23 janeiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 7

Luana P.O.V

Claridade, maldita claridade que insistiu em me acordar. Meus olhos estavam praticamente colados, implorando para que permanecem assim, fechados. Assim que tentei abri-los, a claridade do quarto impediu-me e minha cabeça rapidamente deu sinais da ressaca. Fechei os olhos com força, como se aquilo fosse parar a dor, mas foi em vão. Tentei novamente abrir os olhos, tentando ignorar aquela dor de cabeça, que só piorava cada vez que tentava abrir os olhos, e quando finalmente fiz, levei as mãos até a cabeça de tanta dor.

Encarei o teto branco á cima de mim e aos poucos abaixei meu olhar, espremendo os olhos por conta da luz que passava entre as cortinas. Passei lentamente os olhos pelo quarto, não reconhecendo o mesmo. Onde eu estou? Não era meu quarto, muito menos o quarto da Pati, as cortinas eram brancas e até o chão, a cama era enorme, digamos que a maior que eu já vi na minha vida toda, assim como todo o quarto. Junto a uma prateleira de vidro na parede, estavam algumas medalhas e trofeis de hockey, eu até poderia dizer que estava no quarto do meu irmão, mas acontece que meu irmão não joga hockey, virei a cabeça para olhar o criado mudo, encontrando um relógio, onde já estava tarde e eu deveria estar em casa para cuidar do meu irmão. No mesmo criado mudo, tinha um porta retrato, e com aquilo eu já sabia onde estava.

Uma foto de quando Justin era criança - na verdade bebê -, ele estava com uma mulher. Uma mulher aparentemente bonita e jovem. Mas porque eu estava na casa dele? No quarto dele?

Foi quando um flash da noite passada, passou pela minha cabeça. Refrescando minha memoria. Desde o momento em que eu entrei na festa com o Chris, até o momento em que Justin me salvou daqueles dois homens... pera, ele me salvou. Não acredito que ele me ajudou, logo ele que me odeia.

Ergui meu corpo na cama com as ajudas da minha mãe, para que eu conseguisse me sentar. Tinha a impressão de que minha cabeça iria explodir a qualquer momento. A dor estava tão forte que estava me dando enjoo e tontura, olhei para todos os lados e corri até a primeira porta que vi e graças a Deus, encontrando o banheiro. Acho que vomitei todo aquele álcool que bebi, mais um pouco das minhas tripas junto, e só ali percebi que vestia uma camiseta grande, onde a mesma batia um pouco acima das minhas coxas.

- Bom dia bela adormecida. - a voz dele fez com que todo meu corpo estremecesse e meu coração acelerasse, não só pela sua voz mas também pelo susto que levei.
- Onde eu to? - perguntei mesmo sabendo onde estava, só não sabia exatamente oque falar.
- Na minha casa, não é obvio? - ele caminhou até o quarto e eu acabei seguindo-o.
- Porque me trouxe pra cá? - minha voz saiu mais alta do que eu queria. - E porque eu estou com uma blusa sua? Cadê minhas roupas? - depois que consegui respirar e pude parar para notar que ele estava diferente, não vestia roupas escuras como sempre usa, pelo contrario. Ele estava usando uma regata branca, junto á uma calça de moletom cinza, seu cabelo estava bagunçado de um jeito incrivelmente sexy.
- Calma. - ele riu - Você queria que eu te deixasse na sua casa, naquelas condições? - é talvez ele tivesse razão, ou meu pai me mataria ou ele iria me torturar até a morte, por chegar bebada e praticamente nua em casa.
- Não, é que... - me sentei na cama ao seu lado, mas mantendo uma certa distancia.
- Então deveria me agradecer. - ele sorriu. Desculpa, meu orgulho não tá deixando.
- E porque não me levou pra casa da Patricia?
- Porque eu não tinha o endereço?
- Porque não me perguntou?
- Porque você dormiu. - me calei. Tá, não to ajudando. Ficamos em silêncio, enquanto eu apenas conseguia mexer na barrinha daquela blusa, que estava me corroendo por dentro com aquele perfume dele, empreguinado em cada fibra, cada centímetro.
- E porque eu to com uma blusa sua?
- Porque aquela sua tava suja... Você pergunta demais eim..
- Só to tentando me lembrar das coisas. - resmunguei. - Ou você acha normal acordar na casa de alguém, sem a roupa e ... e... pera, você deu banho em mim? - me levantei.
- Você tava suja de barro. - ele deu de ombros.
- E porque não me acordou? - gritei.
- Eu tentei, e vamos parar de gritar.
- Ai meu Deus. - voltei a me sentar. Disfarçando vergonha admirando o chão. - Eu, eu... eu tenho que ir embora, meu pai vai me matar. - me levantei - Cadê minhas roupas?
- Mas já? - impressão minha ou ele ficou triste? - Digo, ali. - apontou para o criado mudo, onde minhas roupas estavam.
- Mas estão sujas.
- Eu avisei.
- Droga. Você não tem nada que eu possa vestir?
- Tá legal assim. - ele sorriu pevertido olhando para minhas pernas, fazendo com que minhas bochechas corassem.
- Sorte eu morar logo aqui de frente... - abri um pouco da janela e dei graças a Deus por meu pai não estar em casa, mas pera... quem está com o Pedro? - Depois eu devolvo sua blusa.

Ele não disse nada, mas me acompanhou até lá em baixo e até abriu a porta pra mim, oque aconteceu com aquele Justin irritando e frio? Fechei os olhos e por mais que eu não queira, eu ainda teria que agradece-lo por ontem, então resolvi engolir meu orgulho.
- É, porque me ajudou ontem? - me virei para ele, logo me arrependendo ao pousar meu olhar sobre o seu.
- Não vai me agradecer? - respirei fundo.
- O-Obrigado. - minha voz travou, mas consegui dizer. Justin sorriu largo e eu me pergunto, como uma pessoa com uma sorriso tão lindo, não gosta de sorrir? Digo, são momentos raros. - Você não respondeu minha pergunta.
- Não faz pergunta dificil. - ele estava evitando meu olhar.
- Porque?
- Porque eu não sei, eu definitivamente não sei porque eu parei aquele carro e fiz aquilo, eu poderia muito bem ter deixado você ali sendo estuprada por aquele dois, mas não... eu parei e não me pergunte o porque, eu só sabia que deveria te aju...dar. - ele terminou de dizer, sem mesmo saber oque estava falando.
- Você também já tentou se aproveitar de mim.
- Foi diferente. - ele me olhou.
- Porque?
- Porque você correspondeu... - por mais que eu queira dizer que não era verdade, eu estaria mentindo. Eu correspondi aquele, mas não correspondi a outra coisa.
- Eu tenho que ir, se precisar... sabe onde eu moro. - porque eu disse aquilo? Droga.

