15 outubro 2012

My Favorite Vacation - FINAL

Ice cream.


Sentia uma leve tontura, nada que eu não conseguisse controlar, levei minha mão até a boca, em um ato de emoção, felicidade, tudo junto sabe. Assim que o pequeno avião passou por nós, e se perdeu de minhas vistas, eu ainda estava meio em choque, paralisada, imóvel, lagrimas cairam por contra própria, mas de um jeito controlado, se eu não tivesse tão chocada, pudia jurar que meu coração estava batendo tão alto, que até Justin conseguia escutar. Meu corpo estava mole, minhas mãos tremulas e suavam bastante, tentei procurar por ar, mas não consegui, deixando minha respirando ofegante aos poucos.
Justin - Anne? - ele disse preocupado, enquanto eu buscava ar - Ann, você está bem? - ele levou uma de suas mãos até minha coxa desnuda, ajoelhando-se do meu lado. Não consegui dizer nada, apenas tirei minha mão da boca, tentando buscar ar nos pulmões, mas estava dificil, acho que a emoção foi tanta que agora eu to passando mal.

Justin P.O.V

Tudo bem que eu sabia que ela iria surtar, mas não achei que fosse tanto ao ponto de estar passando mal agora, ela tinha os olhos fechados e pudia jurar que não conseguia respirar, suas mãos estavam tremulas, e assim que as peguei até me surpreendi, estavam suadas, eu agora estava entrando em estado de atenção, choque... desespero, e nem sei se quer se ela aceita casar comigo.
Segurei ela contra meu peitoral, ainda meio transtornado por ela estar assim, talvez eu devesse leva-la ao hospital mais próximo, agora a pergunta, onde?
Eu - Anne, fala comigo... me desculpa, achei que não iria reagir assim. - disse tentando obter algum sinal de vida dela, segundos sua respiração estava voltando ao normal.

Ela começou a rir, digo gargalhar mesmo.

Eu - Porque está rindo? - disse me ajeitando de lado, quando vi seu corpo deitar.
Anne - Isso foi ridículo. - ela abriu os olhos ainda rindo.
Eu - Oque, o pedido? - perguntei desapontado, será que ela não gostou?
Anne - Não Jus, minha reação, foi ridícula  - ela riu, agora levando sua mão até minha nunca, me puxando para perto. - Eu ainda to meio zonza, mas... - ela umedeceu os lábios - O pedido foi perfeito. - disse perto dos meus lábios, fazendo sua respiração bater no meu rosto, ela sorriu timidamente, me tirando um dos meus melhores sorrisos.
Eu - E então? - disse sorrindo.
Anne - Oque? - perguntou confusa.
Eu - Anne, você é lerda, sabia? - disse dando meio riso.

Ela riu.

Anne - Ah, o pedido, sim.
Eu - Olha se você qui... perai, você disse sim? - disse surpreso.
Anne - Sim, sim, sim, sim... - ela deu-me um selinho demorado.
Eu - Então, então... - soltei um riso - Pera, você aceitou, você aceitou. - disse animado, me levantando, saltitante pela areia. Ela levantou-se rindo, segurando meu rosto, colocando nossa testa, em seguida juntando nossos lábios, sua linguá rapidamente procurou pela minha, levei minhas mãos até sua cintura, a puxando rapidamente, colando nossos corpos, fazendo Anne arfar entre o beijo. Ela levou suas mãos até minha nunca,aprofundando acada vez mais o beijo, andamos novamente até eu senti a lençol, nos ajoelhamos no chão e eu fui deitando-a lentamente no chão, levei minha mão esquerda até sua coxa, levantando-a na lateral do meu corpo, e apertei a mesma com intensidade, deslizei a mão de sua coxa, até seu quadril, passando pela lateral da sua barriga, até chegar debaixo da blusa, apertando em seguida seu seio esquerdo, sem partir o beijo senti Anne sorrir.  Ela tirou uma de suas mãos da minha nuca, deslizando sobre meu corpo, passando pelo meu abdome  parando bem na beiradinha da minha cueca, ela fez um pequeno carinho ali, me deixando arrepiado, digo, completamente mesmo, ainda por fora da cueca, ela apertou levemente meu amiguinho, me deixando meio desnorteado, fazendo eu liberar um gemido que foi abafado pelo seu beijo. Parti o beijo, agora beijando seu pescoço, para pegar um pouco de ar, em seguida voltei ao seus lábios, mordendo os de leve, em seguida voltando á beija-los, nossas intimidades se chocaram, fazendo ambos soltar um gemido entre o beijo. Desgrudei nossos lábios ofegante, em seguida ia tirar sua blusa, mas ela impediu.
Anne - Justin, aqui não. - ela olhou para os lados.
Eu - Porque?
Anne - Estamos na praia, se alguém chega?
Eu - Anne, é uma praia particular. - a roubei um selinho
Anne - Mas alguém pode chegar..
Eu - Ok, você ficaria mais confortável se agente fosse ali na tenda?
Anne - Sim. - ela sorriu sem jeito.
Eu - Então vem. - levantei ajudando-a a levantar, e corri puxando sua mão, precisava dela, senti-la agora. Não estava mais tão claro, o sol já havia ido embora uma boa parte, deixando apenas uma pequena iluminação, permitindo que a lua nascesse entre as nuvens.
Assim que pisei na tenda, puxei Anne para um beijo, segurando sua cintura, colei seu corpo com o meu, ela não pensou duas vezes em rapidamente ceder o beijo, cambaleamos mais para dentro da tenda, pisando nas almofadas. Assim que senti o colchonete, não pensei duas vezes em deitar Anne com cuidado nele, eu poderia ter apenas empurrado ela, tudo bem que as vezes coisa selvagem,fora de si é bom, mas ela está grávida, ficaria preocupado.
Em um ato desesperado e rápido rasguei sua blusa, isso eu rasguei e joguei em algum lugar.
Anne - Justin! - disse me repreendendo. Apenas sorri sapeca encontrando seus lábios em seguida, os devorando. Ela levou suas mãos até a barrinha da minha blusa e a suspendeu, parti o beijo para que ela pudesse tirar, em seguida levei minhas mãos até os botões do seu shorts, abri os mesmo e ela deu um impulso para que eu tirasse, joguei em algum lugar.
O escuro já dominava o céu, apenas oque nos iluminava era a luz da Lua, com um brilho perfeito, deixando o clima mais romântico  Anne inverteu as posições, beijando-me no pescoço, em seguida grudou nossos lábios em um selinho rápido, e desceu os beijos pelo meu pescoço, peitoral, e parou no meu abdômen  me deixando arrepiado, completamente doido. Ela passou sua unha sobre meu abdome  parando na barrinha da minha cueca, levantou a mesma um pouco, pelo elástico e soltou fazendo-me gemer abafado, ela sorriu e me roubou um selinho, em seguida desabotoou minha bermuda, tirando a mesma em seguida, jogando-a em algum lugar, que eu não tive o trabalho de olhar agora. Seus beijos voltaram para meu pescoço, enquanto eu segurava sua cintura, ela foi descendo novamente, parando sobre minha tatto de pássaro  depositou um pequeno beijinho ali, em seguida passou sua mão ainda por cima da minha cueca, e sorriu sapeca. Deixando mais louco, exalando prazer.
Eu sei que muitos vão nos julgar, sei que até vão descordar com esse casamento, mas não somos tão jovens mais, somos maiores de idade, e completamente apaixonados. Eu pensei sobre isso durante dias, semanas, desde o ano passado venho com essa ideia na cabeça, Anne foi a garota, a mulher que eu escolhi pra passar o resto da minha vida, e agora com essa nossa idade, essa minha certeza, bem, eu sei oque eu quero, sei que não vou me arrepender, eu só quero terminar de fazer ela feliz, como tem sido nos últimos anos.
Quado me dei conta já estava dentro dela, com movimentos leves, que não machuque-a, mas ela estava inquieta, então acelerei os movimentos  enquanto ela cravou suas unhas nas minhas costas. A beijei abafando seus gemidos, a praia estava deserta, mas não vamos arriscar.
Senti minhas veias ficarem grossas, denunciando meu ápice  eu havia gozado, não tão diferente de Anne, seu liquido desceu quente, como brasa. Dei mais algumas entocadas leves, me tacando do lado dela em seguida.
Anne - Sabe, eu não sei mesmo se existe homem melhor que você. Justin, eu te amo. - ela selou nossos lábios, me arrancando um sorriso enorme.

5 anos depois. Stratford, Canadá, 14h34. Casa Justin, Anne.

