07 abril 2013

Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 9


- Tem certeza de que quer ir comigo? - perguntei a Justin que insistiu para ir ao hospital comigo.
- Sim, absoluta. - ele vestiu sua fiel jaqueta de couro e arrumou o cabelo de frente ao espelho pela décima quarta vez.
- Porque ninguem me diz nada? - me encostei no batente da porta observando-o.
- Sobre oque? - ele se virou pronto, depois de borrifar o perfume duas vezes sobre o pescoço.
- Sobre como Pati está, só dizem que ela sofreu um acidente e mais nada.

Justin estalou a linguá no céu da boca e suspirou pesado caminhando até mim, ele desligou a luz do quarto e parou a centimetros de mim, segurou meu rosto com as mãos e olhou profundamente em meus olhos.
- Você precisa ser forte.
- Do que está falando? É tão grave assim? - me tremi por completo.
- Ouvi dizer que sim. - ele me abraçou forte, tentando passar toda sua força para mim.
- Tá, agora eu fiquei com medo. - murmurei abafado por meu rosto estar escorado em seu peitoral.
- Eu estou aqui. - ele depositou um beijo em minha testa e sorriu.
- Estamos juntos novamente?
- Se você aceitar casar comigo sim. - ele riu.
- Justin. - gargalhei.
- To falando sério. - ele disse seriamente.
- Sonha gatinho, só caso com você se eu estiver gravida. - brinquei.
- Opa, agente pode resolver isso agora. - ele acendeu a luz do quarto e tentou me puxar para a cama.
- Não Justin, vamos. - ri puxando ele para fora do quarto e descendo as escadas em seguida.
- Como conseguiu ficar sem mim durante 4 anos? - ele sorriu malicioso quando o olhei.
- Pra isso existe dedos querido. - gargalhei do que falei.
- Hum, então quer dizer que você usava eles pensando em mim?
- Ai meu Deus Justin, cala boca. - estava rindo feito uma retardada praticamente no meio da rua, enquanto esperava-o fechar a porta.
- E você, fazia oque sem mim? A não, não diga, vou ficar com ciumes.

Ele riu.
- Ok, ficarei quieto.
- Acho bom.
- Mas fala sério, passou 4 anos sem sexo? - ele deu partida no carro.
- Claro que não, você podia se aliviar com suas amiguinhas e acha que eu não fiz o mesmo? - mal sabe ele que umas dessas vezes foi com seu melhor amigo, sim eu e Chaz transamos a dois anos atrás, foram só duas vezes, dois deslizes porque haviamos bebido demais e cá entre nós, Chaz era um puto de um gostoso e na cama nem se fale.
- Hum, pegou quantos? - ele me olhou com uma careta.
- Ah Justin eu seilá, vamos parar de falar disso por favor? - me irritei - Vamos acabar discutindo e eu realmente não quero isso agora, tá? Eu cheguei hoje, to mega cansada, minha amiga ta mega mal e eu só preciso que você me dê carinho, tudo bem? Afinal agora eu to com você, você mesmo sabe que eu sempre amei você, é você, sempre será você, então vamos parando.

Ele não disse nada, soltou uma risada fraca e puxou para um beijo parando o transito logo atrás de nós.

Hospital de York. 12h58.

Justin segurava minha mão com força, eu sei que ele estava com medo de como eu reagiria, mas nem eu mesmo sabia oque esperar. Passamos pela porta já dando de cara com cenas tipicas de hospitais, pessoas sentadas em bancos desconfortáveis a espera de noticias, de uma consulta ou até mesmo apenas esperando por alguém, eu sempre tive trauma de hospital, desde que mamãe morreu naquela noite. Então apertei a mão de Justin, me encolhendo a cada passo que ousava dar até a recepcionista, o cheiro daquele lugar fez meu estomago revirar e tive medo de cair após sentir minha cabeça rodar, percebendo tudo, Justin me segurou pela cintura, um tanto preocupado.

- Tudo bem? - ele sussurrou em meu ouvido.
-Sim, só fiquei enjoada. Odeio hospitais.
- Eu também. - ele sorriu torto. Dei mais alguns passos até o balcão e me apoiei nele.
- Olá, oque posso ajudar? - a recepcionista do outro lado sorriu para mim.
- É, poderia me informar o andar onde se encontra a paciente Patricia Gomes?
- Chegou bem na hora. - ela sorriu procurando algo no computador. - Horario de visita começa em cinco minutos e ela está no quinto andar, na UTI. - gelei.
- Obrigado. - sorri agradecia e Justin me ajudava a manter o equilibrio. Quanto o elevador parou no quinto andar a tontura ficou pior, junto a uma angustia muito grande me dominaram.
- Justin... - paramos no meio do corredor, enquanto apoiei meu corpo sobre ele.
- Que foi? Oque cê tá sentindo?
- Não sei, não to bem.
- Quer que eu chame a enfer...
- Não, só me segura e não me deixa cair.
- Mas...
- Por favor. - insisti manhosa e ele bufou por ceder. Seus braço esquerdo mantinha-se sobre minhas costas, segurando minha cintura enquanto andavamos até a UTI. Justin não poderia entrar comigo, então ficou do lado de fora, lavei minhas mãos como haviam pedido antes de entrar e vesti o avental por conta de higiene.

