06 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 17 - Pra Let.

Luana P.O.V

É, eu estava feliz. Chris e Justin ainda não tinham se estranhado, apesar das caras nada agradáveis em que Chris olhava para Justin estava tudo bem, porque Justin tava pouco de fodendo pra isso. Pati estava tão animada por irmos á uma balada acho que ela nunca foi á uma, porque né, e meu pai ter deixado foi realmente uma surpresa, mas vai ver que ele quer ficar sozinho com aquela loira azeda que ele vem pegando, é eles andam se pegando pela casa e eu não sou idiota, consigo perceber tudo, tudinho mesmo. Eles me deixaram trocar de roupa, já que eu não sairia com aquelas roupas de Ballet, então coloquei a roupa que eu tinha separado e soltei meu cabelo e até convidei umas meninas pra ir com agente, mas a unica que aceitou foi a Mari, ela é tipo uma ótima amiga e acho que nunca saímos pra algum lugar juntas, foi ótimo ela ter aceitado.

Mas tinha uma coisa me intrigando, porque Justin não tirava os oculos escuros? Cara tá de noite, escuro e ele não tira pra nada, ali tem algo errado, eu sei e to sentindo que tem algo muito estranho. Mas quer saber? Só o fato de ele ter vindo já me deixou feliz, tudo que vem dele tem me deixado feliz, apesar dele ser grosso a maioria do tempo, sinto que as vezes ele consegue ser ele mesmo quando está comigo, e eu realmente fico feliz.

- Ô Luana, tá dormindo? - Pati gritou no meio da rua, enquanto eu pensava com quem ir já que não tinha vindo com meu carro.
- Não, é... com quem eu vou?
- Comigo é claro. - Chris apareceu ao meu lado, segurando minha cintura. - Ou vai me deixar ir sozinho? - ele fez biquinho e eu não resisti em beija-lo rapidamente.
- Tudo bem, vou com você. Só deixa eu falar...
- Já sei. Vai rapido. - ele me soltou e eu sei que ele não gostava disso, mas eu queria falar com Justin. O mesmo estava em seu carro logo atrás de nós, apenas esperando. Assim que viu que eu caminhava até ele, o mesmo desceu a janela do carro e eu me apoiei na mesma. Ele me olhou esperando que eu dissesse algo, mas eu havia esquecido tudo que eu queria falar no mesmo instante em que seu perfume invadiu minhas narinas, acabando com todo meu raciocínio de pensar naquele momento.

- Olha eu sei que eu sou irresistível e muito lindo, mas ficar me olhando assim desse jeito uma hora vou ficar sem graça... - Justin tinha um sorriso besta entre os lábios.
- Calaboca. - ri - Eu só queria saber porque está de óculos... - seu sorriso sumiu, eu disse que não era coisa boa.
- Depois eu te falo, vamos logo. - ele ligou o carro mas eu não desistiria. Levei minhas mãos até o óculos e puxei o mesmo violentamente para baixo que até Justin se assustou. Por isso que o filho da puta não queria tirar o oculos, por causa de um baita roxo no seu olho direito.
- Que porra é essa? - minhas mãos estavam na cintura e minha cara não era uma das melhores.
- Não tá vendo? - ele respondeu sendo estupido.
- Sim, eu to vendo muito bem oque é, não vai me dizer que porra você fez?
- Não interessa. Vamos logo.
- Uma hora você diz que eu iria saber de tudo mas já depois você diz que não me interessa? Foda-se se não me interessa, você vai me contar tudinho amanhã. - ele me olhou de cima a baixo e fechou o vidro, idiota.

Estupido e idiota. Meu idiota.

Eu disse isso? Droga. É só oque eu queria. Balancei minha cabeça caminhando rapidamente para o carro de Chris, Justin ia ter que me explicar tudo, porque ninguém aparece com o olho roxo por nada, tem sempre algum motivo.
- Tudo bem? - Chris perguntou assim que saiu do lugar.
- Sim. - dei meu melhor sorriso e voltei a prestar atenção na cidade.

[...]

A boate estava cheia, devia ter pelo menos umas 500 pessoas dentro daquele lugar. Chris tinha a questão de andar comigo segurando minha cintura, acho que era uma forma de ele querer mostrar pras pessoas que eu estava com ele, apenas com ele. Ciúmes sabe. Justin foi logo tratando de agarrar umas vadias...

Porque eu me incomodo tanto com isso? Somos apenas amigos.

Tentei afastar aqueles pensamentos da minha cabeça, mas cada vez que eu olhava na direção de Justin sentia algo estranho dentro de mim, eu não sei oque é, mas é algo que eu realmente não sei explicar. Perdi Pati e Fran de minha visão, acho que elas devem estar em algum canto dançando, bebendo e se pegando por ai, bem não quero atrapalhar.
- Quer beber alguma coisa? - Chris murmurou no meu ouvido por conta do som alto.
- Claro, vamos lá. - e do jeito que entramos, caminhamos até o bar e me sentei em uma das banquetas que tinha.
- Oque vai querer? - ele perguntou.
- Qualquer coisa, confio no seu gosto. - ele sorriu e lembro-me de ouvir ele pedir duas doses de alguma coisa que não prestei atenção no nome por não conseguir os olhos de Justin.
- Ei... - Chris chamou minha atenção, desviei meus olhos de Justin que dançava com alguma vadia e peguei o copo na minha frente, virando o mesmo tudo de uma vez, sem nem mesmo saber oque era. Senti minha garganta toda arder de imediato e aquele liquido descer queimando até meu estomago.
- Que porra é isso? - Chris soltou uma gargalhada e me deu um beijo no rosto.
- É vodka.
- Puta que pariu. - resmunguei passando as mãos sobre a garganta que ainda ardia por dentro. - Depois dessa preciso ir ao banheiro. - me levantei e Chris ficou rindo da minha cara. Já tinha um certo tempo que eu não tomava algum tipo de bebida alcoólica, antes eu bebia todo final de semana junto com a Fran escondidas no meu quarto, enquanto meu pai tinha plantão durante a madrugada. É meio que um segredo, ou não já que Pati descobriu tudo e falou um monte para nós, ela é meio que a certinha da turma, mas eu sei que ela bebe por ai, afinal ninguém é perfeito.

