois armários apontando uma arma pra mim, não teria dó em estourar os miolos daquele filho da puta. Haviam coisas quebradas por todos os lados e de imediato não dei muito importancia, afinal são apenas objetos.

- Eai Bieber. - ele disse sem me olhar, já notando minha presença. Disfarçadamente guardei minha arma na cintura e caminhei até ele na sala.
- Como você invade minha casa assim? - respondi sendo grosso.
- Como você fica me devendo dinheiro e não paga? - ele se levantou parando logo a minha frente.
- Eu disse que vou pagar.
- Eu te dei uma semana, e olha acabou sendo dois meses. - ele sorriu sinico. - Dei até mais tempo do que eu devia, então eu vou perguntar. Cadê o meu dinheiro?
- Eu vou arranj...
- CADÈ A PORRA DO DINHEIRO? - ele gritou nervoso vindo pra cima de mim, mas eu fui mais rapido e desviei. - Revistem o resto da casa.
- NÃO. - gritei desesperado.
- Eu sei que você tem dinheiro escondido por ai, agora vão. - ele me segurou pela camiseta, enquanto aqueles homens subiam as escadas. A unica coisa que eu conseguia fazer era pedir a Deus que eles não encontrassem ela, a unica coisa. - Que foi Bieber? Ta com medo de que? - ele riu.
- Eu não tenho medo de nada. - cuspi as palavras me soltando de suas mãos.
- É só me pagar Bieber, só me pagar que fica tudo bem.
- Olha quem eu encontrei patrão. - um dos homens desceram as escadas com Luana, fazendo com que minha raiva só aumentasse, ao ver aquele brutamonte a segurar pelos cabelos. Ela tinha lagrimas nos olhos, mas eu sabia que ela era durona ao ponto de engolir aquele choro.
- Me solta seu filho da... - ele soltou um gripo rouco quando aquele merda puxou seu cabelo.
- Olha olha olha, não sabia que você tinha visitas. - Logan caminhou até ela. Luana tentou se esquivar de suas mãos e seu olhar rapidamente encontrou o meu, um olhar confuso e desesperado, eu não sabia oque fazer, mas precisava tirar ela dali.
- Como é seu nome anjo?
- Não te interessa. - ela era louca, ousada e louca, uma das coisas que chamaram minha atenção nela.
- Logan, ela não tem nada haver com isso, deixe ela ir embora. - protestei arriscando-me a dar um passo.
- Oque tá acontecendo aqui? - Luana procurou meu olhar.
- Logan, deixa ela ir. - insisti com a mão na cintura, pronto pra tirar a arma se fosse preciso.
- E porque eu faria isso? - ele virou-se para mim - Pra ela saiu correndo daqui e chamar a policia? Acha que eu sou otario?
- Ela não vai fazer isso.
- Justin... - sua voz me chamou em meio a tudo aquilo, mas Logan estava impaciente.
- Vamos acabar logo com isso. - ele sacou sua arma e apontou para mim, em seguida pude ouvir os gritos de Luana.

Luana P.O.V

Minhas mãos estavam suando e meu coração acelerado, eu podia sentir aquela agustia me dominando novamente, algo me dizia que aquilo não acabaria bem e eu não iria suportar se acontecesse algo com Justin.
- NÃO. - gritei desesperada tentando me soltar dos braços daquele homem que mais parecia um projeto de armario de seis portas. - Justin, Justin fala pra ele que você paga. - eu estava desesperada, meu coração faltava sair para fora do corpo de tanto bater em ritmo acelerado. Não tinha nem como sentir raiva de Justin por ter comprado drogas e ainda ter ficado devendo, apesar disso não conseguia ficar brava com ele bem no momento em que tinha uma arma apontada em sua direção.
- Deixa ela ir. - ele insistiu.
- Não, vamos acabar logo com isso. Eu te dei um aviso que queria meu dinheiro, você não pagou e eu avisei oque faria e bem... - ele sorriu - Aqui estou eu pra terminar o serviço. - meu corpo gelou quando ele destravou a arma.
- Não pelo amor de Deus, não. - gritei novamente mas ninguém me deu ouvidos. As lagrimas já não tinham controle e muito menos os meus atos.
- Patrão, não achamos nada. - o outro desceu as escadas.
- Pelo visto você não tem dinheiro mesmo.
- Eu arranjo. - Justin respondeu e pelo seu tom de voz podia perceber o quanto ele estava tranquilo, será que ele não tem medo de morrer não?
- Como? - ele movimentos os dedos pela arma.

