16h45.
Acordei sentindo minha coluna latejar de dor, havia pegado no sono depois de tanto chorar e acabei dormindo de mal jeito em cima de uma pilha de travesseiros e ursos de pelúcia. Passei minhas mãos pela cama e empurrei todos eles para o chão, podendo agora me esticar melhor sobre o colchão. Espremi meus olhos sentindo os mesmos arderem, eles ainda estavam inchados, respirei fundo vendo que aquilo não tinha passado de um pesadelo, tinha sido real. Suspirei alto passando a mão pelo rosto, estava exausta e o dia ainda nem tinha terminado.
Me levantei em direção ao banheiro tirando aquela roupa úmida pela chuva de mais cedo, e tirei, joguei as mesmas em um sesto de roupas e entrei para o box, afim de tomar um banho quente que me deixasse relaxada. Terminei meu banho e sai enrolada no roupão passando uma toalha por meus cabelos molhados, voltei para meu quarto, vesti minhas roupas intimas, uma calça de moletom cinza e folgada, junto á uma regata branca e joguei uma blusa de frio branca por cima. Sequei meus cabelos e deixei eles jogados para o lado. Vesti uma meia e coloquei minhas botas uggs, elas são feias mas são tão confortáveis e quentes que eu as amo. Desci as escadas de casa tranquilamente, não ouvia nenhum sinal de vida até Carolina surgir de baixo do asfalto e sem querer me dar um susto.
- Porra que susto. - levei as mãos até meu coração.
- Olha a boca. - disse em repreendimento. Sabe oque eu fiz? Ignorei, ela não manda em mim.
- Cadê meu irmão? - desci os restos dos degraus indo até a cozinha.
- Dormindo. - ela me seguiu. Abri a geladeira e ela estava repletas de coisas para comer, mas eu não ficaria ali sozinha com ela, enquanto a mesma me enchia de perguntas e me daria possiveis sermões, não mesmo. - Onde foi depois do almoço? - ela começou com suas perguntas e eu sabia que aquela era a hora de sair dali. Caminhei até a porta da sala e senti suas mãos segurar meu braço, fazendo-me olha-la.
- Me solta. - resmunguei.
- Tá na hora de você começar a me obedecer não acha?
- E você? Não acha que tá na hora de desistir?
- De que? - ela semi-serrou os olhos.
- De querer ser a minha mãe. - puxei meu braço com certa violência e sai de casa batendo a porta, eu precisava dele. Agora.
Atravessei a rua sem olhar para trás e fui logo tocando a campainha, sendo recebida por um mega abraço de Jazzy.
- Oi princesa. - apertei ela em meus braços e passei pela porta, crianças me fazem sentir-me bem, principalmente aquelas crianças.
- Achei que você não ia vir. - ela desceu do meu colo.
- Desculpa a demora. - beijei seu rosto e passei os olhos pela casa, Jeremy estava assistindo televisão com Jaxon e eles viam algum desenho.
- Eai gente. - me aproximei deles.
- Lua. - Jaxon gritou pulando do sofá para meu colo, ele era um mini Justin sabe, taradinho e ama uma garota. Sorri pegando-o no colo e dando um beijo estalado no seu rosto.
- Oi bebê. - sorri.
- Bebê não. - ele resmungou me fazendo rir.
- Ele agora tá com essa mania de dizer que não é um bebê. - Jeremy se pronunciou - Tenho minhas suspeitas que tem o dedo do Justin nessa historia.
- Olha, eu não duvido. - rimos. Coloquei Jaxon no chão e ele voltou a ver tv. - Afinal, cadê ele? - perguntei não notando nenhum sinal de sua presença.
- Ele estava aqui até um minuto atrás, sentiu-se mal e subiu. Eu até perguntei se ele queria ir ao hospital, mas ele disse que não precisava que iria dormir.
- Será que ele dormiu? Vou lá ver. - subi correndo em direção ao seu quarto. A porta estava encostada e eu entrei mesmo sem bater, Justin não estava lá, ouvi um barulho de aguá caindo e suspeitei que ele estava no banho. Fechei a porta e me taquei na cama, abraçando seus travesseiros e respirando fundo fazendo com que seu perfume invadisse meu subconsciente e me fizesse sorrir, fechei os olhos enterrando meu rosto entre eles e aspirando mais aquele perfume que sempre me fazia sorrir.
- Mas oque é isso? - ouvi sua voz e me virei - Eu entro no banho, quando eu saio encontro um anjo em minha cama? - ele me fez rir. Justin tinha uma toalha enrolada em sua cintura e os cabelos molhados para cima, oque me fez sorrir ao imaginar a cena de Justin saindo do banho e já arrumando o cabelo, era uma pequena mania que ele tinha de não deixar o cabelo para baixo ou desarrumado. Desci meu olhar pelo seu peitoral, parando na pequena cicatriz que se formava em seu abdômen por conta do tiro que tomou, mas algo me chamou atenção, os poucos pontos que ainda existiam ali estavam avermelhados e pareciam sangrar.
- Ah meu Deus Jus, você tá sangrando. - me levantei em passos rapidos até ele.
- Eu to bem. - ele sorriu torto. - Ai. - Justin resmungou quando toquei o local.
- Ai como você é teimoso. - segurei sua mão, o levando para a cama. Fui até o banheiro e peguei o kit de primeiro socorros, voltando para o quarto e me sentando ao seu lado.
- Eu disse que to bem. - diz Justin um tanto doce, ele estava diferente parecia feliz sabe... pelo visto foi bom trazer seus irmãos para cá.
- Você tá sangrando. - respondi baixinho, aquele clima era tão bom. Tirei dois maços de algodão, molhei um pouco no iodo e pressionei sobre o ferimento, fazendo com que Justin resmungasse e esboçasse uma careta que foi impossível não rir. Terminei de limpar o ferimento e fiz um pequeno curativo, guardando as coisas nas maletas e voltando até ele. - Tudo bem? - me virei para ele. - Seu pai disse que estava com dores.
- To melhor agora. - Justin respondeu-me sentando-se encostado sobre a cabeceira da cama. - E você?
Suas mãos tocaram as minhas e ele ficou fazendo um pequeno carinho no local, deixando arrepiada por seu toque.
- Andou chorando? - ele se aproximou segurando meu queixo com sua mão livre e levantando meu rosto, obrigando-me a olhar em seus olhos. - Oque houve? - não respondi ele era inteligente, saberia oque houve se pensasse mais. - Por isso demorou? Estava conversando com ele?
- Eu briguei com ele. - vacilei na voz abaixando a cabeça. Justin levantou-se e caminhou até o guarda-roupa, tirei as minhas botas e me deitei. Então ele tirou a toalha como se se não estivesse ninguém ali além dele e claro como não reparar na bundinha gostosa e branca que ele tem? Serio, eu as vezes tenho a impressão de que ele tem mais bunda do que eu, não to brincando é muito grande e fofa.Justin vestiu uma cueca, em seguida um moletom preto e voltou até a cama se deitando ao meu lado.
- Eu sinto muito. - ele quebrou o silêncio pegando minha mão. Suspirei virando meu corpo para ele, não queria falar sobre aquilo naquele momento.
- Esquece isso, eu resolvo depois. - abracei seu tronco - Vim aqui pra ficar um pouco com você, as coisas lá em casa não estão muito legais.
- Carolina?
- Sim, ela pega muito no meu pé e eu acabei brigando com ela de novo.
Justin riu fraco e pressionou mais meu corpo contra o seu, apertando-me naquele abraço.
- Você deveria dar uma chance á ela.
- Não mesmo. - disse incrédula. - Ela acha que manda em mim, que é minha mãe e aconte...
- Que ninguém substitui sua mãe, eu sei. - ele riu.
- Já disse isso tantas vezes assim?
- Já.
Ele riu.
- Você tá de bom humor, eu gosto disso.
- Graças a você. - sorri me sentando na cama.
- Porque eu?
- Se você não tivesse falado com meu pai para trazer meus irmãos, talvez meu humor não tivesse assim.
- Ama muito eles né? - sorri.
- Mais do que qualquer outra pessoa. - ele sorriu para o nada.
- É, eu percebi.
- E sabe oque eu percebi também? - ele tocou meu quadril com as mãos e me puxou para perto dele.
- Oque? - cai por cima de seu corpo mas sai rapidamente lembrando do seu abdômen.
- Que você ainda não me beijou. - Justin me puxou pelo quadril, sentando-me em seu colo. Suas mãos foram para a minha nuca e senti meus cabelos serem puxados de leve, até sentir seus lábios tocarem os meus delicadamente, apertando minha cintura com força. Justin sugava meus lábios com tanta vontade que eu sentia os mesmos ficar dormentes depois de um tempo, até parece que ele nunca tinha me beijado, era tanto desejo, carinho... amor. Um turbilhão de sentimentos sendo colocados para fora com apenas um beijo, vindos atona, fazendo as borboletas no meu estomago acordarem e baterem suas assas freneticamente.
Mas claro, aquele beijo poderia durar horas se não fosse interrompido pela falta de ar.
- Você me ama? - ele peguntou com a respiração cortada.
- Muito. - respondi de olhos fechados, ainda com seus lábios perto dos meus. Abri meus olhos e Justin tinha um sorriso no canto dos lábios.