Passar por todas aquelas pessoas bêbadas e loucas dançando ao som de Nicki Minaj realmente não foi fácil, levei duas pisadas no pé e posso jurar que senti alguém me encoxando, mas vamos deixar isso em off. Por uma milagre de Deus o banheiro estava vazio, caminhei até uma cabine e fiz xixi, sai e caminhei até a pia,  meu corpo estava suando por conta da vodka e da aglomeração de pessoas em cima de mim á alguns segundos atrás. Liguei a torneira e joguei aguá no rosto, o fato do banheiro estar vazio me deixava intrigada, mas era normal quando se esta em uma balada em York. Ajeitei minha roupa sobre o corpo e enxuguei o rosto.

- Eu sempre soube que o banheiro feminino era mais limpo que o masculino. - aquela voz rouca fez com que todo meu corpo se arrepiasse, não só pelo seu efeito, mas também pelo susto.
- Oque você tá fazendo aqui? - me virei encarando seus olhos caramelados. Então Justin caminhou até a porta e trancou a mesma, me deixando mais tensa do que eu já estava. - Porque trancou a porta? Você tá doido? Se alguém pega voc... - tarde demais, perto demais de mim. Justin precisou dar três passos largos para me alcançar, prensando mais meu corpo entre a pia e ele.
- Banheiro interditado. - ele sorriu malicioso levando suas mãos até minha cintura. A uma altura dessas meu coração já batia em ritmo extremamente acelerado, e tem noção do quanto minhas pernas fraquejaram agora? Meu olhar se abaixou até seus lábios rosados, incrivelmente rosados e em formato de coração, eles pareciam tão sedosos, tão quentes e ... beijáveis que eu não me segurei, quando me dei conta já tinha falado oque pensei
- De-deixa eu provar uma coisa? Denovo... - perguntei sem saber oque estava fazendo.
- Você pode provar oque quiser. - então ele sorriu, e eu disse como ele estava atraente daquele jeito? Tão bad boy com aquele olho roxo, droga aquilo me excita. Minhas mãos agarraram seus cabelos e juntei nossos lábios rapidamente, sentindo logo em seguida todo um arrepio sobre o meu corpo e um frio na barriga, ou seja as tipicas borboletas no estomago insistiam em me perturbar. Eu me entreguei aquele momento tão fácil, foi apenas ele se aproximar que não respondia mais por mim, pelos meus atos.

Porque drogas Justin me atrai tanto?

Eu não vou dizer que ele pediu passagem com a linguá porque não foi, ele é diferente e mais indelicado, sua linguá invadiu minha boca rapidamente e suas mãos apertaram minha cintura me erguendo para sentar-me a pia. Entrelacei minhas pernas em volta de seu corpo e puxei seu cabelo até alcançar sua boca novamente, mordendo a mesma até sentir um leve gosto de sangue, cá entre nós eu sempre quis fazer isso nele. Justin sorriu levemente entre o beijo, oque me fez sorrir junto, só não questione o porque. Sua mão esquerda fez questão de descer até minha coxa e apertar a mesma fortemente e sem piedade, fazendo-me arfar e parar o beijo.
- Jus... - tentei me afastar por mais que seja tentador - Justin, é melhor agente parar por aqui. - ele mordeu meu lábio e parou pra me olhar.
- Quer mesmo que eu pare? - ele dedilhou minha coxa, deixando um rastro de calor pelo lugar até chegar na minha virilha.
- Jus, somos amigos. - aquilo saiu mais para um gemido quando ele tocou minha intimidade.
- Amigos também se beijam e se pegam.. - ele deu de ombros e beijou meu pescoço rapidamente.
- Quem disse? - fechei os olhos sentindo seus lábios.
- Minhas regras.
- E nas suas regras também incluí sexo? - corei violentamente fazendo Justin sorrir largo ao parar os beijos
- Nas minhas regras incluí tudo oque você quiser.

Justin levou sua mão até minha nuca e juntou novamente nossos lábios, mas agora de um jeito mais quente, com mais luxuria. Sua mão direita rapidamente fez o trabalho de deslizar a alça do meu vestido para baixo, deixando-me sem saber oque fazer. Justin me atrai muito e isso é fato, todo aquele jeito durão e bad boy faz com que a atração só aumente, seus olhos, tudo nele me atrai, até o simples fato de não saber oque ele sente, por mais que eu queira derreter toda aquele gelo, eu... não sei.

Eu não diria apaixonada, mas talvez eu goste dele... só o tempo irá dizer.

- Jus, eu... não sei se devo... - tentei recuar novamente, mas ele era mais forte e tentador.
- Ninguém precisa saber. - ele selou violentamente seus lábios nos meus.
- Mas não é certo.
- Não é você mesmo que disse que obedecer as regras é chato? - acenti - E como eu disse, ninguém precisa saber. Mas se você quiser, eu paro... juro que paro, é só dizer. - ele me encarou esperando uma resposta, mas droga tudo que eu mais quero é aquilo, experiencia nova, quem sabe assim eu não deixo de ser tão confusa em relação aos meus sentimentos, eu queria tanto senti-lo... Então ele sorriu, ele sabia que tanto quanto ele, eu queria aquilo. Droga como negar? - Se entrega logo vai... - ele sussurrou no meu ouvido.
- Eu já me entreguei, desde o segundo em que você se aproximou de mim. - Justin me puxou para mais perto e deu inicio á um beijo de tirar o folego.


Continua?
Querem parte hot?
Eu sei que sim danadinhas.
Bem, vou dormir porque amanhã tenho aula consegui postar pq deu né
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
GENTE
PORQUE EU NÃO NASCI UM MANEQUIM...?
eu sei que vcs sabem doque eu to falando, safadinhas....

05 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 16

O sol já havia ido embora deixando com que as estrelas e a lua tomasse seu lugar, eu não estava tão nervosa para me apresentar porque tinha ensaiado durante semanas e eu sei que nada daria errado. Mas eu estava mais nervosa pelo simples fato de ter Chris e Justin no mesmo lugar, um perto do outro tendo que se agüentarem por mim. Já tinha tomado um belo banho que me fez relaxar, vesti o meu vestido que foi comprado pela professora de ballet junto com as minhas meias calças e minha sapatilha cor de champanhe, o vestido é incrívelmente delicado e feminino, todo rendado na parte de cima com mangas pequenas, já a saia era bastante rodada e soltinha. Prendi meu cabelo em um coque alto e firme para que não me atrapalhasse, e passei a maquiagem de acordo como haviam pedido. Depois de estar pronta peguei uma roupa pra vestir quando terminasse e desci para o andar debaixo onde meu pai e Pedro me esperavam.