Quando senti que as mãos daquele homem estavam mais relaxadas sobre os meus braços não pensei em me soltar e correr até eles. Foi tudo tão rapido, a unica coisa que me lembro foi de ouvir um disparo e ver Justin cair no sofá. Meu corpo gelou, meus olhos se arregalaram junto as lágrimas que deixavam minha visão embaçada, e uma dor incomparável no coração me vez jogar-me ao seu lado.
- Vamos embora. - Ouvi aquele homem dizer e sair com seus dois homens dali.
- Ah meu Deus. - gritei levando as mãos até a barriga de Justin, onde ele tinha levado um tiro.
- Você não tinha que ter corrido. - ele disse com dificuldade soltando um grunhido em seguida.
- Me desculpa. - solucei. - Eu vou chamar a ambulância. - tentei me levantar mas ele me puxou.
- Primeiro, liga... liga pro Ryan. - ele tentava manter os olhos abertos.

Naquele momento tive um medo descontrolado de perder-lo.

- Mas você precisa ir ao hospital. Agora. - ele não disse nada, a qualquer momento ele podia desmaiar e isso não poderia acontecer. Levei minhas mãos até sua bermuda procurando por seu celular, achando o mesmo no bolso de trás, tentando discar o numero, mas minhas mãos estavam tremulas de mais e minha visão só dificultava.
- Se você não se acalmar, não vai conseguir nada. - sua voz falhava mais a cada vez que ele falava.
- Tá. - respirei fundo levando o celular até o ouvido. - Alô? - Justin apontou para o armario da sala e eu corri até lá, sabia oque tinha que pegar.
- Fala bro. - Ryan atendeu.
- Não é o Justin, é a Luana. - peguei uma toalha e voltei até ele entregando a mesma.
- Fala gatinha..
- Ryan, preciso de você aqui, Justin levou um tiro e eu não sei oque fazer, por favor vem correndo. - disse deixando as lagrimas cairem.
- Porra, como isso aconteceu? - ele gritou afobado, provavelmente correndo. - Chego em 5 minutos. 
- Obrigado. - desliguei. Olhei para Justin sem chão, tinha medo de acontecer algo com ele. Justin sorriu fraco para mim e eu sei que ele estava tentando ser forte. - Fica acordado. - me aproximei vendo que ele tentava manter os olhos abertos. - Justin, fica comigo não... Justin. - me desesperei, ele estava inconsciente e eu não sabia oque fazer, então em um ato desesperado puxei o celular e disquei o numero da emergência mesmo ele não querendo.

- Como isso aconteceu? - Ryan surgiu do além ao meu lado, um tanto desesperado.
- Parece que ele tava devendo um dinheiro, dae o homem veio cobrar e deu nisso. - disse entre lagrimas
- Droga Justin. - ele levantou a toalha para ver o ferimento. - Chamou a ambulancia?
- Chamei, mas ele não queria. - me levantei tentando manter a calma, coisa que era dificil.
- Justin tem medo de hospital, não dê ouvidos a ele. - ouvimos o barulho da sirene.
- Tira a arma da cintura dele. - alertei e assim Ryan fez, paramédicos entraram na sala e eu sabia exatamente oque dizer.
- Oque aconteceu? - um deles me perguntou, enquanto os outros colocavam Justin em uma maca.
- Assalto. - peguei o celular de Justin e o segui, tentava manter o controle e segurar o choro, mas era impossível.
- Vai com eles, eu to logo atrás. - Ryan pediu e eu acenti, entrando na ambulância, foi tudo tão rápido.