- Quer sair comigo?
- Pra onde?
- Qualquer lugar, só eu e você. - ele jogou meus cabelos para trás.
- Mas agora?
- Sim, vamos... - ele sorriu.
- Mas amanhã é sexta, tenho que dormir e estudar.
- Falta.
- Justin. - dei um tapinha em seu ombro.
- Por favor...vamos.
Não resisti a carinha que ele fez, foi um biquinho tão fofo.
- Com você eu vou posso até atravessar o atlântico. - me curvei para beija-lo.
Justin P.O.V
Seus lábios eram tão convidativos naquele momento, principalmente quando ela resolvia ficar me provocando ao morde-los sem medo do perigo. Ela partiu o beijo e levantou-se me deixando bolado.
- Porque parou?
- Porque não você não ia me levar pra sair? - ela sorriu calçando aquelas botas ridiculas.
- Só se você trocar essa bota, fala sério que coisa horrivel.
- Para de resmungar, eu gosto delas. - ela riu me estendendo a mão.
- São feias. - segurei sua mão e me levantei, vesti uma camiseta e uma blusa de frio. - Sério, tira elas.
- Não Justin, vamos logo. - ela ainda estava rindo da minha cara.
- Então pelo menos para de rir de mim. - ela abriu a porta e virou-se para trás, mostrando-me o dedo do meio. - Garotinha ousada você. - tentei agarra-la pela cintura, mas ela se esquivou descendo as escadas correndo.
- Onde vão? - meu pai perguntou.
- Vou leva-la pra passear. - abracei Lua por trás.
- Tomem cuidado.
- Somos grandinhos. Cadê meus bebês?
- Dormiram. - ele riu.
- Não vamos demorar, ou talvez agente volte só amanhã.
- Que? - Lua virou-se para mim.
- Confie em mim. - ela sorriu.
- E eu repito tomem cuidado e usem camisinha. - Luana arregalou os olhos e escondeu o rosto nas mãos segurando sua risada.
- Claro pai, não quero ter babys no momento. - ele riu e aquilo foi o suficiente para Luana morrer de vergonha e sair de casa rindo.
- Tchau Jer. - ela gritou da porta.
- Tchau pai, não sei se volto hoje, sabe como é. - ele riu.
- Tchau.
Destravei o carro e Lua entrou, fiz o mesmo de dei partida.
- Onde estamos indo? - ela quebrou o silêncio depois de uns 5 minutos dando voltas.
- Segredo. - respondi risonho.
- Ah fala vai.
- Tá, é um lugar que eu achei a pouco tempo.
- É longe?
- Um pouco. - olhei-a rapidamente sorrindo de canto.
Ficamos em silêncio e eu decidi ligar o rádio e estava tocando se eu não me engano Demi Lovato. Lua soltou um gritinho fino e aumentou o som.
- Ela vai fazer um show aqui, sabia? - ela disse assim que a musica acabou.
- Que legal.
- Você iria comigo? - ela se ajoelhou virando-se para mim.
- Claro. - sorri.
- Sério? - ela sorriu dando-me um beijo no rosto, e aquilo me deu uma ideia.
- Sim, só se você me fizer um agrado.
- Ahn?
- Tenho um doce e ele é todo seu... - sorri largo e ela me olhou confusa primeiramente, olhei para baixo e depois olhei para ele que me olhou travessa, sorrindo maliciosamente e prendendo seu cabelo.
E que comece a brincadeira.
Continua?
KKKKKKKKKK to rindo com esse final.
tenho cada idéia
LOL
gente como tá dificil minha linda maravilhosa vida
sqn
ta um coco mas eu sei que DEUS JÁ GUARDOU ALGO BOM PRA MIM
oxi droga de caps.
eu sempre esqueço que merda vou falar aqui
aiknalfnsfalsnf
bjão
to no twitter, conversem comigo lá, sou legal minha gente, não mordo não :3
só se pedir :3
@warstratford
23 fevereiro 2013
22 fevereiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 26
Ouvi o sinal da ultima aula bater e joguei meu material rapidamente dentro da bolsa, suspendi a mesma até meu ombro e sai esbarrando nas pessoas com pressa. Meu coração estaria á um pulo de sair do corpo, enquanto minhas mãos suavam de nervosismo. Corri até o meu carro e Pedro já estava lá, eu teria que leva-lo primeiro em casa e por isso que estava com muita pressa.
- Vamos rápido. - bati a porta do carro levando as chaves na inguinação e dando partida rapidamente, e logo saindo dali.
- Está com presa? - Pedro questionou colocando os cintos.
- Um pouco. - murmurei cortando os carros. Confesso que ser filha de um policial tem suas vantagens, meu pai desde mais nova, quando eu tinha lá meus 14 anos de idade já quase nos 15, ele teve o prazer de me ensinar a dirigir e dirigir mesmo, e principalmente me ensinou a fugir de assaltos, já que mamãe acabou morrendo em um, ele só queria minha proteção e hoje em dia eu dirijo feito louca, pelo menos é o que todo mundo diz.
Parei o carro de frente a nossa casa e não desci, Pedro ficou me encarando e eu juro que quis socar a carinha dele.
- Desce, vai. Eu tenho uma coisa pra fazer.
- Oque?
- Vai logo Pedro. - me estressei, ele suspirou triste e desceu do carro. - Diga a Carolina que eu volto em meia hora.
Sai dali rapidamente antes que Justin percebesse minha presença pelo barulho do meu carro. Corri até a avenida principal e estacionei meu carro de frente ao starbucks, coloquei apenas meu celular novo no bolso e desci do carro, já podendo ver Chris sentado em uma das mesas tomando um café, respirei fundo e caminhei até lá.
- Posso? - apontei pra cadeira. Ele acentiu com a cabeça e eu me sentei, apoiando meus cotovelos sobre a mesa, a garçonete chegou ao meu lado e perguntou oque eu queria.
- Um frappuccino por favor. - sorri gentilmente e ela sorriu de volta.
Chris me encarou por dois segundos e desviou seu olhar para a avenida movimentada e bebeu um gole do seu café, suspirei baixo para que ele não escutasse e me preparei para falar mas as palavras não vinham.
- Chris. - ele abaixou o olhar e finalmente me olhou. - Tá tudo bem?
- Tudo otimo. - sorriu falso.
- Não parece. - relaxei meu corpo. - Oque houve? Porque está agindo assim comigo?
- Assim como?
- Estranho, me evitando.
Ele não disse nada, parecia pensar.
- Você e Justin são apenas amigos certo? - ele se curvou apoiando seus braços.
- S-sim. - engoli seco.
- Então porque estavam se beijando na quadra de esportes?
Abri a boca várias vezes para falar algo mas não consegui, como ele sabe?
Flashback on.
- Justin, Justin para, as garotas estão me esperando. - tentei me soltar dos braços fortes dele que envolviam minha cintura e seus lábios devoravam meu pescoço.
- Shhhh. - ele riu selando nossos lábios e beijando os mesmos.
- Jus... - a tentativa de afasta-lo foi falha e seu nome saiu mais como um gemido. Justin apertou minha cintura e abraçou a mesma, mordendo meus lábios ao parar o beijo. Me afastei rapidamente quando ouvi a porta do ginasio se bater, olhando para a mesma assustada mas não vi ninguém.
- Não é ninguém, vem aqui. - ele me puxou pela cintura e voltou a me beijar.
Flashback off.
Com as lembranças voltando na minha mente, comecei a encaixar as peças. Então era Chris que bateu a porta do ginasio naquele dia, foi ele quem nos pegou, justamente ele. Droga, me sinto uma idiota, justo no mesmo dia em que ele recebeu a noticia de que sua avó não estava bem, droga droga droga.
- Não vai dizer nada? - ele parecia triste.
- Chris eu... - as palavras não saiam.
- Pretendia me esconder até quando? - tentei dizer - Não, não precisa falar nada, porque afinal eu não sou seu namorado, você não me deve satisfações. Ai você deve estar me perguntando porque eu não disse antes? - ele riu sem humor - Porque eu precisava de você e mesmo sentindo todo aquele odio, aquela dor eu ... eu só tinha você. - ele olhou pra baixo, droga aquilo tava me partindo por dentro.
Então ele se levantou de uma vez e saiu andando pra fora dali, droga. Peguei a primeira nota que vi no meu bolso, deixei sobre a mesa e sai correndo para poder alcança-lo.
- Chris, Chris espera. - puxei seu braço, fazendo seu corpo virar pra mim rapidamente dando de cara com seus olhos marejados, foi por isso que ele saiu, porque estava chorando e pelo oque eu conheço Chris ele não gostava de ser fraco, não gostava de chorar em publico e muito menos chorar na frente de qualquer pessoa. Ele enxugou a única lagrima que havia caído e respirou fundo soltando seu braço de minhas mãos.
- Já não basta tudo que você fez, agora quer ver eu me humilhando assim na sua frente?
- Chris não foi minha intenção te deix... - agora quem chorava era eu.
- Eu não quero que me explique nada.
- Mas eu quero. - queria mas não sabia oque dizer.
- Você disse que me amava.- ele praticamente gritou.
- Mas eu te amo. - protestei, nunca deixei de ama-lo.
