10 janeiro 2013

Stole my heart - Capitulo 28


Sabe aquela sensação de que toda sua vida pode acabar a qualquer minuto? Aquele aperto do peito, aquela angustia horrível a agonia de saber que uma das pessoas mais importantes da sua vida está em risco de vida, eu poderia me matar e dar minha vida a ele, mas como ele reagiria ao acordar? Eu só queria que suas dores agora, passassem para mim, porque eu causei tudo aquilo. Talvez se eu não estivesse feito as escolhas erradas, não teria a necessidade de passar por um ocorrido desses.

Lembro-me das inúmeras vezes que Justin passou a noite acordado, tentando me acalmar daquelas crises que eu tinha após um pesadelo, ou quando eu era teimosa e me trancava no banheiro... ele me mostrou que a vida é cheia de obstáculos  que devemos enfrenta-los de cabeça erguida, mesmo que ele tente te derrubar inúmeras vezes, porque no final, se você for forte, você vence. E eu me odeio, me odeio pelo fato de ter tentado tirar a minha vida inúmeras vezes, enquanto á pessoas lutando pelas suas vidas.

E agora estou aqui na recepção de um hospital, orando sem parar por uma vida, que mudou a minha. Uma vida onde qual eu sou dependente, mesmo estando longe por anos, ver o sorriso dele por fotos, ou em videos que guardei... foi o suficiente para me manter forte, para não cometer mais besteiras como já cometi na vida.

Justin me fez a garota mais feliz do mundo, me mostrou que vida você só tem uma, então viva como se não houvesse amanhã. Eu poderia dizer que ele foi o único garoto que amei na vida, porque não foi, mas foi o verdadeiro, oque me tem, cada detalhe, cada sorriso meu pertence á ele, o motivo é ele. Meu coração não batia mais em ritmo normal, qualquer poderia escuta-lo se aproximasse-se de mim, minhas mãos estavam tremulas e minha respiração acelerada, tentava controlar minhas lagrimas porque não queria deixar Chris assustado com toda aquela situação, ele é muito novo para isso.

Chris...

É meio clichê dizer que ele é o fruto do nosso amor, mas a verdade é que ele é. Posso dizer que amo Justin mais que minha propria vida, ou não, porque preciso me amar antes, Christian foi o melhor presente de toda a minha vida, e eu não o teria sem Justin, eu só quero que esse pesadelo acabe para que possamos viver juntos.

Uma das enfermeiras que estavam de plantão veio nos informar a alguns minutos atrás, ela disse que Justin estava na sala de cirurgia, ele não se feriu muito, apenas quebrou o braço direito e teve hemorragia interna e acabou perdendo muito sangue e isso deixou o estado dele um pouco grave.

- Mamãe, oque você tem? - Chris enroscou-se em meus braços.
- Não se preocupa meu amor, vai ficar tudo bem. - o apertei contra meu peito, mordendo os lábios para segurar um possível soluço.
- Tia, segura ele aqui rapido, eu preciso ligar pra alguém tirar ele daqui. - Pattie acentiu e pegou Chris no colo. Me levantei saindo da recepção para um lugar mais calmo, não poderia sair lá fora, já que descobriram onde eu estava e está cercado de paparazzis.
- Alô, Isa é você? - Selena atendeu rapidamente.
- Sel, você está na cidade ainda? - minha voz saiu tremula.
- Sim, estou... Isa, oque aconteceu? Porque está no hospital? Eu acabei de ver na internet e...
- Justin sofreu um acidente, e eu precisava que você pegasse Chris. Isso não é lugar pra ele, se ...
- Claro, claro que eu vou ai, aproveito e levo seus seguranças, porque você vai precisar.
- Obrigado. -murmurei.
- Não me agradeça, faria qualquer coisa por você. E Justin, ele está bem?
- Ele tá sendo operado.
- Ele é forte, vai ficar tudo bem. Chego ai em 20 minutos. 
- Tá. Tchau.

Desliguei o telefone e engoli o turbilhão de lagrimas que estavam por vir, sequei meu rosto com a palma da mão e arrisquei-me olhar para fora do prédio, pelo vidro, onde vários paparazzis enlouquecidos dispararam uma chuva de flashes, fazendo-me esquivar rapidamente. Voltei para recepção e Chris tinha dormido, me sentei ao lado de Pattie, que já havia parado de chorar, não existia mais lagrimas e chorar não vai adiantar muito.

- Se ele precisar de sangue, eu posso doar. - praticamente sussurrei.
- Você é a unica que pode. - Pattie respondeu-me com a voz falha.
- É tudo culpa minha. - disparei-me a chorar novamente.
- Não é verdade. - ela me abraçou de lado, com o braço que estava desocupado.
- É sim, se eu não tivesse feito tudo errado, nada disso estaria acontecendo.
- Shhhhh, não fala isso. - ela me apertou - Assim como eu, você também sabe que aquele moleque é forte, que ele nunca desiste.
- É eu sei. - limpei meu rosto novamente, fungando o nariz. - Você sabe o tanto que eu sou insegura... - ela riu fraco.
- Pra que ser insegura quando se é Isabella Mallette? - rimos.
- Eu te amo tia. - a abracei.
- Eu também amo muito você, e tudo vai ficar bem.

20 minutos depois.

- Isa. - Selena veio apressadamente até mim, me envolvendo em abraço forte e acolhedor, que me fez chorar por estar tão mole hoje. - Oh Isa, não chora. - ela afagou meus cabelos.
- Obrigado por ter vindo. - me afastei limpando o rosto.
- Eu faria tudo por você. - ela sorriu torto. - Como ele tá?
- Ainda ninguém disse nada. - suspirei.
- É agoniante, eu imagino. - ela me deu um beijo estalado na testa. - Se cuida.
- Chris tá dormindo, vocês vão ter que sair com a ajuda dos seguranças, ou pelos fundos.
- Vou pegar ele.
- Ah, oi paul, ou Phil. - Paul e Phil são meus dois seguranças, que mais parecem dois armarios. Eles fizeram um gesto com a cabeça, fazendo-me sorrir leve. - Um de vocês vão com a Selena e um fica aqui comigo. Mas ajudem ela a sair e protejam meu filho. - tentei fazer cara de mal, sem sucesso oque fez eles rirem.
- Vou leva-lo para casa da sua tia, e fica com ele lá.
- Tá. - dei um breve abraço nela e um beijo no Chris.
- Me mande noticias, se cuida. - ela me mandou um beijo no ar e saiu.