- Esta pronta? - Theo perguntou levantando-se do sofa, ele vestia calcas largas e caidas, junto a uma camisa social clarinha.
- Caraca que linda. - Pedro levantou-se.
- Valeu. - sorri andando ate a porta, enquanto eles me seguiam. Olhei rapidamente em direção a casa de Justin e as luzes estavam apagadas, eu só espero que ele não esteja em casa porque está indo para o teatro.

Como minha roupa precisava de um certo cuidado para não amassar, tive que ir no banco de trás e Pedro ir na frente. Meu pai havia ligado o rádio e o ar para que não ficássemos sufocados, o caminho todo eu fui olhando pela janela as ruas pouco movimentadas de nosso bairro, até elas ficarem mais movimentadas, denunciando que estávamos chegando no teatro, haviam muitos carros e pessoas transitando para dentro, mas eu pouco me importava para elas, eu queria ver eles.

Desci do carro e papai me acompanhou pelos fundos, onde eu me encontraria no camarim com as meninas e a professora. Assim que ele me deixou lá, rapidamente subi as escadas onde daria nos backstages do palco e caminhei pelos corredores até encontrar um bando de meninas histéricas e nervosas.

- Eai gente. - gritei entrando mas acabei sendo ignorada pela maioria.
- Luana você chegou, ótimo vá fazer a maquiagem. - Elisa disse toda eufórica.
- Mas eu já me maquiei.
- Ótimo, melhor ainda, só aguarde então. - ela me deu as costas e saiu orientando outras garotas. Dei de ombros e caminhei até um dos bancos que tinham encostados na parede, avistando rapidamente Mari totalmente relaxada sentada logo ao meu lado.
- Oi Mari. - joguei minha mochila em baixo do banco.
- Eai Lu. - ela sorriu ajeitando sua postura.
- Nervosa?
- Nem um pouco. - ela riu e me olhou - Você tá linda.
- Valeu, você também. - nos encaramos durante um tempo e acabamos rindo, estávamos exatamente com a mesma roupa, do mesmo jeito.
- Idiota. - ela riu - Mas então...
- VAMOS MENINAS, ESTÁ NA HORA. - Elisa impediu que nós conversamos gritando escandalosamente na porta, apenas respirei fundo e me levantei, lançando um breve sorriso para Mari antes de sairmos em fileira.

Justin P.O.V

Faltava exatamente 15 minutos para que a apresentação de Luana começasse no York Theatre Royal e eu estava a 30 minutos de lá, droga eu sou um irresponsável eu sei, mas tive imprevistos antes. Ryan iria me matar se descobrisse e acho que Luana também.

- Eu quero meu dinheiro Bieber. - Logan o chefe dos traficantes de drogas gritou após me dar um soco certeiro no olho que me fez cambalear para trás, ele tinha conseguido me deixar com raiva e não ficaria assim.  O fato é que eu simplesmente não consigo mais me controlar, ando agindo por impulso e isso tá me fazendo mal, e ainda fiquei devendo mais de 1.000 reais para esse filho da puta. Respirei fundo pra não voar no pescoço daquele desgraçado e não fazer besteira, afinal tinha dois caras enormes apontando duas 38 na minha cara.
- Eu já disse que vou conseguir caralho. - revidei levando minha mão aos olhos, onde ardia e muito.
- Quando? - ele ainda gritava.
- Eu só preciso de tempo. - Logan novamente veio pra cima de mim, só que dessa vez me segurou pela jaqueta.
- Eu te dou uma semana Bieber, uma semana e eu quero meu dinheiro. - ele rosnou as palavras em seguida me soltou. - Se não você já sabe. - Engoli seco, eu saberia que se não pagasse oque devo ele me caçaria até o inferno e provavelmente me faria pagar com minha propria vida, não que eu tenha medo mas eu só não quero morrer cedo. Meu olho estava ardendo devido aos dois socos que havia levado, e eu teria revidado se não fosse aqueles dois armários que me seguraram, teria acabado com a cara daquele filho da puta, a se teria.

Dei partida no carro e sai cantando pneu, tinha apenas dez minutos para chegar no teatro que se encontrava a meia daqui, droga, mil vezes droga. Pisei mais fundo no acelerador colocando a maior velocidade que eu conseguiria naquele carro, as ruas estavam vazias e isso me ajudou um pouco, mas foi só chegar no centro que o transito começou a aglomerar, tentei cortar vários carros, passar sinais vermelhos e tentei ser rápido. Na porta do teatro não havia muitas vagas e aquilo já estava me tirando do sério, a uma hora dessas ela já estaria se apresentando enquanto eu estava aqui tentando estacionar, avistei uma rua pequena atrás do teatro e não pensei duas vezes de colocar lá, ninguém teria coragem de roubar meu carro. Olhei rapidamente no espelho do carro e meu olho tinha uma mancha roxa na parte debaixo, se ela me visse assim iria ter um ataque e me encher de perguntas, droga oque eu não faço pra vê-la sorrir?

Revirei o porta-luvas do meu carro tentando achar meu óculos escuro encontrando o mesmo e colocando, foda-se as regras de não usar óculos de sol a noite, eu tenho swag e esse povo não, então foda-se eles. Ativei meu alarme do carro e caminhei rapidamente até a entrada, passando as mãos sobre os bolsos e pegando o convite que estava amaçado, mas não me importei, mostrei ele ao grandalhão que estava na porta e corri para dentro, ele me mataria se eu perdesse aquilo, por mais que eu odeie Ballet e ache coisa de frutinha, era ela né.

A musica clássica invadiu meus ouvidos assim que pisei na parte de dentro do teatro, varias bailarinas estavam no palco e confesso que muitas eram gostosas, que foi? Sou homem oras. Caminhei até o meu lugar reservado e pude ver as amigas dela, que se eu não me engane eram Patricia e Francine, mas um garoto ao lado delas, acho que era o tal de Chris e cá entre nós a cara dele não foi uma das melhores a me ver, e quem disse que eu ligo?

- Tá atrasado. - Patricia sussurrou quando me sentei.
- Mas to aqui né? - murmurei de volta e ela sorriu fraco.
- Porque está de óculos?
-  Porque sim. - dei de ombros, não queria dar explicações a ninguem.