- Me ama? - ele riu sem vida - Me ama tanto que já me trocou.
- Chris não é bem assim, você sempre deixou claro que não passávamos de amigos coloridos ou seja lá como é que você fala, mas você sempre deixou isso bem claro. - ele ameaçou sair mas eu o segurei. - Vai dizer que não se lembra?
- É eu me lembro porra. - ele saiu andando até seu carro, enquanto eu seguia. O papel de durão definitivamente não combina com ele, esse normalmente era o papel de Justin, não dele.
- Olha, eu te entendo por estar assim, eu também ficaria. Mas droga Chris me escuta, não foi minha intenção apenas aconteceu, eu não planejei tá legal. - eu dizia alto enquanto ele caminhava até seu carro.
- Eu já disse que você não tem que me explicar nada. - ele virou-se do nada me assustando, uma de suas mãos seguravam meu braço e eu estremeci quando ouvi um relâmpago, sempre tive medo de chuva.
- Me desculpa. - murmurei deixando que as lágrimas escapassem.
- Faz uma coisa?
- Oque?
- Me esquece! - ele soltou meu braço e entrou no carro, foi tudo tão rápido. Seu carro saiu cantando pneu e um arrepio passou sobre meu corpo quando senti o vento gelado soprar sobre mim, pingos da chuva começavam a cair e eu não me lembro de ver que ameaçava chover. Quando me dei conta a chuva só ficava mais forte, assim como minhas lágrimas que não paravam de cair. Tentei enxuga-las mas não tinha controle, caminhei até meu carro que estava um pouco distante sem me importar com os pingos grossos que caiam sobre mim. Entrei no carro e meu cabelo já estava pigando por conta da chuva, não queria que fosse assim mas Chris agiu de cabeça quente assim como eu, me sentia idiota por ele ter descobrido daquela maneira e mesmo que ele não tivesse descobrido, eu não sei como contaria, eu definitivamente não sei.
Limpei as lágrimas e dei partida no carro, chorar não iria adiantar em nada mas pelo menos colocaria toda a dor da culpa pra fora. Dirigi rapidamente sem medo de nada até minha casa e parei o carro de qualquer jeito, desliguei tudo e peguei minha bolsa. Precisava ficar sozinha e sai correndo do meu carro até a porta de casa, passei pela porta feito um furacão e só ouvi a voz daquela mulher, a ultima pessoa que eu queria ver no momento.
- Me deixa em paz. - gritei e bati a porta, joguei minha mochila em qualquer canto e me joguei na cama chorando tudo oque me restava.
POSTEI CORRENDO PQ A BATERIA TA ACABANDO, PORRA MINHA MÃE PEGOU E AGR NN SEI CADE, BJÃO, PROXIMO FAÇO GRANDE
21 fevereiro 2013
The History Of Us - Capitulo 6
Aquela menina me mediu dos pés a cabeça assim que me avistou, ela me olhava com nojo e desprezo, ela me enojou de uma maneira inexplicável, mas mesmo assim eu fui me aproximando e abrindo um sorriso amarelo, por que afinal de contas eu estava realmente na Austrália.
(A PARTIR DE AGORA O DIÁLOGO É PRA SER EM INGLÊS, MAS EU VOU ESCREVER EM PORTUGUÊS, K)
-Pietra?- Uma mulher loira se aproximou mais de mim com um sorriso confortante.- Meu nome é Beatrice, e essa é a minha filha, Lilly.- Ela disse fazendo um gesto com a mão em direção á tal menina.
-Oi.- Ela disse um pouco sem vida.
-Oi, meu nome é Pietra, mas isso eu acho que você já sabe.- disse á dando um sorriso largo.
-Bom, até quando você vai ficar aqui mesmo?- Ela disse com um tom de deboche.
-Lilly!- Sua mãe á reprendeu lhe dando um beliscão no braço que doeu até em mim, eu ri um pouco abafado pelo nariz, não ficaria muito bom eu rindo dela bem na cara né.
-Tudo bem Beatrice, com o tempo a gente se acostuma.- Eu disse abrindo um sorriso largo, aquela menina realmente não me desceu muito bem mas tudo bem...
[...]
1 semana depois
Aqui é tudo tão perfeito, as ruas são bem cuidadas as praias são lindas e também tem uns surfistas de se apaixonar, eu estou fazendo todos os esportes que existem femininos na escola, mas mesmo assim eu to sentindo falta do pique que eu tinha em casa, lá era tão bom... A casa em que eu estou é tao perfeita, de dois andares enorme e com um jardim de se invejar, e quanto ao meu quarto? bem, ele está perfeito, bem do jeitinho que eu gosto, comprei umas decorações perfeitas pro meu gosto, eu faço o estilo meio hippie, então a Austrália é um paraíso pra mim, a tal da Lilly, ela é uma líder de torcida, bem popular por sinal nessa tal de escola, todas as idolatram, mas eu não, algumas meninas acham o máximo da minha parte, e outras apenas querem ficar comigo por que eu me imponho, os meninos caíram matando pra cima de mim, mas bem na boa, eu ainda não quero me envolver em nada, conheci duas meninas, muuuuuuuito legais por sinal, elas são como eu independentes e não se importam pro que os outros pensam e inclusive, elas também andam de skate! Nossa eu fiquei tão feliz em descobrir isso, ás vezes a gente sai por aí pela cidade, sem rumo nem hora pra voltar só tentando se desligar de tudo o que é importante e preocupante, elas se encaixam perfeitamente nos meus conceitos, mas eu confesso que ainda choro á noite com saudades de casa e de todos os meus amigos, aqueles lá? nossa, eu não vou encontrar melhores nem em um milhão de anos, o mais importante eu me esqueci o nome das meninas, elas se chamam Hannah e Vanessa eu realmente amo essas loucas, a escola não é lá muito difícil, mas eu estou me puxando, não posso dar molhe, principalmente agora...
[...]
2 semanas depois
- Ai, eu to falando sério, se aquela loira azeda me aprontar outra de novo eu juro que mato aquela cadela e deixo ela sem cara!- Eu disse esbrajando.
-Ai amiga isso é pura inveja dela. Tu já ta com o menino que ela mais ama nos teus pés e não quer ele, esse é o recalque dela, ela realmente te inveja, ela começou a fazer mais esportes também assim como você, não percebeu?- Vanessa tentou acalmar a fera aqui.
-Eu concordo plenamente com tudo o que a Vanessa acabou de falar- Hannah disse forçando o seu melhor sorriso.
-Eu realmente não sei o que seria de mim sem vocês aqui comigo.- Eu disse me levantando do cordão da calçada que eu estava e atravessando a rua para me jogar em cima delas e dar um abraço beeeeeeem apertado.
-A gente também te ama Pi- Vanessa disse rindo um pouco fraco.
-GENTE PELO AMOR DE DEUS VAMOS LOGO OLHA A HORA QUE TÁ, AMANHÃ TEM PROVA E A GENTE N ESTUDOU PORRA NENHUMA AINDA!!!!!!!- Hannah disse se levantando e começando a berrar o que ecoou bem alto naquela rua vazia.
-Calma, calma, calma gatinha- Eu disse a cutucando e pegando o meu skate, o ajeitei e comecei a andar em direção a casa, pude escutar o barulho dos skates delas, então eu pus o meu no chão e comecei a andar, logo elas me alcançaram, era tão bom ter aquela brisa batendo no meu rosto fazendo com que os meus cabelos voassem para trás me trazendo uma ótima sensação de alívio.
Uns 30 minutos depois eu já estava em casa, ceguei cumprimentei a Beatrice e a enjoada da Lilly estava no seu treinamento, graças a deus, o pai de Lilly, Joseph, estava viajando, como sempre, então nem precisei perguntar onde estava, Beatrice ficou toda preocupada comigo, eu só disse que estava tudo bem, peguei uma maçã e subi para o meu quarto , me tranquei lá joguei o meu skate em algum canto e me sentei na cama já pegando os livros, eu realmente tinha que estudar, deixei o banho para depois.
Depois de duas longas horas de estudo já era 22:43, me levantei deixando todos os materiais em cima da cama, tomei um banho bem relaxante, tirando um pouco daquele sono, lavei bem os meus cabelos, saí do banho, escovei meus cabelos e os deixei soltos para secarem sozinhos, fui ao meu quarto e vesti o meu pijama, juntei todos os meus materiais, os guardei na minha mochila, e me deitei na cama, estava tão cansada que só lembro de ter me acordado as 6:30 da manhã deseperada com o meu despertador tocando frenéticamente...
[...]