Olhei para os dois lados da rua antes de atravessar e não vi ninguém, isso melhor ninguém me ver daquele jeito e ainda saindo da casa do novato. Corri até as portas do fundo, não era tão dificil entrar lá em casa, mas acho que ninguém seria ousado o suficiente para entrar na casa de um policial. E como esperado a porta estava aberta, entrei pé por pé, não sabendo quem estava ali.
- Você deve ser a Luana. - uma voz doce fez com que eu me assustasse  virando-me para ver oque eu encontraria. Uma mulher aparentemente jovem estava parada na cozinha, ela tinha cabelos claros e amarrados em um rabo de cavalo alto, suas roupas eram simples, calça jeans apertada e blusa de frio bem solta. Seu nariz era incrivelmente alinhado ao seu rosto, assim como os lábios finos, porém rosados, seus olhos escuros eram misteriosos. Agora oque essa mulher tá fazendo na minha casa?
- Quem é você? - perguntei sentindo meu sangue ficar quente de medo.
- Seu pai me contratou pra ficar com vocês durante o tempo que ele ficar fora.
- Oque? Tipo uma babá? - perguntei incrédula.
- Se você chama assim. - ela sorriu simpática  Oque meu pai tá pensando? Que eu sou uma criança e não sei cuidar de mim e do meu irmão? - Meu nome é Carolina. - ela esticou a mão gentilmente, achando mesmo que eu iria cumprimenta-la.
- Prazer. - sorri falso, então ela tirou a mão quando percebeu que eu não iria apertar. Não consigo ver outra pessoa nessa casa a não ser a mamãe, mas é uma longa historia.
- Pelo visto a mocinha passou a noite fora. - seus olhos desceram até minhas pernas desnudas, fazendo-me encolher sobre o balcão.
- É, eu... eu preciso subir. - antes que ela pudesse me chamar, minhas pernas mesmo cansadas subiram rapidamente para meu quarto. Corri até o banheiro decidida a tomar um banho que relaxe meu corpo.


Justin P.O.V

Ainda não estava acreditando que eu consegui ajudar aquela garota, eu não sou assim, não mesmo.
Eu estava transtornado, algumas lembranças do passado estavam me atormentando e tudo que eu precisava era relaxar. Vesti uma jaqueta qualquer e peguei as chaves do carro, saindo apressadamente de casa. Não pensei duas vezes em ligar para Ryan, ele me ajudaria, só ele.

- Alô? - ele parecia ter acordado agora, pelo tom de voz cansado e baixo.
- Ryan, eu... eu preciso daquilo. - disse desesperado ao dar partida no carro.
- Você disse que tinha parado. 
- Cara não dá, eu preciso, por favor... eu sei que você pode conseguir pra mim.
- Justin para com isso cara, só vai te fazer mal. 
- Eu to pouco me fodendo Ryan.
- Você quer morrer, é isso? - ele gritou - Porra Justin, chega disso... Esquece a porra do passado, vai viver o presente.
- Eu não consigo porra. - gritei de volta.
- Para de dar piti e vem aqui pra casa, agora. - ele desligou o telefone na minha cara, filho da puta.

Em poucos minutos já estava em frente a casa dele, acho que nunca corri tanto na minha vida. Desci do carro e ativei o alarme do mesmo. Não me preocupei em bater na porta da casa dele, apenas girei a maçaneta e me preparei para ouvir ele xingar como sempre.
- Já perguntei isso umas trinta vezes, não sabe bater? - ele perguntou vestindo a camisa e passando para a sala.
- E eu sempre vou responder que não. - me joguei no sofá. Ouvi ele respirar fundo e soltar o ar de maneira pesada. - Eai, tem oque eu pedi?
- Justin, eu te dei heroina pra relaxar algumas vezes, não pra você viciar naquela porra.
- Pra que você acha que eu preciso?
- É a terceira vez na semana que você vem aqui me pedir.
- Edai?
- Edai? - ele levantou-se - Não vou deixar você viciar naquela merda, quer morrer?
- Não iria fazer diferença pra ninguem mesmo. - dei de ombros relaxando meu corpo.
- Você nem sabe oque fala. - ele riu nervoso.
- Tem certeza Ryan? Quem se importaria se eu morresse? Quem? Meu pai me largou nessa cidade e nem se quer sabe que eu existo mais, eu não tenho ninguem Ryan, ninguem.... - mordi o lábio inferior segurando um possivel choro, que jamais soltaria. - QUEM SE IMPORTA PRA DROGA DA MINHA VIDA? - gritei me levantando.
- Você fala como se eu não existisse. - ele disse calmo. - Bieber se toca, você é como um irmão pra mim. Acha mesmo que eu não me importo com você?
- Eu sou um monstro Ryan, você sabe disso. Não deveria se importar... - me sentei novamente, dando um longo suspiro.
- Aquilo é passado Justin.
- Pode ser passado pra você, mas pra mim... é como se fosse ontem, como se aquela maldita noite passasse  todas as horas na minha cabeça e denovo, denovo e denovo. Como se a tecla repaet nunca tivesse sido desligada. - fechei os olhos segurando as lagrimas. - Eu, eu preciso sair, preciso beber alguma coisa pra esquecer. - me levantei cambaleando dali.
- Mano, onde você vai? - Ryan veio atrás sem parar de falar.
- Qualquer lugar. - entrei no meu carro e a unica coisa que lembro, foi Ryan tentando me impedir.




Continua?
Ceis tão gostando? ):
me diz oque tão achando? ):
pfvr pfvr pfvr
E amanhã eu faço maior, tava arrumando meu tt...
Jujuzinha, meu amor, que sdds. ):
Lua minha estrela, vou morrer se tu não aparecer logo.
Leeeeeeeeeeet obg meu amor <3