Só de ouvir aquela música meus olhos estavam pensando, cara já ouviram música clássica em um ambiente gelado pelo ar condicionado com cadeiras confortáveis e quando você está morrendo de sono? Talvez seja só comigo, mas porra que sono do caralho. Meus olhos estavam pescando assim que ela bateu seu olhar em mim, um grande sorriso nasceu entre seus lábios rosados pelos batons e só ali eu pude ver o quanto ela estava linda. Coisa de viadinho eu sei, mas como eu nunca reparei que ela tinha um corpo incrivelmente perfeito? Toda delicada e magrinha, cintura fina com pernas torneadas não tão exageradamente, e apesar de estarem cobertas por meias calças eu conseguia enxergar seu tom de pele moreno, lindo. Droga, oque houve comigo?

Foi impossível não sorrir e aplaudir quando elas terminaram, apesar de estar com um puta sono e querer ir pra casa dormir me levantei e aplaudi, mesmo não tendo quase assistido nada, apenas prestei atenção nela.
- Virou moda usar óculos em lugar fechado? - a garota mais loirinha perguntou, acho que Fran. Apenas sorri leve. - Oi pra você também Bieber.
- Oi. - disse breve, não gostava de ser legal, sei lá.
- Vai vir com agente nos backstage? -Pati perguntou ao meu lado, quando elas começaram a ser legais comigo?
- Pra que?
- Dar um oi a ele, depois vamos comemorar em uma balada. - ela sorriu empolgada.
- Tudo bem. - dei de ombros e acompanhei elas, não acredito que estava fazendo aquilo.

E lá estava ela, sendo abraçada por seu pai e depois por seu irmão. Seu sorriso estava contigo, assim com todo aquele brilho dela. Então ela sorriu mais largo ao ver que nós aproximávamos  haviam outras garotas ali e eu não me segurei para olha-las, já repararam que bailarinas são gostosas? Cara desse jeito eu viro até bailarino. Mentira, mas não seria uma má ideia observa-las dançar.

- Gente. - ela sorriu abraçando Patricia que lhe entregou um pacote de chocolates, droga eu não comprei nada, mas bem eu não sou disso e ela sabe. Ela enfim terminou de abraçar a todas e Chris se aproximou com uma ramo de flores em mãos, ela sorriu e então deu um selinho nele.

Diga-me porque aquilo me incomodou?

- Você não trouxe flores? - Pati perguntou ao meu lado incrédula, coitada, não me conhece mesmo. -
- Eu não trouxe flores mas eu vim. - disse abrindo os braços quando Luana se virou para mim, ela sorriu e me abraçou.
- Você ter vindo já é um progresso. - ela riu fraco - Obrigado e porque está de oculos? - droga, tem como mentir agora? Vai Justin você é bom, sempre mentiu. Mas porque eu não consigo simplesmente dizer outra historia além da verdade.
- Você vai saber. - foi tudo que consegui dizer e ela se afastou.
- Bem, balada agora? - Pati sugeriu fazendo eles gritarem.
Credo, até parecem que elas nunca vão á uma balada.



Continua?
Que merda de capitulo. Af vou me esconder, prometo que o proximo será melhor.
Amanhã começa oficialmente minhas aulas então se der tempo eu poste, já sabem que não vou postar todo dia, só quando der tempo. Vou estudar pela manhã e chego na hora do almoço e bla, então sempre vou postar pela noite, ou a tarde.

gENTE ceis ouviram Lolly? Shawty mane is back bitches.
Eu amei u-u
Amo o lado safado do Justin, então né.
LOL
eu amo ele.
Beijos. beijos
@warstratford
http://ask.fm/maariswagger

03 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 15

Hoje completa uma semana que eu não falo com Chris, ele não me liga, eu não ligo pra ele. É o orgulho machucando agente e isso me faz um mal danado. Porque não importa qual seja o nosso futuro, eu preciso daquele garoto na minha vida, eu o amo de verdade e mesmo que não dê certo oque há entre nós, eu ainda o quero como um amigo, meu melhor amigo. Mas agora cadê ele? Ah sim, não esta aqui por culpa minha, talvez se eu não tivesse falado aquelas coisas nada disso teria acontecido, eu as vezes tenho que aprender a me controlar, aprender a dividir oque eu devo falar com coisas que eu devo guardar pra mim, assim teremos menos conflitos e desentendimentos.

E pra finalizar minha vida, briguei com Justin á três dias atrás porque peguei ele injetando heroína no banheiro. Ele insiste em dizer que aquela coisa não faz mal, mas eu não idiota, não sou tão ingenua assim, eu sei que se usar demais pode fazer mal, alias muito mal, pode matar e eu não quero ver ele se afundando desse jeito, não quero ver ele se acabando em uma coisa que pode ser muito bem controlada, só basta ele querer. Será que sou a unica que acredita que Justin pode mudar? Será? Será que só eu acredito que ele pode quebrar todo aquele muro que ele próprio construiu em volta de si, escondendo sua verdadeira personalidade? Eu posso até estar errada, mas eu sei que ele pode.

Hoje eu teria que engolir todo o meu orgulho e ir falar com esses dois. Por mais que eu seja orgulhosa, eu ainda amo Chris, ele ainda é especial, digo muito mesmo e eu queria que ele fosse na minha apresentação, assim como Justin. Eu sei que vai ser meio tenso quando eles se verem, mas Chris tem que entender que eu e Justin agora somos amigos apenas amigos, eu acho. Pera, oque eu disse? Droga, o sono me afeta.

Acordei bem cedo já que hoje seria um longo, pra falar a verdade eu mal consegui dormir, estava decidida a ir falar com Chris ainda hoje, eu precisava ver ele á noite, é importante. Levantei-me da cama e fui direto ao banheiro fazer minhas necessidades e tomar um banho rápido, sai e vesti uma roupa simples pra ir a casa de Chris. Meu cabelo tinha amanhecido em um péssimo dia, ele estava armado e rebelde, então amarrei ele um coque alto e desci pra tomar café, como hoje era sábado não tinha ninguém na cozinha e estavam todos dormindo. Como eu sempre acordava sem muita fome, apenas tomei um suco de laranja e comi umas duas torradas, não era de comer muito e não estava com paciência. Escrevi um bilhete para meu pai e deixei sobre o balcão e peguei as chaves do meu carro, saindo de casa silenciosamente pra que meu pai não acordasse.