Duas horas depois. 

Minhas lágrimas tinham secado e meu corpo já estava fraco de tanto chorar, denunciando o quanto eu precisava de um descanso e comer. Avisei meu pai oque tinha acontecido e de primeiro ele queria investigar isso, mas eu acabei enrolando ele e disse que foi tudo muito rapido, que os ´´assaltantes´´ entraram na casa e Justin tentou reagir, e eu só consegui ver eles fugindo. Foi dificil ter que mentir para ele, mas era o melhor a se fazer. Tem duas horas que eu não sei nada sobre Justin, eles enfiaram ele em uma sala e até agora não vieram nos dar alguma noticia. Ryan ficou esse tempo todo comigo tentando me passar pensamentos positivos, mas o meu medo era maior, não conseguia manter a calma.

- Se ficar andando desse jeito vai acabar fazendo um buraco no chão. - ele comentou tentando fazer com que eu parasse de andar de um lado para o outro e me senta-se.
- Eles podiam falar alguma coisa. - afastei meus cabelos do rosto, jogando os mesmo para trás. - Já tem duas horas que estão lá dentro e ninguem veio dizer nada.
- Se acalma.
- Você disse isso pelo menos umas trinta vezes.
- E não resolveu nada, é você foi feita para o Justin. Vocês são teimosos do mesmo jeito. - ele riu fraco.
- Você acha que ele ainda tá vivo? - perguntei com medo.
- Credo tira esse pensamento da sua cabeça, seja positiva, Justin é forte. - um dos médicos apareceram na recepção e eu fui a primeira a voar pra cima dele.
- Estão com Justin Bieber?  - ele perguntou.
- Sim. Ele tá bem? - perguntei afobada.
- Sim, digo a bala ficou a centímetros do estomago e ele perdeu muito sangue. - ele suspirou - Não sabemos quando ele pode acordar.
- Ele tá em coma? - perguntei assustada.
- Se ele não acordar em pelo menos três dias, talvez eu possa responder essa pergunta melhor.
- Ai meu Deus. - me virei para Ryan com lágrimas nos olhos e não contive em me envolver em seus braços. O mesmo correspondeu com um abraço forte, mas eu não tinha lágrimas, só a dor no peito que insista em me atormentar.

Eu não queria que ele ficasse em coma, porque eu sei que tem comas que podem durar meses, imagina viver sem ele durante meses? Sem ver ele sorrindo pra mim? Sem ter ele me zoando ou até me irritando, eu sentiria falta até de suas ironias e ignorâncias. Eu me apeguei a ele de tal forma que não tem mais volta, apesar de todo aquele jeito torto que ele tem, eu... eu me apaixonei por ele e por até seus defeitos que pra mim são pequenos detalhes que podem ser mudados, afinal eu conheci o verdadeiro Justin. E agora eu estava acabada, com medo de que algo acontecesse e por mais que me dissessem que ele ficaria bem, eu só acreditaria quando visse ele bem, sorrindo e feliz.

Eu me apaixonei, mas só espero não ter percebido isso tarde demais.



Continua?
ai acho que tá uma merda -.-
Sorry...
Droga, esqueci denovo oque eu ia falar -.-
-.-
-.-
que bosta
-.-

12 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 20


2 meses depois.

Passaram-se dois meses após todos aqueles acontecimentos na noite da minha apresentação de Ballet. E como estão as coisas? Bem, Pati começou a namorar um garoto do seu curso de espanhol, e com isso deixou Fran com ciúmes e elas acabaram brigando de novo. Não falo com Chris á três dias porque ele viajou de ultima hora pros Estados Unidos, em Atlanta por conta de sua avó que acabou sendo internada depois de sofrer um derrame e a familia precisava de apoio. Foi de partir o coração vê-lo chorar de preocupação por ela, fofo mas uma cena um tanto cruel, tentei dar todo meu apoio pra ele naquele dia antes dele ter partido, não sei o tempo que ele vai ficar por lá, mas eu já estou com saudades e agoniada por não ter noticias dele e de sua avó.