1 mês depois
-Eu não acredito, não acredito que isso está acontecendo comigo!- Eu berrava frenéticamente em português aos prantos, aquela altura do capeonato eu já estava sem nem mais forças para chorar, estava totalmente desesperada, não estava acontecendo que aquilo havia realmente acontecido comigo, aquela vadiazinha loira oxigenada mereceu, ela realmente mereceu o que eu fiz com ela, fui até o meu banheiro com os olhos inchados de uma maneira inacreditável, eu havia acabado de desligar o telefone com a minha mãe, ela disse que eu vou ter que ir para o Canadá e deixar tudo por aqui, tudo o que eu já havia conquistado, eu já estava até que me acostumando com aquela cachorra, mas ela fez uma coisa realmente imperdoável, eu já estava com saudades de tudo e todos, e eu queria mesmo era voltar para casa, mas eu não tinha essa opção, então a única saída que a minha mãe encontrou foi ter que me mandar para o Canadá, as minhas passagens são para lá, terminei de lavar o meu rosto na tentativa de sanar o choro, o que não adiantou muita coisa, mas mesmo assim deu uma disfarçada, não passei nenhum tipo de maquiagem, já que eu sabia que iria chorar mais onde eu iria, botei os meus óculos escuros e peguei o meu skate liguei para Hannah e disse que era urgente, pedi para ela ir para casa de Vanessa, ela foi, sabia que era alguma coisa realmente grave, mas não me perguntou nada, apenas fez o que eu pedi, já descendo as escadas eu pude ver a vadia por completo, deitada no sofá como se estivesse morta, o rosto realmente vermelho, cheio de cortes pelos braços e os dois olhos roxos, dei um risinho leve e me aproximei por trás, aproveitei que estávamos sozinhas em casa só para irritar ela mais ainda, ela merecia uma pena de morte, pelas minha mãos pelo o que ela fez...
-BÚ!!!!!!!!!!- Eu berrei em seu ouvido fazendo ela se assustar e dar um pulo do sofá que eu podia jurar que ela sairia voando dalí a qualquer momento.
-Até que o estrago ficou bem em você em?!- Eu disse gargalhando sem vida e puxando uma mexa de seu cabelo para analisar melhor , ela estava quase rosnando quando eu peguei em seu cabelo então... podia jurar que ela iria me morder, puxei bruscamente a mão quando ela realmente tentou me morder, juntando a mesma de mim botei a mão na cintura e comecei a falar.
-Bom, eu realmente acho que você poderia ficar assim pra sempre!- E comecei a rir da cara dela.- Bom agora eu realmente tenho que ir estou atrasada para coisas que não dizem respeito a você!- Disse me virando, que estranho ela nem se defendeu nem nada, apenas ficou quieta, pude escutar ela resmungar um "já vai tarde" depois de uma meia hora andando de skate eu finalmente cheguei na casa da Vanessa, eu conversei com elas e contei tudo, mas mesmo assim elas me deram razão eu tinha que ter feito aquilo, aquela vadia realmente mereceu uma surrra, e bem dada, por mim, acho que se eu não fizesse isso eu nunca ia me perdoar, eu tava pensando na volta pra casa de Beatrice o quanto seria melhor se eu ficasse na casa de um menino, eu me dou tão bem com meninos, não sei por que, mas eu realmente não gosto esse jeitinho que as meninas tem "patricinhas de ser", confesso que tenho os meus momentos, e me julgo muito por isso, eu fico pensando em minhas atitudes e olho para trás e vejo o que eu já não fiz nessa vida, tão nova assim, eu realmente acho que era pra ser essa a minha vida, e acho que tudo tem o seu tempo, o que tiver que ser, será.
Quando eu cheguei na casa de Beatrice pedi para que ela subisse comigo para o meu quarto, só não disse para que, quando ela viu as minha malas em cima da cama, quase prontas ela praticamente entrou em prantos e começou a falar que eu havia virado uma filha para ela e que ela me amava independente do que eu tivesse feito, e que a Lilly já deveria ter levado essa surra á um bom tempo e dela mesma o corte na lateral da minha boca ainda estava visível, a vadia na tentativa de se defender fez isso em mim, mas fora isso e alguns arranhões dela, nada mais, eu expliquei tudo á Beatrice, e disse também que não estava mais dando para mim ficar ali, não conseguiria mais, ela me entendeu, mas exigiu que eu mantesse contato sempre com ela, eu prometi, mas não sei mais como vai essa minha vida, terminei de arrumar as minhas malas com a Bea e ás desci pois não queria ter que ficar descendo malas na hora da correria, fui até o quarto de Lilly, e joguei na cara dela mais algumas barbaridades e de uma maneira ou outra eu me despedi dela, ela até disse que se mais daqui á alguns anos eu voltasse eu seria bem vinda por que comigo ela aprendeu tanta coisa que nem ela mesma acredita, e agora aqui estou eu num avião indo para o Canadá, botei os meus fones e fechei os olhos chorei muito, mesmo não querendo, por um milagre não tinha ninguém do meu lado, então eu pude ir sozinha não me incomodando com muita coisa, eu não consegui pregar os olhos um minuto se quer, passei o voô inteiro acordada escrevendo algumas coisas em um caderno qualquer, e refletindo na minha vida, e pensando se vai ser assim para sempre, se eu vou sempre estar chorando pelos cantos não tendo muito a fazer, eu realmente espero que a minha vida mude, agora no Canadá, por que é apenas isso o que eu estou precisando...
Continua???????
Suspense só p vcssss YGYSUGFSDUYG, pq sou muito má, ei eu to postando assim tão devagar por causa dos comentários, vcs nunca comentam e quando comentam são 2 ou 3 comentários, sei lá parece qu vcs n tão gostando, mas enfim, AS MINHAS AULAS COMEÇARAM ONTEONTEM, E BLEHHHHH, mas mesmo assim eu n vou abandonar vcs, sério comentem e divulguem a ficccc, beijinhos e eu amo vcsss
insta : @camilelima_
twitter: @freakidrauhl
fb: Camile Lima
ask: PERGUNTA AE VADIA
AHHHHH e só mais uma coisinha, COLICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA,S O C O R R O ~~~~~cami
[...]
1 semana depois
Aqui é tudo tão perfeito, as ruas são bem cuidadas as praias são lindas e também tem uns surfistas de se apaixonar, eu estou fazendo todos os esportes que existem femininos na escola, mas mesmo assim eu to sentindo falta do pique que eu tinha em casa, lá era tão bom... A casa em que eu estou é tao perfeita, de dois andares enorme e com um jardim de se invejar, e quanto ao meu quarto? bem, ele está perfeito, bem do jeitinho que eu gosto, comprei umas decorações perfeitas pro meu gosto, eu faço o estilo meio hippie, então a Austrália é um paraíso pra mim, a tal da Lilly, ela é uma líder de torcida, bem popular por sinal nessa tal de escola, todas as idolatram, mas eu não, algumas meninas acham o máximo da minha parte, e outras apenas querem ficar comigo por que eu me imponho, os meninos caíram matando pra cima de mim, mas bem na boa, eu ainda não quero me envolver em nada, conheci duas meninas, muuuuuuuito legais por sinal, elas são como eu independentes e não se importam pro que os outros pensam e inclusive, elas também andam de skate! Nossa eu fiquei tão feliz em descobrir isso, ás vezes a gente sai por aí pela cidade, sem rumo nem hora pra voltar só tentando se desligar de tudo o que é importante e preocupante, elas se encaixam perfeitamente nos meus conceitos, mas eu confesso que ainda choro á noite com saudades de casa e de todos os meus amigos, aqueles lá? nossa, eu não vou encontrar melhores nem em um milhão de anos, o mais importante eu me esqueci o nome das meninas, elas se chamam Hannah e Vanessa eu realmente amo essas loucas, a escola não é lá muito difícil, mas eu estou me puxando, não posso dar molhe, principalmente agora...
[...]
2 semanas depois
- Ai, eu to falando sério, se aquela loira azeda me aprontar outra de novo eu juro que mato aquela cadela e deixo ela sem cara!- Eu disse esbrajando.
-Ai amiga isso é pura inveja dela. Tu já ta com o menino que ela mais ama nos teus pés e não quer ele, esse é o recalque dela, ela realmente te inveja, ela começou a fazer mais esportes também assim como você, não percebeu?- Vanessa tentou acalmar a fera aqui.
-Eu concordo plenamente com tudo o que a Vanessa acabou de falar- Hannah disse forçando o seu melhor sorriso.
-Eu realmente não sei o que seria de mim sem vocês aqui comigo.- Eu disse me levantando do cordão da calçada que eu estava e atravessando a rua para me jogar em cima delas e dar um abraço beeeeeeem apertado.
-A gente também te ama Pi- Vanessa disse rindo um pouco fraco.
-GENTE PELO AMOR DE DEUS VAMOS LOGO OLHA A HORA QUE TÁ, AMANHÃ TEM PROVA E A GENTE N ESTUDOU PORRA NENHUMA AINDA!!!!!!!- Hannah disse se levantando e começando a berrar o que ecoou bem alto naquela rua vazia.
-Calma, calma, calma gatinha- Eu disse a cutucando e pegando o meu skate, o ajeitei e comecei a andar em direção a casa, pude escutar o barulho dos skates delas, então eu pus o meu no chão e comecei a andar, logo elas me alcançaram, era tão bom ter aquela brisa batendo no meu rosto fazendo com que os meus cabelos voassem para trás me trazendo uma ótima sensação de alívio.
Uns 30 minutos depois eu já estava em casa, ceguei cumprimentei a Beatrice e a enjoada da Lilly estava no seu treinamento, graças a deus, o pai de Lilly, Joseph, estava viajando, como sempre, então nem precisei perguntar onde estava, Beatrice ficou toda preocupada comigo, eu só disse que estava tudo bem, peguei uma maçã e subi para o meu quarto , me tranquei lá joguei o meu skate em algum canto e me sentei na cama já pegando os livros, eu realmente tinha que estudar, deixei o banho para depois.