Entrei no carro e fiquei na duvida se falava com Chris, ou com Justin primeiro. Acho melhor deixar o mais difícil por ultimo, é Justin espere então e ele nem deve estar acordado. Dei partida no carro e liguei o radio, precisava relaxar já que eu estava tensa demais pra falar a verdade, as ruas estavam molhadas devido a chuva que caiu durante a madrugada, o céu como sempre estava nublado e por mais que eu goste, esses dias frios já estavam me cansando pra valer, eu queria sol e precisava de um tempo mais quente, seilá as vezes frio demais cansa.

Antes de chegar a casa de Chris decidi parar antes pra tomar um chocolate quente na padaria, eu não sei porque mas havia sentindo aquele cheirinho e havia me dado uma vontade enorme de tomar um, voltei pro carro e rapidamente cheguei, afinal a casa dele nem era tão longe assim.

Desci do carro e caminhei lentamente até a porta, não queria acordar ninguém então rapidamente digitei uma sms dizendo ´´Abre a porta pra mim, pfvr´´ e fiquei esperando, eu sabia que ele estava acordado porque Christian não é daquele que dorme até tarde, pode parecer estranho mas é verdade. Me sentei em uma dos degraus que tinha em frente a porta e fiquei tomando meu chocolate quente até ouvir a porta ser destrancada.

- Oque faz aqui uma hora dessas? - Chris passou pela porta e sentou-se ao meu lado. Ele estava apenas de calça de moletom e sem camisa, oque me fez delirar por dentro e fazer de tudo pra me controlar por fora, ele era realmente sexy e pela manhã fica melhor ainda.
- Vim te ver. - criei coragem lá no fundo pra dizer aquilo e ri fraco pelo nariz.
- Você é complicada. - ele riu fraco.
- Ta legal, agora podemos entrar? Aqui tá frio. - ri fraco e ele se lavantou me ajudando. Entramos em casa sem fazer barulho, porque afinal acho que aqui também estava todos dormindo, pé por pé subimos as escadas e ficamos no quarto dele mesmo.

Silêncio.

- Então, não vai dizer nada? - Chris sentou na cama e eu fiquei meio receiosa em me sentar também.
- Chris eu... - caminhei até ele. - Eu vim te chamar pra ir na minha apresentação hoje á noite.
- Só isso? - ele suspirou e eu sabia que ele queria ouvir que estava arrependida por ter dito aquilo.
- E... - fechei os olhos rapidamente e abri após engolir todo aquele orgulho - Eu queria pedir desculpas por ter falado daquele jeito com você, eu disse tudo sem pensar. - suspirei levando as mãos até a cabeça.
- Palavras machucam. - ele disse sério.
- Eu sei me desculpa, por favor. - praticamente me ajoelhei de frente a ele.
- Mas por um certo lado você tinha razão, eu não sou seu namorado e não preciso fazer você me dar explicações de tudo, sabe é que eu te amo e tenho...
- Ciumes? - sorri largo arqueando as sobrancelhas.
- Você sabe que sim.
- Desculpa. - murmurei - Eu nem sei como não te procurei durante esse tempo.
- O orgulho não deixa.
- E agente acaba se machucando. - completei fazendo ele soltar um riso leve.

Silêncio.

- Mas então, essa sua amizade com o Bieber, é séria mesmo? - ele quebrou o silêncio.
- Sim.
- Porque de uma hora pra outra? - ele me olhou.
- É uma longa historia. - me levantei ficando de frente pra ele. - Mas assim, você me desculpa? - me ajoelhei na sua frente, olhando em seus olhos. - Porque depois á noite, depois da minha apresentação agente podia ir pra uma festa e ... - sorri maliciosa deslizando minhas mãos sobre as coxas de Chris, enquanto ele me olhava a cada movimento.
- Isso é golpe baixo Luana. - sua voz estremeceu quando ousei subir mais minhas mãos.
- Que foi? Não vai topar sair comigo a noite? - subi meu corpo apoiando o mesmo sobre a cama com as mãos, ficando frente a frente com Chris e então ele levou suas mãos até minha cintura e me puxou, fazendo com que eu caísse em seu colo.
- Você me convenceu. - seus lábios gélidos tocaram os meus, fazendo todo um arrepio percorrer meu corpo.

[...]

Depois de ficar tanto tempo conversando com Chris decidi ir embora antes que a alguém de sua familia acordasse, não queria que eles pensassem algo negativo de mim e também eu tenho muito a fazer hoje. Aproveitei também para passar na casa da Pati e da Fran pra deixar os convites á elas. Parei meu carro de frente a minha casa e respirei fundo pra parte mais difícil do dia, eu exagero um pouco mas é verdade, Justin é complicado e bipolar, então sei oque esperar dele. Olhei rapidamente para minha casa e tudo parecia calmo, aproveitei isso e corri até a casa do Justin, tocando a campainha e ele logo atendeu bem diferente de Chris ele estava apenas de boxer azul escura, oque me fez corar levemente.

- Oque você quer? - Justin super educado como sempre, já to até me acostumando.
- É assim que você demonstra que está com saudades? - debochei entrando em casa sem nem mesmo ele querer e me joguei no sofá.
- Não vai me responder? - ele caminhou até o outro sofá e percebi que ele tinha acabado de acordar, pela sua cara inchada e seu cabelo bagunçado de um jeito incrivelmente sexy.
- Eu vim ver meu querido amigo. - fui irônica, qual é? Ele pode e porque eu não.
- Deixa de ironia e fala logo caralho. - ok, ele estava nervoso.
- Justin se você pensa que eu vou pedir desculpas por causa daquele dia, bem eu não vou. - sorri e ele bufou.
- Veio aqui pra falar disso? Se for, pode ir embora porque tá perdendo seu tempo. - me levantei e sentei-me no mesmo sofá que ele.
- Eu só quero o seu bem. - ele não disse nada durante um longo tempo, olhou para o nada e suspirou pesado.
- Olha eu sei que você quer o meu bem, mas eu preciso daquilo.
- Não, você não precisa, você acha que precisa mas ...
- É só pra relaxar. - ele me interrompeu.
- Acontece que aquilo faz mal, relaxa de outra maneira oras, além daquilo você não consegue relaxar com outra coisa? Slá...
- Sexo. - no começo não entendi oque ele queria dizer, mas depois foi caindo a ficha que ele gostava de sexo pra relaxar.
- Tudo bem, então faça sexo. - respondi risonha, apesar de estar com vergonha por ele encarar minhas pernas sem disfarçar. - Você vai parar? - perguntei séria.
- Não é tão fácil.
- É sim, você só precisa ter força de vontade. Justin... - ele me olhou - Você precisa parar com isso, ou prefere ficar dependente e morrer?
- Não faria diferença, ninguém se importa. - ele deu de ombros levando as mãos até os cabelo e os bagunçando mais.
- Como você fala uma bobagem dessa? - perguntei incrédula e ele me olhou sem entender - Até parece que eu não existo. Justin você vai parar e eu vou ajudar, tá legal? Porque eu me importo com você, tá entendo? Eu me importo.