Eu - Oi mãe, que saudade. - disse envolvendo minha mãe em um abraço apertado, assim que ela passou pela porta.
Pattie - Ah meu filho, as vezes eu me pergunto se você continua crescendo, mesmo adulto, ou se eu que estou encolhendo. - ela disse fazendo-me rir.
Eu - É uma boba mesmo. Mas sabe mãe, você continua linda. - depositei um pequeno beijo em sua testa.
Pattie - Obrigado. - ela sorriu - Onde está a minha pequena? Que saudades dela. - perguntou tirando o casaco e entregando-me.
Eu - Está lá em cima. - disse pendurando o casaco da minha mãe.
Pattie - E Anne?
Eu - Ela saiu para buscar sorvete. - disse dando meio riso.
Pattie - Ela ainda não perdeu essa mania?
Eu - Não, e mãe... acredita que ontem ela devorou um pote sozinha? - disse rindo.
Pattie - É, é meio difícil, mas eu acredito.
Eu - Mas sabe... eu não ligo, o sorvete nos juntou.
Pattie - Eu fico impressionada, depois de tantos anos, você ainda continuam na mesma sintonia, digo... esse amor que você tem pelo outro,  eu diria que depois do casamento as coisas pioram, mas com vocês... - ela pegou uma fatia de bolo que encontrava na sala de estar - É como se o amor so aumentasse, entende? Nunca vejo vocês brigando, ou se odiando por ai...
Eu - Eu amo muito ela. - disse sentando-me na poltrona.
Pattie - Eu sei disso, é bem evidente. E eu fico feliz, por você, por ela... é oque eu sempre pedi, que meu filho encontrasse alguém que o amasse, do jeitinho que ele é... mesmo desse jeito ai, retardado, idiota. - rimos. - Awn, que bebezinha mais linda. Como eu nunca vi essa foto? - disse pegando um porta retrato, onde havia uma foto de Megan, minha filha, nossa pequena. Me lembro como se fosse ontem, quando tiramos aquela foto.

Flashback on.

Eu - Não me canso de dizer que ela tem seus olhos Ann. - disse sorrindo, admirando as duas perfeições na minha frente, as duas razões pelo qual eu vivo, respiro.
Anne - Mas são azuis. - disse toda confusa.
Eu - Eu sei disso. - ri roubando um selinho dela, enquanto a pequena Pattie, brincava com os dedos da mãe - Eu digo no formato, na intensidade, é o mesmo olhar que o seu. Mas a cor, bom... de um modo incrível  são iguais aos de seu irmão.
Anne - Bom, isso é verdade. E ela tem sua boca, a mesma boquinha vermelha, carnuda. - sorriu passando as mãos nos cabelos dela.
Eu - E ela tem seu cabelo.
Anne - Agora vamos falar sobre quem ela puxou, ok.... ela tem sua boca, sua pele... seu nariz.
Eu - Ei... - disse assim que Meg subiu no meu colo, pegando meu boné.
Meg - Quelo vê - disse brevemente, arrancando o boné da minha cabeça, fazendo automaticamente eu levar as mãos até o cabelo. Anne riu pegando ela novamente no colo.
Eu - Meg, amorzinho... devolve o boné do papai. - ela desviou seu olhar do boné rapidamente, balançando a cabeça negativamente, em seguida levou o boné até a cabeça, e o colocou de modo desengonçado.
Anne - Tira uma foto dela. - pediu sorrindo. Peguei meu celular, e logo coloquei na câmera  Megan percebeu, e já ia tirando.
Eu - Não tira não bebê. - bati a foto e em seguida ela tirou o boné, tacando no chão. - Ei menininha, esse boné é do papai... - ri me encurvando para pegar o boné.
Anne - Fala pro papai que ele tá feio com esse cabelo todo espixado. - ela riu abraçando Meg de lado.
Eu - Ei, eu não to feio não, só não tive tempo de arrumar o cabelo.
Anne - Tá bom Justin, deixa eu ver a foto. - ela riu. Destravei o celular e já estava na foto. Sorri admirado.

Eu - Eu disse que ela tem seus olhos. - sorri mostrando para Anne.

Flashback off.

Eu - Essa foto é meio antiga. Foi ano passado. - comentei sorrindo.
Pattie - Aw, oque ela está fazendo? - ela disse ainda admirando a foto.
Eu - Está brincando com a Jazzy.
Pattie - Jazzy está linda.
Eu - Sim, e é disso que eu tenho medo.

Ela riu.

Pattie - Medo de que?
Eu - Você sabe... os garotos caem em cima, ainda mais por ela ser conhecida como a irmã de Justin Bieber. - ela riu novamente, mas fomos interrompidos por passos descendo as escadas.
Meg - Vovó. - ela correu lerdamente até minha mãe, que estava sentada no sofá.
Pattie - Ai que bebêzinha, mais linda. - ela sorriu pegando Meg, e sentando-a no seu colo, em seguida abraçando fortemente.
Meg - Ai - ela resmungou soltando do sufocante abraço de Pattie.
Pattie - Eu estava com saudades. É verdade que você vai para a escola?
Meg - Uhum. - disse timidamente.
Pattie - E como é lá?
Meg - Legal. - ela sorriu, fazendo minha mãe rir. Jazzy veio para meu lado, sentando no braço da poltrona. Meg olhou ao redor, e fez uma cara estranha, eu sabia oque elá estava pensando... - Cadê a mamãe? - disse com voz de choro. E no mesmo instante, ela abriu a porta da sala.
Anne - Quem quer sorvete? - disse sorridente levantando uma sacola ao alto.
Meg&Jazzy - Eu. - elas correram até a cozinha.
Anne - Pattie! - caminhou até ela.
Pattie - levantando - Olá pequena grande mulher. - disse abraçando-a.
Anne - Porque todos me chamam assim? - disse perplexa.
Eu - Porque você é uma pequena... grande mulher, amor. - sorri vendo a cara feia dela. - Uh, lerdinha. Porque tu és, pequena de tamanho, altura. E é uma grande mulher, de grande coração, entende?
Anne - Ah, sim. - ela disse com cara de lerda. - Querem sorvete? - disse parecendo uma criança. - Eu comprei casquinhas, porque sabe... comer no copo não é legal. - ela saltitou até a cozinha.
Pattie - Incrível como ela não muda. - riu indo até a cozinha. Fiquei sentado na poltrona, apenas olhando o nada, mas fui surpreendido por pequenas mãozinhas nas minhas pernas.
Meg - Papai, você não vai quer sorvete?
Anne - É verdade, não quer? - disse manhosa, entrando na sala.
Eu - Não, é... vou sim. - peguei Meg no colo.
Anne - Que foi? - disse sentando na minha outra perna.
Eu - Nada. Eu só tava pensando no quanto eu amo vocês. - disse admirando aquelas duas loirinhas quase indenticas, tão perfeitas, que parecem duas bonecas de porcelanas.

Elas sorriram.

Meg - Agente tamém ti ama, né mamãe? - disse se atrapalhando ao falar, me fazendo sorrir.
Anne - Sim Meg, muito muito. - ela sorriu, dando-me dois selinhos.
Meg - Eca. - resmungou, fazendo Anne desgrudar nossos lábios, ambos riram.
Anne - Vem, vamos colocar sorvete pro papai. - ela pegou Meg no colo, e saiu até a cozinha.

[...]

Anne estava demorando para trazer meu sorvete, e eu podia jurar que ela se empolgou tanto quando foi tomar que esqueceu de mim. Ri dos meus pensamentos e levantei-me, na intenção de ir até a cozinha, andei lentamente até lá, mas senti meu corpo, se bater em algo, em seguida um sensação gelada sobre meu abdome  Anne se encontrada no chão, e aquilo me fez ter uma pequena lembrança, talvez um flash back, na minha cabeça, do dia em que nos conhecemos.
Me agachei preocupado, só depois de ver o sorvete todo espalhado no chão, que percebi que havia me sujado.
Eu - Você está bem? - disse estendendo minha mão para ela.
Anne - Sim. - ela começou a rir, mas rir muito. Tipo, gargalhar, assim que ela levantou e viu a mancha de sorvete de chocolate na minha blusa branca, riu mais, como se lembrasse também daquele dia.  - Isso não te lembra nada? - ela disse ainda meio ofegante, dando meio riso.
Eu - Lembro. - rimos, a peguei pela cintura, abraçando-a em seguida. - Lembro como se fosse ontem Ann.
Anne - Ai Justin, eu te amo. - ela disse rindo, nos afastando, dando-me um beijo.
Eu - Eu te amo bem mais que isso. - desgrudei nossos lábios, ela sorriu - Agora vem, vamos colocar mais sorvete.
Anne - rindo - Mas já acabou.
Eu - Então, eu te pago outro. - ela riu me abraçando de lado.