The History Of Us - Capitulo 2

-Ele só está me causando mal mesmo- Eu dizia tentando confortar Duda
-Não vou mais a festa que a Paula me convidou meninas, eu vou ficar com vocês essa noite, que tal vocês dormirem lá em casa?- disse animando elas.
- Pode ser- Bruna respondeu um pouco sorridente, Duda ainda estava pensativa, mas acabou cedendo
- Vamos sim!- ela disse abrindo um sorriso no rosto- Vai fazer bem pra mim- ela disse novamente
- Bom então vamos?- eu disse já me dirigindo a porta do banheiro
-vamos!- Elas me responderam quase que em um coro, nós estávamos passando pela sala do segundo colegial quando do nada eu senti uma mão gelada segurando fortemente a pele fina de meu braço, fazendo eu dar meia volta, chocando nossos corpos e entrando em uma zona quase que de perigo
-Eai gatinha- ele me disse um pouco sarcástico
- Hoje não Vasques- eu disse fria
- Não quero mais nada, quase perdi uma amizade muito grande por tua causa- falei já me soltando dele
- Ué, eu achei que nós eramos alguma coisa- ele disse ainda insistindo
-Pois tu falou muuuuito bem, nós ERAMOS alguma coisa, o que eu realmente eu não sei o que era- eu disse dando ênfase no "eramos" , onde todos me olhavam com uma cara feia.
Todas as meninas sempre quiseram ficar com ele, mas eu era bem diferente, não gosto de fazer as coisas pelos outros, gosto de fazer por mim mesma, já ia até me esquecendo, eu comentei que eu mudei de uns tempos pra cá, não importa o que os outros pensem eu sou o que eu sou e nada vai me mudar, pois é, eu mudei tanto assim, por que eu era magra DEMAIS, tipo um palito ou alguma coisa do tipo, juro, parecia até que eu tinha bulimia, ou até sofria de desidratação, mas não eu apenas nasci desse jeito, ninguém me entendia, falavam mal de mim, do meu jeito, da minha aparência, do que eu vestia, mas agora não mais, eu comecei a fazer muita academia, para crescer peito, bunda e coxa, entrei nos esportes da escola e não parei mais, então agora todas as meninas tentam me imitar e quando eu percebo isso, eu falo um simples "se descubra sozinha" por que eu sei que dentro de cada uma tem uma princesa, uma menina maravilhosa, que só tem medo de ser julgada pela sociedade, mas o não todo mundo já tem, a gente tem é que esperar uma resposta diferente para cada desafio nosso- senti alguma coisa me balançar me tirando do meu pequeno transe, quando me dei por conta o vasques berrava alguma coisa na minha frente.
-Ei ei ei, primeiro cala boca, ta pensando que ta falando com quem? Segundo, A-CA-BOU - eu disse pausadamente, para ver se ele entendia.
-E terceiro, eu não quero mais nada, é tao difícil assim de entender? você até parece um demente, se liga- falei já me virando de costas para ele começando a caminhar deixando ele com uma enorme cara de taxo.
-ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM- ele deu um berro lá de trás
-ENTÃO VEREMOS- eu respondi no mesmo tom fazendo um sinal de "até mais" para ele
-Pietra o que foi aquilo??-bruna veio correndo até mim e rindo loucamente da cara dele
-Eu só me livrei do que eu não queria mais, até parece que você não me conhece- falei rindo
-Pi, brigada por tudo!!- Duda disse se aproximando
-De nada duda, não fiz mais do que a minha obrigação- Disse tentando procurar Paula por aquele enorme refeitório.
-Ali! haha - eu dei um risinho por vencida
-Gente fiquem aí, eu só vou falar rapidinho com a Paula e já volto.- Saí falando
-PAULA VEM AQUI SUA VADIA!- berrei chamando ela e depois rindo alto.
-O que foi meu pedacinho de bosta?- ela disse se aproximando
-Nossa quanto amor entre nós hein- eu disse rindo
-Paulinha, essa foi mal mesmo, mas eu não vou ir na tal festa, briguei com o Vasques, não quero nem ver mais ele- eu disse um pouco séria, por ter acabado de dar gargalhadas
-Não acredito!!- ela disse com uma cara feia
-Acredite- eu disse rindo fraco
-Mas vão ter outras festas e aí a gente pode ir juntas- eu disse em uma tentativa de amenizar um pouco a bronca.
-Tudo beeeem- ela disse suspirando
-Mas isso é só por que você é a melhor parceira de festas de todo o sempre- Ela disse me fazendo gargalhar novamente, quando eu estou com ela, não paro de rir nunca, não sei se vocês já perceberam
-E você é a segunda melhor parceira então- eu disse fazendo ela rir junto comigo, quando eu percebi uma leve vibração no meu bolso do short, meu celular é claro
-Peraí Paulinha, já volto- Disse me distanciando e saindo daquele refeitório e já atendendo a ligação.
LIGAÇÃO ON
-Filha, eu preciso conversar muito sério com você.- minha mãe disse aflita
-O que foi mãe? Não da pra ser agora?
-Não, não dá, agora vai na recepção e passa o telefone pra alguém da diretoria.- Ela falou séria, mas com um tom de preocupação
-To indo mãe, mas calma!- disse descendo as escadas da escola
Entreguei o meu celular a moça da recepção e só conseguia escutar ela fala "tudo bem senhora, sem problemas"
-Pietra?-Aquela mulher me chamou docemente- Será que você poderia vir aqui?
-Sim-Eu respondi já me aproximando á ela
-Bom, então você vai levar esse bilhete aqui e vai entregar ao professor do seu próximo tempo, vai pegar os seus materiais e vai ir para casa.-Ela me falou sorrindo e entregando o bilhete, como se isso fosse algo bom, o que na verdade era, mas nem tanto por causa das meninas, mas afinal eu estava indo para casa.
-ok!-eu disse um pouco sem animo, subi e fiz o que a mulher mandou.
Quando eu cheguei em casa estavam a minha mãe e o meu pai então eu logo pensei "pronto, fudeu o que eu fiz de errado agora?"
-Filha nós precisamos conversar-minha mãe disse séria...
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EAI GENTE NOSSA HJ VAZOU BELIEVE ACSTICO EU QUASE MORRI, POR ISSO DEMOREI TANTO P POSTAR FYUSGFYUSD, eh isso bjinhos e comentem pq se não eu n seii se ta bom ou não :)
http://www.ojuaraxd.com/2013/01/ouca-believe-acoustic-novo-album-de-acusticas-do-justin-bieber-completo.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter --- GENTE AQUI TEM O LINK DO BELIEVE ACÚSTICO GFSD[UIFUYSI
~~Cami~~

22 janeiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 6

22h34.

Tirei a tolha da cabeça e a joguei sobre a cama, assim como o roupão que estava vestindo. Caminhei até meu guarda-roupa e separei a roupa em que eu usaria para a festa, não queria nada chamativo mas também nada muito simples. Vesti minha roupa intima e passei meus cremes hidratantes, terminei de me vestir e calcei meus sapatos, caminhei até o banheiro e peguei o secador de cabelo dentro do armário da pia, em alguns segundos sequei apenas a minha franja e deixei que o resto secasse naturalmente, ficando ondulado. Guardei o secador e peguei o rímel, passando o mesmo varias vezes até ficar com os cílios bem grandes.

Voltei para meu quarto, olhei as horas e eu decidi ir mais cedo para ajudar com algumas coisas. Fechei a porta do meu quarto, desci as escadas correndo em direção á sala.

- Pai, já vou tá? - me sentei ao seu lado.
- Mas já? Não quer que eu te leve? - ele riu.
- Pai. - resmunguei e deu um beijo no rosto dele.
- Não acha que esse short tá muito curto? - ele disse assim que me levantei, olhei para baixo fitando minhas pernas incrivelmente bronzeadas e descobertas.
- Não acho não. - ri caminhando até a porta.
- Pois eu acho, viu mocinha.
- Tchau pai. - gritei da porta.
- Não volte tão tarde.
- Ah, talvez eu durma na casa da Pati.
- Me avise se for dormir.
- Beleza, to indo. - bati a porta sem querer e corri até a entrada de casa já avistando o carro do Christian. Sorri e corri até o mesmo, abrindo a porta e entrando.
- Oi. - disse sorridente.
- Olá, nossa... - ele me deu um selinho e direcionou seu olhar até minha perna desnuda e sorriu malicioso.
- Ei, vamos? - ele riu dando partida no carro.
- Você está... linda. - disse sem me olhar, fazendo-me sorrir.
- Obrigado. - minha voz saiu risonha, vacilando meu olhar sobre ele e depois voltando para o trânsito. Sempre que eu estava Chris era assim, não consigo me sentir mal com ele, é impossivel sentir-se mal com ele, seu senso de humor é contagiante e acho que não é nem isso. Mesmo não namorando ele, eramos amigos antes disso, eu amo ele, muito... e isso era uma certeza.