- Leito 4. - uma das enfermeiras que me ajudava me guiou até o leito de Pati.
- Oh meu Deus. - levei as mãos até a boca, nunca tinha visto ela daquela maneira. Ela estava repleta de aparelhos ligados pelo corpo, tubos a ajudavam a respirar, fios conectados ao coração, pulso, tudo quanto é parte do corpo, alguns machucados em suas pernas estavam a mostra e roxos em seus braços me causavam aflição apenas de olhar, assim como a mancha enorme em volta de seus olhos, uma faixa cobria boa parte de sua cabeça e tudo aquilo fazia-me perguntar o como de ela ter parado ali. Sua mãe estava logo na poltrona ali ao lado, com olheiras enormes por noites mal dormidas, assim que seus olhos pararam em mim, um breve sorriso brotou em seus labios e ela levantou-se mesmo sem forças para me abraçar fortemente.

- Oque aconteceu? - perguntei dominada por lagrimas.
- Uma festa, muita bebida e um acidente.
- Meu Deus, mas ela nunca foi disso. - parei ao seu lado da cama, pegando uma de suas mãos gélidas.
- Nessa noite ela me contou que estava namorando.
- Ahn? - me virei para ela.
- Com a Francine. Eu nunca imaginei entende? Ela sempre foi tão certa sabe, sempre me obedeceu mesmo eu não morando com ela, mas nessa noite ela disse que iria em uma festa, e me contou isso, eu não sei o porque, eu fiz um discurso pra ela, não brigando com ela, mas o porque dela nunca ter me contado, então ela saiu irada de casa pra essa festa. - ela sentou-se com lagrimas nos olhos - Então eu só me lembro de receber o telefonema do hospital, ela estava com a Fran, mas ela conseguiu se salvar, está bem, vem todos os dias aqui, as vezes até dorme pra eu conseguir fazer o mesmo, mas um dia paramos pra conversar e ela me contou tudo. Naquela noite as duas brigaram, Pati odeia brigar e acabou bebendo demais, começou a fazer graça, brincadeiras idiotas com as pessoas e Fran não gostou disso, obrigou que ela fosse embora com ela, mas ela não quis, então Fran a levou a força e no caminho, ela me disse que Pati puxou o volante e ela colidiram com um poste, a pancada foi forte demais e Pati bateu a cabeça.
- Meu Deus. - estava pasma demais pra pensar.
- E o médico... - ela chorava - Disse que se ela sobreviver, é por um milagre, porque eles ja tentaram tudo para salva-la.

Aquelas palavras me chocaram, me fizeram ficar pior do que eu já me encontrava.
- Droga. - deixei ser dominada pelas lagrimas enquanto tentava tirar forças para me manter em pé. - Pati, princesa, você não pode me deixar assim, volta pra mim, volta pra gente ficar rindo de besteiras, volta pra mim. - soluçei vendo tudo ficar embaçado. - Eu te amo, amo muito.

Um barulho irritante começou a soar dos aparelhos ao lado da cama, o ultimo barulho que eu queria ouvir em minha vida.
- NÃO. - gritei desesperada - PATRICIA, NÃO. NÃO ME DEIXA... - uma mão segurou minha cintura, me tirando para fora dali, acho que era o médico, ou uma das enfermerias porque só me lembro dos borrões das pessoas.
- Oque houve? - a voz dele, a unica voz em que eu criaria forças para me manter firme naquele momento, mas foi mais forte que eu, tudo ficou escuro e eu me lembro de cair nos braços de Justin.

Justin P.O.V

Os médicos levaram ela para alguma sala e não me deixaram entrar, eu sabia que iria acabar nisso. Droga, droga, droga, não fui muito apegado a Pati, mas ela sempre foi uma pessoa legal, sempre me tratou bem, não merecia ter morrido não mesmo. Depois de alguns minutos que o médico estavam examinando Lua, deixaram com que eu entrasse no quarto para ficar com ela. Assim que entrei ela me olhou triste, seus olhos eram fundos por ela ter chorado demais, aquilo me matou por dentro, vê-la daquela maneira.

- Como se sente? - perguntei pegando sua mão e beijando a mesma.
- Péssima. - ela ameaçou chorar novamente.
- Ei ei ei... - puxei seu rosto para que ela me olhasse - Eu sei que tá doendo, eu sei, mas você sabe que tem a mim, vou sempre estar aqui.
- Eu te amo. - ela me abraçou desajeitada.
- Eu sei, eu também te amo muito.
- Traz minha amiga de volta. - ela soluçou fraco.
- Eu faria isso, você sabe que eu faria se fosse possivel.
- Então me abraça, me abraça. - ela se afastou pro lado para que eu pudesse deitar ao seu lado, e assim fiz e a deitei sobre meu peitoral. - Não sai nunca mais de perto de mim, por favor. - ela soluçava e apertava quase quebrando minhas costelas.
- Não saio até você enjoar da minha cara.
- Impossivel.
- Tudo é possivel.
- Enjoar de você é como eu se eu estivesse querendo parar de viver.


Continua?
gente, cadê vocês? sumiram? sério, to triste porque ninguém mais comenta como antes, vocês não gostam mais daqui, tão enjoadas? slá
cadê as fantasminhas comentando?
Essa semana eu entro em prova então ja sabem como vai ser.
Nas férias, uma coisa boa para as leitoras antigas, de my favorite vacation, um especial dela. 