                            FIM.


Cabou ):
Avá
Ok parei.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
EU GOSTARIA QUE TODAS COMENTASSEM NESSE ULTIMO CAPÍTULO.
ESSA IMAGINE FOI MUITO ESPECIAL.
MAS A OUTRA JA ESTÁ PRONTINHA E QUEM SABE EU POSTO AMANHÃ....
BEIJOS, TO COM PRESSA, E Á QUEM LÊ CRIMINAL, MAIS TARDE O CAP VAI TA POSTADO, OK?

10 outubro 2012

My favorite vacation - 2° Temporada - Capitulo 30 - Para bibia.

Anne Victoria Bieber.


Despertei-me ao som de Paradise - Coldplay. Abri lentamente meus olhos, tateando o quarto todo, que tinha uma leve brecha de sol que passava pela cortina fina, passei minha mão do lado da cama, não encontrando o corpo do Justin, fazendo com que eu levantasse mais minha cabeça e abrisse mais os olhos, olhando melhor o quarto todo, não me lembro dele ter falado de algum compromisso logo cedo, ainda mais hoje... no meu aniversário.
Estamos em Los Angeles e ontem voltamos do Brasil, eu ainda não entendi porque estamos aqui, quando eu podia estar em casa, matando a saudade da minha mãe, curtindo minha familia e minha melhor amiga, e fiel cama. Dei um pequeno impulso para levantar meu corpo, sentando-me na cama ainda meio sonolenta, coçei os olhos em forma de tentar tirar um pouco do sono, olhei novamente para o lado, para ter certeza que ele não estava ali mesmo. Franzi o cenho piscando duas vezes, pegando o pequeno bilhete que tinha ali.

Bom dia minha dorminhoca, eu sei que devia estar ai cumprindo meu papel de bom namorado, dando carinho pra ti, no seu aniversario... mas é que, eu sai pra tomar um café... estou rindo agora, porque concerteza essa historia não colou. Enfim, eu não vou dizer porque é uma supresa... te vejo no pôr-do-sol. 
Com amor, Justin.

Pôr-do-sol? Quer dizer que eu vou passar o dia todo trancada em um quarto, esperando ele na hora do pôr-do-sol? Filho de uma... Pattie. Bufei estressada levantando-me até o banheiro, lavei meu rosto e escovei os dentes, em seguida voltei ao quarto e pedi o café da manhã. Aproveitei para tomar um banho rapido antes do café chegar, fiz todas as minhas higienes e sai, procurei por uma roupa confortavel na mala e vesti.
Fui pegar meu celular mas alguém bateu na porta, corri até a mesma. Um homem aparentando ter uns 30 anos deixou o carrinho com o café, e apenas susurrei um breve ''obrigado''. Ele saiu, e já podia sentir meu estomago roncar em meio a tanta fome, aproximei o carrinho da cama, e procurei pelas frutas, pegando um cacho de uva, deitei-me comendo as mesmas e peguei meu celular, ligando para Justin na esperança de ele me atender, mas nada.
Notei algumas mensagens e não resisti em abri-las. Muitas mensagens de Feliz Aniversário, Luana, Bia, minha mãe, Rob, Niall, que saudade dele. Assim que pensei em ligar para ele, meu celular começou a tocar, era ele. Nossa.

Ligação on.

Eu - Alô?
Niall - Oi princessa. - ele parecia sorrir.
Eu - Oi princesso. - ele riu.
Niall - Já sabe oque eu vou falar né?
Eu - Meio Obvio.
Niall - rindo - Então, Feliz aniversário, eu te daria um abração de urso agora, mas estou em Londres. - ele fingiu tristeza. - Mas sinta-se abraçada.
Eu - Ui, que abraço bom. - comentei fazendo ele rir.
Niall - Boba. - disse rindo
Eu - Bobo. - ele riu.
Niall - Vai fazer oque hoje?
Eu - Ainda não sei, estou sozinha no quarto de Hotel em Los Angeles, enquanto Justin está por ai... ele disse que é surpresa.
Niall - Olha, se ele saiu assim pra preparar uma surpresa, é porque deve ser coisa das boas.
Eu - Eu até imagino. - disse sorrindo.
Niall - Mas enfim, eu só liguei para isso... meu dia está cheio hoje.
Eu - Ah...
Niall - Tenho que desligar, tenha um otimo, mas um otimo dia. Se cuida, viu?
Eu - Obrigado Nini. - ele riu.
Niall - Eu te amo. - ele disse meio envergonhado, ele sempre é assim.
Eu - Aw, eu também te amo Nini. - ouvi uma estalo, e imaginei que ele estivesse mandando beijo, então mandei de volta.

Ligação off.

Terminei de tomar café da manhã e fui logo pegando o notebook do Justin, me sentei na cama, e entrei no meu twitter, não pude deixar de sorrir ao ver os assuntos mais falados do mundo ''Happy Birthday Anne''. Agradeci pela tag, e fiquei um bom tempo conversando com meus fãs, segui vários, tipo muitos mesmo, fui na minha lista de seguidores e sai seguindo geral, era legal ver a reação deles, uns até choram, agradeci pela tag, pelos parabéns, e guardei o note. Peguei meu celular e lembrei-me de postar a foto que eu e Justin tiramos ontem a noite.
(Dá pra imaginar o Justin e Anne ai? Dá né? Até pq nessa foto eles são loiros e tals)
 Eu respiro, transpiro, eu exalo amor por você, eu não sei oque eu seria, ao menos sei como iria sobreviver sem esse amor. Você entrou na minha vida de fininho, e me conquistou aos poucos, e você sabe muito bem, melhor do que eu mesmo, que meu coração é seu por completo, mas não se assuste, você sabe cuidar muito bem, sem arranhões, sem pedacinhos quebrados, ele está inteiro, e bate por você. Obrigado por estar comigo todos os dias da minha vida, eu te admiro, te respeito, sou completamente fiél e apaixonada por ti, parece meio clichê mas eu não sei respirar, viver sem você. Justin, como você me disse á alguns dias atrás, você também é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, eu agradeço todos os dias por uma pessoa como você ao meu lado,  me fazendo sorrir, feliz, porque ao seu lado não tem lagrimas, apenas sorrisos, risadas, apenas sentimentos bons, e desses sentimentos o mais importante, nosso amor... e do fruto dele, que agora está crescendo, que vai ser recebido com todo nosso amor e carinho. E eu não canso de dizer que eu te amo, e que se depender de mim, te amarei até a eternidade. Com amor, Anne. 

Acho que a legenda da foto ficou meio grande, mas do mesmo jeito eu postei no meu instagram, sei que é meio arriscado por causa das fãs, mas eu não me preocupo mais com isso, de vez em quando é bom fazer uns textinhos assim pro namorado, e para um como o Justin, eu faria maior, bem maior, alias não consigo dizer em palavras sobre ele... sobre esse amor, sobre nós.

Liguei a televisão, e tentei mais uma vez ligar para o Justin, mas ele não atendia, imagina se eu estivesse morren... opa, tive um otima idéia. Aprendam com a mestre. Digitei a seguinte mensagem.
''Justin pelo amor de Deus atende o celular, eu to passando mal amor, ai... é normal sangrar na gravidez?!''
Tadinho, vai ter um ataque. Talvez eu não devesse brincar com isso, mas vai ser engraçado, apertei Send, e me enconstei na cabiçeira da cama, indo da minha brincadeira de mal gosto, coitado. Fiquei assistindo bob esponja, enquanto esperava o sr.drama.

You're beautiful, beautiful, you should know it .... 
All around the world começou a tocar, denunciando a ligação do Justin, soltei uma risada antes de atender, e respirei fundo, apertando o botão verde.

Ligação on.

Justin - Anne, Anne... você está bem? Oque você está sentindo? Anne.... responde pelo amor de Deus. - disse desesperado do outro lado.
Eu - Ah, oi amor. - disse calma na maior cara de pau.
Justin - Anne, você não tá sentindo nada né?!
Eu - Hã? Não... eu to bem.
Justin - Perai... - ele riu - Quer dizer que...
Eu - Você caiu direitinho. - disse rindo.
Justin - Anne não tem graça, eu to tremendo. - disse sério.
Eu - Desculpa, mas foi o único jeito.
Justin - Unico jeito ou você quis dizer o mais cruel?!
Eu - Ah, nem foi TÃO, assim.
Justin - Anne, eu estou tremendo... Tremendo Anne. Meu coração saiu do meu corpo e volto..
Eu - Já entendi Justin. - parei de rir.