Chris parou o carro do outro lado da rua do apartamento da Fran e desceu do carro, abrindo a porta para mim logo em seguida. Temos sorte por ela morar na cobertura e por seu apartamento ter paredes a prova de som, não teriamos problemas com policias ou vizinhos chatos reclamando durante a festa. Chris entrelaçou nossas mãos e caminhamos até a portaria, onde José o porteiro nos atendeu com um sorriso simpatico no rosto.
- Ja sei, festinha da senhorita Francine. - ele disse ao destravar o portão para passarmos.
- Como sempre né. - comentei já com um riso que soltei no ar. Apertei a mão de Chris para que aceleramos o ritmos, o guiei até o elevador, onde parei de frente e pressionei o botão para que ele pudesse chegar rapidamente.
- Convidaram muita gente? - Chris questionou-me quando entramos no elevador.
- Chris, é um social... vai ter pessoas até de outra cidade. - gargalhei com a cara de espanto que ele fez. - Mentira, mas vai ter gente que agente nunca viu na vida.
- Nossa. - ele me acompanhou na risada.
- Tá tudo bem entre agente? - ele parou de rir e me olhou sério, um tanto confuso por uma pergunta dessas do nada.
- Claro, porque a pergunta? - suas sobrancelhas ainda estavam unidas, em uma união de confusão, já me arrependendo de ter perguntado aquilo, senti minhas bochechas ficarem vermelhas.
- Seilá... É que hoje de manhã... - ele sorriu e calou-me com um beijo, mas antes que ele pudesse falar algo, a porta do elevador se abriu, deixando que o som alto entrasse ali e me impedisse de ouvir qualquer coisa.

Segurei sua mão novamente, passando por todas aquelas pessoas que para mim eram rostos desconhecidos, não a maioria mas boa parte sim, outras eram apenas alunos do Joseph high school e de longe, Pati e Fran estavam na area da piscina, sentadas em um banco conversando e de vez em quando eu podia vê-las se beijarem.
- Ei garotas. - gritei ao me aproximar, tomando a atenção de ambas.
- Eai vadia. - Fran gritou deixando transparecer sua alteração pela alta quantidade de alcool.
- Oi lua. - Pati respondeu sorridente, ela parecia muito feliz.
- Oi meninas. - gritou surgiu ao meu lado.
- Oi Chris. - elas responderam em coro.
- Quer beber algo? - ele sussurrou no meu ouvido, apenas acenti arrepiada com seus labios no pé da minha orelha - Ja volto. - então ele saiu e eu me juntei as garotas.
- Quem são todas essas pessoas? - passei meu olhar por todos os cantos da area de fora e até mesmo oque eu conseguia ver por dentro, garotas de biquíni  garoto de sunga caminhavam livremente com copos de bebidas na mão, casais se agarrando selvagemente na area de dentro, sem se importarem com as outras pessoas em volta. Era possivel sentir o cheiro forte de maconha vindo de um area mais reservada ali ao lado da piscina, deixando que meus hormônios gritassem querendo por aquilo.
- Eu sei la. - Fran respondeu rindo.
- Eu disse pra ela chamar só quem ela conhecia, até porque é uma festa minha. - Pati gritou - Mas não, ela chamou até gente que ela não conhece, mas fora isso, to amando. - foi impossivel não rir, elas estavam bebadas e isso era engraçado.
- Vamos dançar gente. - as puxei pelo braço, arrastando elas para onde se concentrava uma alta quantidade  de pessoas que dançavam ao som de Rihanna - S&M. Patricia estava irradiante, brilhante, era o dia dela e ela estava deslumbrante como sempre, seu vestido preto estavam deixando sua pele branca destacada, em um charme exuberante, seus olhos estavam com um brilho irreconhecível, que era possivel ver seu proprio reflexo sobre ele. Seus cabelos estavam com um brilho digamos que a mais, ela estava linda, como sempre.

Senti uma mão pousar em minha cintura, já imaginando que seria Chris, mas assim que meus olhos fixaram nos dele, meu corpo estremeceu e minhas pernas bambearam e se não fosse sua mão me sustentando, eu teria caido ali mesmo, por um pequeno descuido.
- Oque você tá fazendo aqui? - perguntei alto, tentando me afastar de seu contato que me deixava atormentada.
- Sua amiga me convidou. - sua voz rouca passou pelos meus ouvidos como uma canção, fazendo meu corpo estremecer e meu coração disparar. Porque eu tinha que me sentir assim em relação a Justin? Acontece que depois daquele em dia em sua casa, que ele me beijou e tentou abusar de mim, por mais que ele estivesse fora de si e bebado, eu simplesmente não consigo tirar da minha cabeça a lembrança de ter seus lábios macios aos meus, é como um pesadelo diario, um pesadelo que me atormenta todas as noites quando eu me deito, e por mais que eu ame Christian, seilá, me sinto confusa em relação á isso, ou talvez seja tesão acumulado.
- Olha, não é mesmo que ele veio. - Fran se aproximou e Justin soltou no mesmo instante a minha cintura.
- Você convidou ele? - Patricia surgiu ao meu lado.
- Convidei oras. - Fran estava alterada.
- Porque? - me alterei mais que o normal.
- Ei, oque tá acontecendo aqui? - Chris apareceu com dois copos de Whisky na mão.
- Nada, vamos sair daqui. - o puxei pelo braço, indo até a area da piscina, onde podemos ficar sozinhos e mais a vontade. Ele sentou em uma espreguiçadeira e me colocou para sentar na sua frente, entre suas pernas.
- Oque foi? - Chris perguntou no meu ouvido.
- Só não esperava a presença dele. - tentei parecer não incomodada o quanto eu realmente estava.
- Esquece ele. - seus lábios gelados por conta do Whisky encostaram sobre a pele fina do meu pescoço. Mesmo não querendo, criei forças para apagar as memorias dos olhares intensos de Justin naquele dia e me virei para Chris, juntando nossos lábios sem a menor delicadeza.

03h45.
Sentia que meu estomago estava repletos de borboletas que batiam assas sem parar, eu havia bebido mais do que devia e minha cabeça estava girando, minha visão estava embaça e eu podia ver tudo duplicado em dois, avá. Estava dançando ao som de alguma de uma musica que pra mim era desconhecida, junto de Pati e Fran, Chris havia se perdido de mim a alguns minutos e eu nem dei bola por estar animada demais para ele. Quando dei conta de mim, meus lábios estavam grudados ferozmente nos lábios de Patricia, eu estava sem controle dos meus atos, mas não digo que não estava bom. Tudo que eu conseguia ver era flash das coisas, em outro momento Pati já estava beijando a Fran, e então eu decidi me retirar, porque elas são mais intensas e levam aquilo mais á serio.

Meu estomago estava revirando então corri até o banheiro, mas me deparei com um casal se comendo dentro dele, então corri até o jardim e acabei vomitando nas plantas.
- Droga, cadê o Chris? - me virei tentando acha-lo no meio daquelas pessoas completamente bebadas, e a unica coisa que eu achei foi Fran levando Pati para o quarto, Beatriz, mais conhecida como a patricinha e lider de torcida popular da escola em cima dele. Justin. Rolei meus olhos de orbita sem saber oque fazer, Chris havia sumido e agora eu estava sozinha.