Fiz um fc pra sel, me sigam lá @withsmarie
pls
pls

Cathing Feelings - Capitulo 8

POV's Emmily
Acordei super animada para ir pra escola. Não sei como,mas ta. Fiz minha higiene matinal e desci as escada. Aquele cheiro de waffles ,meu Deus,que delicia. Avistei o Dan na cozinha,mas fiquei parada,sem fazer baralho e so prestando atenção nele cantando baixinho:
- The sun comes up on another morning. My mind never wakes up without you on it. And it's crazy to me, I even see you in my dreams. Is this meant to be? Could this be happening to me. We were best friends since we were this high. So why do I get nervous every time you walk by * - eu me arrepiei,a voz do Daniel é perfeita. Aquela voz rouca ,suave. Ele canta bem,como nunca notei isso? Resolvi não falar nada,apenas fingir que não escutei a música. Vai ser melhor assim.
- Oiee Dan,hmm que cheiro bom - disse abrançando ele por trás.
- Que susto garota. Desde que horas você ta aqui? - percebi sua voz em um tom de... Medo? Constragimento? Será que seria pela música?
- Desci agora mesmo do quarto,porque? - menti
- Nada não,e... bom dia senhorita Brokie - ele disse de uma forma engraçada
- Bom dia senhor Hasting - respondi do mesmo modo
Nos sentamos e tomamos o café da manhã. Daniel quis me levar pra escola,ele deve achar que eu ainda sou bebê,mas eu deixei,ele estava sendo fofo comigo então.
Chegando na frente da escola Daniel ficou encarando alguem,não deu pra ver quem era porque quando eu olhei pro lado que ele encarava,nao havia ninguem. Apenas desci do carro e entrei na escola . Cheguei e dei de cara com o Chaz,Chris e Ryan. Comprimentei e fiquei conversando enquanto o sinal não batia. Eu senti uma mão me envolver,virei meu rosto devagar e me deparei com o Justin que me deu um selinho demorado.
O sinal bateu e entramos na sala. Encontrei as garotas e fiquei conversando com elas. Bateu o sinal pro intervalo,contei tudo que tinha que contar pras garotas
- Meu Deus,quase rolou com o gostoso do Bieber? - Anne disse de boca aberta
- Você tinha que ter deixado rolar,aproveita né? - Ally disse como sempre tarada
- Eu acho que a Emmy fez certo. Primeira vez,em um capô de carro? E se ele não tivesse camisinha,ai. - Julie disse com seu jeito santo e inocente
- Aaah nem vem Julie,eu ainda prevejo que você vire uma maniaca por sexo - Ally disse rindo
- As santas são as piores - Anne disse rindo junto
- Gente,só vocês pra falarem essas merdas - eu disse rindo
- Hmmm seu homem esta te chamando gatinha - Ju falou cortando o assunto e olhando para Justin - Vai la
Fui andando em direçao ao Justin e ele me puxou pela cintura dando um beijo demorado
- Ta feliz ein gatinha?
- Sim sim
- Hmm,o Dan voltou pra casa?
- Sim voltou - eu disse sorrindo e parado, logo que a ficha caiu. Como ele sabia que o Daniel não estava em casa? E não foi só hoje,no dia que nós saimos ele tambem falou
FlashBack ON
- Não Justin,tenho que ir pra casa- eu disse parando de andar
- Pra que? Pra ficar la parada olhando pro nada? O Dan nem esta em casa. Vai, vem comigo? Por favoooor - Justin fez cara que cachorro sem dono e eu não resisti.
FlashBack OFF
Como ele sabia? Alias da onde eles se conheciam? Eles nunca se falaram ou algo do tipo. Aquilo ficou na minha cabeça até o final da aula. Eu não quis ir pra casa,fui pro parque,precisava assimilar as coisas. O tempo passou rápido,quando olhei no relogio já eram 18:00 hrs. Era agora,fui pra casa. Chegando la Daniel estava deitando no sofá.
- Ei,aonde você tava? Não atendia o celular,porque?  - Ele pergunto se levantando
- Da onde você conhece o Justin? - falei ignorando suas perguntas
- An? Do que ta falando? Nunca falei com ele,só sei quem ele é pelas coisas que você conta - ele disse confuso
- Daniel chega de mentir pra mim,caralho. Fala a verdade,vai. - já estava ficando irritada
- Que verdade? Nem sei quem é esse muleque,nunca falei com ele - ele disse se aproximando de mim
- Como ele sabe que você não estava em casa? Como ele sabe que você voltou? Porque eu não contei nada,só a Julie sabia,e ela não contaria pra ele - eu falei tantando entender tudo
- Cara,cala a porra da sua boca. Já te falaram que você fala de mais? - eu não tive tempo de responder,Daniel colou nossos corpos e me beijou com calma. Não estava acreditando naquela atitude,como?
Encerramos o beijo por falta de ar,eu sentia vergonha,subi correndo pro meu quarto. E não sei por qual motivo mas comecei a chorar,chorar sem parar. Resolvi tomar um banho,precisa relaxar e tentar entender tudo que tinha acontecido,a música de hoje cedo, o Justin saber,o beijo. O beijo,como Daniel teve coragem? Nós sempre fomos melhores amigos,considerados irmãos. Eu demorei no banho,fiquei minutos de baixo do choveiro,apenas deixando a água escorrer. Sai do banho e coloquei um pijama fresquinho,me sentei na cama e fiquei olhando pro nada até o momento que a porta se abriu,era Daniel,e por sinal,sem camisa. Ele veio caminhando e se ajoelhou na minha frente. Ele olhou no fundo dos meus olhos e disse com toda sinceridade
- Eu não sei o que deu em mim,eu não sei da onde surgiu essa coragem,mas eu precisava te beijar,precisa matar o desejo que sentia a anos. Se você não gostou eu peço desculpas mas... - Eu não deixei ele terminar a frase,o beijei. Eu só precisava daquele beijo novamente
- Vamos aproveitar esse momento - eu disse e ele sorriu em resposta me deitando na cama e assim ficamos.
Me aconcheguei eu seu peito e ele me envolveu com seus abraços
- Dorme aqui ,comigo,por hoje? Por favor - eu disse com uma voz de sono,afinal já estava tarde
- Sim,eu durmo pequena - Ele disse me danco um selinho e acariciando meus cabelos e até eu pegar no sono.
- Eu te amo minha princesa,eu só quero te proteger - Essas foram as ultimas palavras que escutei antes de adormecer
* Musica : Catching Feelings- Justin Bieber