Pensei em me sentar novamente, mas fui surpreendia pelo médico que veio até nós, oque fez meu coração disparar novamente.
- São os familiares de Justin Bieber?
- Sim, somos nós. - Pattie disse.
- Ele tá bem? - perguntei.
- Como sabem ele perdeu muito sangue e vai precisar de mais. Fora isso está tudo bem, o braço já foi enfaixado. - respirei aliviada. - Alguma das duas tem o sangue compatível com o dele?
- Eu, eu tenho. - respondi rapidamente.
- Vai querer doar?
- Claro, claro que vou.
- Então me acompanhe e lá você preenche uns papéis. - Pattie voltou ao seu lugar mais calma e eu segui o médico por aqueles corredores enormes, as pessoas me olhavam já sabendo quem eu era, mas ninguem tentava falar comigo ou algo assim. Menos mal.
- Sente-se aqui que eu vou buscar os papéis. - ele me deixou em uma sala e segundos depois entrou uma enfermeira que aparentava ser jovem, seus cabelos pretos estavam presos em um coque alto, escondidos por um pequena rede branca, seus lábios eram pálidos e sua pele branca, deixando que seus olhos grandes e azuis fossem destacados.
- Olá. - ela sorriu entrando.
- Oi. - tentei sorrir.
- Vai doar sangue, certo? - acenti. Ela mexeu em algumas coisas que eu não fiquei prestando atenção, logo em seguida ela se aproximou e pediu que eu fechasse a mão fortemente, amarrou um elastico no meu braço e perfurou minha pele, me causando um formigamento leve.
- Acho que eu nunca vi uma enfermeira tão bonita. - ela riu.
- Obrigado.
- Sempre são aquelas rabugentas e velhas, sem querer ofender as velinhas, elas são legais, mas seilá. - rimos.
- Você é aquela cantora famosa.... - ela pareceu pensar.
- Isabella Mallette. - sorri.
- Nossa, minha filha te ama. - sorri novamente.
- Quantos anos ela tem?
- Ela fez 5 anos.
- Awn, eu poderia te dar ingressos pro meu show, mas estou de férias. - ri leve.
- Não tem problema.
- Mas ai... - senti uma pequena dor no braço - Mas eu posso dar algo a ela, tá... só não sei oque... - ri de mim mesma. Olhei para meu outro pulso e tirei uma pequena pulseira que havia comprado em Paris alguns meses atrás, onde havia um pingente com a torre Eiffel. - Toma essa pulseira.
- Não, não precisa.
- Ah toma aqui logo. - ela riu e tirou a pulseira.
- Depois agente tira uma foto pra ela não duvidar. - ri fraco.
- Obrigado. - disse timida.
- Magina, agora vem cá.... Isso vai demorar?
- Só um pouco.

Depois de alguns minutos, já sentia uma certa tontura, normal por estar 'perdendo' sangue, Rute, a enfermeira tirou aquelas coisas de mim, já com a quantidade certa de sangue que Justin iria precisar. Me levantei e mesmo tonta tirei a foto como prometido.

- Obrigado. - Rute agradeuceu.
- Magina. Vou poder ver Justin quando? - parei na porta esperando-a.
- Ele agora vai receber seu sangue, caso ele fique bem depois disso, dae eles liberam você.
- Ah, obrigado. - sorri - Até depois. - acenei indo em direção a recepção.

Sentei-me ao lado de tia Pattie e a abracei.
- Não quer ir pra casa descançar? - perguntei.
- Claro que não.
- Sabia. - rimos.

2 horas depois.

Duas horas se passaram e eles só sabiam falar que Justin estava se recuperando. Liguei de meia em meia hora pra Selena, eu estava preocupada com Chris, ele nunca fica tanto tempo longe de mim.

- Não aguento mais esperar. - resmunguei me levantando.
- Relaxa. - Pattie disse, ela estava nervosa mas não queria que eu percebesse.

Meu celular começou a tocar e eu rapidamente atendi.
- Isa, está tudo bem? - Niall parecia preocupado.
- Sim, estou. - respondi chorosa.
- Porque está no hospital? Está em todos os sites.
- Justin bateu o carro. -
- Meu Deus. - disse perplexo. - Como ele está?
- Se recuperando, já doei meu sangue e ele vai ficar bem.
- Menos mal. E você... como você tá?
- Eu to bem. - menti.
- Mentira dona Isabella, eu te conheço. - ele me fez rir leve. 
- É...- concordei. - Foi um susto enorme, to preocupada.
- Vocês brigaram?
- E ele saiu de casa descontrolado e deu no que deu...
- Eu estou torcendo por você Isa, conversei com meu impresario e ele vai dar um jeito de desfazer isso de sermos obrigados a namorar, não é certo.
- Ele vai fazer oque?
- Não sei, mas Isa, somos amigos... não dá pra enganar as pessoas pra sempre. Provavelmente eles vão armar algo, pra fingirmos que brigamos e terminamos, pode mudar algo em nossa carreira, mas é preciso.
- Também acho.
- Mas enfim, eu fiquei preocupado contigo. Se cuida, tá? Me dê noticias.
- Obrigado Nini, eu amo você e estou morrendo de saudades. - ele riu timidamente.
- Também estou. Beijos, amo você pequena.

Desliguei o celular e o médico apareceu.
- Eai doutor...
- Bem...
- Bem...?
- Ele está se recuperando...
- E...?
- Diz logo. - Pattie estressou-se.
- Ele acordou tem alguns minutos e está sendo medicado para não sentir tanta dor no braço. - aquilo me fez esbolar um mega sorriso. - Poderão vê-lo...
- Ah Meu Deus. - praticamente gritei pulando na Pattie.
- Eu sabia. - ela disse.
- Então... Quem vai primeiro?
- Ahn, aah, não sei...
- Você é a Bella? - acenti - Então acho que ele quer vê-la. - meu corpo estremeceu.
- Vai lá querida. - Pattie disse sorrindo, acenti ainda meio desnorteada e segui o médico.

A cada passo que eu dava meu corpo demonstrava sinais de nervosismo  meu coração estava prestes a saltar para fora do corpo, junto com o pouco que comi pela manhã. O médico parou de frente ao quarto 1234 e aquilo me fez rir, ele murmurou um breve 30 minutos e saiu, deixando ali sem saber oque fazer.

Levei minha mão tremula até a maçaneta e fechei os olhos antes de abrir, rodei a mesma e abri devagar, fazendo com que a porta rangesse em um barulho chato, tipico de portas. Mordi o lábio segurando o sorriso que provavelmente explodiria meu rosto, ao ver Justin de olhos abertos, fitando o teto sem parar... assim que sentiu minha presença desviou o olhar e sorriu leve. Encostei a porta e caminhei sem jeito até ele. Seus olhos grudaram nos meus, fazendo todo meu corpo estremecer, olhei rapidamente para baixo procurando por suas mãos e a peguei.
Ele passou seu olhar pelo pouco que via do meu corpo e fez uma cara estranha, que me fez olhar rapidamente.
- Porque está toda de preto? - sua voz saiu falha. - Eu não morri. - ele juntou as sobrancelhas e fez uma cara engraçada que foi impossivel não rir.



Continua?
Ahhhhhhhhhhhh senhor god do sky, esse cap me fez lembrar de my favorite vacation, quem sente falta dela?
Mas ainda bem que ninguem perdeu memoria ai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ceis ia me matar né? eu sei.
bjs


divulgando http://sonharmaisumpoucocomojustin.blogspot.com.br/

09 janeiro 2013

Stole my heart - Capitulo 27


E pela primeira vez no dia eu tirei meus oculos, para poder encarar melhor o olhar desesperado de Isabella. Tá, vamos lá, seja inteligente Justin... Tem 5 anos que ela foi embora, o garotinho tem 4 anos, e pelo oque eu sei brevemente vai fazer 5, ela foi embora meses depois daquela noite que tivemos no motel, lembro-me dela dizendo que seria o melhor, agora ela volta, minha mãe diz que ela teve motivos, esse garoto é idêntico a mim, ou eu to pirando... ou.