Caminhei até a cozinha e peguei uma garrafa de ice, queria algo mais fraco, só pra tirar aquele gosto de vomito da boca. Voltei para area da piscina onde só havia pessoas tomando banho, outras se pegando e Bieber com a Beatriz se comendo em uma das espreguiçadeiras, aquilo me fez ter outra vontade de vomitar, mas segurei.

Sentei-me do outro lado da piscina, longe deles, mas ainda assim podendo ter a visão de como eles eram nojentos. Virei apenas de uma vez aquela pequena garrafa de ice, que nem era tão forte assim e não precisei fazer careta ou resmungar, joguei a garrafa em qualquer lugar sem me importar muito se ela havia quebrado.

Foda-se. Cansei de ficar sozinha, levantei-me contra a minha vontade e caminhei esbarrando pelas pessoas. Até trombar com quem eu menos queria, oque me fez olhar para a piscina e percebi que ele não estava mais lá. Claro ele estava na minha frente.

- Ora ora Oliveira. - ele sorriu sarcástico. - Parece que você ama se esbarrar comigo.
- Oque você quer? - respondi tentando não mostrar meu nervosismo.
- Você esbarra em mim e pergunta oque eu quero? - ele riu. - Pelo visto seu namoradinho te deixou aqui sozinha.
- Ele não me deixou sozinha e ele não é meu namorado. - olhei para os lados. - E também... isso não não é da sua conta. - me atrapalhei nas palavras.
- Tem certeza mesmo que ele não foi embora e deixou você aqui? - ele matinha seu sorriso sinico.
- Do que você sabe eim? Fala. - encarei seus olhos radiantes pela luz da lua que refletia, era de tirar o folego.
- Ui, vai morder agora? - ele riu, deixando transparecer seus dentes incrivelmente enfileirados e brancos. Se eu tivesse uma arma em mãos, meu destino já teria sido traçado a alguns anos na cadeira, porque concerteza eu mataria ele agora. Quando percebi ele estava proximo demais, em uma zona que eu mesma propus ser a zona do perigo.
- Acho que alguém foi deixada... - seu halito bateu quente sobre a minha pele.
- Calaboca. - o empurrei, antes que meu subconsciente entendesse errado sobre a reação nervosa do meu corpo e o envolvesse para um beijo. No primeiro momento em que tive uma oportunidade, caminhei até o elevador e decidi que iria embora para casa da Pati, que não era tão longe dali e foda-se.

Tudo que eu enxergava estava multiplicado, as coisas estavam embaçadas e eu me embaralhava pra andar, causando possíveis nós nas pernas em risco de cair. Virei a esquina ainda do prédio em que Fran morava e me dei conta de como estava escuro e sombrio. Apenas as luzes amarelas dos postes iluminavam a rua, deixando-a aterrorizante, era assustador e eu me senti naqueles filmes, onde a qualquer momento vai sair o vilão de algum canto e me esquartejar.

Um vento forte e gelado fez com que eu abraçasse meu corpo e olhasse ao redor. Nenhuma alma viva, acho que nem almas penadas ousariam ficar naquele lugar. Então quando eu pensei que tudo estivesse estranho, um zumbido fez com que eu entrasse em alerta.

- Ei... - uma voz ecoou pela rua extremamente vazia que fez meu corpo estremecer, deixando-me mole - Ei gatinha, onde cê vai? Vem aqui vem. - olhei rapidamente pra trás, tendo a visão de dois homens, altos, e pareciam bebados, não consegui ver muito, apenas a sombra deles.
- Oh garota vem aqui... deixa que agente te leva pra casa. - o outro homem disse, e eu comecei a acelerar meus passos, morrendo, na verdade eu estava cagando de medo.

Quando dei pelos meus atos, minhas pernas automaticamente aceleraram o ritmo em que andavam, eu estava correndo, enquanto aqueles dois homens decidiram correr atrás de mim. Senti meu braço ser puxado violentamente e meu corpo bater sobre a grama úmida por conta da chuva de hoje.

- Onde pensa que vai eim... - um deles disse me prendendo contra o chão.
- Me solta. - gritei agoniada.
- Te soltar? Mas porque? Agente só vai se divertir um pouco... - suas mãos nojentas rasgaram minha blusa, deixando-me apenas de sutiã.
- Me solta, sai... sai. - me debati mas eles eram mais fortes do que eu, deixei que as lagrimas me dominassem, mesmo tentando manter pose de durona. Foi quase impossivel não gritar, não havia ninguem naquela rua, ninguem. Ou eu seria abusada sexualmente, se é que posso chamar assim, ou eu não sei.

- Ora ora ora, olha o que temos aqui. - eu poderia reconhecer aquela voz rouca mesmo se não quisesse, a quilometros de mim. Olhei de relance e vi Justin parado com uma arma na mão e um sorriso sinico no rosto, começo a achar que ele ama sorrir daquele jeito pras pessoas.
- Sai daqui moleque. - um dos homens que insistia em tirar minha roupa disse ao olhar pra trás.
- Soltem a garota. - sua voz saiu com tanta paciência diante de todo o meu desespero.
- Ah garoto vai caçar teu rumo... - então fechei meus olhos ao ouvir dois disparos contra o asfalto ao nosso lado.
- Você é louco? - um deles se levantou, enquanto o outro me segurava.
- Eu mandei soltar a garota. - ele estava se alterando. - Agora. - gritou e deu mais um disparo, que acertou a perna do que estava parado diante a mim, fazendo-me fechar os olhos.
- Sua mão não te ensinou que não devemos atirar nas pessoas. - a voz do nojento que me segurava soou entre meus ouvidos. A uma altura dessas meu corpo estava em estado de choque, minhas lagrimas haviam parado no instante em que Justin chegou.
- Eu te perguntei alguma coisa? - Justin respondeu sendo grosso. - Agora solta a garota se você tem amor pela tua vida.
- Solta essa vadia. - o cara que se contorcia de dor no chão gritou desesperado. - Vai logo cara...

Então o braço do homem que envolvia meu pescoço se afrouxou e eu não perdi a oportunidade, corri para atrás do Justin e praticamente me encolhi.
- Entra no carro. - ele disse sem me olhar e assim fiz, sem pensar muito.


Justin P.O.V

- Onde você vai Juju? - a voz irritante de Beatriz fez minha cabeça latejar de imediato.
- Vou onde não é da sua conta. - me desapeguei dela, que insistia em grudar em mim. - E para de me chamar de Juju, se liga garota. - disse seco.
- Nossa, porque tá assim? - ela me soltou e ficou me olhando com cara de bunda. - Achei que agent...
- Oque? Achou que agente podia ter algo? - ri sem vontade - Nunca teremos algo sério além de sexo, se conforme. Agora, tchau. - deixei ela com cara de bosta e sai dali, aquela festa já tinha perdido a graça a muito tempo, quando Beatriz decidiu me perseguir.

Sai daquele prédio e não perdi tempo em sair cantando pneu dali. Virei a esquina e nossa, estupro ao ar livre, acho que os caras de hoje em dias estão ficando mais desesperados do que nunca. Quando percebi de quem era a garota, eu não pensei duas vezes e parei o carro, não sei o porque, não me pergunte porque eu não sou assim normalmente. Os nojentos estavam por cima dela, e tentavam a qualquer custo tirar seu short, já que  a blusa eles já tinham conseguido fazer isso. Peguei a pistola que guardava no porta luvas e desci calmamente até eles, parando em uma distancia considerável.