Oie gente. Desculpa a demora
Eu nao estava nada bem. Muita coisa esta acontecendo comigo nessas ultimas semanas. Minha semana foi pessima mas esta melhorando.
Demorei pra postar porque perdi o capitulo 7,eu ja tinha postando e tive que escrever de novo sem vontade alguma.
Mas ta ai o capitulo 8,muita coisa esta por vim.
Haha.
Me desculpeeeem serio
Xoxo

05 abril 2013

Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 8

4 anos depois.

Faltava exatamente 6 meses para que eu me formasse na faculdade, ainda estou morando em falls, mas a três anos atrás aluguei meu próprio apartamento e desde então venho morando sozinha, trabalho em uma lanchonete próxima ao meu apê. Justin e eu não estamos juntos, ficamos de nos resolver assim que eu voltasse para a Europa, e cá entre nós eu estava morrendo, entrando em estado de depressão profunda de saudades dele, do meu pai, do meu irmão e dos meus amigos, não que Chaz não seja legal, e nem que Alex me alegrasse, mas eu precisava das pessoas de York, elas me completam, elas. Ontem recebi um telefonema do meu pai, dizendo que as coisas por lá não estavam muito bem, ele sentia minha falta e Pedro estava ficando doente por isso também, ouvi dizer bastante que Justin voltou a se drogar, até tentou ajudar mas ele não quis, Pati havia sofrido um acidente mas meu pai não quis me dizer muito porque não queria me preocupar, mas de uma coisa eu sabia, que precisava dar um jeito de ir pra lá de preferencia hoje e agora.

- Chaz, eu preciso ir. - minhas lágrimas davam sinais de vida. - Eu sinto que eles estão precisando de mim.
- Assim, de ultima hora?
- Sim. - funguei enxugando as lagrimas que cairam.
- Meu irmão está doente, Patricia está internada em estado grave e Justin... ele voltou a fazer besteira. - me encolhi no sofá de Chaz.
- Quem sou eu pra fizer que não, né? Aliás são coisas urgentes.
- Que bom que entende. - funguei novamente - Consegue passagem pra noite?
- É comigo mesmo. - ele pegou o notebook na mesinha de centro e ligou o mesmo, enquanto eu olhava para o nada e pensava oque eu iria fazer, estava na reta final da faculdade, não posso faltar muitos dias.
- Você teve até um pouco de sorte. - Chaz tirou minha atenção.
- Porque?
- Porque semana que vem não tem aula, eles irão preparar algumas coisas para a formatura, fazer reuniões e tals.
- Menos mal.

Ele sorriu torto e continuou vidrado na tela do computador, até que sorriu largo e me olhou.
- Mais sorte, tem um avião saindo hoje a noite e um pela madrugada.
- Que horas a noite?
- as oito.
- Tem lugares?
- Sim, vai esse?
- Claro. - sentei-me ao seu lado.
- Vai ficar meio carinho.
- Não tem problema. - ri fraco me sentando ao seu lado.

Chaz comprou a passagem para hoje, a noite, ou seja, eu teria todo um dia pra descansar e dar um jeito de arranjar algum tipo de atestado para a faculdade. Depois que pedimos as passagens pela internet, Chaz imprimiu para mim e me levou até em casa.

19h28

- Chaz, eu vou ficar bem. - ri fraco por Chaz estar me apertando muito.
- É que eu vou ficar com saudade. - ele frouxou o abraço, mas não soltou.
- Ei, eu volto. - me afastei dele. - Agora eu tenho que ir, ultima chamada.
- Tá, vai lá. Se cuida eim magrela.
- Palhaço. - dei um beijo no rosto dele e caminhei até a sala de embarque

06h10. Aeroporto de York.