[Silêncio]

Eu - Amor...
Justin - hum?
Eu - Onde você tá?
Justin - Quer mesmo saber? - ele disse e parecia sorrir.
Eu - Muito. - disse com uma pontada de animação.
Justin - Pois então... - ele começou animado - Eu não vou falar.
Eu - Ah mas porque? - fiz beiçinho.
Justin - Porque não... surpresa é supresa oras.
Eu - Chato.
Justin - Chata.
Eu - Ridiculo.
Justin - Bobinha.
Eu - Energumio
Justin - Ene... oque?
Eu - Energumio amor...
Justin - Enermugio?
Eu - Energumio.
Justin - Energumio?!
Eu - Isso.

Ele riu.

Justin - Oque é energumio Anne?
Eu - Não sei. - ambos riram.
Justin - Besta.
Eu - Chato, chato, chato. - disse emburrada.
Justin - Não sou chato.
Eu - É sim.
Justin - Sou não, você que é...
Eu - Não, você.
Justin - Porque sou chato?
Eu - Porque não quer falar onde tá.
Justin - Não posso é supresa.
Eu - Gay.
Justin - Vou te mostrar o gay hoje á noite.
Eu - E se eu não quiser ver?
Justin - Não sabe oque tá perdendo.
Eu - Sei sim...e não é tudo isso que você diz não. - brinquei.
Justin - Vai se arrepender depois de ter falado isso.
Eu - Tá tá. - disse irônica.
Justin - Não provoca, porque depois não aguento.
Eu - Pode deixar meu amor, eu aguento isso e muito mais.

Ele riu.

Justin - Então me aguarde Ann... Me aguarde.
Eu - Rum.
Justin - Ann, tenho que desligar. Te vejo daqui a pouco no pôr-do-sol. Beijos, eu te amo. - ele disse tudo muito rápido, propositalmente.

Ligação off.

Eu te mato Justin Drew Bieber. - pensei.


[...]

Passei a tarde toda entediada, vendo bob esponja, comendo uma grande quantidade de coisas, pensei na vida, fiz ligações, entrei umas quinhentas vezes no twitter. 
Olhei rapidamente deitada da cama, pela janela vendo o pôr-do-sol chegando, legal, cadê o Justin?
Ouvi alguém bater na porta, e levantei em um pulo, com meu melhor sorriso, mas que foi desmanchado quando vi o Kenny, oque ele faz aqui?

Eu - Ah Kenny, cadê o Justin?! - resmunguei, fazendo ele rir.
Kenny - Calma baixinha, estou aqui por isso. - o olhei confusa - Apenas me acompanhe.
Eu - Oi?
Kenny - pegando na minha mão - Vem logo teimosa. - disse me arrastando dali, não me debati nem lutei para não ir, apenas deixei ele me guiar, ainda meio confusa.
Eu - Onde estamos indo? - disse assim que entrei no carro.
Kenny - Não posso dizer. - ele riu fraco.
Eu - Eu te mato Justin. - susurrei para mim mesma.

Depois de andar um bom tempo pela cidade, Kenny foi parando o carro de frente á um praia, na qual estava deserta. Ele abriu a porta do carro para mim, e sai encarando ele.
Eu - Oque estamos fazendo na praia? - disse séria.
Kenny - Ah isso eu não sei, só sei que esse era o local que era pra eu trazer você... agora, você segue a trilha ali e pronto. - ele correu pra entrar no carro, isso mesmo. 
Eu - Kenny, volta aqui. - gritei. - Saco.
Comecei a andar pela tal trilha, com a cara mais emburrada possivel. 
Abracei meus braços sentindo a brisa do mar, o vento batendo sobre meu rosto, fazendo meus cabelos voarem.
Ouvi um pequeno som do violão, apertei meus olhos para tentar enxergar melhor, sorri vitoriosa vendo Justin, sentando com o violão na mão, debaixo de uma tenda, na beira do mar.
O mesmo deixou o violão de lado, assim que me avistou, acelerei meus passos, e ele abriu os braços na esperança que eu fosse abraça-lo.
Me aproximei mais, e catei ele pelos cabelos.
Eu - Você é doido me deixar sozinha o dia todo? - ele se contorcia enquanto tentava rir.
Justin - rindo - Ei...
Eu - Seja lá qual for a sua surpresa, eu quero te matar antes. - disse agora praticamente em seu colo, pegando no pescoço dele, fingindo enforca-lo.
Justin - Sh-shawty. - ele tentou dizer, mas as risadas não deixavam.
Eu - Eu vou te estrangular. - rimos.

Ele diminuiu as risadas e segurou meus dois braços, tirando os mesmo de seu pescoço. Fazendo com que eu parasse encarando seus olhos.
Justin - Hey nervosinha, se acalme... - me roubou um selinho;
Eu - Pois trate um jeito de me acalmar, porque ficar trancada em um quarto quase o dia todo me deixou estressada.
Justin - Desculpa amor. - disse sincero.
Eu - Tudo bem...
Justin - Agora vem aqui... - ele tirou-me de seu colo, entrelaçou nossas mãos, pegou o violão e andamos até a mais a praia. Respirando fundo, porque quando ele vem com esse violão... bem, já sabe.

Nos sentamos em cima de um lençol que ele forrou a areia, eu ainda estava meio bravinha, mas juro que se ele cantar pra mim, eu realmente ... é, vai passar.
Justin - Ann, oque você quer de aniversário? - ele disse com cara de lerdo, ok, não tá passando a raiva, tá aumentando.
Eu - Desculpa, oi? - disse incrédula - Me deixou alone o dia todo, dizendo que ia preparar uma surpresa, pra eu chegar aqui... e você me perguntar oque eu quero? É SÉRIO ISSO?

Ele riu.

Justin - To brincando boba.
Eu - Você tá me tirando do sério... - disse séria.
Justin - Ok, desculpe... eu já comprei seu presente.
Eu - Eu disse que não precisava
Justin - Tarde, porque eu já comprei... - ele sorriu.
Eu - Tá, então me dá.
Justin - Não...
Eu - Como?
Justin - Digo, calma Annizinha. - revirei os olhos rindo, ele ajeitou o violão e me olhou - Lembra quando eu cantei essa música pra você? - ele ajeitou os dedos, formando as notas. - Cause all I need is one love, one love, one heart, cause all I need is one love, one love, one heart, baby give it to me, - ele sorriu - Cause I don't want-want nobody when I got-got your body, baby no-no-nobody, has got what I need, Cause I don't want-want nobody when I got-got your body, baby no-no-nobody, has got what I need tonight
Eu - Claro que eu me lembro... - disse meio abobada.
Justin - Já reparou na letra? - acenti - Anne, na letra fala que tudo que eu preciso é de você ao meu lado..
Eu - Mas voc...
Justin - Espera, deixa eu terminar. - ele sorriu - Anne, quando eu mergulhei nesse amor de cabeça, quando eu pedi para você ser minha, quando tudo isso, todo esse amor aconteceu... principalmente quando eu disse que queria você ao meu lado, pois é eu não tava brincando, e sabe... Esse amor foi a melhor coisa que me aconteceu, ele me faz bem de todas as formas, por mais que houve obstaculos, por mais que agente se desentende algumas vezes, eu sei que no fim do dia nosso orgulho perde, e nosso coração fala mais alto, ele sempre falou mais alto certo? - rimos - Como diz na letra da música, eu sei oque eu quero, eu sei oque eu ganho, pois então Anne, o motivo pelo qual eu te trouxe aqui, no dia do seu aniversario... - ele parou de falar - Aproposito, Feliz aniversario amor. - ele sorriu me abraçando, deixando o clima romantico, engraçado.

Ri baixo daquele idiota.