Me sinto pior ainda por ele confiar tanto em mim, enquanto eu estou me pegando com outra pessoa, o enganando pelas costas, traindo sua confiança e o perdendo aos poucos. Ah, sim eu ainda tenho me pegado com o Bieber, depois daquela noite nunca mais foi a mesma coisa, Justin teve o prazer de fazer uma amizade com meu pai, para que ele pudesse confiar o suficiente nele e me deixasse sair com sua permissão, porque segundo ele não era legal enganar o pai, e eu me questiono desde quando Justin gosta de fazer tudo certo? Desde quando a verdade pra ele é a melhor opção, se bem que nos ultimos dias ele vem me escondendo algo e vem agindo de um modo estranho, mas eu ainda vou descobrir o porque.

O dia tinha amanhecido e eu já havia tomado meu café da manhã na companhia de Pedro. E pela primeira vez em dois meses o dia havia amanhecido ensolarado e quente, os raios de sol passavam pelos vãos da janela e batendo sobre o tecido branco do meu lençol, causando-me dores nos olhos apenas de olhar, seria um dia quente e perfeito para dar um pulinho na piscina, se não fosse o fato de eu estar agoniada e aflita por algo que eu ainda não tinha descobrido, meu coração parecia querer sair para fora do corpo, enquanto um nó na minha garganta se formava, deixando-me angustiada e sem entender o porque dessa sensação, era apavorante.

Mesmo sem vontade caminhei até meu guarda roupa e pequei o primeiro biquíni que encontrei entre a bagunça que era minha gaveta, dei dois passos para trás e tirei minha roupa sem me importar com a janela aberta, meu vizinho Bieber não se preocuparia em me ver pelada já que ele tem o prazer de fazer isso quase todos os dias em sua casa, mas não vamos falar disso agora. Coloquei o biquíni e passei o protetor solar ainda ali dentro pra que não precisa-se leva-lo para baixo. Olhei rapidamente pela janela e sabia que Justin estava em casa só de ver seu RR encostado de frente ao portão, tentei não me importar e desci as escadas rapidamente.

- Pedro? - gritei andando até os fundos da casa.
- Oi? - ele apareceu da cozinha.
- Quer tomar banho de piscina? Vamos, te faço companhia. - forcei um sorriso.
- Tá bom. - ele correu para o andar de cima, e eu voltei a caminhar até lá. Prendi meu cabelo em um coque alto e sentei-me sobre a borda da piscina que parecia estar uma delicia se eu estivesse animada, a aguá estava fria por conta de ontem a noite ainda ter feito um pequeno frio e não ter tempo suficiente para ter esquentado. O sol batia sobre a minha pele, deixando a mesma quente e eu podia jurar que sentia os raios solares me queimando aos poucos, então decidi dar um mergulho pra refrescar e antes de pudesse fazer isso ouvi passos rápidos em seguida sentindo um jato sobre mim, fazendo-me levar as mãos ao rosto de imediato  ao contato de aguá sobre o mesmo. Abri os olhos e limpei o rosto com a palma das mãos, tendo a visão da cara de sapeca e o sorriso travesso que Pedro tinha nos lábios ao me ver naquele estado, ele tinha conseguido o que queria e eu odeio quando isso acontece.
- Seu pestinha. - comentei rindo e entrando na piscina de uma vez e nadando ao seu encontro. Pedro não se moveu, ele sabia que eu não tinha coragem de fazer nada com ele, e era a pura verdade, acho que desde que ele nasceu em todo esse tempo, mesmo com suas travessuras eu nunca tive coragem de encostar um dedo nele, ao menos um simples tapa nunca dei. - Quer sair amanhã? - foi a unica coisa que consegui perguntar.
- Pra onde? - ele tentava manter-se na superfície, mesmo sendo bem menor do que a profundidade da piscina.
- Não sei ainda, mas vamos sair, só eu e você. - sorri.
- Tudo bem. - ele sorriu e mergulhou para o fundo.