Ele não disse nada além de ficar me olhando, eu queria tanto saber oque ele estava pensando. Seus olhos estavam fixos nos meus enquanto eu sustentava por um longo tempo, só que eu estava ficando sem graça demais e desviei, aquilo havia feito meu corpo estremecer e derrepentemente aquele ambiente ficou quente.

- Você vai hoje a noite? - voltei a olha-lo.
- Eu não sei. - ele desviou seus olhos de mim.
- Por favor. - me aproximei.
- Eu não sei. - ele repetiu mais alto.
- É importante, por favor...
- Eu vou pensar. - ótimo, já é um progresso.
- Obrigado. - sorri depositando um beijo em seu rosto, que fez Justin sorrir leve.

Justin estava com os pensamentos longe enquanto eu procurava algo pra ver na televisão, eu teria que ir pra casa mas estava com preguiça, isso porque é só atravessar a rua, imagina se fosse longe. Então me levantei indo até a cozinha e peguei uma garrafa inteira de aguá e voltei bebendo a mesma, me sentei no sofá e voltei a ver tv. Era inacreditável o nível de forga em que eu estava, era como se eu estivesse em casa e o mais estranho é Justin não estar me xingando de folgada por estar mexendo na casa dele, ele estava longe, bem longe dali.

- Se importa mesmo comigo? - ele quebrou aquele silencio voltando de volta ao mundo.
- Porque a pergunta? - desliguei a tv e coloquei a aguá sobre a mesa de centro.
- Só responde.
- Claro que me importo. - respondi sendo sincera.

Então Justin me puxou pelo pulso e me sentou em seu colo, envolvendo seus braços sobre meu corpo e me apertando contra ele, confesso que aquele ato me assustou muito, Justin não é de abraçar e muito menos de ficar assim, slá. Meu corpo havia se arrepiado com o toque quente de sua pele, por mais estranho que seja, ou talvez nem tanto pelo simples fato de ele estar apenas de boxer, e eu sem querer ou não ter sentindo seu amiguinho debaixo de mim, me senti extremamente quente e morrendo de calor em seus braços, era bom e quente.

- Obrigado. - ele murmurou.
- Por? - levantei minha cabeça pra olha-lo.
- Por ter dado uma chance a mim, pouca gente se importa de verdade. - ele corou, talvez ele não gostasse muito de falar a verdade e demonstrar sentimentos. Eu não disse nada, apenas deitei minha cabeça sobre seu ombro e o abracei.

Era oficial, por mais que ele fosse frio e não soubesse demonstrar sentimentos, ele tinha um coração.



Continua?
Bem, basico, mas tae.
Aulas vão começar, pota merda
awojlgknvaerbaerçbm
gente gente gente gente

gente

gente

gente

gente


gente



gente



gente


eu  amo o Justin :3


02 fevereiro 2013

RECADINHO

ai gente, eu to postando isso aqui pelo meu celular, só p não deixar vcs sem saber, MAS a minha mãe me arrastou pra praia e eu n tenho como eu entrar no note e MUITO MENOS ficar sozinha pra poder postar, pq com mais alguém eu n consigo UGFSJDVYUSDGFUIS, mas enfim MARI VAI TE CAGAR E VÊ SE PARA DE HUMILHAR GFSDPIGFDSIUGFSUDI, mas enfim espero q vcs me entendam, bjinhos e eu amo vcs, E ME SIGAM NA PORRA DO TWITTER <3 FGSDYGFOUSDYGFUSDGUY @freakidrauhl bjinhosssss e qualquer coisa me perguntem no ask ~~ cami

01 fevereiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 14

Justin P.O.V

Me joguei na cama exausto, eu ainda não estava acreditando que depois de tanto tempo havia conseguido me divertir sem drogas e bebidas, cara eu consegui sentir o verdadeiro Justin Bieber dentro de mim, não vai durar muito tempo, mas Luana havia conseguido oque muita garota já tinha tentado. Isso só faz com que a minha atração por ela só aumente, ou... é isso.

Afinal desde que eu joguei minha vida fora me apaixonando por Esther, eu nunca mais fui o mesmo. Esther me transformou da pior maneira que existe, ela pisou em cima de mim, me humilhou mesmo sabendo que eu a amava mais do que qualquer pessoa. Ela era encantadora, eu confesso, mas ela era cruel. Quando completamos dois meses de namoro, na noite seguinte eu peguei ela beijando um cara do time de basquete, sabe aquilo doeu muito, mas o amor que eu sentia era tão cego, tão doentio que eu guardei pra mim, eu passei a contar as coisas, as inúmeras vezes que ela me magoou, que me traiu. Até o dia em que eu não aguentei mais, eu mudei completamente e resolvi entrar em ação, eu queria que ela sofresse oque eu sofri, que sentisse tudo que eu senti, tudo que ficou guardado pra mim, e eu beijei uma das amigas dela e sim, como eu queria ela viu, sumiu durante alguns dias e só depois eu recebi noticias de que ela havia se matado e por mais que naqueles dias eu estivesse odiando ela com todas as minhas forças, eu me senti um lixo, me senti culpado por tudo... praticamente tirei a vida de uma das pessoas que eu mais amei.

E depois dai eu nunca mais fui a mesma pessoa, passei a ser frio e ignorar meus sentimentos. Passei a beber e usar drogas com frequência e acabei ficando louco, eu comecei a maltratar até as pessoas da minha família, vendi inúmeras coisas de casa para poder pagar dividas com alguns traficantes. Briguei com meu pai, com minha mãe. Eu virei um monstro, e por causa disso eu cometi a maior besteira da minha vida, eu fui inútil, um idiota, eu poderia ter aceitado uma ajuda, mas não, e agora deu no que deu. E hoje guardo isso pra mim, como um segredo.