- Quem vai falar primeiro? - já estava me estressando, me levantei andando de um lado pro outro.
- Justin, se acalma. - ouvi Bella dizer.
- Como você me pede pra ter calma? - coisa de segundos eu já estava de frente para ela.
- Tia, tira o Chris daqui, por favor. - ela pediu sem tirar os olhos dos meus, minha mãe como boa pessoa, não pensou duas vezes e saiu.
- Como você me pede calma, se eu descubro que tenho um filho?
- Você não sabe de nada.
- É, mas eu não sou burro. - ela não disse nada. - Foi por isso que foi embora?
- Justin... - ela virou-se caminhando até a janela.
- Para de fugir, foram cinco anos, eu acho que mereço explicações.

Ela relaxou o corpo, soltando um suspiro alto em seguida, caminhou até o sofá e sentou-se de modo relaxado, passou uma de suas mãos no lugar desocupado ao seu lado. Mesmo não querendo, sentei-me ao seu lado. Bella suspirou novamente e parecia tentar encontrar as palavras, seus olhos encaram o nada e eu já estava ficando impaciente.

- Quando eu fui embora, eu estava de 4 meses. - ela começou a falar. - Eu achei que tudo fosse melhor, você tava praticamente entrando na faculdade, com um futuro planejado, e...e quando nossa familia disse que não queria nos ver juntos, eu , eu... só precisava de um motivo.
- Quer dizer que... - me levantei - Todo esse tempo você escondeu de mim, meu filho? - ela ficou calada - Eu tenho um filho de 4 anos, e você ... - eu queria socar a cara dela, mas não, eu apenas chutei com força so sofá.
- Justin, para. - ela me empurrou, fazendo-me bater na parede. - Eu só fiz oque achei que fosse melhor.
- Então você acha que o melhor era desistir de tudo, de esconder um filho... acha mesmo? - ela se afastou vendo meu estado de nervos.
- Eu achava. Mas eu me arrependo.
- Agora você se arrepende? - ela já estava chorando. - Depois de tanto tempo você se arrepende? Pelo amor de Deus Isabella. - ela caiu sentada no sofá,segurando o choro.
- Você nunca me chamou de Isabella.
- E você foi embora, desistiu, não me ligou, não me deu explicações, conseguiu realizar seu sonho... mas eu fico feliz por isso, era seu maior sonho, mas nem um e-mail se quer você me mandou. - me aproximei. - Você me apagou da sua vida, como se eu nunca tivesse feito parte dela...
- Não é verdade! - ela soluçou - Eu lembrava de você todos os dias da minha vida, tenho inúmeras musicas escritas que eu compus pensando em você. - me agachei na sua frente, agora encarando seus olhos molhados pelas lagrimas.
- Você ainda me ama? - perguntei arriscando-me na proximidade. Ela umedeceu os lábios, deixando algumas lagrimas cair.
- Amo. - ela murmurou.
- Então porque namora Niall?
- Somos obrigados, por marketing.
- Vocês são pagos pra enganar as pessoas? - perguntei incrédulo.
- Desse jeito você me ofende, não é isso.
- Então é como? Porque eu ainda não entendi... primeiro você vai embora, depois de 5 anos aparece na casa da minha mãe, com um garoto que é meu filho, que me escondeu por tanto tempo, ainda diz que namora por marketing? É muito pra mim, só em um dia
- Justin, onde você vai? - ela segurou meu braço, impedindo-me de sair.
- Vou esfriar a cabeça pra não fazer besteira. - me soltei com força dela e sai correndo até meu carro.
- Justin, volta aqui... você não tem condições de sair assim.

Ignorei ela e sai cantando pneu.

Bella P.O.V

Droga Justin porque você tem que ser tão cabeça dura?

- Oque houve? - Pattie surgiu na sala, vendo meu estado de nervos.
- Ele ... ele saiu daqui sem a minima condição de dirigir. - passei a mão no rosto, enxugando as lagrimas.
- Meu Deus. - respirei fundo, limpando a garganta.
- Cadê o Chris?
- Deixei ele no quarto jogando video-game.
- Obrigado. - me sentei. - Se acontecer algo com ele, eu ...eu..
- Não diga isso. - ela sentou-se ao meu lado - Justin só está de cabeça quente...
- Ele tá diferente.
- Como? - ela questionou-me curiosa.
- Tá mais frio.
- Ele tá assim desde que você se foi.
- Me sinto culpada. - suspirei.
- Não se culpe, você fez oque achou melhor.
- Mas ele pareceu não entender.
- Eu já disse, só de cabeça quente, ele logo logo para pra pensar que o melhor é o perdão. Pelo menos eu criei ele assim...
Soltei um longo suspiro.

- Quer ajuda com o almoço? - perguntei.
- Vem, vamos fazer.

12h43.

- Será que ele vem pro almoço? - Pattie perguntou terminando de fazer o macarrão.
- Não sei.
- Chame o Chris pra comer, ele deve estar com fome.
- É, mesmo...

Sai da cozinha em direção as escadas e acabei tropeçando no primeiro degrau.
- Ai que legal, que dia bacana. - ironia sempre comigo. Tirei meu salto e voltei a subir as escadas.- Chris? Chris meu filho, vem comer.
- Oi mãe? - ele largou o video-game e veio para meu lado.
- Vamos comer?
- Uhum. - ele sorriu e segurou minha mão.
Descemos até a cozinha e Chris foi logo sentando em seu lugar, separei um prato pra ele e o entreguei.

- Está gostoso? - perguntei admirando-o. Ele apenas acentiu pra não falar de boca cheia, fazendo-me rir.
- Quem fez? - ele perguntou.
- Eu. - Pattie respondeu sorridente.
- Tá gotoso vovó. - ele a fez sorrir.

Ouvi meu celular tocando na sala
- Licença. - sai correndo para atender. - Alô?
- Você tem uma seção de fotos amanhã. - minha empresaria disse séria do outro lado.
- Oque? Mas eu estou de férias. - tentei não gritar.
- Desculpa, mas você vai ter que ir.
- Como você consegue ser tão fria? Não pensa em mim não, estou cansada, de férias, em descanso e acho que você deveria fazer o mesmo, eu vou nessa seção, mas porque não gosto de dar furo em ninguem, agora vê se não marca mais nada, ok? Tchau.

Desliguei na cara dela e taquei o celular em cima do sofá, pra não tacar na parede. Aproveite que estava na sala e peguei meu celular denovo, discando o numero novo do Justin que Pattie havia me passado.
Tentei inumeras vezes e nada, droga, onde você se meteu?