Sentia falta de passar um tempo com meu irmão.
- Sabe se o papai vai chegar cedo hoje? - Questionou Pedro ao aparecer na superfície.
- Ele chega depois da meia noite. - apoiei minhas mãos sobre a borda da piscina e dei um impulso com meu corpo para que conseguisse sair, caminhei até uma espreguiçadeira e me deitei sobre ela para pegar um pouco de sol, apesar de eu ser bastante bronzeada.
- E a Carolina? - abri rapidamente os olhos vendo Pedro na borda da piscina, apenas com os braços para fora.
- Não sei dela. - dei de ombros, não tinha o minimo interesse em saber.
- Talvez ela venha daqui a pouco, trazer o almoço e ja ficar por aqui
- Se importa em me acobertar? - me sentei.
- Vai pra onde?
- Isso não importa, quando ela chegar eu vou sair pelos fundos e você pode dizer a ela que eu dormi na casa da Pati?
- Oque você vai aprontar?
- Nada demais, vou estar mais perto do que você pensa. - ele riu mergulhando em seguida sem entender oque eu disse, mal sabe que eu vou estar do outro lado da rua.
- Tudo bem, mas só se você me levar amanhã pra tomar sorvete.
- Se você me ajudar eu te levo onde quiser. - me levantei em direção a entrada. - Agora vou tomar um banho antes que ela chegue. Cuidado nessa piscina. - gritei subindo as escadas e correndo para o banheiro rapidamente ligando o chuveiro. Depois de tomar um belo banho pra tirar todo aquele cloro de piscina, vesti um shorts curto branco e uma camiseta de alcinhas também branca, olhei o relógio e falta 10 minutos para uma hora da tarde, o horário que normalmente ela chega. Penteei meus cabelos e deixei os mesmos molhados, assim que abri a porta de casa pude ouvir a voz dela falando com Pedro, seus passos eram divagares até a cozinha, e com isso eu acabaria tendo que sair pela frente mesmo. Desci as escadas lentamente colocando o celular no bolso de trás e fazendo o possivel para não fazer barulho. Pedro estava sentado no sofá já de banho tomado e assistindo televisão, assim que ele bateu seu olho em mim, levei meu dedo indicador até a boca em sinal pra que ele não dissesse nada.
- E onde está Luana? - Carolina gritou da cozinha enquanto eu abria a porta cautelosamente.
- Ela dormiu na casa de uma amiga. - Pedro gritou fazendo-me sorrir antes de fechar a porta e sair correndo até o outro lado da rua, foi coisa de 5 segundos e eu já estava na porta da casa dele novamente, como todos os dias. Toquei a campainha duas vezes mas ninguém atendeu, quando fui apertar novamente Justin abriu a porta como sempre apenas de boxer com o cabelo bagunçado, oque costumava dizer que ele parecia um pavão. Justin tinha um cigarro entre os dedos da mão esquerda, mas assim que me aproximei mais aquele cheiro insuportável de maconha invadiu meus pulmões me fazendo tossir.