Depois de duas longas horas de estudo já era 22:43, me levantei deixando todos os materiais em cima da cama, tomei um banho bem relaxante, tirando um pouco daquele sono, lavei bem os meus cabelos, saí do banho, escovei meus cabelos e os deixei soltos para secarem sozinhos, fui ao meu quarto e vesti o meu pijama, juntei todos os meus materiais, os guardei na minha mochila, e me deitei na cama, estava tão cansada que só lembro de ter me acordado as 6:30 da manhã deseperada com o meu despertador tocando frenéticamente...
[...]
1 mês depois
-Eu não acredito, não acredito que isso está acontecendo comigo!- Eu berrava frenéticamente em português aos prantos, aquela altura do capeonato eu já estava sem nem mais forças para chorar, estava totalmente desesperada, não estava acontecendo que aquilo havia realmente acontecido comigo, aquela vadiazinha loira oxigenada mereceu, ela realmente mereceu o que eu fiz com ela, fui até o meu banheiro com os olhos inchados de uma maneira inacreditável, eu havia acabado de desligar o telefone com a minha mãe, ela disse que eu vou ter que ir para o Canadá e deixar tudo por aqui, tudo o que eu já havia conquistado, eu já estava até que me acostumando com aquela cachorra, mas ela fez uma coisa realmente imperdoável, eu já estava com saudades de tudo e todos, e eu queria mesmo era voltar para casa, mas eu não tinha essa opção, então a única saída que a minha mãe encontrou foi ter que me mandar para o Canadá, as minhas passagens são para lá, terminei de lavar o meu rosto na tentativa de sanar o choro, o que não adiantou muita coisa, mas mesmo assim deu uma disfarçada, não passei nenhum tipo de maquiagem, já que eu sabia que iria chorar mais onde eu iria, botei os meus óculos escuros e peguei o meu skate liguei para Hannah e disse que era urgente, pedi para ela ir para casa de Vanessa, ela foi, sabia que era alguma coisa realmente grave, mas não me perguntou nada, apenas fez o que eu pedi, já descendo as escadas eu pude ver a vadia por completo, deitada no sofá como se estivesse morta, o rosto realmente vermelho, cheio de cortes pelos braços e os dois olhos roxos, dei um risinho leve e me aproximei por trás, aproveitei que estávamos sozinhas em casa só para irritar ela mais ainda, ela merecia uma pena de morte, pelas minha mãos pelo o que ela fez...
-BÚ!!!!!!!!!!- Eu berrei em seu ouvido fazendo ela se assustar e dar um pulo do sofá que eu podia jurar que ela sairia voando dalí a qualquer momento.
-Até que o estrago ficou bem em você em?!- Eu disse gargalhando sem vida e puxando uma mexa de seu cabelo para analisar melhor , ela estava quase rosnando quando eu peguei em seu cabelo então... podia jurar que ela iria me morder, puxei bruscamente a mão quando ela realmente tentou me morder, juntando a mesma de mim botei a mão na cintura e comecei a falar.
-Bom, eu realmente acho que você poderia ficar assim pra sempre!- E comecei a rir da cara dela.- Bom agora eu realmente tenho que ir estou atrasada para coisas que não dizem respeito a você!- Disse me virando, que estranho ela nem se defendeu nem nada, apenas ficou quieta, pude escutar ela resmungar um "já vai tarde" depois de uma meia hora andando de skate eu finalmente cheguei na casa da Vanessa, eu conversei com elas e contei tudo, mas mesmo assim elas me deram razão eu tinha que ter feito aquilo, aquela vadia realmente mereceu uma surrra, e bem dada, por mim, acho que se eu não fizesse isso eu nunca ia me perdoar, eu tava pensando na volta pra casa de Beatrice o quanto seria melhor se eu ficasse na casa de um menino, eu me dou tão bem com meninos, não sei por que, mas eu realmente não gosto esse jeitinho que as meninas tem "patricinhas de ser", confesso que tenho os meus momentos, e me julgo muito por isso, eu fico pensando em minhas atitudes e olho para trás e vejo o que eu já não fiz nessa vida, tão nova assim, eu realmente acho que era pra ser essa a minha vida, e acho que tudo tem o seu tempo, o que tiver que ser, será.
Quando eu cheguei na casa de Beatrice pedi para que ela subisse comigo para o meu quarto, só não disse para que, quando ela viu as minha malas em cima da cama, quase prontas ela praticamente entrou em prantos e começou a falar que eu havia virado uma filha para ela e que ela me amava independente do que eu tivesse feito, e que a Lilly já deveria ter levado essa surra á um bom tempo e dela mesma o corte na lateral da minha boca ainda estava visível, a vadia na tentativa de se defender fez isso em mim, mas fora isso e alguns arranhões dela, nada mais, eu expliquei tudo á Beatrice, e disse também que não estava mais dando para mim ficar ali, não conseguiria mais, ela me entendeu, mas exigiu que eu mantesse contato sempre com ela, eu prometi, mas não sei mais como vai essa minha vida, terminei de arrumar as minhas malas com a Bea e ás desci pois não queria ter que ficar descendo malas na hora da correria, fui até o quarto de Lilly, e joguei na cara dela mais algumas barbaridades e de uma maneira ou outra eu me despedi dela, ela até disse que se mais daqui á alguns anos eu voltasse eu seria bem vinda por que comigo ela aprendeu tanta coisa que nem ela mesma acredita, e agora aqui estou eu num avião indo para o Canadá, botei os meus fones e fechei os olhos chorei muito, mesmo não querendo, por um milagre não tinha ninguém do meu lado, então eu pude ir sozinha não me incomodando com muita coisa, eu não consegui pregar os olhos um minuto se quer, passei o voô inteiro acordada escrevendo algumas coisas em um caderno qualquer, e refletindo na minha vida, e pensando se vai ser assim para sempre, se eu vou sempre estar chorando pelos cantos não tendo muito a fazer, eu realmente espero que a minha vida mude, agora no Canadá, por que é apenas isso o que eu estou precisando...
Continua???????
Suspense só p vcssss YGYSUGFSDUYG, pq sou muito má, ei eu to postando assim tão devagar por causa dos comentários, vcs nunca comentam e quando comentam são 2 ou 3 comentários, sei lá parece qu vcs n tão gostando, mas enfim, AS MINHAS AULAS COMEÇARAM ONTEONTEM, E BLEHHHHH, mas mesmo assim eu n vou abandonar vcs, sério comentem e divulguem a ficccc, beijinhos e eu amo vcsss
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AHHHHH e só mais uma coisinha, COLICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA,S O C O R R O ~~~~~cami
19 fevereiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 25
Justin P.O.V
Puxei Luana pela cintura bruscamente, fazendo ela bater as costas sobre a cama com força e gemer abafado. Encaixei meu corpo entre suas pernas e levei uma de minhas mãos até suas coxas, apertando fortemente, subi mais um pouco encontrando a cós de sua calça e descendo ela lentamente, ela estava usando uma calça daquelas de ginastica, aquelas pretas legging, então não seria dificil de tirar. Luana levantou suas pernas para que eu pudesse terminar de tira-las, deixando com que suas pernas bronzeadas aparecessem, me deixando com mais desejo. Ela usava uma lingerie branca, oque deu destaque aquela pele incrivelmente morena para alguém que mora em um lugar frio, que mal faz calor e aparece aquele sol de rachar. Terminei de tirar sua calça e a joguei para o lado, voltando logo até o alcance de seus lábios e beijando os mesmos delicadamente, mesmo eu não sendo assim de ser delicado, eu fiz. Suas mãos tocaram meu pescoço e senti as mesmas puxar meu cabelo para trás, partindo o beijo. Luana desceu suas mãos até meu quadril e puxou minha camiseta, logo em seguida cravou suas unhas sobre as minhas costas, oque me fez arfar, ela sorriu e fitou meus lábios e eu sabia oque vinha a seguir.
Luana puxou-me pela nuca e grudou nossos lábios em um beijo calmo, eu sabia onde aquele beijo chegaria e ela também sabia e acelerou o beijo, partindo o mesmo rapidamente e mordeu meu lábio inferior com força, oque me fez gemer, não de dor porque aquilo sempre me deixou louco. O gosto de sangue rapidamente invadiu minha boca e Luana sorriu ao ver oque tinha conseguido.
- As vezes eu penso que você não é um ser humano comum e sim uma daquelas vampiras... - disse ofegante apertando sua cintura e ela riu.
- Seu sangue é bom. - ela arqueou a sobrancelha e sorriu mordendo o lábio. Se ela soubesse o quanto ficava sexy e provocativa daquele jeito, não faria isso quando meus hormônios estivessem a flor da pele. Ela se assustou quando minhas mãos puxaram a parte de trás de seu cabelo, fazendo-a arquear seu rosto para frente, mas logo sorriu entendendo tudo. Suas mãos pararam sobre a minha calça, tentando sem sucesso desabotoar a mesma, então quando dei por mim ela havia me empurrado para o lado e subido em cima de mim, desabotoando minha calça e puxando a mesma para baixo, deixando-me apenas de boxer e com uma puta tesão vê-la assim em cima de mim. Luana jogou o cabelo pro lado após sentar-se em cima de mim, e porra como ela estava gostosa hoje.