Voltei para cozinha e Chris ainda estava comendo, ele come devagar então não me preocupei.
- E Niall, como ele está?
- Está bem, foi pra Irlanda.
- Ah, ele foi um bom pai
- Ele tava mais para amigo, ele sabe disso... Niall é muito brincalhão, adora crianças e é apaixonado por Chris. Eles se dão muito bem, até que as pessoas desconfiam que ele é o pai.
- Mas eles sabem que não?
- Sabem, são piores que o FBI, mas não sabem quem exatamente é o pai, nem mesmo minha empresaria.
- Nossa. - ela riu.
- Sou muito fechada pra minha vida pessoal, e tento ao maximo deixar Chris fora desse mundo.
- É, assim é melhor.
- Eles sempre tentam, mas eu nunca falo da minha vida pessoal, só sabem que eu namoro Niall, mas não desconfiam que seja por marketing.
- Porque eles fizeram isso? Digo, porque namorar por midia?
- Eu tento entender, mas na verdade eu sempre questionei isso.
- E você e Niall se dão tão bem, que eles nem desconfiam...
- Verdade. - ri leve - Eu amo Niall, ele é meu melhor amigo, o verdadeiro, porque os outros estão ao meu lado por causa da fama.
- Em pleno seculo 21, existem pessoas assim? - ela questionou incredula
- Muitas. - sorri fraco - Cuidado meu amor, vai se sujar... - chamei atenção de Chris, que havia derrubado um pouco do macarrão. Pattie ia dizer algo, mas o telefone de casa começou a tocar e ela levantou-se pra atender.
- Quer mais? - perguntei á Chris, ele apenas acentiu negativamente e bebeu o suco. Peguei o prato e coloquei na pia.
- OQUE? - Pattie gritou, ela estava palida e aquilo me assustou. - AhMeuDeus, eu estou indo prae...
- Oque, oque foi? - perguntei preocupada, por ela estar chorando.
- Justin está no hospital. - meu coração gelou.
- Ahn? Porque? Oque houve?
- Ele bateu o carro. - ela saiu correndo até a sala.
- Ai meu Deus. - lagrimas sairam sem forças. - Eu, eu vou com você.
- Mas e Chris.
- Droga. - passei a mão nos cabelos. - Eu levo ele e lá eu ligo pra alguém busca-lo.
- Então vamos logo.
- Chris, meu amor. - tentei sorrir - Agente vai sair um pouquinho, tá? - ele concordou.
- Putê cê tá choranu?
- Não é nada meu amor, não se preocupa. Vem. - segurei sua mãozinha e andamos até o carro, peguei apenas meu celular e só.
Droga Justin, meu amor, aguenta firme, por nós... pela nossa familia. - pensei.




continua?
Nossa, parece que eu adoro matar vcs, paõrçkbsdmfba~frgçga,mrg
parei, volto amanhã. beijos
comentem de montão






08 janeiro 2013

Make me wanna die - Capitulo 3


Joguei minha mochila no sofá, junto com meu corpo que bateu em uma pilha de almofadas, fazendo-me soltar um suspiro de alivio.

- Você tem que esquentar a comida. - Pedro se jogou ao meu lado, oque fez algumas almofadas cairem no chão.

- Ai garoto, não sabe fazer isso sozinho? - ele desmanchou o sorriso e acabei rindo. - To brincando, vem.

Me levantei mesmo contra a minha vontade, caminhando lentamente até a cozinha. Pedro sentou-se sobre a mesa, e eu estava lesada demais pra brigar com ele, abri a geladeira e peguei o resto da comida de ontem, distribui ela em dois pratos e coloquei um por um no microondas. Batia minhas unhas sobre a bancada da cozinha, esperando impaciente pelo meu prato de comida, agradeci quando ouvi o bipi do microondas e tirei o prato e fui me sentar.

- Lu..

- Oi? - levei uma garfada até a boca.

- Posso ir na casa do Lucas? - Pedro questionou-me com a voz baixa.

- Fazer oque lá? - o olhei.

- Ah, é que sabe, eu sempre fico sozinho aqui com você, seilá... - ele se embaralhou nas palavras. Lembrei-me que tina um trabalho pra fazer na casa do novato, então nao vi problemas de deixar meu irmão se divertir um pouco.

- Tudo bem. Termine de comer e tome um banho que eu te levo até lá. - ele abriu um mega sorriso, que me fez rir e voltou a comer. Eu estava me sentindo enjoada a um bom tempo, é como se meu estomago estivesse rejeitando automaticamente tudo que eu comesse, dei mais duas garfadas na comida e me levantei, jogando o resto da comida no lixo. Lavei rapidamente o meu prato e bebi um suco.

- Você mal comeu. - Pedro disse dando-me seu prato para lavar.

- Estou sem fome. - respondi brevemente lavando seu prato. Enxaguei a espuma do prato e coloquei no escorredor, para deixar secando, estou com preguiça de secar e guardar. Pedro subiu para seu quarto, e eu aproveitei pra descansar um pouco, me jogando no sofá.

- Estou ficando gripada. - disse a mim mesma, já sentindo meu nariz ficar fechado, entupido, do jeitinho que eu gosto. So que não, né. Liguei a televisão, pensando em dormir um pouquinho, mesmo sabendo que daqui a pouco eu iria sair, mas não custa tentar. Me aconcheguei entre as almofadas, pegando uma e abraçando.
Ouvi passos rapidos descerem as escadas e em seguida duas mãos sobre meus braços, me balançando freneticamente.

- To acordada, peste. - gritei me sentando.

- Vamos, vamos. - Pedro estava empolgado. Me levantei contra a minha vontade e caminhei até as escadas, passei no meu quarto e troquei rapidamente de roupa, coloquei uma calça leg preta, e uma blusa maior que o normal, peguei meu celular e desci.

- Vamos. - corri até a porta e Pedro veio atrás. A casa de Lucas, um amigo de escola de Pedro não era tão longe, então resolvi levar ele de apé mesmo.

- Você vai ficar sozinha em casa? - Pedro puxou assunto.

- Não.

- Então vai ficar com quem?

- Vou fazer um trabalho na casa de um...colega.

- E depois?

- Ai, eu não sei. - resmunguei.

- Tpm? - ele perguntou rindo, fazendo-me parar para olha-lo.

- Como você sabe sobre tpm? - ele riu e voltou a caminhar. Molequinho abusado.

- Já ouvi uma conversa sua com sua amiga.... Patricia.

- Oh moleque .. - corri para alcança-lo - Escutar atrás da porta é feio, tá? - ele continuou rindo e deu de ombros. Quando eu percebi já tínhamos andado o suficiente, Pedro tocou a campainha da casa de Lucas e uma senhora, muito simpatica, que seria a avó dele, atendeu a porta.

- Pedro, quanto tempo! - ela disse dando-lhe um abraço. - Lucas está lá em cima, pode ir. - Pedro não pensou duas vezes, e nem se despediu, correu para dentro.

- Eu venho buscar ele á tarde. - sorri.

- Tudo bem.

- É, tchau. - acenei sorrindo. Peguei meu celular do bolso e disquei o numero da Fran.

- Alô? - ela parecia ter acordado agora.

- Francine, tava dormindo? - dei um leve riso.

- É, eu tava, sua vaca. 

- Aparece lá em casa a noite?

- Mas, e seu pai? 

- Ele vai fazer plantão na delegacia hoje.

- Opa, então eu chego as onze. - ela riu.

- Vou esperar. Beijo. - desliguei e apressei os passos assim que vi minha casa. Passei a mão nos bolsos, procurando pelas chaves.

- Procurando por isso? - uma voz atrás de mim, fez com que eu me virasse imediatamente. Justin segurava a chave da minha casa, oque fez minha postura mudar, de tensa, pra em estado de alerta.

- Como você... - não completei a frase.

- Tava jogado aqui no chão. - ele deu de ombros e se preparou para tacar, se eu não estivesse tão lesada pela presença daquele perfume, eu até pensaria rapido em pegar a chave, mas foi em vão, ela bateu na minha barriga e caiu no chão.

- Então, acho que temos um trabalho a fazer. - ele lembrou-me.

- É, eu só ia pegar uma coisa em casa.

- Sei. - ele sorriu sinico.

- É, agente precisa comprar palitos de sorvete.

- Meu carro ta logo ali.