- Tá fumando maconha agora é? - disse brava fechando a porta atrás de mim. Justin caminhou até os fundos da casa e sentou-se em um cadeira.
- Oi pra você também. - ele ironizou levando o cigarro até a boca e tragando um pouco em seguida soltando a fumaça lentamente. Caminhei até ele apressadamente e tirei aquele cigarro de sua mão, tacando o mesmo longe fazendo-o cair sobre as águas da piscina.
- Tá louca? - ele me olhou incrédulo.
- Não. - parei na sua frente com as mãos na cintura. - Chega da drogas na sua vida.
- Então oque você ainda tá fazendo aqui? - diz Justin rindo de canto.
- Ah, agora eu sou uma droga? - filho da puta ainda ri da minha cara. Justin se curvou um pouco e segurou minha cintura, arrastando-me até ele e sentando-me em seu colo.
- A droga mais viciante e sem cura que eu já provei. - ele disse aquilo baixo em meu ouvido, fazendo-me ter um arrepio pelo corpo todo, em seguida puxou meu rosto ao encontro de meus lábios e beijou os mesmos intensamente, apertando minha cintura para que pudesse ficar mais próxima a ele, se isso é possível.
- Devo levar isso como um elogio? - entortei os lábios segurando um sorriso.
- Entenda como quiser. - ele enterrou o rosto entre meu pescoço e beijou o mesmo.
- Justin... - o afastei. - Vamos ter um dia normal pele menos uma vez, sem sexo, sem bebidas e principalmente sem drogas.
- Ah. - ele resmungou.
- Por favor, só hoje. Olha que dia lindo... - apontei para o céu completamente sem nuvens.
- Dia lindo para uma rodada de sexo na piscina. - ele riu da minha cara.
- Justin, é sério. - não contive minha risada. - Olha, agente pode jogar video-game, nadar um pouco, assistir um filme, qualquer coisa por favor... - insisti e ele fez o maior bico do mundo. - Se isso ajuda, prometo que a noite tá tudo liberado.
- Tudo? - ele abriu um sorriso imenso, que me fez rir.
- Oque você quiser. - ele riu me pegando no colo.
- Foi você quem pediu. - em seguida ele correu até a piscina e pulou comigo no colo, fazendo-me encolher pela aguá gelada. Justin me soltou e eu pude nadar até a superfície, eu mataria ele agora, filho de uma puta.
- JUSTIN SEU FILHO DA ... - gritei sentando-me na borda da piscina e tirando meu celular do bolso. - E aqui se vai mais um celular. - levantei o mesmo para que ele pudesse ver o estrago.
- Desculpa amorzinho. - ele ironizou parando na minha frente e agarrando minhas pernas.
- Não seja irônico. - ri tacando aquele celular em algum lugar.
- Prometo que te dou um bem melhor que esse ai.
- Eu gostava dele.
- Você gosta de qualquer celular que te dão. - ele mergulhou rapidamente e voltou bagunçando o cabelo.
- E eu acabei de tomar banho. - cruzei os braços.
- Tá reclamando? Você quem pediu um dia normal e eu achei que nadar um pouco fosse normal.
- Tudo bem, não reclamo mais, só que...
- Colabora. - ele riu puxando-me novamente para piscina.

19h23m.

O sol já havia ido embora, dando lugar a lua cheia e incrivelmente linda. Justin estava deitado na cama após ter tomado um banho assim como eu depois de termos nadado quase o dia todo. E não é que ele conseguiu ficar um dia sem aquelas porcarias que só estragam a vida? Bem, depois que ficamos nadando entramos para dentro e acabamos assistindo um filme, nada legal porque o filme era de terror e Justin ficava rindo da minha cara cada vez que eu estremecia de medo ou gritava quando levava um susto, como se ele nunca tivesse ficado com medo na vida, fizemos um lanche e eu acabei sujando a cozinha toda, oque levou Justin a começar uma guerra de comida.

Pois acredite, Justin me tacou ketchup e eu quis revidar tacando o sanduíche todo nele. Foi divertido tanto pra mim, quanto pra ele, e é como eu sempre digo, comigo ele consegue ser ele mesmo. E depois disso ficamos até agora a pouco na piscina, jogando conversa fora e se pegando, até porque com um garoto daqueles por perto, molhado apenas de boxer preta na sua frente, você acha mesmo que eu vou ficar apenas conversando?