Não, ela sempre é gostosa. Meu pau já tava latejando dentro da cueca e eu queria logo acabar com aquelas pré-eliminares e partir pra ação. Ela rebolou no meu colo pra piorar a situação e riu da cara de desespero que eu havia feito, ela desceu mais e passou suas mãos por cima da minha boxer, fazendo-me revirar na cama e quando imaginei que ela não fosse fazer mais nada, suas mãos desceram minha boxer, logo em seguida ela segurou meu pau pela base e começou a fazer os movimentos de vai e vem. Quando eu achei que não pudesse ficar melhor, senti seus lábios quentes lá, mordi os lábios segurando um gemido e fechei os olhos.
Espremi meus olhos quando senti que iria ejacular, Luana não parou e acabei gozando gozando na boca dela. A mesma sorriu satisfeita e agora seria minha vez, não aguentaria mais um pouco. Virei ficando por cima e peguei uma camisinha sobre o criado-mudo e coloquei, rapidamente sem enrolação arranquei sua calcinha e a penetrei, fazendo-a soltar um gemido que foi abafado pelo meu beijo. Me encaixei perfeitamente dentro dela, começando a deslizar devagar.
- Vai rápido - ela murmurou com dificuldade. Sorri e acelerei minhas entocadas, fazendo com que Luana gemesse ,mas sempre abafava com beijos ou pelo menos tentava. Espremi os olhos tentando me concentrar, mas minha meu cabelo estava suado e estava me atrapalhando. Luana percebeu e passou suas mãos sobre a minha testa, tirando meu cabelo da mesma e voltando a me arranhar. Meu abdômen já estava doendo e eu desacelerei. Luana virou-se ficando por cima entendo que eu estava cansado. Segurei sua cintura com as mãos, ajudando-a nos movimentos rápidos.
Aquela garota era perfeita, ela conseguia me proporcionar tal prazer no qual garota nenhuma conseguiu, ela é doce de um jeito feroz, delicada mas de um jeito selvagem nas horas certas. Tinha cara de santa, timida, sabe... aquelas carinhas angelicais na qual você pode até acreditar que ela era um anjo, mas não aquela garota era safada, ela sabia ser sexy quando quisesse e ela sabia exatamente como ser, e como conseguir me seduzir.
Sentia que meu limite já estava chegando assim como ela também estava se segurando, ambos não queriam parar mas uma hora agente teria que acabar. Luana gemeu alto, denunciando seu orgasmo e foi questão de segundos para que eu chegasse ao meu também. Ela tombou seu corpo para o lado com a respiração descompensada e de olhos fechados.
- Estou oficialmente acabada. - ela riu virando-se para mim.
- Eu que estou acabado, voltei do hospital hoje.
- Foi você quem me trouxe pra cá. - ela se defendeu.
- Eu sei, não me arrependo. - puxei sua cintura.
- Você é o melhor. - ela sussurrou perto dos meus lábios e selou rapidamente antes de se levantar e vestir sua roupa.
- Já vamos? - resmunguei.
- Justin, tenho que ir e você sabe.
- Tá, tá. - me levantei fazendo o mesmo.
Terminei de vestir minha roupa e Luana já estava esperando na porta do quarto, passei meu braço sobre seu ombro e caminhamos até a recepção. Ela quase voou naquela mulher que tanto sentiu ciumes e foi até que engraçado. Abri a porta do carro pra ela e corri para o meu lado, saindo dali cantando pneu.
Luana P.O.V
Justin parou o carro de frente a sua casa e desceu, fiz o mesmo mas fiquei escorada na porta do carro.
- Vai mesmo pra escola amanhã? - perguntei. - Você tem atestado até o fim de semana, não precisa.
- Se eu quiser ir?
- Então vai ué, mas não precisa ir.
- Porque não quer que eu vá?
- Porque quero que você descanse e amanhã vou conversar com Chris. - soltei de uma vez.
- Hum, entendi. - ele fechou a cara, me fazendo sorrir. Era tão fofo ver Justin com ciúmes. Puxei ele pelo cós da calça e abracei sua cintura.
- Já tomei minha decisão e eu espero que ela valha a pena.
- É? Legal.- ela estava tirando uma com a minha cara.
- Justin vai se foder né. - ele não disse nada, puxou minha cintura com uma puta de uma pegada e me beijou.
- Qual foi sua decisão? -ele perguntou ainda com nossos lábios proximos.
- Não é obvio?
Ele sorriu e me beijou.
- Você é louca.
- Eu sei. - o beijei novamente.
- Não quer que eu vá amanhã mesmo? - ele partiu o beijo e ficou abraçado a mim.
- Não, descanse é sério e fique com seus irmãos.
- Tudo bem.
- E eu moro aqui do lado, é só gritar que eu venho correndo. - sorri me soltando dele, mas o mesmo me segurou denovo e me beijou, caralho como ele tá carente hoje.
- Mesmo você não falando que me ama, eu sinto só pelo seu beijo.
Ele riu jogando a cabeça para trás.
- Que iludida você. - brincou.
- Eu sei que você me ama, só não tem coragem de admitir.
- Hum, talvez.
- Ta vendo. - sorri. - Justin, fala sério vai... você me ama...
Ele riu novamente, ele estava com vergonha.
- Tenha calma e saberás. - ele sorriu de canto me soltando.
- Hum calma, tá tá. - ri - Boa noite. - dei um beijo nos seus lábios.
- Te vejo amanhã?
- Mas claro. - atravessei a rua.
- Ah, diz aquilo lá... - ele pediu corando.
- Oque? - cruzei os braço sentindo o frio que ficava sem ele.
- Aquelas palavras. - ele gesticulou com a mão.
- Ah, que eu te amo? - sorri timidamente. - Não vejo problema em dizer, então eu te amo, é eu te amo Bieber.
- Já posso morrer. - ouvi ele murmurar antes de eu passar pela porta da sala e correr as escadas. Por sorte meu pai ainda não havia chegado, apesar de estar tarde. Tomei um banho pra tirar aquele suor e me joguei na cama, sentindo meu corpo todo pesar de cansaço e meu sono chegar violentamente.
06h55.
Acordei sentindo uma puta de uma dor nas costas, droga eu teria que procurar um médico porque essas dores estão ficando frequentes. Me levantei parecendo um zumbi e nem percebi que já estava na pia escovando os dentes. Lavei meu rosto e vesti uma roupa, eu queria chegar mais cedo para conversar com Chris. Coloquei meu casaco e peguei minha bolsa, desci as escadas em direção a cozinha.
- Bom dia. - me sentei na mesa pegando um pão.
- Bom dia. - Pedro e meu pai responderam. Ninguem disse mais nada, estava tudo estranho e eu nem me importei. Terminei meu café da manhã e chamei Pedro para irmos logo. Meu pai estava estranho e o mais estranho foi que Carolina ainda não havia chegado, dei de ombros e sai dali. Rapidamente já estava na escola, estacionei o carro e cada um foi para seu canto, peguei meu material da primeira aula e fui para a sala, sabia que eles estariam lá.
- Bom dia gente. - gritei da porta da sala para Pati, Fran e Chris que estavam no fundo.
- Bom dia. - eles responderam. Chris estava sorrindo a minutos atrás e agora tinha sua cara fechada, aquilo me incomodou.
- Atrapalhei? - não evitei em perguntar.
- Não magina. - Pati disse. - Agente tava falando que a Demi ta vindo pra cidade. - me sentei em uma carteira.
- Sério? - sorri - Quando?
- Acho que mês que vem.
- Ai meu Deus que legal. - eu gostava da Demi, na verdade eu era tipo muito fã dela e tê-la na cidade era um sonho se tornando realidade.
- É garotas, eu vou para minha sala. - Chris se levantou.
- Espera. - me levantei. - Posso falar com você?
- Agora?
- É.
- Não pode ser depois? - suspirei, ele estava estranho.
- Depois da aula me encontre no starbucks da avenida principal.
- Tá. - ele deu as costas e saiu.
- Oque ele tem? - me virei para as garotas já ouvindo o sinal bater.
- Não me pergunte. - Fran sentou-se.
- Vocês precisam conversar. - Pati disse séria voltando sua atenção ao celular enquanto os alunos entravam.
Aquelas palavras me fizeram estremecer o suficiente para sentir medo.
Continua?
Não vou falar muito, porque tenho que dormir.
To sendo muito boazinha em perder meu sono e vim postar aqui todo dia
Preciso estudar.
Bjão.
@warstratford
18 fevereiro 2013
Make me wanna die - Capitulo 24
Luana P.O.V
O dia havia passado voando e quando me dei conta o céu já estava escuro, repleto de nuvens carregadas pela chuva. Jaxon e Jazzy haviam pegado no sono á uns trinta minutos atrás depois de terem passado o dia brincando com Justin e até mesmo comigo e com os meninos, Chaz e Ryan foram para suas casas ainda mais cedo e Jeremy agora estava na sala assistindo televisão e conversando alguma coisa com Justin. Terminei de lavar a louça e caminhei até eles, precisava ir para casa tomar um banho e dormir porque amanhã eu ainda teria aula pela manhã. Pigarreei levemente fazendo eles me olharem.