- Então, vamos? - sorri torto, ele virou as costas e caminhou até sua RR do outro lado da rua. Talvez eu estivesse louca em achar que aquela pedra em pessoa seria gentil em abrir a porta do carro pra mim, é ele não abriu e eu fiquei desapontada. Entrei no carro e rapidamente ele deu partida.
Droga de perfume bom. Sabe, fica na mente aquele cheiro masculino, que eu podia jurar ser um Dolce&Gabanna.
Justin dobrou a esquina, e eu sabia exatamente pra onde ele estava indo.

- Será que no mercado tem? - ele parou o carro.

- Não vamos saber se não entrarmos. - ele saiu do carro e eu tive que ir junto, coloquei as mãos no bolso, sentindo o vento frio bater sobre meu corpo, deixando-me arrepiada. Passei meu olhar sobre Justin, que estava vestindo suas jaquetas de couro, e uma calça mais clara que a de manhã. Nunca tinha reparado, mas que bundinha sexy ele tem, né? Meu Deus, que vontade de apertar.

Entre meus pensamentos pervertidos, Justin parou do nada, oque me fez assustar com seu ato rapido.

- Porque parou? - perguntei confusa.

- Os palitos? - apontou para prateleira a nossa frente, onde estava cheio de pacotes de palitos de sorvete.

- Quantos agente leva? - o olhei.

- Sei lá. - ele deu de ombros. Obrigado querido amigo, sorri sinica enquanto pegava alguns pacotes dos palitos.

- 5 Pacotes, isso dá? - perguntei.

- Já disse que não sei. - grosso. Peguei seis pacotes e coloquei em uma cesta, mais dois tubos de cola e andamos até o caixa. Ele pagou tudo, quem manda ser um idiota. - Você deveria me recompensar por estar fazendo isso...

- Isso oque? - entrei no carro.

- Esse trabalho ai. - fiquei olhando pra ele com cara de quem não tava entendendo nada, mas eu não estava mesmo. - Esquece. - ele bufou dando partida e saindo rapidamente dali.

Patricia P.O.V

- Porque não vai poder ficar aqui em casa hoje? - me sentei na poltrona, de frente para Francine.

- Porque não. - ela deu de ombros, ligando a tv.

- Caralho, não pode falar o porque? - me revoltei.

- Patricia Gomes falando palavrão. - ela se ajeitou-se para me olhar. - Essa vai entrar pra historia. - sua risada alta fez com que meus ouvidos doessem, ao ponto de eu revirar meus olhos.

- Calaboca. - disse estressada.

- Oh gatinha... - ela assoviou - Fica assim não, amanhã sou todinha sua.

Porque não consigo sentir raiva daquela garota? Ela é tão azeda, mas também tão doce. Tão fria as vezes, mas tão carinhosa, ela é bipolar, ela é a minha bipolar, minha melhor amiga...  com benefícios, se é que você me entende. Não me entende mal, não sou lesbica, ou sapatão, como as pessoas costumam falar, mas eu apenas curto garotas. E se tem uma garota que eu curto muito, o nome dela é Francine Pozzi, nome chique né? Eu sei.

Ela é exatamente esse tipo de garota marrenta, vida louca, que gosta do perigo... e isso me encanta, ou talvez seja tesão acumulado, não... eu amo ela.

- Mas não me disse pra onde vai. - cruzei os braços.

- Vou pra casa da Lu. - ela deixou o copo d'aguá sobre a mesa de centro.

- Fazer?

- Nada demais.

- Então fica comigo.- fiz manha.

- Ei, dividir é bom sabia.- ela riu. - E não adianta fazer essa cara, porque a Lu não curte essas coisas.

- Eu acho que ela curte. - ri leve

- Quer saber? Eu também acho. - rimos.

- Falando nela, to me sentindo estranha, com um aperto no coração, sabe? - passei a mão sobre o peito.

- Você é paranoica. - ela me jogou uma almofada e riu.

Luana P.O.V

Não estava acreditando que Justin mora sozinho. Você imagina que um garoto como ele, tenha a casa toda bagunçada, com roupas, comida, latas de refrigerante espalhadas pela casa e tals, mas não... era tudo tão limpo e organizado que é meio dificil de acreditar. Sentei-me em uma confortável poltrona na lateral da sala, Justin foi até a cozinha e voltou com um copo, que se eu não me engano era Black label, ele colocou o copo sobre a mesa de centro e sentou-se no sofá.

- Onde vamos fazer?

- Aqui mesmo. - respondeu-me sem me olhar.

- Aqui? - ele acentiu ainda sem me olhar - Mas vai sujar, e tá tudo tão limpo. - ele pegou o copo sobre a mesa e deu dois goles.

- A empregada limpa depois. - ah, sabia que tinha isso por trás dessa limpeza toda.

- Mas Justin. - ele bufou estressado e colocou o copo sobre o braço do sofá, em seguida se agachou sobre a mesa de centro e passou seu braço sobre ela, derrubando os objetos que estavam por cima, de enfeite. Pisquei varias vezes ao ouvir os objetos se quebrarem.

- Prontinho. - ela sorriu sinico, enquanto eu estava boquiaberta com aquela cena de segundos atrás. Me agachei de joelhos no chão e tirei os pacotes de palitos sobre a mesa.

Meia hora depois.

Acho que Justin já tinha secado uma garrafa de Black label inteira, porque sua animação estava demais. Eu estava fazendo tudo praticamente sozinha, olhando para uma foto de merda, com mal resolução, que estava me deixando nervosa. Justin voltou da cozinha com mais um copo cheio e sentou ao meu lado, oque me deixou em estado de alerta.

- Como é seu nome mesmo? - seu halito estava me dando ânsia.

- Luana. - respondi sem vontade.

- Hum. - ele deu uma golada grande em sua bebida. - Está com fome?

- Não.

- Com sede? - ele já estava me irritando.

- Vai me oferecer aguá? - parei pra olha-lo.

- Achei que fosse saudavel. - ele sorriu sinico

- Eu sou. - dei de ombros. - Só prefiro uma dose de Whisky.

- Então vem comigo. - ele levantou-se em direção suponho que a cozinha e eu que não sou besta, e não recuso bebida larguei tudo e fui atrás dele. Ele tirou uma garrafa de Whisky da geladeira, e só de olha-la me deu aguá na boca, colocou uma boa quantidade em um copo e me entregou. Encarei duas vezes aquele copo, e não pensei mais em beber de uma vez, sentindo todo aquele descer fervendo minha garganta, e parar queimando meu estomago.

Senti meu corpo se empurrado, logo em seguida se chocando com a parede, o copo que estava em minhas mãos, deslizou-se e espatifou-se no chão, Justin segurou meus braços sobre a parede gelada da cozinha, e aquilo definitivamente me assustou. Seus lábios gelados encontraram com os meus, e rapidamente podia sentir o gosto da vodka se misturar com o gosto do Whisky, deixando o sabor ainda pior, digo pra alguns, porque pra mim, eu gosto. Ele invadiu minha boca em um ato rapido, que nem me deu tempo de pensar.

Suas mãos ágeis foram até meu pescoço, intensificando o beijo, enquanto eu só sabia corresponder aquele ato rapido. As mesmas mãos desceram até minha coxa, alisando levemente, me deixando extremamente arrepiada. Ele levantou uma delas e apertou fortemente, oque me fez arfar. Suas mãos encontraram meus seios, oque me fez cair em si, oque eu estava fazendo? Porque eu estava correspondendo? Ele obviamente não merecia.