Eu - Awn, obrigado. - disse no ritmo dele.
Justin - Enfim, continuando. - ele riu pelo nariz - Anne, eu pensei muito, venho pensando nisso á dias, até meses... a idéia não me abandona, sabe, ela fica aqui na minha cabeça vinte e quatro horas por dia, e quando eu olho pra você, é como se eu esquecesse dos problemas, como se tudo de ruim não existisse, e ai... a idéia volta, o pensamento vem atona, e naquele dia do Brasil, eu tive a certeza do que eu queria.- ele umideceu os lábios. - e eu quero terminar a minha promessa, quero te fazer a mulher mais feliz do mundo... porque ainda falta muitas coisas para agente viver. Como diz a uma música, não importa oque aconteça, pode o céu estar caindo, a mundo estar acabando, eu não sairei do seu lado, pelo contrario, eu quero estar em seus braços, bem ao seu lado, te protegendo como eu sempre faço. Anne você é a razão pela qual eu não desacreditei no amor, você me deu forças quando eu precisei, e eu me virei dependente de você - ele dizia tudo olhando nos meus olhos, que estavam marejados, eu estava completamente derretida, ele pegou minha mão - Eu te amo. - ele disse tirando uma mecha do meu cabelo, do meu rosto.
Ia dizer alguma coisa, mas fui interrompida por aqueles barulhos chatos de motores de avião.
Justin deu um sorriso sapeca, e eu fiz cara feia, por aquele barulho ter me interrompido. Ele direcionou seu olhar para o céu, que ainda estava meio claro, o sol ainda não tinha ido embora completamente.
Bufei, agora resistindo aquele barulho, olhando para o céu, apertando os olhos.

Pa...
Parar.
Parea.
Pare.
Parali...
Paralisei...

Sabe aqueles aviões mono-motores que as pessoas alugam para fazer alguma propaganda, até mesmo qualquer tipo de coisa, aqueles que saem por ai voando, com um cartaz, lona, seilá oque é atrás, para que as pessoas possam ler a mensagem, quando você tá na praia e tals?
Então, era um daquele que estava sobrevoando aquela praia, que no momento pra mim era desconhecida.
Apertei mais os olhos certificando-me que aquilo era real, que não passava apenas de um simples miragem ou algo do tipo.
Aquele pequeno avião, carrega um cartaz, ainda não sei, lona talvez... com uma frase escrita, uma frase, quatro palavras, e um mini infarte.
O ar não entrava mais facilmente pelos meus pulmões, sentia minhas mãos ficarem trémulas cada vez mais, meus olhos ameaçavam lacrimejar mais ainda, enquanto eu estava paralisada. Com aquela simples frase...

Anne, quer casar comigo? 





~ continua ~

ACEITA, OU NÃO? 

LOL
thanks pela AJUDA LUUUUUUUUUUUU, ri dms

HOJE É O BIRTHDAY DA MINHA ANGEL LITTLE PUDIM DE CHOCOLATE....
NÃO ME BATA BIA, INVENTEI O APELIDO AGORA.
HAPPY BIRTHDAAAAAAAAY TO 222 UUUUUUUUUUUUUUUU.
I'M GONNA MISS YOU ):
QUE VOCÊ - E EU É CLARO - ABRAÇE O JUSTIN ANO QUE VEM... E DE BRINDE UM BILISCÃO NA BUNDA HEHEHEHEHEHE
I LOVE YOU SO MUCH....

Love u girl


08 outubro 2012

My favorite vacation - 2° Temporada - Capitulo 29

Jeitinho Brasileiro.

Acordei sentindo um peso sobre meu corpo, como todas os dias que eu durmo com o Justin. Seus braços estavam agarrando minha cintura, deixando meu corpo um tanto pesado, e dolorido, me movi rapidamente como sempre faço, cambaleei para o lado, sentindo uma pequena tontura, tentei me segurar na parede mas proxima mas foi em vão, me desequilibrei e bati com a mão no abajur do criado-mudo, fazendo com que o mesmo balançasse duas vezes e caisse em seguida, fazendo um barulho enorme. Com o barulho Justin acordou assustado, dando de cara comigo apoiada na parede.
No mesmo instante ele deu um pulo, vindo até mim.
Justin - Você está bem? - perguntou preocupado, me ajudando a sentar na cama novamente.
Eu - respirando fundo - Sim, foi apenas uma tontura. - passei a mão no rosto.
Justin - Tonturas são normais? - ele perguntou com cara de lerdo, que me fez rir.
Eu - Sim Jus, pelo menos eu acho. - ele sentou do meu lado - Desculpa, não queria te acordar...
Justin - rindo - Dessa vez tudo bem, acordamos em cima da hora. - ele olhou o relogio brevemente.
Eu - Vou tomar um banho. - disse me levantando.
Justin - Ei ei... eu vou com você. - ele segurou meu braço, me dando apoio, encarei o mesmo duas vezes - Que?
Eu - Justin eu to gravida, não doente.

Ele riu.

Justin - Não quer mais que eu cuide de você?
Eu - Não é isso, é qu...
Justin - Vem Ann, vamos tomar banho. - andamos então até o banheiro, Justin na maior cara de pau tirou a coisa pra fora, e fez xixi, revirei os olhos e comecei a me despir, em seguida tirando a atenção dele para meu corpo, entrei no box e liguei o chuveiro na aguá gelada, Justin como sempre entrou rapidamente, esquecendo dessa mania que eu tenho. - Porra! - resmungou afastando-se, fazendo-me gargalhar.
Eu - Calma Justinsinho. - o provoquei rindo.
Justin - Porque você não perde a mania de tomar banho gelado? - disse irritado.
Eu - Justin, estamos no Brasil, vou tomar banho gelado principalmente aqui. - disse séria, soltando um riso em seguida pela careta dele.
Justin - Vai ver é por isso que tá sempre com essa nariz entupido - ele disse se aproximando, tentando tomar um banho decente, mas não parava de resmungar.
Desliguei o chuveiro fazendo ele me olhar confuso.
Justin - Porque desligou?
Eu - Muda a merda da temperatura. - disse nervosa, ele sorriu vitorioso e mudou de ''desligado'' para ''verão''
O banho todo eu passei de cara fechada, acontece que eu me estressei rapido, bem que minha mãe dizia que gravidas tem o pavio curto, pois bem ela tem razão. Me chamem de idiota, de troxa, de criança, mas eu queria ter tomado banho gelado. Rum.
Sai do banheiro antes que ele, fui até minha mala e peguei uma roupa confortavel para que eu pudesse fazer a passagem de som, dar entrevistas e tals.

Deixei meu cabelo preso em um rabo frouxo que caia sobre meu ombro, coloquei o chapéu, passei uma maquiagem leve, em seguida passei meu girlfriend novo, já que o outro havia acabado. 
Borrifei duas vezes no pescoço e senti meu estomago embrulhar, otimo, agora vou anjoar do meu perfume que eu sempre amei. 
Em segundos sai correndo até o banheiro, me debrucei entre o vaso e vomitei, assustando Justin que terminava seu banho, ouvi o chuveiro ser desligado, seguido pelo barulho do box sendo aberto, limpei a boca com uma mão e me sentei no chão, aposto que com uma careta. 
Justin - Oque houve? - ele perguntou se agachando do meu lado, com uma carinho de dar dó, ele tinha o rosto ainda molhado assim como o resto do corpo, apenas enrolado com uma toalha branca na cintura.
Eu - Seu perfume idiota. - resmunguei estendendo a mão pra que ele me ajudasse.
Justin - Hã? - ele pegou minha mão me ajudando a levantar. Apoiei uma mão sobre a pia e limpei a boca, pegando em seguida a escova de dentes.
Escovei os dentes umas três vezes, e Justin ainda estava parado do meu lado, com a mão no meu ombro. 
Guardei a escova e virei meu corpo encontrando o olhar dele, aquele olhar preocupado que só ele tem.
Eu - Eu to bem. - afirmei antes que ele falasse algo. - Eu só fui usar meu Girlfriend. - disse manhosa.
Justin - rindo - Usa o someday. 
Eu - Não quero. - fiz biquinho sentindo seus braços em volta do meu corpo.
Justin - Você já é chata, gravida então... só eu mesmo pra te aguentar. 
Eu - empurrando ele - Ah calaboca Bieber. - disse emburrada.

Socorro, to insuportavel, nem eu to me aguentando, quero me matar.

Minutos depois Justin também estava pronto, ele tentou falar comigo mas eu tava me achando tão chata que não prefiri falar nada, descemos para tomar nosso café e eu sentia meu humor ficar melhor. Depois que todos tomaram café pegamos um carro que nos levaria para o estádio, sinceramente, eu não sei como eu consegui praticamente lotar o Engenhão, mas enfim... Justin também não falava nada, ele estava evitando uma possivel briguinha idiota.
Eu - Amor... - ele me olhou. - To chata hoje?

Ele suspirou segurando o riso.