Me taquei ao seu lado na cama sentindo dores por toda a extensão das minhas costas.
- E seu pai? - Justin perguntou virando-se para mim.
- Trabalho como sempre.
- Não sente falta dele?
- Sinto, mas ele prefere o trabalho. - dei de ombros também me virando para ele. - E você?
- Oque tem eu?
- Nunca me fala sobre tua família, eu sei quem são pelas fotos que tem aqui. - ele não disse nada - Onde eles moram?
- Em Londres.
- Vou poder conhece-los um dia? - ele riu acentindo. - Sua mãe é muito linda, ela mora em Londres também?
- Minha mãe morreu. - engoli seco, não esperava por isso ele nunca fala sobre o assunto.
- Sinto muito. - apoiei minha cabeça sobre minhas mão que matinha-se apoiada pelo cotovelo.
- A sua também, não é? - ele me olhou.
- Sim. - respirei fundo, aquele assunto me deixava triste.
- Sente falta dela?
- Mais do que imagina. - Justin olhou para baixo e aquele assunto estava deixando ambos triste, então eu decidi acabar com aquilo.
- São seus irmãos? - apontei para o pequeno porta-retrato na escrivaninha ao lado da cama.
- Sim, são meus anjinhos. - ele sorriu, era tão engraçado ver Justin falando daquela maneira, mas um tanto fofo.- Sinto falta deles, mas meu pai disse que não vou vê-los enquanto eu não mudar.
- Porque não se esforça? Por eles?
- Eu to tentando. - ele suspirou - Mas é mais difícil do que eu imaginei.
- Eu já disse que você tem a minha ajuda, mas tem que se esforçar. Não quer ver seus irmãos?
- Quero.
- Então acredite que você pode mudar, e logo vai poder vê-los. - ele me olhou e sorriu fraco, em seguida puxou meus braços, deitando-me sobre seu peitoral.
- Não acredito que vou dizer isso... - ele riu pelo nariz.
- Oque? - levantei meu rosto para olha-lo.
- Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. - ele corou.

Justin Drew Bieber com vergonha, pera o mundo ainda não parou?

Acabei não resistindo e beijando seus lábios com delicadeza, sem pressa, sem afobamento, apenas um beijo normal. Justin subiu por cima de mim sem partir o beijo, ele me beijava lentamente, com carinho, com amor. Eu podia jurar que ele gostava de mim daquele jeito sabe, mas ele não consegue demonstrar muito, digo são momentos raros e isso me deixa confusa. Mas como ele mesmo disse mais cedo, Justin é como um droga, uma droga viciante e sem cura, onde eu não vejo soluções á não ser me entregar assim.

Minhas mãos estavam em sua nuca aprofundando mais o beijo, enquanto uma de suas mãos estavam parados sobre meu rosto, fazendo um pequeno carinho no mesmo, deixando-me arrepiada. Justin partiu o beijo com um selinho demorado e ficou me encarando, fazendo minhas bochechas corarem.
- Eu... - ele tentou dizer alguma coisa mas foi interrompido por um estrondo no andar de baixo.
- Oque foi isso? - perguntei assustada sentando-me na cama. Justin levantou rapidamente e caminhou até a janela.
- Droga. - ele correu até o armario e tirou uma glock. Como eu entendo de armas? Meu pai é policial né. - Se esconde no banheiro.
- Ahn? Porque? - me levantei.
- Faz oque eu to te pedindo. - ele me empurrou levemente até lá.
- Me diz oque tá acontecendo. - parei na porta do banheiro.
- Se tudo der certo eu prometo que te conto tudo, agora vai...
- Tudo oque? Justin, você não vai descer sozinho. - segurei seu braço, ele suspirou e segurou meu rosto com as duas mãos.
- Pelo amor de Deus, colabora comigo, não sai dai até eu voltar, tá entendendo? Eu volto. - acenti mesmo não entendendo nada, apenas ouvia as coisas sendo quebradas lá em baixo. Justin selou nossos lábios com força e me empurrou para o banheiro, tranquei o mesmo me sentando no chão. Aquela angustia de mais cedo tinha voltado e só dai eu entendi o porque.

Justin corria perigo, eu não sabia do que, mas sabia que algo aconteceria.



Continua?
Eu sei que vocês são Team Lustin.
ALKFASJ
enfim, demorei mas postei
ah nem demorei tanto vai.
comentem suas putas.
obg <3
amo vocês.