Esparramei minhas duas mãos sobre seu peitoral e o empurrei bruscamente pra longe de mim.

- Você tá doido? - perguntei incrédulo.

- E você tava gostando. - ele sorriu sinico e se aproximou.

- Não me toca. - tentei me afastar, mas ele puxou meu braço, fazendo meu corpo se chocar com o seu.

- Eu sei que tu quer. - seus lábios tocaram os meus, mas me esquivei, fazendo ele beijar meu pescoço.

- Me solta, você acha que eu sou quem? - tentei empurra-lo, mas ele me arrastou até a sala e me jogou no sofá.

- Shiu, caladinha. - ele me ignorou e começou a subir minha roupa, enquanto eu me debatia.

- Me solta. - tentei gritar, senti seus dedos entrarem por debaixo da minha blusa, em seguida tocando um dos meus seios. - Me solta, para com isso... para. - gritei me debatendo, mas ele era mil vezes mais forte do que eu. Ele desceu as até minha cintura e desabotoou meu shorts, tentando puxa-lo em seguida, mas eu fui mais rapida e não deixei, então ele pela barra, invadiu a zona de perigo e tocou minha intimidade, oque me fez liberar um gemido.

Que foi? Posso estar sendo forçada, mas aquele garoto me excita, ele é tão sexy.

- Me... solta. - Em um ato rapido, rapido demais pra acreditar que fui eu, tirei suas mãos de mim e o chutei com uma perna, em seguida me levantei, ajeitando-me. Foi dae que percebi que tinha acertado bem no ponto fraco, o querido amiguinho dele. Que peninha. - Você nunca mais...nunca mais encoste em mim. - peguei meu celular e sai correndo dali.

- Vadia. - ouvi ele gritar, mas apenas ignorei e sai correndo. Olhei o relogio e já estava ficando tarde, então resolvi buscar Pedro.

Depois de quase ter que bater naquela peste ambulante, insistindo pra ele vir embora, chegamos em casa e o obriguei a tomar banho, servi o jantar e coloquei ele pra dormir.

23h08.

- Você tá atrasada. - brinquei.

- 8 minutos, apenas. - Fran riu já subindo para meu quarto.

- Não importa, eu sou pontual. - ela riu se tacando sobre a minha cama. - Agora me dá isso logo. - implorei me sentando na cama. Ela riu novamente e tirou a garrafa de tequila da bolsa e me entregou, sorri ao pegar e tirar a tampa, caminhei até minha escrivaninha e liguei meu notebook, coloquei em qualquer musica da Demi.

- Vou começar a cobrar pelas minha garotas.

- Ahn?

- As bebidas que eu trago pra cá. - ela riu sentando-se.

- Idiota. - ri. - Você não sabe oque aconteceu comigo hoje. - me sentei novamente.

- Me conte...

- O garoto novo quase me estuprou  - ela arregalou os olhos e em seguida gargalhou. - Ei não ri, eu fiquei assustada tá?

- É mais facil eu estuprar ele, doque ele tentar me estuprar. - ela disse rindo.

- Palhaça. - tentei rir.

- Sério, eu daria tudo pra ir pra cama com ele.

- Foda-se, não era o momento. Ele pode ser sexy, lindo, gostoso, a porra toda, mas não era... o momento, e eu me dou o respeito, não sou qualquer vadia que ele pode pegar na rua.

- Tudo bem, não tá mais aqui quem falou. - ela riu dando um gole na garrafa. Apenas dei de ombros e ri, tentando me esquecer daquilo. Mas acontece que era tarde demais, eu tava com o beijo dele na cabeça.

Droga!






Continua?
Desculpem a demora, ja sabem o porque né?
oçawrb~sgbkasçdfbm
beijos, até amanhã.

Stole my heart - Capitulo 26


- É. eu... eu esqueci de falar que Isa estava na cidade. - minha mãe quebrou aquele gelo.

É como se todos aqueles dias estivessem voltando, como se eu estivesse vivendo um dejavu. Eu poderia estar feliz, talvez eu esteja por ver Isabella depois de tanto tempo, mas ... eu não consigo esquecer o fato de que ela praticamente me abandonou, desistiu de tudo, nem se quer me deu explicações. E porque ela decidiu voltar depois de tanto tempo?

- Na verdade, eu estou de férias. - ela tentou sorrir. Tenho que reagir, falar algo... seja frio. Frio? Mas eu nunca fui frio na vida, será que devo? Meus olhos estavam lacrimejados, mas por sorte eu estava de oculos e ninguem saberia de nada, meu corpo estava tenso, exalava nervoso.
- Oque é pra comprar? - me levantei na banqueta passando por elas, e parando na porta da cozinha.
- An, é... tudo que tá nessa lista. - minha mãe me entregou um pequeno papel, que tinha algumas coisas escritas, guardei o mesmo no bolso e levantei meu olhar. Isabella tinha seu olhar baixo, e parecia pensativa.
- Volto logo. - dei as costas.
- Justin, você vem pro almoço né? - minha mãe perguntou vacilando na voz.
- Desculpa. - murmurei mais pra mim e sai dali.

Bella P.O.V

- Ele me odeia. - me sentei na banqueta.
- Ele vai entender. - tia Pattie tentou me confortar.
- Não tia, ele não vai. Eu desisti de tudo, desisti de nós, é obvio que ele me culpa. - suspirei.
- Se você não tivese escondido a verdade...
- Eu sei, eu me arrependo, eu só não queria estragar a vida dele.
- Você sabe oque eu acho...
- É, mas... ele tava praticamente entrando na faculdade, se eu estragasse tudo...
- Conversa com ele.
- Como? Ele nem se quer olhou na minha cara, viu como ele foi frio? - ela ficou calada. - Vou ver oque o Chris tá fazendo. - me levantei dali e subi para o meu antigo quarto, onde Christian, meu filho dormia.

Você deve tá se fazendo um tanto de perguntas, né? Se você pensa que eu sou fraca e desisti de tudo, não foi, eu apenas fiz oque eu achei que fosse certo, oque hoje eu me arrependo muito. Eu não deveria ter desistido do nosso amor, de lutar por nós.

E me sinto tão culpada, quando a minutos atrás ele nem ligou pra minha existencia. Sera que ele ainda me ama? Ou só sente odio de mim?

Sentei-me na cama, ao lado do meu pequeno loirinho, que dormia seu melhor sono, agarrado a um travesseiro, mania do pai. Joguei a coberta mais para cima de seu corpinho.
Enconstei a cabeça em um dos travesseiros e fiquei a observar o teto. Mas por um som estridente eu teria dormido, meu telefone tocava alto e eu corri para não correr o risco de acordar Chris.

- Alô? - disse baixo, entrando no banheiro.
- Eai, se resolveram? 
- Ele nem olhou pra minha cara.
- Relaxa Isa, não deixe que seu trabalho te impeça de ser feliz, pense no seu filho, ok?
- Obrigado - suspirei - Eu te amo.
- Também te amo pequena, se cuida. 

Sorri e deixei o celular sobre a escrivaninha.