Eu - Seja sincero.
Justin - Tã insuportavel Anne... - fiz cara feia - Você que perguntou...- defendeu-se, fazendo-me rir. 
Eu - Olha quanta gente.... - apontei para o lado de fora do carro, onde se encontrava uma grande quantidade de pessoas na fila do estádio. - 
Justin - Nossa. - disse supreso.
Scotter - Sabia que você vendeu a maioria dos ingressos? - disse chamando nossa atenção.
Justin&Eu - Sério? - perguntamos juntos, perplexos
Scotter - rindo - Uhum. 
Eu - É porque eu sou foda. - joguei o cabelo.
Justin - Eu também vendi a maioria dos ingressos quando eu me apresentei aqui. 
Eu - Foda-se. 
Justin - Foda-se nada...
Scotter - Ei, estamos chegando, dá pra discutirem quem é melhor depois? 
Já se ouvia os gritos do lado de fora, as garotas e garotos que estavam ali perceberam uma movimentação de carros diferente, claro... estavamos em uns 5 carros pretos, suspeito? Magina.
Estava um sol de queimar qualquer ser, foi quando me lembrei de alguns anos atrás, quando eu estava nessa mesma fila, a espera de ver o Justin, meu namorado. Sonho eu sei.
Mas como ele mesmo diz, nunca diga nunca, tudo na vida é possivel, basta acreditar.
Nosso carro era um dos ultimos, e ainda estavamos para fora do estádio , na avenida, eu bem louca... abaixei o vidro do carro, fazendo Scotter resmungar alguma coisa, me ajoelhei no banco, ficando bem em cima do Justin. 
Justin - Anne, tá louca? - praticamente gritou.
Eu - Quero falar com meus fãs...
Scotter - Ok, pela janela não... olha - apontou para o teto, mostrando-me o teto solar, fechei o vidro sorrindo sapeca, eu estava de chinelo, joguei o mesmo pelo carro e sai pisando em todo mundo, como eu sei? Ouvi eles resmungando, apertei o primeiro botão que eu vi no teto, o vidro foi abrindo devagar, assim brotando um sorriso no meu rosto. Sai aos poucos e quando notaram minha presença, eles vieram pra cima do carro, eu comecei a rir, porque eu não sabia que isso ia acontecer.
Eu - Oi. - disse na maior cara de pau, Scotter deve tá criando cabelos brancos agora. 
Justin - puxando minha perna - Anne.... - ouvi ele me chamar.
Eu - Desculpa gente, tem um chato me chamando. 
xxx - Justin está ai? - a menina gritou, me assustando um pouco.
Eu - Sim, vejo vocês mais tarde. - disse dando tchau á eles, senti algo no meu pé antes de eu descer e fechar o vidro.
Scotter me olhava perplexo, Justin tinha a mão sobre o rosto.
Scotter - Você é doida. - ele afirmou e começou a rir.
Eu - Que foi? - perguntei vendo Justin com a mão na cara, sobre as bochechas.
Justin - tirando a mão do rosto, deixando a mostra uma parte vermelha -
Eu - Como você fez isso? - disse levando minha mão até o rosto dele.
Justin - Seu pé quis conhecer meu rosto. - ele disse com voz de tédio.
Eu - rindo - Aw, desculpa bebê. - disse fazendo voz de bebê, dando beijinhos no rosto dele. 
Justin - Doeu. - falou manhoso, fazendo biquinho.
Eu - Diculpa, diculpa. - disse entre selinhos, o fazendo sorrir - Cê me diculpa? 

Ele riu.

Justin - Só se você me der um beijãããããããão daqueles. - sorri e encostei nossos lábios para um beijão daqueles, como ele disse.
Scotter - Epa, comigo aqui não. - resmungou, fazendo com que eu desgrudasse nossos lábios.
Eu - Até parece que você nunca viu um beijo.- disse agora sentada no colo do Justin.
Scotter - Como o de vocês? Não. - rimos.
Justin - Mas nos beijamos como todo mundo. 
Scotter - Não, vocês não beijam... vocês desentopem a pia. - Eu e Justin nos olhamos e acabamos rindo da cara dele.
xxx - Chegamos... - um homem abriu a porta, mas percebi que era o Fredo. 
Estendi minha mão para que ele pegasse, o mesmo riu e parou de rir quando eu estava séria, ele pegou minha mão me ajudando a sair do carro. 
Eu - Obrigado serviçal. - comecei a rir, e pude ouvir Justin rindo junto. - Brincadeira Fredinho.
Scotter - Anne tá cheia das graça hoje. - ele saiu do carro. 
Justin - Eu to feliz e ainda nem ganhei meu beijo. 
Eu - Depois gato, depois. - pisquei pra ele.
Rob - Essa casal tá animadinho demais, vai acabar tendo trigêmeos. - ele surgiu do nada.
Eu - Eu quero ter sete filhos mesmo. - me virei encontrando Justin.
Scotter - Ah meu Deus do céu, vamos logo fazer a passagem de som. - eu e Justin saimos rindo, só não nos pergunte o porque. 

[...]

Depois dá passagem de som, estava tudo perfeito, saimos de lá para que eles pudessem abrir os portões. 
Voltamos para o Hotel, onde algumas pessoas estavam me esperando para entrevistas.
Xuxa, Eliana, Luciano Huck, 352352 mil repoters do cão, conseguiram me entrevistar, Mtv, e blah blah, já tava casada de tantas perguntas do tipo ''Como é ser uma brasileira que conquistou o mundo?'' ''Como é namorar Justin Bieber?'' ''Como é isso, como é aquilo?'' Vão tomar no cú todo mundo, ainda bem que eu sei desfarçar muito bem minha irritação, pelos meus fãs. Será que vai ter tantas entrevistas assim em São paulo também? Porra.

Tomei um banho e voltamos para o estádio, onde eu me arrumaria, já estava de banho tomado e cabelo arrumado mesmo. 
Justin estava comigo no camarim ele estava tocando violão, enquanto eu cantarolava e trocava de roupa.
Justin - They say that hate has been sent, so let loose the talk of love, Before they outlaw the kiss, baby, give me one last hug - Ele cantaroulou de olhos fechados, mas os abriu assim que ouviu minha voz o acompanhar.
Eu - There's a dream, that I've been chasing want so badly for it to be reality - sorri vendo ele continuar comigo.
Eu&Justin - And when you hold my hand
Then I understand
That it's meant to be

Continuei cantando, mesmo trocando de roupa.

'Cuz baby when you're with me

It's like an angel came by
And took my to heaven
(Like you took me to heaven, girl)
Coloquei minha jaqueta de coura, e minha sandalia, em seguida me sentando do lado de Justin, naquele pequeno sofá, ele cantava olhando pra mim, me deixando itimidada, mas eu cantava junto. 

'Cuz when I stare in your eyes
It couldn't be better
(I don't want you to go, oh, no, so)

So let the music it blast
We gon' do our dance
Praise the doubters on
They don't matter at all

'Cuz this life's too long
And this love's too strong
So baby know for sure
That I'll never let you go

I got my favorite girl
Not feeling no pain, no fear
(No pain, no pain, no pain)

Don't have a care in the world
Why would I, when you are here
(You are here, you are here)

There's a moment I've been chasing
And I finally caught it out on this floor
(On this floor, this floor)

Baby, there's no hesitation
No reservation
By taking a chance and more

Oh no, because

It's like an angel came by
And took me to heaven
(It's like you took me to heaven, girl)

'Cuz when I stare in your eyes
It couldn't be better
(I don't want you to go, oh, no, so)

So let the music it blast
We gon' do our dance
Praise the doubters on
They don't matter at all

'Cuz this life's too long
And this love's too strong
So baby know for sure
That I'll never let you go

It's like an angel came by
And took me to heaven
(It's like you took me to heaven, girl)

'Cuz when I stare in your eyes
It couldn't be better
(I don't want you to go, oh, no, so)

Take my hand, let's just dance
Watch my feet, follow me
Don't be scared, girl I'm here
If you didn't know, this is love

So let the music it blast
We gon' do our dance
Praise the doubters on
They don't matter at all

'Cuz this life's to long
And it's much to strong
So baby know for sure
That I'll never let you go

So don't fear
Don't you worry about a thing
I am here, right here
(I'll never let you go)

Don't shed a tear
Whenever you need me
I'll be here
(I'll never let you go)

I'll never let you go
I'll never let you go

Ele terminou de cantar e colocou o violão de lado, me abraçando fortemente em seguida. Seus lábios encontraram os meus, deixando-me meio drogada pelo toque deles, suas mãos deslizaram até minha cintura, mas em seguida uma pousou sobre meu rosto, sua linguá preguiçosamente encontrou a minha, e traçamos uma pequena briguinha entre elas, levei minha mão até sua nuca, aprofundando o beijo.
Um arrepio percorreu meu corpo quando sua mão se esbarrou com a minha, fazendo com que nós desgrudasemos nossos lábios sorrindo.
Fredo - Est... Atrapalho? - disse abrindo a porta, imagina se estivessemos nos comendo aqui, tá boiei
Eu - dando meio riso - Oi fredo.-  me levantei 
Fredo - Está pronta? - acenti - 5 minutos, corre garota. - ele saiu deixando-me rir.
Me virei para chamar Justin mas ele já estava parado atrás de mim, me dando um pequeno susto.
Eu - Você vem? - peguei sua mão.
Justin - Uhum. - ele sorriu enquanto saimos do camarim, passei por vários corredores até chegar a parte debaixo do palco, já se ouvia os gritos. - Boa sorte. - ele gritou me abraçando em seguida.
Eu - Obrigado, mas vai dar tudo certo.
Justin - Evita pular muito tá?
Eu - Já me viu pulando no palco?
Justin - Anne, tu parece uma bola ping pong de tanto de que pula. - disse fazendo-me rir.
Eu - Ok, vou pular menos, mas Jus... eu to no Brasil, esse jeitinho Brasileiro me domina. 