- Ora ora ora, olha o que temos aqui. - segurei firme minha arma, apontando para eles. Luana se debatia, tentando se livrar daqueles dois, mas assim que ouviu a mim, parou.
- Sai daqui moleque. - o cara que tentava tirar o short dela gritou. Filho da puta, ainda tem coragem de me chamar de moleque, to mesmo querendo matar alguem hoje.
- Soltem a garota. - controlei minha raiva.
- Ah garoto vai caçar teu rumo... - não pensei duas vezes em dar dois disparos contra o chão e ver eles pularem de susto.
- Você é louco? - um deles se levantou, enquanto o outro segurou ela pelo pescoço.
- Eu mandei soltar a garota. - tentei controlar minha raiva novamente, mas me alterei  - Agora. - gritei e dei mais um disparo, que acertou a perna do que estava parado me olhando.
- Sua mão não te ensinou que não devemos atirar nas pessoas. - olha quem fala.
- Eu te perguntei alguma coisa? - me estressei - Agora solta a garota se você tem amor pela tua vida.
- Solta essa vadia. - o viadinho em que acertei um tiro, gritou, deixando mais irritado - Vai logo cara...

Seu olhar vacilou contra mim e acabou soltando ela, que correu para trás de mim, com a respiração ofegante.
- Entra no carro. - pedi sem olha-la e assim ela fez. Caminhei até aqueles dois, sem medo de nada - Quem é vadia mesmo? - agarrei o que estava em pé, dando-lhe um chute certeiro no estomago, que rapidamente o fez cair no chão. - Tem medo de morrer? - coloquei o revolver na mira da cabeça dele.
- Não, por favor. Eu tenho dois filhos pra criar... - ele gritou desesperado.
- Tenho pena deles. - acertei mais um chute no mesmo lugar. - Sabe, acho que eles não tem culpa de ter um pai como você, então... porque sentiriam falta, não é mesmo? - dei um soco em seu olho, o deixando ali caido no chão.

Deixei aqueles dois idiotas morrerem de dor, depois que dei um bom trato neles. Eu não queria mata-los, queria ver os filhos da puta se contorcendo de dor, bem melhor assim. Voltei para o carro e Luana estava paralisada, como se estivesse em choque.
- Você está bem? - perguntei dando partida no carro. Tirei meu casaco e entreguei a ela, vendo que sua blusa estava no chão da calçada - Veste isso.

Ela não disse nada, não tinha condições, apenas pegou a jaqueta e vestiu. Agora, pra onde vou levar essa garota?




Continua?
Ei, cadê vocês comentando e tirando um sorriso do meu rosto? ):
):
to triste ):
tchau ):



The History Of Us - Primeiro Capítulo

Terça-feira, dia 22 de janeiro de 2009

Acordei escutando o ruído alto do liquidificador, no qual o meu pai fazia um "sucão" de frutas, como o nosso apartamento  não é lá essas coisas e nem tão grande dava ainda para escutar ele pondo as frutas e seus ingredientes, me levantei da cama, com muita preguiça, bom ainda estava no meu tempo, menos mal, escolhi uma roupa pois estava quente, mas meio nublado hoje, desde essas ultimas férias eu mudei totalmente o meu estilo, visto o que eu quiser do jeito que eu quero e não do jeito que os outros acham bonito, fui ao banheiro e fiz minha higienes, voltei e passei uma maquiagem bem leve, saí do meu quarto  que eu amava tanto, pois tinha economizado durante 3 anos para te-lo assim, pois minha mãe jamais bancaria um quarto daqueles, fui caminhando lentamente até a cozinha onde minha mãe lavava alguma coisa na pia e meu pai servia os nossos copos com o tal suco- Bom dia- eu falei um pouco fria, não sei o que houve comigo hoje - Bom dia minha filha, você vai querer algum dinheiro para o seu intervalo?- minha mãe perguntou doce como sempre- Ah mãe, eu sempre quero- ri baixo pelo nariz- bom dia pra você também pai e obrigada pelo suco, está ótimo!- meu pai me olhou e deu uma leve risada- Bom dia filhota- ele disse se aproximando de mim e me amassando- bom gente eu já vou indo.- dei um beijo em cada um e peguei o tal dinheiro com a minha mãe pondo em qualquer lugar da minha mochila.O caminho foi tranquilo, pois a pequena cidade de Canoas não estava tão cheia, até por todo mundo que mora aqui sempre ir trabalhar em Porto Alegre.
[...]
Chegando na escola, fui direto a minha classe, a professora ainda não tinha chegado, joguei os meus materiais na classe, como de costume e fui falar com as meninas e os meninos, enquanto eu caminhava até eles o Guilherme, meu melhor amigo, loiro de olhos claros (ui) deu um berro-UIEEEEEEE AGORA A PIETRA DEU PRA SER REBELDEEE- no qual fez eu depositar toda a minha atenção a o fuzilar simplesmente só com um olhar, ele referia-se a minha roupa, eu ri fraco pelo nariz enquanto de aproximava deles, lá estavam o Guilherme, o Gustavo, o Rodrigo e o Caio, junto com a Paula, Duda e Bruna.
-Eai cocôs!- falei sínica ri alto- Caio me respondeu- Olha quem falando de sua família mais próxima- ele deu uma gargalhada, então Paula me olhou e saiu, eu rapidamente entendi o recado, elas estavam quietas demais para o meu gosto, então ela foi logo falando - Pietra você nem sabe, amanhã vai ter um festããããão pra gente ir, mas as meninas não estão muito a fim de ir, então vim te convidar, por que eu sei que você vai gostar da notícia que eu vou te dar, O VASQUES VAI ESTAR LÁ!!!- ela deu um  berro que seria capaz de ouvir da lua, quando eu vi a professora se aproximando eu logo fui entrando e disse para ela que iria pensar.
[...]
Três tempos já aviam se passado e o intervalo estava se aproximando, Guilherme, que estava sentado atrás de mim não calava a boca e nunca parava de fazer gracinhas, eu já nem me preocupava, nem olhava para trás, só deixava ele falando sozinho, Bruna me olhava como se eu tivesse cometido um crime e Duda, ah a Duda ela nem se pronunciava, fiquei um pouco receosa e então quando ouvi aquele sinal escandaloso tocar logo me levantei e corri até as duas e apenas falei - banheiro agora!- elas se levantaram e foram atrás de mim, até por que dentro da minha classe não seria nem de longe o melhor lugar para conversar agora- desembuchem!- eu falei entrando no banheiro e logo em seguida trancando a porta- Bruna olhou para Duda ficou séria e começou a falar- Eu vou ter me mudar para Brasília de volta!- ela me olhou triste e duda continuava séria eu simplesmente só abracei Bruna como se aquilo fosse adiantar algo - Então Duda, está na sua vez de falar- ri meio que baixo já me soltando de Bruna- COMO VOCÊ PODE!!!!!- ela deu um berro, eu a olhei assustada- Como eu pude o que?- falei já me exaltando- COMO VOCÊ PODE TER FICADO COM O VASQUES????- ela me olhou quase chorando- você sabia que eu gostava dele- ela me disse com a cabeça baixa, tentando segurar as lágrimas- Duda!! Meu Deus!! Eu te juro que eu não sabia de nada! Pergunta pro Guilherme, eu conto tudo para ele, ele sabe de tudo o que aconteceu!!  (GENTE, VASQUES É  UM MENINO CHAMADO PEDRO VASQUES, LINDO POR SINAL KK)  eu sinceramente não tenho culpa de nada! Mas tudo bem eu não vou mais me envolver, até porque isso já esta passando dos limites...