- Mamãe? - me virei e Chris estava sentado na cama.
- Oi meu amor. - caminhei até ele, o pegando no colo.
- Ode agente tá?
- Na casa da vovó. - ele sorriu - Quer tomar um banho pra dar oi pra ela?
- Quelo. - caminhei com ele até o banheiro e o coloquei no chão. Coloquei pra enxer a banheira e voltei até Chris, tirei seu pijama com cuidado e joguei no canto do banheiro, chquei a temperatura da aguá e coloquei ele lá dentro.
- Não sai dai, vou arrumar uma roupa pra você vestir. - sai do banheiro e separei uma roupa confortavel para ele e deixei sobre a cama. Voltei para o banheiro e peguei sobre a pia o shampoo de bebê, fui até Chris e terminei de dar banho nele. Puxei a toalha para perto de mim e o tirei da banheira, o arrolei e levei ele para o quarto, deitando-o sobre a cama.
- No quelo essa caça. - ele resmungou.
- Agora deu pra pra escolher roupa? - comecei a rir tirando a calça de moletom que ue havia escolhido. - Ta, qual você quer? - mostrei outra de moletom e uma calça jeans que ele ganhou do Niall, sabe aquelas folgadinhas que fica caindo? Isso.
- Essa. - ele apontou pra jeans '-'
- Mas você não vai sair.
- Mas eu quelo essa - ele ameaçou chorar.
- Tá bom, ta bom. - vesti a calça jeans nele e depois a blusa de moletom azul. - Você puxou seu pai. - sorri.

Terminei de arruma-lo e segurei sua mão. - Tia. - gritei descendo as escadas devagar para acompanhar Chris. - Tia olha quem acord... - parei de falar quando vi Justin entrando dentro de casa, assim como eu, ele também havia paralisado.
- Mamãe, esse é o ... - antes que Chris terminasse de falar, o peguei no colo.
- Oi Justin.  - ele não conseguiu dizer nada, apenas sorriu, alias forçou um sorriso.

Justin P.O.V

Eu só posso estar pirando ou aquele menino se parece comigo? Ter acordado cedo me fez ficar doido, não é possivel.  Deixei as compras sobre o balcão da mesa e voltei para sala.

- Filho, fica pro almoço, por favor.
- Eu perdi a vontade mãe. - me ajeitei no sofá.
- Fica por mim, por favor. - seus olhos estavam brilhando, e eu não resisti.
- Tá bom dona Pattie. - foi só dizer isso pra ela praticamente se jogar em cima de mim.
- Ta che...chega mãe. - acabei rindo muito alto.
- Eu amo você, peste encapetada. - ela disse rindo, me fazendo olhar feio pra ela.
- Tá doida mãe? - ela riu - Também te amo. - dei um longo abraço nela.
- Cadê a Isa?
- Na cozinha. voltei ao meu lugar.
- Perdoa ela. -  a olhei.
- Mãe...
- Ela teve motivos Justin.
- E me escondeu.
- Para com isso, conversem.
- Mãe, ela tem namorado.
- Quem tem namorado? - Bella apareceu sorridente sentando-se na poltrona.
- Agent..
- Ninguem. - disse seco, em seguida senti minha mãe beslicar meu braço. - Ai mãe, fumou maconha? - praticamente gritei.
- Justin. - ela me deu um tapa e podia ouvir a risada de Isabella. - Como vai sua carreira Isa?
- Bem. - ela sorriu.
- Que orgulho de você. - minha mãe disse sorridente. Isa soltou um sorriso e olhou pra baixo, em seguida jogou seus cabelos, que agora estavam pretos e longos, para trás. Já disse que ela mudou bastante? Seus cabelos estão quase batendo na bunda, pretos, seu corpo está tão... não vamos ser discretos, ela tá gostosa pra caralho.
- Mãe... cad... - o garotinho entrou na sala - Vovó. - ele correu até minha mãe... ele...ele disse vovó?
- Vovó? - questionei com o cenho franzido, olhando para Isa e para minha mãe, que apertava o garoto.


continua?
Eu sei que tá menor do que eu costumo postar, mas eu passei o dia com meu irmão pequeno no braço...
vou fazer de tudo pra postar amanhã

05 janeiro 2013

Stole my heart - Capitulo 25

5 anos depois. 
Justin P.O.V

Vocês devem estar pensando... Nossa, cinco anos se passaram, Bella e Justin devem já estar casados e com dois filhos. Acontece que não, nem tudo foi perfeitamente como imaginamos, nem tudo deu certo. Tem 5 anos que eu não vejo Isabella, acontece que depois daqueles dias, nós voltamos para a faculdade, Isabella começou a ficar estranha, digamos que distante, ela mudou seu comportamento e no meio do ano nossa familia descobriu tudo, ninguem apoiou, quero dizer, as mulheres ficaram do nosso lado.

Então Bella se revoltou, fez suas malas e foi morar com Selena, isso, ela deixou tudo, deixou todo nosso amor para trás, esqueceu das poucas coisas, dos pequenos detalhes que vivemos, e foi embora. Não me ligou, não me procurou, e me escondeu algo, eu sei que ela esconde algo.

E agora, bem, agora ela é uma das cantoras mais famosas do mundo, eu me orgulho disso, porque era o sonho dela e sei que no fundo eu ajudei ela a prosseguir, eu sei que ela ainda me ama, porque eu também amo ela. Seus dois albuns são os mais vendidos na América do norte, sul, Europa, onde você imaginar as pessoas escutam sua música, eu mesmo escuto.

Você deve estar pensando também, porque não corri atrás? Bem, eu tentei, tentei inumeras vezes procurar por ela, insistir que voltasse, que lutassemos por oque queriamos, mas foi tudo em vão. Bella atualmente namora com Niall, sim eles estão juntos a anos e eu me pergunto se ela realmente me amou, ela tem um filho de 4 anos, sim, um filho, como eu sei? Midia ajuda muito, já que ela não me liga, quer dizer pra mim, porque minha mãe sempre me diz que falou com ela, que ela ligou, daora.

Estou cursando o ultimo ano da minha faculdade, é eu ainda não terminei, você acha que é fácil? Pois não é, eu decidi não desistir de tudo.

- Mãe? - caminhei até o quarto de hospedes, onde minha mãe arrumava algumas coisas. - Oque está fazendo?
- Arrumando.
- Hum... Pra que? - me sentei na cama.
- Você não deveria estar trabalhando?
- Mãe, hoje é sabado.
- Ah, então deveria arrumar seu apartamento. - soltei um riso leve.
- Tá me expulsando dona Pattie? - me levantei ao seu encontro.
- Você sabe oque eu acho de você morar sozinho, enquanto tem essa casa enorme.
- Mãe, eu tenho 23 anos, não dá pra morar sempre com você, tenho que ter privacidade.
- Poxa, e deixa a mamãe sozinha. - ela disse fazendo biquinho.
- ai meu Deus Pattie. - ri dando um abraço nela. - Nem é tão longe.
- Mas podia morar comigo. - ela saiu caminhando até o carredor.
- Mãe, você sabe que eu te amo, né? - ela riu já nas escadas.
- É eu sei, e você podia morar comigo.
- Para dona Pattie. - rimos
- Onde você vai? Eu tava brincando... volta aqui. - ela me chamou, ao me ver na porta.
- Eu sei, mas marquei de sair com o Chris.
- Ele tá na cidade?
- Sim. - caminhei até ela rapidamente e depositei um beijo em sua testa. - Eu venho amanhã pra almoçar aqui.
- Vai ter espaguete. - ela sorriu, antes de eu fechar a porta e caminhar até a porta. Mesmo com 23 anos minha mãe consegue me mimar.