Ele riu.

Justin - Eu amo você. - ele deu-me um selinho.
Eu - Eu amo mais. - sorri antes de ouvir as batidas da bateria, em seguida entrei no palco cantando Can't be tamed.



~ continua ~

Um cap basico pra hoje, já que eu to voltando pra casa daqui a pouco, mas precisava postar.
OBRIGADO PELOS COMENTARIOS, 
HANNA ... SEM PALAVRAS, APENAS OBRIGADO LINDA.
OBRIGADO A TODAS.

ESTOU MUITO ANCIOSA PRA COMEÇAR STOLE MY HEART, JÁ QUE ELA GANHANDO E ESSA ACABANDO.

08/10
1 ANO GENTE, 1 ANO QUE EU REALIZEI MEU SONHO, QUE EU VI O GAROTO QUE EU MAIS AMO NESSE MUNDO, UM ANO QUE EU CONHECI UMA AS PESSOAS QUE EU MAIS AMO, LUANA MAGRELA, SINTO SUA FALTA.
UMA HORA DESSAS TAVA PASSANDO O SHOW DO CINE
CHOREI DE SAUDADE
ESPERO QUE NA BELIEVE TOUR EU CONHEÇA VOCÊS EIM...

Um ano de sonho realizado. 
Me lembro de Justin estar no palco e eu gritar 
''AH MEU DEUS, O CABELO EXISTE, ELE EXISTE... AQUELA COISA LOIRA EXISTE''
MELHOR DIA DA MINHA
V I D A










07 outubro 2012

My favorite vacation - 2° Temporada - Capitulo 28

You're the best thing that happened in my life.


Anne estava paralisada encarando o médico, ele tinha um sorriso no rosto, mas eu não estava entendendo nada, ela estava perplexa, e tinha lagrimas nos olhos, e eu começara a entrar em um pequeno desespero, ajeitei meu corpo para frente, tendo a visão melhor do rosto dela.
Pousei minha mão em sua perna, fazendo-a despertar de um pequeno transe, e me olhar por um breve instante, ela disse algo ao médico, que apenas confirmou com um sorriso.
Ela estava chorando, e eu estava boiando.
Eu - Porque está chorando? - disse preocupado. Ela não disse nada e pulou nos meus braços, em um abraço apertado, ouvia seu choro, me deixando mais louco ainda, que diabos tá acontecendo? - Amor, me diz logo oque você tem... porque está chorando?
Ela se afastou limpando as lagrimas, agora ela tinha um sorriso no rosto, um sorriso que se eu não estivesse não preocupado e curioso, sorriria também.
Ela tentou dizer algo mas não conseguiu, apenas direcionou sua mão até a barriga.
Foi quando minha ficha começou a cair, ela passou mal frequentemente nos ultimos dias, vem reclamando de tonturas na hora de dançar no palco, até mesmo fora, sem falar que algo em que eu sempre reparo, o tanto que ela come, e posso dizer que ela deu uma bela engordada, digo, bela mesmo, já que seu jeans de semanas atrás, novo em folha, tamanho 36, não estava servindo, ela tentou vestir na noite passada, mas ele não fechou. E ontem mesmo no palco, pude reparar na roupa que ela estava usando, ela tinha aqueles famosos pneuzinhos para fora da calça de couro que usava.

Para.

Para.

Para.

Eu vou ser pai? É isso que ela tá tentando dizer, por isso ela tá chorando? Minha Anne, minha pequena Anne tá gravida? Oh meu Deus, tem noticia melhor que essa? Acho que não.

Eu - V-você tá g-gravida? - gaguejei nervoso.
Anne - Cem por cento de chances que sim. - ela sorriu amarelo.
Eu - Ah meu Deus, eu não acredito. - disse a puxando para um abraço.
Anne - Acredite, iremos ser pais. - ela disse abafado por estar nos meus braços.
Eu - Eu disse pra você, eu disse... - me afastei segurando seu rosto - Disse que ia valer a pena esperar.
Anne - Eu sei. - ela afastou-se com um sorrindo imenso. Ela disse algo ao médico e levantou-se da cadeira, fiz o mesmo.
Eu - Obrigado. - disse mesmo com dificuldade em falar português, saimos da sala e andamos um pouco pelo corredor.
Eu e Anne olhamos para trás e para todos os lados, ela olhou pra mim em seguida com um sorriso enorme no rosto, a mesma deu um grito, porém não tão alto e pulou no meu colo. Abracei a mesma com força e a rodei a no ar.
Anne - rindo - Eu prometo te fazer o homem mais feliz do mundo. - disse séria assim que a coloquei no chão.
Eu - Já disse que você me faz feliz. - colei nossas testas.
Anne - Mas agora é pra valer. - ela levou suas mãos até minha nuca.
Eu - Anne... - levei minhas mãos até sua cintura, abrindo um sorriso, fazendo Anne abrir um sorriso junto comigo. - Eu vou ser pai! - disse alto, fazendo-a sorrir, e por um impulso a peguei no colo e a beijei.


Anne - Vem, vamos contar pro Kenny. - ela riu desfazendo o beijo e saindo do meu colo, entrelaçou nossas mãos e saimos saltitantes até a recepção. Kenny nos encarou debochado.
Kenny - Nossa, não sabia que vir ao médico deixava dois patetas felizes. - ele debochou, Anne soltou minha mão e foi abraçar o grandão, ela o abraçava de olhos fechados, e do nada começou a rir. - Tudo bem baixinha, você já provou inumeras vezes que é anormal feito seu namorado... agora rir sozinha e do nada é algo novo pra ti ...
Anne - Calaboca idiota. - ela riu, fazendo eu rir junto.
Kenny - Oque o médico deu pra vocês? Algum tipo de droga? - ele afastou Anne que veio até mim rindo.
Eu - Não Kenny, ele nos deu uma otima noticia, só isso. - disse rindo.
Kenny - Oque? Já sei, tinha hamburguer lá dentro?
Eu - Poxa tu pensa só em comida? - rimos.
Kenny - Oque ele disse então? - perguntou impaciente.
Anne - Ele disse que eu to gravida Kenny. - ela disse sorridente, me abraçando de lado.
Kenny - Caracolis, então quer dizer que vamos ter um membro novo na Team Bieber?! - ele disse animado.
Anne - Sim, já que somos uma familia. - ela sorriu.
Eu - Eu vou ser pai. - disse sorrindo pra ele. O mesmo riu e nos abraçou, um abraço triplo e esmagado.
Kenny - Quero ser o padrinho eim.. - disse nos apertando.
Eu - Ok ok, agora pode nos soltar. - disse com dificuldade.
Anne - Você vai ser, mas eu tenho que tá viva pra parir o filho, e se você não me soltar, posso morrer sem ar.
Kenny e eu gargalhamos.
Eu - Vamos, quero ligar pra minha mãe.
Anne - Não, deixa pra gente contar isso quando agente chegar lá... - protestou antes que eu saisse.
Eu - Tudo bem, você que decide. - beijei seu rosto, antes de sairmos, graças a Deus não haviam descoberto onde estavamos, por mais estranho que seja.
Eu não conseguia tirar meu sorriso do rosto, eu estava tão feliz que se me dessem um soco na cara, eu iria começar a rir da cara da pessoa, se me xingassem, eu também ia começar a rir, e ainda ia abraçar a pessoa.
Cara, eu finalmente vou ser pai.
Depois de tanto sofrer por conta daquele bebê que nós perdemos, depois de tanto ver minha Anne chorando pelos cantos, agora...
Finalemte, teremos nosso filho, Anne está de 3 meses, é uma gravidez de risco por ela ser bem nova, apesar que daqui alguns dias ela vai fazer 21 anos. Enfim, agora é tomar cuidado, uma gravidez tranquila e nossa Patricia, ou nosso Jason, chegara daqui 6 meses.
A parte ruim, ou quase, é a imprensa, mas ninguem vai estragar nossa felicidade.