E se arrependimento matasse, eu estaria a sete palmos do chão nesse momento. É sério, eu me arrependo muito e se eu pudesse voltar atrás, faria tudo diferente. Tudo mesmo. Enfim, eu só estou pagando pelo meu passado, só isso. Tenho que aceitar, e talvez o futuro me reserve coisas boas, porque minha mãe sempre dizia que Deus não coloca ninguem na sua vida atoa, e se Luana entrou nela pra mudar tudo? Se ela for quem eu sempre procurei pra me sentir melhor? E se?

Luana P.O.V

Entrei dentro de casa e eu não me importei ao bater a porta com vontade, fazendo com quem estava dentro se assustasse. Andei até a cozinha e peguei uma garrafa pequena de suco na geladeira, tratando logo de sbir para meu quarto.
- Luana. - meu pai me chamou antes que eu pudesse subir.
- Que? - desci um degrau para poder vê-lo.
- Precisamos conversar. - desci mais um degrau para poder ver se estávamos sozinhos, mas ainda não estávamos.
- Não tenho nada pra conversar. - respondi sendo seca, e meu pai rapidamente se levantou vindo até mim.
- Temos sim. - ele estava sério.
- Na boa pai, não temos não, é a sua vida né? Então vai lá terminar de ver o seu filminho, porque eu tenho que dormir. - sorri sínica e subi correndo, podendo ouvir ele resmungar alguma coisa. Entrei no meu quarto e bati a porta, trancando a mesma e tirando minhas roupas. Fiquei apenas de roupa intima e me joguei na cama, eu estava cansada e precisava dormir.

06h20.

O dia havia amanhecido mais frio que o normal e eu não tinha dormido muito bem, estava com muito sono, mas decidi tomar banho do mesmo jeito. Sai rapidamente e vesti uma roupa, deixei meus cabelos soltos e passei um perfume, mais uma maquiagem leve, preguei a minha mochila e meu celular, saindo do meu quarto e descendo. Carolina já estava em casa e confesso que o café da manhã estava com um cheiro otimo, mas meu orgulho é maior do que eu, então já sabem.
- Bom dia. - disse firme pegando uma maça sobre a fruteira.
- Bom dia. - Théo e Carolina responderam.
- Não vai comer? - ela perguntou.
- Vamos Pedro? - ignorei ela e me direcionei até a porta, pegando as chaves do meu carro sobre a mesinha ao lado de parto de saindo, ouvi Pedro sair junto comigo e respirei aliviada por não ser um deles. Entrei no carro e como sempre esperei a lerdeza do meu irmão entrar também, ele colocou o cinto e pude dar a partida.
- Você não gosta muito da Carolina, né? - Pedro perguntou desligando o rádio.
- Não é isso Pedro, é que...- tentei me explicar, mas ele me interrompeu.
- É, você não gosta. - rimos.
- E você gosta? - o olhei rapidamente.
- Ela é legal. - ele deu de ombros e eu não disse nada, não queria falar sobre ela.

O caminho todo nós fomos em silêncio, hoje não tínhamos que passar na casa da Pati, porque ela havia ganhado um carro de sua mãe, agora caronas para ela não mais. Que pena. Parei o carro na minha vaga de sempre e desci tranquilamente já que eu não estava atrasada como todos os dias, me despedi rapidamente de Pedro e fui logo para meu armário e peguei os materiais que precisaria. Avistei Chris passar pela entrada sozinho e eu não pensei duas vezes em andar rápido até ele, já que ontem mal tínhamos nos visto.
- Christian Beadles.- pulei em seu pescoço, o assustando - Meu amor. -
- Sentiu saudades, foi? - ele riu enquanto eu distribuía beijos pelo seu rosto.
- Ai, senti. - ri desgrudando meus lábios um pouco dele. - Tudo bem? - perguntei.
- Bem melhor agora. - ele grudou nossos lábios em um selinho demorado - E você?
- To otima. - uma pontada de alegria me dominou quando vi Justin saindo de seu carro de longe. - Ei, esqueci uma coisa no meu carro, já volto se não eles fecham o portão e tals. - menti, não queria mas menti.
- Tudo bem lerdinha, vou comprimentar os garotos. - Chris me deu um selinho e eu rapidamente sai andando até Justin. Ele parecia diferente, suas roupas não eram escuras como sempre, ele vestia uma blusa branca junto á uma jaqueta bege e uma calça jeans claro. Me aproximei mais e assim que percebeu que eu estava caminhando até ele, tirou os oculos e sorriu fraco.
- Bom dia. - parei na sua frente.
- Péssimo dia. - ele tentou não parecer grosso.
- Que foi?
- Uma puta dor de cabeça. - ele fez careta colocando os óculos novamente. - Desculpa...
- Não peça desculpas por isso, vem comigo, tenho comprimidos no armário. - ele não disse nada e apenas acentiu me acompanhando.
- Pera, quer ser vista comigo? - ele perguntou antes que entrássemos na escola.
- Eu to pouco me importando oque vão achar, agora vem. - o puxei pelas mãos sem me importar oque as pessoas estavam pensando. Sim, muitas garotas estavam olhando, todos curiosos e meio chocados. Chris não estava muito longe então eu não queria vacilar com ele, soltei minhas mãos das mãos de Justin e parei de frente ao meu armário. Abri o mesmo e tirei uma cartela de comprimidos para dor e destaquei apenas um.
- Toma. - entreguei á ele. - Em meia hora essa dor passa.
- Certeza? - apenas acenti e ele levou o comprimido até a boca, engolindo seco e facilmente.
- Nossa. - ri leve - Não ficou entalado ai não? - brinquei.
- Não. - ele foi breve, ok ele não estava pra conversa.
- Ok, acho melhor você ir pra sala. - toquei seu ombro levemente.
- Porque?
- Porque você está de mau humor e eu sei que quer ficar isolado.
- Não estou de mau humor. - ele fez cara feia.
- Está sim, qualquer pessoa fica mau humorada quando está com dor de cabeça.
- O que eu perdi aqui? - Chris surgiu do nada, passando seus braços sobre meus ombros. Justin não disse nada, e eu não sabia oque dizer.
- Justin estava com dor de cabeça e eu dei um comprimido pra ele. - disse simplesmente a verdade.
- Hum, que interessante. - Chris foi ironico, me fazendo sentir uma pontada de raiva. Justin soltou um leve riso ironico e sorriu de canto.
- Te vejo depois. - então ele deu as costas e saiu, deixando um clima tenso entre mim e Chris.
- Te vejo depois? - Chris soltou-me e ficou na minha frente de braços cruzados.
- Chris... ele é só um amigo.
- Nossa, que maneiro. - ele riu ironicamente - Até porque alguns dias atrás vocês se odiavam.
- As coisas mudam.
- É? E oque mais tá mudando? - não entendi aquela pergunta e fiquei apenas encarando ele sem entender.
- Olha, eu só estou sendo legal.
- Desde quando? Oque aconteceu que eu perdi, eim?
- Não aconteceu nada, eu eim.
- Não mesmo? E porque eu acho que você tá me escondendo algo? - ele estava me irritando profundamente, vou acabar fazendo oque não se deve.
- Eu não to escon... - me alterei - Quer saber? Eu não te devo satisfação, você nem é meu namorado. - me arrependi no mesmo instante em que disse aquilo. Eu queria sumir e foi isso que eu fiz dei as costas pra ele, mas antes ele disse:
- É, mas eu to quase lá. - parei alguns metros e me virei para trás, encarando seus perfeitos olhos verdes.
- Se você tá quase lá, porque não toma uma atitude? - lancei meu ultimo olhar para ele e me direcionei até minha sala.