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gENTE fgsiufgifusdi q podreeeee, juro que melhoro no segundo capítulo vão ter mais emoções e  a história vai começar a valer a pena kk beijinhosss ~Cami~



21 janeiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 5

Sexta-feira, 21 de janeiro de 2013.

Tentei abrir rapidamente os olhos com o som alto que meu despertador fazia, no mesmo instante me virei sobre a cama, tentando alcançar aquele pequeno objeto que poderia acabar com o meu dia, deixando-me de mau humor. Catei ele sobre o criado-mudo e tentei desliga-lo tirando as pilhas, mas ele ainda continuou tocando escandalosamente, fazendo com que minha cabeça latejasse de dor, então não pensei duas vezes em criar forças que não tinha logo ali pela manhã e taca-lo com brutalidade na parede, observando o mesmo se partir em pedaços que fizeram-me liberar um sorriso e espreguiçar-me.

Peguei meu celular sobre a beirada da cama, olhei as horas e sai em disparada ao banheiro, sim... eu estou atrasada como sempre. Tirei meu pijama rapidamente e liguei o chuveiro sem mesmo regular a temperatura e entrando, xinguei algumas vezes a merda da aguá, que porra, tava gelada pra cacete e sai do banho. Corri até meu guarda-roupa e vesti uma roupa confortável e quente, que pudesse me esquentar de um dia frio que parecia estar lá fora.

Tipico tempo de York, olhei rapidamente pela janela, avistando o céu nublado e escuro, já denunciando que seria um longo dia chuvoso e frio. Peguei minha mochila, jogando todo meu material e celular lá dentro, me olhei mais uma vez no espelho e arrumei meus cabelos no lugar, minha cara estava amaçada e eu não poderia fazer nada porque estava muito atrasada.

Desci as escadas rapidamente, tentando não fazer tanto barulho, mas foi em vão, já que encontrei meu pai tomando café, junto com Pedro que me esperava aflito.

- Bom dia. - corri até a mesa e peguei uma maça.
- Bom dia. - eles responderam em coro.
- To atrasada como sempre. Vamos Pedro? - ele apenas levantou-se e ajeitou a mochila nas costas.
- Tchau papai. - Pedro caminhou até meu pai e deu-lhe um beijo no rosto.
- Boa aula. - respondeu. - E você mocinha, trate de acordar mais cedo. - ele levantou-se em minha direção.
- Desculpa, dessa vez foi o despertador. - dei um beijo no rosto dele, e gritei da porta. - Aproposito, o senhor pode comprar pra mim outro relogio... - ri nervosa e corri para fora de casa, desativando o alarme do carro.

Esperei que Pedro colocasse o cinto para dar partida no carro, acelerando rapidamente logo em seguida.
- Hoje não é o aniversario daquela sua amiga? - Pedro quebrou o silencio, fazendo com que eu o olhasse rapidamente.
- Puta merda, até me esqueci. - gritei rindo logo em seguida. - Obrigado por lembrar. - ele riu
- De nada. - virei a esquina, parando bem de frente a casa da Pati, olhei para os lados e buzinei duas vezes e segundos lá estava ela, com seu sorriso de ponta a ponta, saltitante até o carro.
- Bom dia meu amores. - ela disse ao bater a porta do carro com força, e se não fosse por ser seu aniversario, eu teria a xingado de todos os nomes possíveis por bater minha porta, do meu carro.
- Bom dia Pati, feliz aniversario. - Pedro respondeu, virando apenas a cabeça para trás.
- Awn, obrigado pestinha. - ela se inclinou dando-lhe um beijo no rosto.
- É, parabéns, quantos anos? 60? - a olhei pelo retrovisor do carro e ri.
- Muito engraçado. - ela riu. - Mas, obrigado.

Conversamos mais um pouco sobre oque faríamos em um dia tão especial como hoje, e acabamos combinando uma social na casa da Fran, é... social, casa da Fran que mora sozinha, mais um pessoal da escola, bebidas, drogas, sexo. Tem coisa melhor?

Parei o carro na minha vaga de sempre e descemos todos apressados, alias, estavamos correndo assim que ouvimos o sinal tocar, parei apressadamente em frente ao meu armario e peguei o material que usaria na primeira aula.
- Te vejo na proxima aula né? - perguntei a Pati enquanto corríamos para nossas salas.
- Sim. - ela correu até a sala 4, enquanto eu parei de frente a sala 6. Bati na porta mesmo ela estando aberta e respirei fundo já me preparando para as palavras frias do Sr. Calleb, professor de historia.
- Está atrasada Oliveira. - ele disse sem me olhar.
- Desculpa... - tentei dizer, mas ele me interrompeu.
- Ultima vez em que eu faço isso, mas entre.
- Obrigado. - respondi brevemente, entrando na sala já recebendo os olhares em que sempre me deixavam sem jeito.

Eu até teria chegado no meu lugar tranquilamente se não tivesse cruzado seu olhar com o de Bieber. Droga, a ultima vez que nos falamos foi para fazer aquele trabalho idiota, com aquele menino idiota, eu sou tão ingênua, não deveria ter colocado o nome dele naquele trabalho, já que ele não fez nada, apenas bebeu e me observou fazendo tudo. Mas eu sou tão boba, tão coração mole e coloquei seu nome. E por incrivel que pareça, olha que legal, eu teria que me sentar logo atrás de quem? Do Bieber. Maneiro né? Melhor ainda porque Chris estava sentado logo na carteira ao lado, menos mau.

Passei rapidamente por eles para que eu evitasse sentir aquele maldito perfume que insistia em mexer com meus neurônios, deixando-me em um pequeno transe, imaginando como seria bom se eu pudesse beijar aquele pescoço, onde é concentrado em maior parte o perfume... Oque drogas eu estou dizendo?

- Sempre atrasada. - Chris cantarolou ao meu lado o mais baixo possivel, para que Calleb não escutasse.
- Bom dia pra você também. - murmurei me ajeitando na carteira.
- Bom dia princesa. - ele riu me jogando um beijo no ar.
- Preciso falar com você... - ele faz cara de espanto.
- É? - ri ajeitando os livros sobre a mesa.
- Não é nada sério, só quero fazer um convite. - ele sorriu.
- Tá bom. - ele respondeu virando-se para frente.

Joseph High School. Intervalo. 09h40.