- Eu acho que já vou. - disse sem jeito, com as mãos no bolso da calça.
- Porque? - Justin perguntou se levantando.
- Amanhã eu tenho aula.
- Ah fica mais um pouco, agente nem conversou direito. - Jeremy disse fazendo com que eu tombasse a cabeça pro lado para olha-lo.
- Eu adoraria ficar Jer, mas eu preciso mesmo descansar. - sorri fraco.
- Tudo bem, mas volte amanhã eim. - ele sorriu, era tão simpático.
- Prometo, então até amanhã. Boa noite. - sorri - Vem comigo até a porta? - Justin acentiu e me acompanhou até a porta de sua casa, até porque ele não iria precisar me acompanhar até a minha casa né.
- Obrigado. - ele murmurou me abraçando - Obrigado mesmo.
- Só aceito se me responder aquela pergunta. - cruzei os braços, Justin sabia como me enrolar e ele soube muito bem fazer isso mais cedo.
- Que horas são?
- Não muda de assunto. - fiz cara feia, ele entrou pra dentro de casa e voltou com as chaves do carro na mão.
- Onde você vai? - o segui.
- Onde nós vamos. - ele corrigiu destravando o carro.
- Oque? Não, Justin tenho aula amanhã.
- Eu sei, eu também.
- Não você não pode ainda ir pra aula, só semana que vem.
- Ah que se foda. - ele praticamente me obrigou a entrar no carro e fez o mesmo.
- Justin daqui a pouco meu pai chega.
- Eu enrolo ele.
- Justin.
- Fica quieta. - ele riu da minha cara.
Bufei cruzando os braços e olhando para a cidade que estava quieta, não iria adiantar eu ficar ali debatendo com ele, porque não iria adiantar nada, eu teria que esperar pra saber onde estavamos indo. Justin cruzou a esquina e entrou em um motel, isso mesmo um motel a uma hora dessas. Tá, não era tarde mas né.
- Sério? Um motel? - me virei para olha-lo.
- Queria oque? Ir pro meu do mato e transar lá mesmo?
- Justin, você ainda tá com os pontos ai na barriga, cê tá louco?
- Eu quem disse que eu ligo? Droga, vamos logo. - ai meu Deus, esse garoto é louco. Desci do carro e ele entrelaçou nossas mãos, caminhando até a recepção.
Fechei minha cara quando a vadia de trás do balcão encarava Justin com desejo, com uma puta de uma luxuria no olhar, e ainda por cima a vadia tava com uma porra de um decote do caralho. Sério, to pra meter a mão na cara dela. Justin sorriu e eu não vi problema em me agarrar mais a ele.
- O melhor quarto que você tiver anjo. - ele pediu sorrindo para ela. Desci minha mão até seu bumbum e dei um beliscão no mesmo.
- Hm. - aquela loira oxigenada virou-se para pegar a chave e não poupou em empinar aquele rabo nojento. - Aqui está. - ela sorriu, que nojo.
- Obrigado. - Justin piscou pra ele e eu não me segurei em dar uma cotovelada em seu braço.
- Ai, ciúmes? - ele riu pousando sua mão sobre o lugar em que acertei.
- Idiota. - caminhei na frente, parando de frente ao quarto que correspondia as chaves que ele segurava. Justin abriu a porta e eu entrei ainda de braços cruzados e cara fechada.
- Você não tá brava tá? - ele fechou a porta e caminhou até mim, sentou-se ao meu lado e beijou meu rosto.
- Sai, vai beijar aquela loira vadia, vai. - me virei de costas pra ele, ouvindo sua risada.
- Não eu prefiro você, vem aqui. - ele me puxou pelo braço e eu queria me matar por ter virado, quando ele sorriu foi impossivel não sorrir junto. - Eu queria ficar sozinho com você.
- Ué, porque não me levou pro seu quarto então?
- A tá, pro meu pai ouvir você gritando? - ele riu me deixando vermelha.
- Justin. - dei um tapa pesado em seu braço.
- Tá bom tá bom. - ele riu desviando de um tapa.
- Você tá me enrolando o dia todo, como quer que eu tome uma decisão se você não me diz oque sente?
- Me diga você...
- Não, eu perguntei primeiro.
- Você é chata eim.
- E você um idiota que só sabe fugir do assunto...
- Lua... - ele tirou a jaqueta e veio até mim, deitando sobre mim.
- Me diz oque sente. Você sabe?
- Oque?
- Sabe oque sente Justin? - olhei em seus olhos, apesar de ver através de seu olhar a resposta eu precisava ouvir de sua boca.
- Sei.
- Então diga pra mim...
- Mas não sei se devo dizer agora.
- Se abre comigo vai. - insisti.
- Você que tem que se abrir pra mim. - ele apertou minha coxa.
- To falando sério. - ri fraco.
- Sabe, eu nunca fui bom nisso. - ele relaxou o corpo sobre mim, levando uma das mãos até meu rosto afastando meu cabelo do mesmo.
- Nisso oque?
- Essa coisa de sentimentos, de explicar oque eu sinto....
- Ah qua...
- Porque oque eu sinto é inexplicável.
Ele sorri, sorri junto.
- Eu devo achar isso bom? - envolvi meus braços em seu pescoço.
- Claro. Vou te dizer uma coisa, eu sempre soube que Deus não coloca as pessoas atoa em sua vida, pra tudo tem um proposito, um objetivo sabe e eu tenho a certeza que ele colocou você no meu caminho pra melhorar tudo, entende? - acenti sorrindo feito criança quando ganha doce - E você, você foi tão diferente de todas as garotas que eu já conheci, não me deu mole, nem se quer me dava bola, bem você me odiava e eu confesso que isso me atraia e muito.
- Por isso que você não saia do meu pé?
- Eu precisava me aproximar de você.
- Conseguiu. - ri leve.
- E você foi tão ousada e querer saber da minha vida, ninguém sabe dos meus segredos, muito menos uma garota que eu conhecia a duas semanas... - ele respirou fundo agora me olhando nos olhos, fazendo subir um calor repentino - Você foi diferente, me ajudou, acreditou em mim quando eu precisei, ia na minha casa todos os dias e eu acabei me apegando a você, criei um tipo de carinho enorme mas...
- Mas oque?
- Mas dae quando eu te beijei, quando você se entregou pra mim eu ... eu passei a pensar mais em você, e você não, não sai mais da minha cabeça. - ele se embolou nas palavras. - É difícil admitir isso...
- Oque?
- Que eu me apaixonei. - ele disse olhando fixamente nos meus olhos.
Pera
Para
Tudo
Que eu morri. Tem noção do tamanho que meu sorriso tá agora?
- Você tá falando sério? - ele se moveu, sentando sobre a cama ao meu lado.
- Eu nunca falei tão sério, eu nunca admiti isso tão fácil. - ele sorriu fraco olhando para o nada.
Me ajoelhei na sua frente e segurei seu rosto, fazendo ele olhar para mim. Grudei nossos lábios com força e soltei no mesmo instante.
- Você disse exatamente oque eu queria ouvir. -sorri de olhos fechados e o beijei. Justin agarrou minha cintura, colocando-me sobre seu colo. Justin apertou minha cintura e subiu as mãos para meu casaco, tirando o mesmo e jogando no chão, me ajeitei em seu colo sem partir o beijo e entrelacei as pernas em volta de seu corpo. Justin tinha uma mão parada de trás da minha nuca aprofundando o beijo e uma sobre a minha coxa, apertando frequentemente a mesma, me causando arrepios.
Senti as mãos de Justin suspender minha camiseta e arremessa-la para longe, no mesmo instante ele apertou meus seios ainda por cima do sutiã, oque me fez arfar e partir o beijo sem querer.
- Ai. - ele resmungou levando a mão até a barriga.
- Eu avisei. - levantei sua blusa. - Dói muito?
- Não, dá pra aguentar. - teimoso. Ele tirou sua camiseta e entrelaçou as mãos sobre meu cabelo, puxando levemente o mesmo e colando nossos lábios ferozmente, sua linguá foi ágil em invadir minha boca brincando com a minha, oque me causou um pequeno frio charo na barriga. Parti beijo mordendo o lábio inferior de Justin e abracei ele.
Na verdade eu estava praticamente o esmagando, assim como ele que esparramou suas mãos em minhas costas correspondendo aquele abraço, aquele momento único entre nós. Ele enfiou o rosto entre meu pescoço, fazendo-me arrepiar, era tão bom tê-lo só pra mim.
- Eu te amo Justin, mesmo com todo esse jeitinho torto mas te amo. - murmurei em seu ouvido. Justin me afastou levemente e me olhou nos olhos. -Entendeu? Eu te amo.
Justin sorriu e me beijou delicadamente.
Continua?
Ta pequeno porque eu preciso dormir e eu não ia postar por causa dos comentarios, mas pessoinhas estavam me ameaçando de morte.
run
né
nath
let
gica
run
né
enfim
fui, aula cedo.
bjão
O dia havia passado voando e quando me dei conta o céu já estava escuro, repleto de nuvens carregadas pela chuva. Jaxon e Jazzy haviam pegado no sono á uns trinta minutos atrás depois de terem passado o dia brincando com Justin e até mesmo comigo e com os meninos, Chaz e Ryan foram para suas casas ainda mais cedo e Jeremy agora estava na sala assistindo televisão e conversando alguma coisa com Justin. Terminei de lavar a louça e caminhei até eles, precisava ir para casa tomar um banho e dormir porque amanhã eu ainda teria aula pela manhã. Pigarreei levemente fazendo eles me olharem.