Era tão bom respirar o ar de York denovo. Ninguem sabia da minha chegada, então provavelmente não teria ninguem me esperando do lado de fora, fiz meu check-in e pedi um taxi. O céu de York estava completamente nublado e uma brisa gelada estrava por uma pequena brecha da janela do carro, que me fazia ter leves arrepios durante o percusso, não era novidade pra mim esse tempo gelado por aqui, pelo contrario eu já era acostumada com isso e até sentia falta. O carro parou de frente a minha antiga casa, ou seja a casa de meu pai e eu juro que tiva a vontade enorme de me jogar no chão e beijar ele, quanto tempo. Eu sabia que meu pai estaria acordado, então isso seria melhor ainda, paguei o taxista que me ajudou com as malas e toquei a campainha enquanto observava a casa da frente, tive vontade de correr até lá e saber oque Justin estaria fazendo, mas antes que eu pudesse fazer isso a porta ao meu lado se abriu, tirando-me dos meus pensamentos e dando de cara com o homem mais perfeito do mundo.

- PAI. - gritei pulando em seus braços, faltei chorar de alegria. - Ai que saudades. - choraminguei.
- Luana? Meu Deus, oque você ta fazendo aqui? - ele me apertava enquanto eu fazia o mesmo com ele.
- Não gostou da surpresa? - ele me colocou no chão.
- Gostei, mas filha e a faculdade? - ele ainda me abraçava.
- Eu precisava vim pai, precisava ver vocês.
- Oh minha filha, vem vamos entrar, está frio. - ele pegou minha mala e me ajudou a entrar com elas. Passei rapidamente meu olhar pela cozinha e sorri vendo o café da manhã preparado.
- Cadê o Pedro? - tirei meu casaco.
- Tá dormindo, tá com fome?
- Sim, mas vou no banheiro primeiro. - sorri fraco e subi as escadas, iria mesmo no banheiro mas primeiro passei no quarto de Pedro, ele estava deitado de bruços com a coberta praticamente no chão e a bunda empinada pra cima, uma fofura.
- Pai, fecha a porta. - resmunguei se revirando.
- Me pareço tanto assim com ele? - quis rir quando ele deu um giro 180 graus e ficou de barriga pra cima, pra me ver.
- Luana?
- Não não, Beyonce.
- Ela é gostosa. - ele me fez rir.
- Idiota, não vai me abraçar? - me aproximei da cama e ele parecia o dobro de tamanho da ultima vez que o vi, mas ele estava palido.
- Senti sua falta. - ele me apertava.
- Eu também pestinha, você cresceu. - baguncei seu cabelo e me sentei na cama dele.
- Oque veio fazer aqui?
- Nossa, porque vocês me perguntam isso? Parece que nem gostaram da surpresa.
- Bestona.
- Vim ver você.
- Veio por mim mesmo?
- Claro, mas me diz ai, oque você tem?
- Nada, coisa do papai
- Sei...
- É só uma gripe forte.
- Tem que se cuidar. - ele voltou para debaixo da coberta.
- Eu sei me cuidar.
- Sabe nada, mal saiu das fraldas... - brinquei pra irritar ele. - Vou te deixar dormir mais, também farei o mesmo.
- Boa noite. - ele riu virando-se para o lado.
- É, bom dia. - ri saindo e fechando a porta, fui ao banheiro e depois desci. Papai já havia deixado minhas coisas em meu antigo quarto, tomei um café basico e fui até meu quarto, do mesmo jeito em que deixei a anos atrás, me taquei na cama e decidi dormir um pouco.

Acordei com a claridade invadindo o quarto, aquilo sempre me irritava mas acabei tendo que me levantar, fui até o banheiro e lavei o rosto, não tinha trocado de roupa então decidi tomar um banho pra tirar o cansaço, vesti uma roupa preta basica e quente e desci, Pedro assistia televisão enrolado em uma coberta enquanto tomava alguma coisa.

- Onde vai? - ele perguntou.
- Resolver umas coisas, eu volto pra fazer o almoço. Tudo bem?
- Ta bom. - ele deu de ombros e voltou a ver tv, minha sorte é que ele nunca ligou de ficar sozinho em casa.
- Nao abra a porta pra estranhos. - brinquei.
- Vá se foder.
- Nossa irmaozinho, voce mudou bastante. - ele riu junto comigo. - Ja volto.

Sai de casa em direçao ao meu destino, tão longe que eu so precisei atravessar a rua, tocar a campainha e morder os labios em nervossismo. Toquei mais vezes, mais vezes ate que Justin atendeu a porta com e pessima ou boa mania para mim, de sempre estar de cueca nesses momentos, uma boxer preta, um cabelo bagunçado e uma cara de bebe foram o suficiente para me fazer sorrir. Mas tambem me pergunto como ele dorme daquele jeito, naquele frio que fazia.

- Ai , acho que a maconha ta fazendo efeito - ele ia fechar a porta mas eu coloquei meu pé na frente, impedindo-o.
- Droga Justin, voltou a fazer isso? - bati o pe com raiva e entrei pra dentro de casa, ele fez uma cara estranha que me fez sair da pose de bravona - Porra, me da um abraço?

Justin sorriu e me puxou pela cintura, me envolvendo em seus braços desnudos e quentes, num abraco apertado e cheio de sentimentos.
- Jus...
- Oi? - sua voz como sempre saiu falhada; pela manha.
- Voce sentiu minha falta? Porque eu senti a sua.
- Sim. - senti ele sorrir
- Mesmo? - me afastei para olhar em seus olhos e ele sorriu. Sua mao esquerda tocou meu rosto, entao ele me puxou para um beijo calmo. Quando parti o beijo, dei um longo selinho e um suspiro, sentia falta daquilo, de nós, dos abraços, dos beijos e até dos carinhos tortos dele... meu Justin perfeitinho do jeito dele, mas meu.