Dirigi rapidamente até o apartamento do Ryan, que era um pouco longe, mas eu acabei chegando rapidamente pela alta velocidade. Estacionei meu carro em qualquer esquina e desci, travei o alarme e rapidamente entrei no edifício. Eu até iria de escadas, se o Christian não estivesse hospedado na casa do Ryan, que mora na cobertura do prédio. Ignorei os barulhos estranhos que o elevador fazia e rapidamente já estava na casa deles.

- Não sabe bater não? - Chris resmungou.
- Eai. - me joguei no sofá, de frente pra ele. - Ainda vamos sair?
- Não, vamos fazer um social aqui mesmo. - Ryan entrou na sala, com um copo de cerveja na mão.
- Uma social? - me animei, ajeitando-me no sofá. - Vocês são loucos. - eles riram.
- Qual é Bieber, sexo e bebidas de vez em quando é bom, sabia? - Chris disse bebendo um gole da cerveja.
- Não to reclamando. - ri voltando a me sentar.
- Então...
- Tá, que horas, porque já são... - antes que eu pudesse falar, uma turma de garotas, que pra mim eram desconhecidas, entrou no apartamento.
- Agora. - Chris andou até elas. Até que um rosto familiar ali, me vez coçar a cabeça.


O apê já estava cheio, música alta, pessoas na piscina, casais se comendo no sofá, nos quartos. Já eu bebia um pouco, em um canto da casa, até criar coragem pra falar com aquela garota, a do rosto familiar. Ela estava de costas, então cheguei por trás.

- Olá. - sussurrei no pé do seu ouvido, fazendo a mesma virar assustada, mas esboçar um sorriso ao me ver
- Bieber. - ela sorriu passando a lingua nos lábios.
- Villegas. - sorri.
- Quanto tempo.
- Poisé, achei que nunca mais nos veriamos... - ela sorriu, ao levar a bebida até a boca, dando um gole e em seguida passando a lingua nos labios carnudos.
- Porque agente não vai lá pra dentro? - ela deixou o copo na mesa que estava ao seu lado, e segurou minha mão, me arrastando até a sala.
- Você sumiu...
- Faculdade. - me sentei no sofá, ela fez o mesmo, deixando que suas pernas morenas torneadas ficassem mais chamativas doque o normal, seu vestido branco subiu um pouco, deixando aparecer suas coxas.
- Huuum, Bieber vai ser advogado, né? - acenti - Cara, não combina com você...
- Oque combina comigo então?
- Seilá. - ela riu.

Papo vai, papo vem, musicas e mais musicas, quer dizer, se a policia não tivesse aparecido e feito agente abaixar a musica, estariamos com ela alta agora. Jasmine não perdeu tempo de me arrancar um beijo, mas qual é, to na seca e querendo pegar, que se foda.

- Tenho que ir embora. - ela desgrudou seus lábios dos meus.
- Sério? - agora que eu tava me animando.
- Se minha mãe descobre que eu sai escondido, quando eu deveria estar dormindo de castigo, ela me mata.
- Villegas obedecendo as regras? - ela me deu um tapa.
- Calaboca. - ela pegou uma pequena bolsa e ajeitou o vestido - Foi bom te ver Bieber, qualquer coisa, sabe meu telefone. - ela jogou um beijo no ar e saiu rebolando. Ri comigo mesmo e olhei o relogio, meus olhos estavam pesados e eu os forcei para ver os numero no relogio. 04h23 da manhã, Andei até a varanda, e ainda havia pessoas, muitas, e metade ali desconhecia. Ryan estava jogado em uma das cadeiras da piscina, enquanto uma menina estava sentada no seu colo, Chris estava la dentro comendo alguém, então decidi ir embora sem avisar ninguem.

Cheguei em casa morto, parecia aqueles zumbis de filme de terror. Tirei minha roupa e sai tacando pela casa, andando até o quarto e me jogando na cama em seguida.

08h33

Meu celular apitava escandalosamente, e eu me pergunto o porque se hoje é domingo? Passei minha mão sobre a cama, até encontra-lo, em seguida apertando qualquer tecla e colocando no ouvido.

-Alô? - minha voz saiu rouca.
- Justin? Isso é hora de estar dormindo? - afastei o telefone para ver as horas.
- Porra mãe, ainda não oito da manhã. - resmunguei.
- Olha como fala garoto....
- Ta, ta... oque a senhora quer?
- Eu preciso que passe no mercado pra mim.
- Ah mãe, a senh...
- Eu to mandando.
- O caralho - resmunguei me levantando.
- Oque disse? 
- Oh cai no alho mãe, nossa doeu... - oque?
- Ahn?
- Nada mãe, nada... ja vou. Oque é pra comprar?
- Compra queijo fresco, espaguete, almondegas, traz também sal, porque acabou...
- Ta, vou levar o mercado pra senhora. Ai - levei minha mão até a cabeça, que latejava de dor.
- Engraçadinho. - ela riu - Bom dia ...
- Mãe, quem ta ae?
- Ah, já ia te falar, temos visita.... vai logo, que eu quero esse almoço ainda hoje. Escutou?
- Escutei. - ela desligou, mal educada. Levantei até o banheiro, e minha cabeça ainda estava doendo muito, tomei um banho gelado e me fui me vestir, vesti uma bermuda jeans, uma camisa lisa preta e um moletom preto. Peguei meus oculos e as chaves do carro e sai, dirigi até o mercado que estava cheio pro meu bom humor, peguei tudo pra dona Pattie, e me perguntei porque tanta coisa.

Bati e porta do carro, fazendo minha cabeça latejar de dor, peguei as sacolas do chão e travei o carro, não bati na porta e fui logo entrando, até a cozinha.

- Dona Pattie? - gritei colocando as coisas sobre o balcão da cozinha. Já eram quase dez horas e eu não tinha comido nada, abri a geladeira e peguei a jarra de suco, colocando em seguida em um copo.
- Cadê a dona dessa casa? - deixei o copo no balcão e fui até a sala. - Mãe? Maaaaãããee - comecei a gritar e ela apareceu na minha frente do nada, surgindo do inferno com a mão estendida pra me dar um tapa.
- Ai, ta doidona? - resmunguei
- Para de gritar moleque. - ela andou até a cozinha - Porque tá de oculos? Passou a noite onde?
- Vish.
- Eim?
- Tava em uma social na casa do Ryan.
- SOCIAL? - ela gritou.
- Vish mãe, fala baixo... por favor.
- Você sabe oque rola em sociais?
- Sei, sexo, bebidas, drogas, todas essas paradas ae...
- MeuDeus.
- Porque me chamou tão cedo?
- Precisamos de ajuda....
- Precisamos?
- É, preciso.
- Você disse no plural, tipo, você e mais alguém.
- Ai menino, shiu...
- Porque tem carros pretos pelo quarterão todo?
- É exatamente isso que eu queria falar...- ela desembalou as comidas.
- Ta, diga...
- Preciso que saia pra comprar umas coisas pra mim
- Mais coisas? - ajeitei meus oculos.
- Na verdade não é pra mim... é...
- São pra mim...



Continua?
Desculpem
Desculpem a demora, vcs sabem oque houve. Mas já estou melhor, enfim, assustaram né? 5 anos depois?
faz parte da minha historia
tive essa ideia brilhante ontem
eai?
oque achou?
comente.
beijo
amos
vcs