- Eu acho que já vou. - disse sem jeito, com as mãos no bolso da calça.
- Porque? - Justin perguntou se levantando.
- Amanhã eu tenho aula.
- Ah fica mais um pouco, agente nem conversou direito. - Jeremy disse fazendo com que eu tombasse a cabeça pro lado para olha-lo.
- Eu adoraria ficar Jer, mas eu preciso mesmo descansar. - sorri fraco.
- Tudo bem, mas volte amanhã eim. - ele sorriu, era tão simpático.
- Prometo, então até amanhã. Boa noite. - sorri - Vem comigo até a porta? - Justin acentiu e me acompanhou até a porta de sua casa, até porque ele não iria precisar me acompanhar até a minha casa né.
- Obrigado. - ele murmurou me abraçando - Obrigado mesmo.
- Só aceito se me responder aquela pergunta. - cruzei os braços, Justin sabia como me enrolar e ele soube muito bem fazer isso mais cedo.
- Que horas são?
- Não muda de assunto. - fiz cara feia, ele entrou pra dentro de casa e voltou com as chaves do carro na mão.
- Onde você vai? - o segui.
- Onde nós vamos. - ele corrigiu destravando o carro.
- Oque? Não, Justin tenho aula amanhã.
- Eu sei, eu também.
- Não você não pode ainda ir pra aula, só semana que vem.
- Ah que se foda. - ele praticamente me obrigou a entrar no carro e fez o mesmo.
- Justin daqui a pouco meu pai chega.
- Eu enrolo ele.
- Justin.
- Fica quieta. - ele riu da minha cara.
Bufei cruzando os braços e olhando para a cidade que estava quieta, não iria adiantar eu ficar ali debatendo com ele, porque não iria adiantar nada, eu teria que esperar pra saber onde estavamos indo. Justin cruzou a esquina e entrou em um motel, isso mesmo um motel a uma hora dessas. Tá, não era tarde mas né.
- Sério? Um motel? - me virei para olha-lo.
- Queria oque? Ir pro meu do mato e transar lá mesmo?
- Justin, você ainda tá com os pontos ai na barriga, cê tá louco?
- Eu quem disse que eu ligo? Droga, vamos logo. - ai meu Deus, esse garoto é louco. Desci do carro e ele entrelaçou nossas mãos, caminhando até a recepção.
Fechei minha cara quando a vadia de trás do balcão encarava Justin com desejo, com uma puta de uma luxuria no olhar, e ainda por cima a vadia tava com uma porra de um decote do caralho. Sério, to pra meter a mão na cara dela. Justin sorriu e eu não vi problema em me agarrar mais a ele.
- O melhor quarto que você tiver anjo. - ele pediu sorrindo para ela. Desci minha mão até seu bumbum e dei um beliscão no mesmo.
- Hm. - aquela loira oxigenada virou-se para pegar a chave e não poupou em empinar aquele rabo nojento. - Aqui está. - ela sorriu, que nojo.
- Obrigado. - Justin piscou pra ele e eu não me segurei em dar uma cotovelada em seu braço.
- Ai, ciúmes? - ele riu pousando sua mão sobre o lugar em que acertei.
- Idiota. - caminhei na frente, parando de frente ao quarto que correspondia as chaves que ele segurava. Justin abriu a porta e eu entrei ainda de braços cruzados e cara fechada.
- Você não tá brava tá? - ele fechou a porta e caminhou até mim, sentou-se ao meu lado e beijou meu rosto.
- Sai, vai beijar aquela loira vadia, vai. - me virei de costas pra ele, ouvindo sua risada.
- Não eu prefiro você, vem aqui. - ele me puxou pelo braço e eu queria me matar por ter virado, quando ele sorriu foi impossivel não sorrir junto. - Eu queria ficar sozinho com você.
- Ué, porque não me levou pro seu quarto então?
- A tá, pro meu pai ouvir você gritando? - ele riu me deixando vermelha.
- Justin. - dei um tapa pesado em seu braço.
- Tá bom tá bom. - ele riu desviando de um tapa.
- Você tá me enrolando o dia todo, como quer que eu tome uma decisão se você não me diz oque sente?
- Me diga você...
- Não, eu perguntei primeiro.
- Você é chata eim.
- E você um idiota que só sabe fugir do assunto...
- Lua... - ele tirou a jaqueta e veio até mim, deitando sobre mim.
- Me diz oque sente. Você sabe?
- Oque?
- Sabe oque sente Justin? - olhei em seus olhos, apesar de ver através de seu olhar a resposta eu precisava ouvir de sua boca.
- Sei.
- Então diga pra mim...
- Mas não sei se devo dizer agora.
- Se abre comigo vai. - insisti.
- Você que tem que se abrir pra mim. - ele apertou minha coxa.
- To falando sério. - ri fraco.
- Sabe, eu nunca fui bom nisso. - ele relaxou o corpo sobre mim, levando uma das mãos até meu rosto afastando meu cabelo do mesmo.
- Nisso oque?
- Essa coisa de sentimentos, de explicar oque eu sinto....
- Ah qua...
- Porque oque eu sinto é inexplicável.
Ele sorri, sorri junto.
- Eu devo achar isso bom? - envolvi meus braços em seu pescoço.
- Claro. Vou te dizer uma coisa, eu sempre soube que Deus não coloca as pessoas atoa em sua vida, pra tudo tem um proposito, um objetivo sabe e eu tenho a certeza que ele colocou você no meu caminho pra melhorar tudo, entende? - acenti sorrindo feito criança quando ganha doce - E você, você foi tão diferente de todas as garotas que eu já conheci, não me deu mole, nem se quer me dava bola, bem você me odiava e eu confesso que isso me atraia e muito.
- Por isso que você não saia do meu pé?
- Eu precisava me aproximar de você.
- Conseguiu. - ri leve.
- E você foi tão ousada e querer saber da minha vida, ninguém sabe dos meus segredos, muito menos uma garota que eu conhecia a duas semanas... - ele respirou fundo agora me olhando nos olhos, fazendo subir um calor repentino - Você foi diferente, me ajudou, acreditou em mim quando eu precisei, ia na minha casa todos os dias e eu acabei me apegando a você, criei um tipo de carinho enorme mas...
- Mas oque?
- Mas dae quando eu te beijei, quando você se entregou pra mim eu ... eu passei a pensar mais em você, e você não, não sai mais da minha cabeça. - ele se embolou nas palavras. - É difícil admitir isso...
- Oque?
- Que eu me apaixonei. - ele disse olhando fixamente nos meus olhos.
Pera
Para
Tudo
Que eu morri. Tem noção do tamanho que meu sorriso tá agora?
- Você tá falando sério? - ele se moveu, sentando sobre a cama ao meu lado.
- Eu nunca falei tão sério, eu nunca admiti isso tão fácil. - ele sorriu fraco olhando para o nada.
Me ajoelhei na sua frente e segurei seu rosto, fazendo ele olhar para mim. Grudei nossos lábios com força e soltei no mesmo instante.
- Você disse exatamente oque eu queria ouvir. -sorri de olhos fechados e o beijei. Justin agarrou minha cintura, colocando-me sobre seu colo. Justin apertou minha cintura e subiu as mãos para meu casaco, tirando o mesmo e jogando no chão, me ajeitei em seu colo sem partir o beijo e entrelacei as pernas em volta de seu corpo. Justin tinha uma mão parada de trás da minha nuca aprofundando o beijo e uma sobre a minha coxa, apertando frequentemente a mesma, me causando arrepios.
Senti as mãos de Justin suspender minha camiseta e arremessa-la para longe, no mesmo instante ele apertou meus seios ainda por cima do sutiã, oque me fez arfar e partir o beijo sem querer.
- Ai. - ele resmungou levando a mão até a barriga.
- Eu avisei. - levantei sua blusa. - Dói muito?
- Não, dá pra aguentar. - teimoso. Ele tirou sua camiseta e entrelaçou as mãos sobre meu cabelo, puxando levemente o mesmo e colando nossos lábios ferozmente, sua linguá foi ágil em invadir minha boca brincando com a minha, oque me causou um pequeno frio charo na barriga. Parti beijo mordendo o lábio inferior de Justin e abracei ele.
Na verdade eu estava praticamente o esmagando, assim como ele que esparramou suas mãos em minhas costas correspondendo aquele abraço, aquele momento único entre nós. Ele enfiou o rosto entre meu pescoço, fazendo-me arrepiar, era tão bom tê-lo só pra mim.
- Eu te amo Justin, mesmo com todo esse jeitinho torto mas te amo. - murmurei em seu ouvido. Justin me afastou levemente e me olhou nos olhos. -Entendeu? Eu te amo.
Justin sorriu e me beijou delicadamente.
Continua?
Ta pequeno porque eu preciso dormir e eu não ia postar por causa dos comentarios, mas pessoinhas estavam me ameaçando de morte.
run
né
nath
let
gica
run
né
enfim
fui, aula cedo.
bjão
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