Chegamos no Hotel minutos depois, ainda estava cheio de fãs, Anne quis parar um pouco pra falar com eles, e tirar fotos, fiz o mesmo, afinal muitos fãs dela, também são meus fãs.
Entramos no Hotel e fomos direto para o elevador, Kenny veio atrás de nós, nos acompanhando, até porque tinha muitas fãs dentro também, ele nos deixou no nosso quarto e foi para o dele, fechei a porta e me virei dando de cara com a mulher mais perfeita do mundo, a mamãe mais linda da face da terra, depois da minha mãe. Mas ela estava tão sorridente, tão feliz, tão... minha Anne.
Sentei do seu lado na cama, pousando minha mãe sobre sua perna esquerda, fazendo um pequeno carinho ali.
Anne - Três anos, três anos depois de tudo, agora... finalmente, poderemos ser felizes como agente sempre quis, com a nossa familia, nossa filha....
Eu - Ou filho. - virei fitando seu rosto.
Anne - Sabe que eu não ligo pra isso, desde ... você sabe. E que não seja feito eu, que tenha saúde. - rimos
Segurei seu pulso, a deitando-a na cama, deixando levemente meu corpo sobre o dela, fazendo-a me encarar com um sorriso nos lábios.
Eu - Não tem noção do quanto eu esperei por esse dia. - acariciei seu rosto.
Anne - Eu sei, porque eu espero por esse dia, á anos. - ela levou sua mão até minha nuca.
Eu - Eu amo você, eu amo você muito Anne, desde que você apareceu na minha vida, você só vem me trazendo alegria, só você consegue fazer eu ficar assim... rindo atoa, Anne... Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida. - disse olhando em seus olhos.
Anne - Tem noção do quanto é bom ouvir isso? - ela sorriu mexendo no meu cabelo - Eu amo você, mais do que poça imaginar, Justin ... eu.te.amo. - ela disse pausademente, perto de meus lábios, fazendo com que sua respiração me causasse arrepios. Em um ato rapido grudei nossos lábios, fazendo os dois sorrirem automaticamente, passei minha linguá sobre os lábios dela, pedindo passagem, em segundos já sentia sua linguá quente entrando em contato com a minha, ela mordiscou meus lábios, de modo que me causou cócegas, ficamos assim, nos beijando por alguns minutos, com calma e amor.
Ela parou o beijo com um selinho demorado e sorriu.
Anne - Vamos á praia? - sugeriu sorrindo. - Está um dia lindo.
Eu - Tudo bem. - me levantei de cima dela. Estendi minha mão pra que ela pegasse, a mesma sorriu e pegou levantando-se.
Anne - Vou colocar um biquini - disse me direção as malas. Fiz o mesmo, digo, troquei minha roupa, de uma calça jeans por um shorts de malha, e uma regata branca. Anne entrou no banheiro e em seguidas saiu vestida com um biquini que ela havia comprado no México. - Justin, justin, justin... olha. - ela saiu gritando apontando pra barriga. Que eu diria estava fazendo uma pequena ondinha, bem pequena, mas que para alguém que á vê todos os dias, diria que aquela barriga não é normal, mas é normal agora que ela está gravida. - Como agente não percebeu? - disse perplexa.
Eu - Na verdade... - disse sem graça. Ela cemi-serrou os olhos - Eu percebi, mas não era bem a barriga.
Anne - Tá falando dos pneuzinhos né. - bufou sentando na cama.
Eu - Amor, isso é o de menos.
Anne - Vai me amar mesmo quando eu estiver parecendo uma baleia? - disse com um bico enorme. Ri me sentando do lado dela.
Eu - Eu te amarei de todas as formas, gorda, magra, feia, com espinhas, com uma melancia na barriga. - passei a mão na barriga dela.

Ela riu.

Anne - Fui meio dramatica então? - ela fez uma careta, pousando sua mão sobre a minha.
Eu - Você sempre é dramatica Ann. - a roubei um selinho.
Anne - Bobo. - ela segurou meu rosto me arrancando um selinho demorado. Levantou-se e colocou um vestido curto de decido leve, aqueles de praia. - Vai ficar me olhando, ou vamos a praia? - ela disse sorridente, assim que eu gosto, Anne sorridente.

[...]

Depois de tanto Anne insistir pra que Scotter desse um jeito de irmos a praia, ele fez algumas ligações e lá estavamos nós, em uma praia particular, acho que ele alugou o dia todo, um absurdo eu sei. Scotter quase deu um ataque ao saber do bebê, não que ele tenha ficado bravo, mas primeiro ele começou a rir, perguntou se era uma piada, depois ele nos olhou sério e nos parabenizou, falou um monte de coisas sobre bebês, e depois deu a bronca, mas ele até que tá aceitando bem.
Chegamos na praia, Anne foi logo tirando o vestido e abrindo a canga sobre a areia, a praia estava deserta e eu não precisei em me preocupar com olhares sobre o corpo da minha mulher.
Rob - Anne, será que já pode me contar o motivo de tanta felicidade?! - ele disse impaciente, Anne ainda não tinha contato a ele, coitado, que tortura.
Eu - Chega ai... - disse a ele, o mesmo se agachou do seu lado e disse algo em seu ouvido.
Rob - ISSO É SÉRIO? - ele gritou nos assustando, Anne me olhou por um instante e começamos a rir, ela estava deitada sobre a canga.
Eu - Cem por cento de certeza. - disse sorrindo abaixando levemente os oculos.
Rob - Eu vou ser tio então? - ela sorriu puxando Anne pelos braços, fazendo a mesma resmungar.
Anne - Sim, sim, se antes não me matar. - eles riram, Rob a apertou sobre seu corpo, fazendo quase o mesmo que eu fiz, a levantando no ar. - Se todo mundo que souber da noticia me apertar ou me girar no alto... ai. - disse assim que pisou na areia. Ela se virou vendo oque era - QUE MERDA!
Eu - Que Foi? - perguntei assustado.
Anne - Eu pisei na merda do meu Iphone. - comecei a rir quando vi o celular afundado na areia.
Eu - Ah gatinha, qualquer coisa te dou outro novo. - abracei sua cintura.
Anne - Mas esse é especial...
Eu - Porque?
Anne - Porque ele é meu oras, você me deu com tanto carinho.
Eu - Eu sei, mas sabia que lançaram um novo?
Anne - Qual? - sorriu passando o braço no pescoço.
Eu - Seilá, se eu não me engano era o Iphone 6 ou 7. - disse dando de ombros.
Anne - E agente continua com o 5?
Eu - Nem usamos isso, temos coisas melhores para ocupar o tempo. - mordi os lábios.

Ela riu.

Anne - Eu sei, não é atoa que eu to gravida. - disse rindo.
Rob - Me poupe da vida de vocês. - ele disse saindo de perto de nós, rimos.
Eu - Quer entrar na aguá, parece boa. - sugeri depois de selar nossos lábios.
Anne - Uhum. - ela entrelaçou nossas mãos e andamos até o mar, que parecia calmo.
Assim que meu corpo quente entrou em contato com a aguá fria, um arrepio passou por ele, não diferente de Anne que até se agarrou mais a mim.

Nadamos, brincamos, nos beijamos por um bom tempo no mar, o pôr do sol já estava aparecendo, peguei uma toalha e enrolei sobre o corpo de Anne, forrei a areia com uma kanga e nos sentamos lado a lado nela.
Em silêncio, apenas observando o sol se pôr.
Anne - Amor... Eu quero um Iphone 7. - ela me cutucou, fazendo-me a olhar rindo.
Eu - Seus olhos ficam lindos na luz do sol. - sorri olhando os mesmo que estavam verdes claros, ela sorriu sem graça.
Anne - Não muda de assunto, eu quero meu Iphone 7. - ela riu me asbarrando e mim.




~ continua ~

AH QUE LINDO.
Eu fiz esse capitulo era de madrugada, pensei em postar, mas pensei também em esperar todas acompanharem, bem... tá ae.
Divulgando:  http://imagineswithdrew.blogspot.com.br

Vocês são espertas, poxa eim.
lol
Quem ai tem what's up, ou viber?