Joseph High School. Refeitório. 09h37.

As aulas por incrivel que pareça haviam passado voando, talvez pelo fato de eu não conseguir tirar Justin e Christian da minha cabeça. É meio louco pensar em dois garotos ao mesmo tempo, mas eu juro que pensei na possibilidade de eles se darem bem, coisa doida né? Eu sei, apenas pensamentos. Durante a aula senti falta de Chris, de como ele fica me irritando ao mexer no meu cabelo pela carteria de trás e quando seu humor era elevado e ele gostava de sussurrar coisas no meu ouvido, e hoje, bem hoje ele não tocou em mim me encarou inúmeras vezes assim como o encarei também, e por aquele momento me senti mal por ter dito aquilo pra ele. Estávamos tão bem e agora?

- Ei, que foi? - Pati me tirou dos meus pensamentos.
- Ahn? - olhei para ela e Fran que me olhavam curiosas.
- Você tá em outro mundo é?  - Fran perguntou voltando a comer seu sanduíche.
- Oque foi? Parece meio triste. - Pati perguntou.
- Eu briguei com o Chris.
- Uou, mas porque? - ela questionou surpresa.
- Porque ele me viu com o Bieber. - os olhos de Pati se arregalaram de tal forma que foi impossivel não rir.
- OQUE? COMO ASSIM? - ela gritou.
- Ei, shiu. - protestei - Eu decidi ser amiga dele. - escorrei meu corpo sobre a mesa.
- Então agente perdeu a aposta? - Patricia estava inconformada.
- Perderam, porque eu fiz ele sorrir ontem.
- E ele também fez você sorrir. - Fran se pronunciou. - Encontrei ela ontem no parque de diversão todas sorrisos ao vento...
- Huuum, sério? - Patricia se juntou a Fran e elas me lançaram aquele olhar malicioso.
- Af, parem suas putas. - puxei um papel toalha embolei e taquei nelas. - Somos amigos, querem que eu desenhe?
- Não, não precisa. - Pati respondeu parando de rir.
- Mas fala aê, como você conseguiu? - Fran perguntou ajeitando-se sobre o banco e olhando rapidamente no relogio.
- Meu charme querida, ninguem resiste. - me levantei batendo minha mão sobre meu cabelo
- Vai ridicula. - ela gritou vendo-me sair de perto delas, precisava ir beber aguá.

Achei meu casaco sobre as mãos e abracei meu corpo quando uma brisa gelada bateu sobre meu corpo, fazendo com que eu me arrepiasse. Estava distraída demais pra notar que tinha uma pessoa vindo na minha direção, rapidamente sentindo o choque de nossos corpos trombando.
- Caralho. - resmunguei.
- Caralho digo eu. - me aliviei ao ouvir sua voz rouca.
- Caralho Justin não enxerga por onde anda? - dei um leve empurrão nele, brincando é claro.
- Caralho.
- Caralho para. - resmunguei.
- Para você caralho.- ele disse sério, mas eu sei que ele queria rir.
- Não. - empurrei seu ombro levemente - Para você, caralho.
- Caralho chega com essa porra. - ele não aguentou e riu assim como eu.
- Tava com pressa é? - ele parou de rir.
- Um pouco, só queria beber aguá.
- Então pode ir. - ele sorriu fraco e ia saindo, mas puxei seu braço.
- Não, não é... - ri nervosa - Vem comigo? - droga, eu estava com vergonha.
- Tá, não tenho nada que preste pra fazer nessa merda de escola. - ele deu de ombros me acompanhando até o bebedouro.
- Você é esquisito. - comentei risonha.
- Porque?
- Seilá, uma hora você tá xingando até quem não tem culpa de nada, e outra hora você tá todo sorrisos e amando até os poneis. - ri comigo mesma parando de frente ao bebedouro e enxerndo um capo descartável. Ele não disse nada, apenas me observou beber a aguá e jogar o copo no lixo - Aliás, eu ia te convidar pra assistir minha apresentação de Ballet, mas acho que isso não é muito a sua cara.

Ele riu.

- Não tem problema, eu vou.
- Sério? - uma pontada de felicidade me completou.
- Sim, se for pra ver você eu encaro uma apresentação entediante de Ballet.
Sorri de orelha a orelha.



Continua?
iai.
Bem, pra quem perguntou sobre como eu imagino os personagens.
Pati: foto  foto  foto 
Fran: foto e foto
Pedro: foto
Carolina: foto
Leticia: foto
E bem, vocês sabem a Luana, foto.
Bem, acho que Justin e Chris vocês já sabem kkkkkkkkkkkkkkkk.

E eu vou contar uma coisa pra vocês, todas essas garotas são reais (avá) e são minhas amigas.
É, psé, menos eu to na historia... eu to mais mal vou aparecer.
Mas se um dia aceitarem eu faço uma fic com eu de personagem principal...
só se quiserem sabe..
nem vou pedir sabe...
rççrçrçrçç
enfim.
LUA MINHA COISA MAGRELA, TE AMO, sdds :c
Conheci Lua graças ao Bieber, no dia do show :3
Bieber
TE AMO NENÉM.
Eu amo tanto ele, ceis num tem noção kra.