- Nao me diga que terminou a faculdade?
- Nao. - desviz o sorriso. - Eu vim porque as coisas porque aqui estavam precisando de mim.
- É? - ele riu nervoso.
- Sim, Pati esta no hospital e quando eu sair daqui vou pra la. Pedro esta com uma gripe forte de saudades de mim e voce, bem... pelo visto voltou a fazer besteira nao é mesmo?
- Lua...
- Poxa Justin, tem noçao do quanto eu fiquei chateada quando me contaram?!?!
- Desculpa, eu... eu, é uma longa historia!
- Eu tenho tempo. - me sentei no sofa.
- Tudo bem se eu te contar depois? - ele coçou a nuca
- Depois quando Justin? - cruzei os bracos
- A noite.
- Porque?
- Porque eu acabei de acordar e nao to afim de falar disso.
- Tudo bem. - sorri falso.
- Mas nao fica brava comigo, por favor. - ele me abracou de lado e sorriu torto.
- Ta, ta. - ri por vencida.
- Voce é demais. - ele me roubou um beijo.
- Jus...
- oi?
- Eu te amo, sabia? - corei violentamente quando ele sorriu.
- Eu tambem te amo.
- Muito?
- Muito.

Continua?
sono, to pelo cel, bjao

04 abril 2013

Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 7


Abri meus olhos assustada com o barulho vindo da sala, televisão alta, risadas da mesma altura, confesso que aquilo me assustou um pouco mas logo deduzi que Chaz e Justin estariam conversando e bebendo. Minha cabeça estava doendo um pouco, então custei a me levantar, o quarto estava escuro apenas com uma brecha de luz vinda debaixo da porta. Levantei-me até a mesma e abri, fazendo as risadas ficarem mais altas, fui até o banheiro e fiquei de frente ao espelho, notando que eu estava apenas de roupas intimas, então voltei correndo para o quarto e vesti um pijama de frio, imagina aparecer daquele jeito na sala? Tudo bem que eu não iria me importar, mas acho que daria um bela de uma briga, entre os três. Sai do quarto ainda meio grogue e caminhei até a sala, avistei o relogio no corredor, que era pendurado na parede e eram apenas 23horas da noite. Chaz foi o primeiro a perceber minha presença.

- Hum, alguém parece cansada. - ele riu alto, fazendo minha cabeça latejar.
- Calaboca. - me joguei no sofá vazio e me encolhi sobre ele, tapando os ouvidos. Justin estava na poltrona ao meu lado e pude sentir seu olhar sobre mim, ele estava conseguindo me deixar sem graça. - Minha cabeça ta explodindo. - choraminguei enterrando o rosto entre as mãos.
- Vou buscar um remédio. - Chaz levantou-se, deixando-me sozinha com Justin.
- Ta tudo bem? - sua mão pouco sobre meu joelho.
- Oque você acha?
- Não precisa ser grossa, só to preocupado. - ele fez cara feia e se afastou.
- Desculpa, é a dor. - sorri torto encarando-o.
- Vem aqui. - ele estendeu a mão.
- Justin... - disse receosa
- Para de ser boba, vem. - Justin me puxou para seu colo, encachando-me perfeitamente nele. Encostei minha cabeça em seu ombro, enquanto ele fazia um carinho em meu cabelo... serio, aquilo era tão bom. Chaz voltou da cozinha e pigarreou, me entregando um copo de aguá com um comprimido grandinho, fiz careta mas acabei tomando rapido pra aquilo passar.
- Bem, já ta ficando tarde e amanhã temos aula. - Chaz chamou nossa atenção. - Justin, acho que você pode dormir no quarto da Lua
- Eu deixei? - brinquei.
- E precisa deixar? - Justin retrucou com um sorriso torto.
- É, vocês não quebrando o meu apartamento, tá tudo otimo. - rimos. - Boa noite.
- Boa noite. - respondi levantando-me.
- Onde vai? - Justin perguntou.
- Dormir.
- Mais?
- Seu vagabundo, amanhã eu tenho aula, tá? - ri da careta dele - Se você quiser pode vir comigo...

Ele sorriu.
- Se ainda quiser dormir comigo, é claro... - disse corando levemente.
- Ainda pergunta? - ele levantou-se pegando-me no colo e caminhando até o quarto, me jogou na cama e fechou a porta.
- Delicado. - falei ironicamente.
- Sempre. - ele piscou fuçando dentro de sua bolsa e tirando de lá uma calça de moletom, tirou sua calça jeans e vestiu a outra, tirou sua camisa e apagou a luz. Justin voltou a se deitar comigo, deitando-me sobre seu peitoral. - Se sente melhor?
- Um pouco. - sorri.
- Então durma.
- Claro.
- Boa noite, se cuida. - ri daquilo - Que foi?
- Nada, é que você já ta fazendo isso.

[...]

Acordei com meu despertador tocando escandalosamente e Justin se revirando na cama, me descobri com pouca vontade e caminhei até o banheiro pra tomar um banho rapido. Vesti uma roupa confortavel e quente, pra que ela me protegesse do frio que fazia lá fora, prendi meu cabelo em um coque, já que ele estava cheio de nós e frizzado, sorri indo em direção á cama e dei um beijinho na ponta dos lábios de Justin. Chaz estava na cozinha tomando café, então me resolvi juntar a ele.
- Bom dia. - sorri pegando um pedaço de pão.
- Bom bom não tá. - ele riu.
- Porque?
- Porque eu estou acordando, enquanto eu podia estar dormindo.
- Besta. - ri.