- Eai gente. - me aproximei de onde Pati e Fran estavam sentadas, me jutando á elas.
- Hm, estão namorando? - Pati perguntou ao ver Chris agarrado a mim.
- Ainda não. - ele respondeu piscando para ela, fazendo-me rir. - Aproposito, parabéns.
- Obrigado.
- Fran, conta pra Pati oque vamos fazer hoje. - me virei ficando de frente para Chris, que me enxia de selinhos e beijos.
- Uma social pra comemorar seu aniversario. - senti ela dizer aquilo com um sorriso enorme no rosto.
- Sério? Onde? - Pati perguntou.
- Na minha casa. - me virei para ver Fran sorrindo.
- Você vai né? - ignorei a empolgação das duas e me virei para Chris, encarando aqueles belos olhos verdes.
- Era esse o convite? - ele perguntou sorrindo de canto.
- Sim, queria que você fosse... - enterrei meu rosto na curvatura do pescoço dele, aspirando seu perfume - A Fran mora sozinha, lá é bem grandinho e sabe... hoje é sexta.
- Já entendi. - ele riu - Vou por você. - ele me selou, fazendo-me sorrir.
- Se quiser levar uns amigos pra você não se sentir seilá... sozinho.
- Eu não vou precisar... - suas mãos deslizaram até meu bumbum, e senti o mesmo ser apertado por suas mãos fortes.
- Epa, tamo aqui. - Fran gritou, fazendo-me ficar roxa de vergonha.
- Vão pro vestiario, ou slá segurem até a noite. - Pati disse rindo.
- Vem, vamos pra quadra. - segurei sua mão, arrastando ele pelos corredores da escola.

A quadra de esporte não estava vazia como imaginei, mas dava pra ter um pouco de privacidade. Chris sentou-se em um dos degraus e rapidamente colocou-me sobre seu colo, passando suas mãos pelo meu quadril, envolvi meus braços em volta de seu pescoço e antes que eu pudesse apoiar minha cabeça em seu ombro, avistei de longe ele, sentado em um dos degraus afastado de nós, mas na mesma fileira.

- Não gosto dele. - disse fazendo com que Chris desviasse o olhar pra lá.
- Eu gostava. - ele voltou a me olhar - Até saber oque ele fez ou tentou fazer com você.
- Você com ciumes foi a melhor parte. - ri
- Não era ciumes. - ele tentou não sorrir.
- Sei.
- É sério.
- Tá, finjo que acredito. - ele riu.
- Só cuido do que é meu. - tirei minha cabeça do seu ombro, encarando seus olhos.
- Pera, então eu sou sua? - ele ficou vermelho.
- É, agora sim. - ele riu.
- Hum, bom saber disso. - ri com vergonha - Se eu sou sua, você é meu né?
- Uhum. - ele respondeu aproximando seu rosto do meu, juntando rapidamente nossos lábios.
- A quanto tempo agente se conhece? - perguntei partindo o beijo, avistando de longe Bieber sair talvez incomodado, observei ele caminhar até o jardim e entrar sobre as arvores, deixando com um belo ponto de interrogação doque faria ali.
- Seilá, acho que tem mais de dois anos.
- Porque nunca nos falamos? Digo, só começamos a nos falar esse ano
- Vergonha da parte de ambos. - ele riu.
- Acho que eu nunca disse uma coisa, tenho medo. - ele me olhou confuso.
- Oque? - perguntou mais confuso ainda.
- Nada, esquece. - suspirei.
- Fala vai...
- Agente nem namora pra eu falar isso. - ele sorriu já sacando.
- Não precisamos namorar pra você dizer seilá oque, porque somos amigos... - o olhei pasma - Amigos coloridos, entende?
- Então ... - ouvi o sinal bater. - Deixa pra outro dia. - me levantei mas ele me puxou, com aquela cara de pidão. - Christian, você é chato sabia? - gritei enquanto caminhávamos até a sala.
- Me deixar curioso que é chato. - ri parando de frente a porta da sala que teria aula.
- Eu amo você chato, era isso que eu queria falar. Eu... amo... você. - disse pausadamente, roubando um selinho dele e sem ouvir oque ele iria dizer entrei para sala sorrindo.
**

Já disse que eu odeio escola? É eu odeio, se não fosse a pressão do meu pai para estudar, acho que nem escola eu saberia oque é mais. Juntei minhas coisas na mochila antes de sair correndo pelos corredores até o estacionamento da escola, onde possivelmente meu irmão já estaria me esperando.
- Luana. - eu reconheceria aquela voz de longe. Me virei rapidamente, encarando seus olhos verdes. - Tá com pressa? - Chris perguntou sorrindo.
- Digamos que só um pouco. - sorri torto.
- Te vejo a noite?
- Claro. - sorri dando um breve selinho em seus lábios e saindo apressadamente dali. - Fran, Pati, até mais tarde. - gritei passando pelo portão, onde elas estavam batendo um papo.

Assim que pisei sobre o estacionamento foi possível avistar Pedro encostado sobre o carro, aguardando por mim.
- Eai pirralho. - sorri ao bagunçar seu cabelo.
- Não fala assim comigo. - ele resmungou entrando no carro.
- Tá. - ri - Quer almoçar onde? - dei partida no carro.
- Em casa, papai vai estar lá.
- Vai? - perguntei perplexa.
- Ele disse que teria o dia livre para nós.
- Droga! - dei um leve soco sobre o volante.
- Oque foi? Achei que ficaria feliz.
- Não é isso, é que ... nada. - suspirei saindo rapidamente dali.

Parei meu carro de frente a nossa casa, atrás do carro do meu pai. Pedro saiu correndo do carro, com um sorriso no rosto, não é sempre em que temos nosso pai para o almoço. Desci do carro com a maior cara de bunda que existe e passei pela porta sem a minima vontade.

- Oi minha linda. - meu pai se aproximou, dando-me um abraço.
- Oi pai. - sorri fraco.
- Tudo bem? - ele perguntou desconfiado.
- Nada, só estou com sono.
- Ah sim, não vai comer com agente?
- To sem fome. - menti. - Vou dormir um pouco...
- Tudo bem, não vou insistir. - ele me deu um beijo na testa.
- Ah, pai... posso te perguntar uma coisa? - ele acentiu - Hoje é o aniversario da Pati e ela vai fazer uma festa pra comemorar, sabe, só os mais intimos e tals. Posso ir?
- Mas ...
- Por favor e amanhã nem tem aula. - insisti.
- Tá bom vai, mas só porque é aniversario dela. - pulei em cima dele, o enchendo de beijos.
- Obrigado pai, eu te amo. - ele riu me afastando.
- Já ficou animadinha eim...
- Que isso pai, ainda to com sono. - ri subindo as escadas.

Essa noite ninguem me segura.




Continua?
Oia eu de volta, ai como é bom escrever.
Stole my heart acabou e vai deixar saudades, mas ta aqui uma fanfic boazona e eu espero que vcs gostem.
Comenteeeeem, e proximo cap fortes emoções.
Aproposito, vocês viram a noda adm do blog? a Camile, bem eu nem saberia oque era adm, mas ela me disse e eu achei legal, porque eu to sempre ocupada e esse ano vai ser mais agitado ainda, então ela vai me ajudar aqui e tals.
E vai postar uma historia também, olhem a sinopse.
Eu achei legal porque vai ser com o Justin menor, awn awn awn awn >.<
Leem, e comentem bastante
bjo
amo vocês;
postei criminal, deixem ask, ok?
http://dear-criminal.tumblr.com/post/41165619780/criminal-capitulo-4