Ficamos em um breve silêncio, ambos tomando seu café rapidamente.
- Chaz...
- Oi?
- Você sabia né?
- Oque? - ele terminou de beber o leite.
- Que o Justin estava vindo né? Você sabia...
- Lu...
- Não minta pra mim eim. - terminei meu café também, e caminhavamos até a porta.
- Ele me ligou perguntando de você...
- E?
- E eu tentei desviar do assunto, mas ele disse que iria me dar uma surra se eu não contasse a verdade.
- Não acredito que tem medo do Justin. - ri um pouco alto demais.
- Ah qual é, já apanhou dele?
- Graças a Deus não, mas eu sei que ele tem a mão pesada.
- Pois então.
- Ai Chaz você é um cagão. - zombei.
- Estamos falando do Justin.
- Eu não tenho medo dele. - dei de ombros.
- Vai ver por isso que ele é doido por você...
- Talvez. - sorri abobalhada. - Ele disse quanto tempo vai ficar aqui?
- Não, ele não disse pra você?
- Nem perguntei, nem conversamos direito.
- Hum, sei dessa... - ele me cutucou rindo maliciosamente, deixando-me vermelha só de imaginar que ele pudesse ter ouvido alguma coisa da noite passada.
- Idiota, nós somos santos.
- Atá, e minha avó é virgem.
- Tá Chaz, não vou falar da minha relação sexual com o Justin pra você.
- Nem quero saber. - ele estava rindo.
- Ai, vamos logo. - puxei seu braço encerrando aquele assunto embaraçoso.


Continua?
Escrevi correndo porque tenho aula agora a tarde.
Se tiver comentarios, posto a noite.
Beijão.



02 abril 2013

Make me wanna die - 2° Temporada - Capitulo 6


- Oque você está fazendo aqui? - minha voz saiu entrecortada, quando Justin passou pela porta e fechou a mesma, sem tirar os olhos de mim.
- Sabia que você fica muito sexy de pijama? - ele sorriu torto e deixou a bolsa que estava em seu ombro no chão, logo ao lado do sofá, onde se tacou no mesmo relaxou-se.
- Justin, oque está fazendo aqui? Como me achou? - ignorei o fato de ele não tirar a porra dos olhos de mim e me pus a sua frente.
- Vim buscar o que é meu oras. - ele sorriu puxando-me para si, mas me esquivei.
- E oque exatamente é seu aqui? Porque eu não estou vendo nada. - caminhei até a cozinha e pude ouvir passos atrás de mim.
- Não seja tão fria comigo.
- Eu fria? Desculpa, eu não sou você. - tudo bem, aquilo foi meio cruel.
- Para com isso porra.
- Parar oque? Não estou fazendo nada. - me fiz de inocente  Justin estalou a linguá no céu da boca incomodado com aquela situação, enquanto eu não tirava meus olhos dele, me controlando para não perder a cabeça.
- Eu mal pisei dentro desse apartamento sem nada e você veio querendo me atacar com sete pedras na mão. Para, para de tentar quem você não é.

Fiquei em silêncio, apenas escutando sua respiração. Talvez eu estivesse sendo dura demais, mas ele chegou de surpresa, pode até ser que ele não tenha vindo me ver, ou até mesmo me buscar, quem sabe ele veio visitar Chaz? É, essa possibilidade tá descartada, ele nunca faria isso.

Ele me parecia tão bem. Seu cabelo em perfeito estado, arrepiado e impecável como sempre, seus olhos pareciam tristes mas se mantinham com o mesmo encanto, assim como seu sorriso... ah, como eu sentia falta de admira-lo.

- Porque está tão na defensiva assim? - ele deu um passo a frente.
- Porque sim. - ele deu mais um passo arriscado até mim.
- Porque sim não é resposta.
- Oque veio fazer aqui? - repeti a pergunta, quando seus braços me prenderam entre a pia.
- Já disse... não aguentei.
- E como descobriu onde eu estava?
- Seu irmão não deve gostar muito de você.
- Droga. - resmunguei imaginando como deveria ter sido fácil fazer Pedro dizer onde eu estava. - Está perto demais... - apoiei minhas mãos sobre seu peitoral, tentando empurra-lo.
- Tem medo de mim Lua? - ele pousou uma de suas mãos no meu rosto, se ele se aproximasse mais eu perderia todo o controle da situação e seria fraca, entregando-me completamente. Mas fui salva, assim que a campainha tocou novamente, dei um pulo me livrando de Justin, eu nem se quer poderia expulsa-lo dali porque não era a minha casa, mas acho que também não teria coragem. Dei um mega sorriso quando vi que a comida havia chegado mas me lembrei que Justin amava macarronada e isso seria um problema. Paguei o entregador e voltei para cozinha, mas Justin não estava mais lá, dei de ombros e peguei um prato no armario, colocando todo o macarrão sobre ele e indo para sala comer. Justin não estava na sala e eu pensei em ligar para o Chaz e dizer que ele estava aqui, mas se ele já soubesse. Me lembrei que havia desligado o telefone na cara de Pati por causa do susto e tentei ligar para ela, mas só dava fora de area.

Terminei de comer e coloquei o prato sobre a pia, lavei o mesmo e fui atrás de Justin, a presença dele ali me deixava inquieta e eu não conseguiria ficar sossegada. Encontrei ele no meu quarto, deitado em minha cama de cabeça pra cima e olhos fechados, braços cruzados atrás da cabeça, enquanto ele sorria levemente.
- Do que está sorrindo? - ele abriu os olhos assustado.
- Do seu perfume. - ele sorriu sentando-se e conseguindo me deixar sem graça. Justin me parecia um pouco diferente, digo, suas roupas não eram tão escuras como de costume, ele vestia uma calça jeans, isso mesmo jeans, junto á uma camiseta branca e um casaco cinza claro.
- Chaz sabe que está aqui? - desviei do assunto.
- Sim. - ele deu de ombros me olhando. - Sabe, eu senti sua falta.
- Hum que legal. - me sentei na berada da cama.
- Eu disse que não precisa ser fria comigo Luana.
- Ta, ta.
- Eu estou tentando falar sério com você.
- Ta Justin, olha... eu entendo que você atravessou o oceano até aqui, mas oque você pensou? Que chegaria aqui e seria recebido de braços abertos por mim? Depois de tudo que você fez?
- Me diz ai tudo que eu fiz então... porque oque eu me lembro não foram tantas coisas.
- É modo de falar.
- Pois então porra, será tão difícil me perdoar? - ele se agachou a minha frente.
- É o orgulho Justin. - disse baixo.
- Será que não consegue esquecer ele? - fiquei em silêncio, mas antes que eu pudesse responder Justin havia colado seus lábios nos meus. Droga, como eu senti falta deles assim pra mim, tanto que eu não consegui parar, sua linguá quente invadiu minha boca fazendo-me arrepiar por inteiro e de imediato levar minhas mãos até sua nunca, colando-o mais a mim. Justin me deitou na cama lentamente e droga, estava me odiando no momento por ter me entregado assim, mas ao mesmo tempo eu precisava daquilo mais que outra qualquer coisa. Suas mãos desceram até minhas coxas, um de seus lugares favoritos e apertou, oque me fez arfar.

- Justin... - tentei dizer - Jus...
- Oque? - ele não parou de me beijar.
- A porta, fecha a ... porta. - ele apenas deu um impulso para trás e chutou a porta. - Não, tranca.
- Porque caralho? - ele parou para me olhar.
- Porque Chaz está pra chegar.
- Af. - ele levantou-se e trancou - Satisfeita? - ele não deixou que eu respondesse e puxou minha blusa do pijama, em seguida meu shorts.
- Tem pressa? - ri me ajeitando na cama.
- Não, tenho saudades. - ele me beijou novamente e eu tirei seu casaco, logo em seguida ele tirou sua camiseta. E a uma altura dessas não tinha mais volta, Justin já se encontrava no seu nivel maximo de excitação, e eu estava muito, muito molhada com apenas seu toque sobre minha pele. Senti seus dedos tocarem minha vagina, oque me fez morder os lábios segurando um possivel gemido. Justin começou a me estimular rapidamente com três dedos e colocou mais um, cravei minhas unhas em suas costas, me contorcendo na cama. Senti que meu orgasmo estava proximo e Justin também havia percebido, ele parou me deixando boque aberta e tirou minha calcinha, levando sua linguá até lá e terminando o serviço até que eu tivesse meu primeiro orgasmo. Droga, em apenas minutos ele conseguiu me deixar assim. Justin terminou de tirar sua roupa e nem esperou que eu pensasse um pouco e meteu em mim, sem dó e sem me deixar respirar. Ele me entocava rapido e as vezes parava, tirava e ia devagar, seu suor escorria pela testa assim como o meu molhava o lençol, mordi seu lábio com a intenção de deixar minha marca registrada mas ele me deu uma entocada forte, fazendo-me gemer um pouco alto, oque me deixou preocupada se Chaz tivesse chegado provavelmente teria ouvido.

Nem parecia real pra falar a verdade.

[...]

Justin se tacou ao meu lado da cama e abraçou minha cintura, depositando depois um beijo em minha bochecha.
- Havia me esquecido como isso era bom.
- Isso não significa que estamos totalmente bem.
- Shiu... não estraga o momento, depois agente conversa.
- Mas...
- Luana, eu to cansado.
- E você acha que eu não to? - ri comigo mesma.
- Acabei com você né?
- Seja menos convencido por favor.
- Quantas vezes você gozou? - ri alto, tipo muito.
- Seis.
- Atá. - ele voltou a se deitar rindo da minha cara.
- Depois vamos conversar sério.
- Ta caralho, deixa eu dormir agora. - ele me apertou.
- Você não existe. - ri
- A claro, até porque você acabou de transar com um holograma do Justin Bieber.
- Idiota.
- Dorme, dorme.
- Mas o Chaz..
- Que se dane aquele mané, vai logo.
- Bobo. - ri me virando para o lado e fechei os olhos.



Continua?
demorei mas postei, tive o melhor final de semana de todos
confiram as fotos no meu instagram: pfvrbare

Postei a sinopse da proxima fic, World of chances.
Contagem regressiva para make me wanna die... preparem o coração.